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Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemMonaco [#175149] por Lissa Grimaldi » 07 Mar 2017, 14:04

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Hatzimichalis
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Η δύναμη των θεών είναι επάνω σε μας.
O poder dos Deuses está sobre nós.


História:
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A família Hatzimichalis, organizada desde os tempos da Grécia Antiga, possui uma linhagem pura de magia desde os tempos mais primórdios do mundo mágico. Corre por suas veias o amor e devoção aos grandes deuses do Olimpo, sendo passada a religião de geração a geração até os dias atuais. Foram a eles ensinados as artes mais ocultas da magia com a intenção de realizar sacríficos para os deuses, que lhes concedem de tempos em tempos seus pedidos. Milo e Hera, desejosos que seus filhos também seguissem as tradições antigas, decidiram somente lhes dar seus respectivos nomes quando os Deuses reclamassem a eles por “filhos”. Até os quatro anos de idade, se ainda não fosse reclamada, era chamada por um nome simples grego e compreendia que em breve receberia sua benção. Desde bebês falecidos que voltaram a vida, beijos de sabedoria que deixaram cabelos brancos, lutas em corpos tão frágeis e quase afogamento aos quatro anos são pequenas amostras diária dos milagres na família.

Ao conhecerem estas extraordinárias crianças, é possível perceber que há algo diferente, que os fazem tão similares e diferentes aos deuses que lhes protegem. Antes de Athena e Apolo, todos os outros estudaram na Escola Grega de Magia, onde os treinavam para serem poderosos bruxos e devotos. Como estão sempre em constante ataques de Criaturas Mágicas, precisam aprender a manejar armas místicas que poderão prender e proteger os mesmos de serem vistos pelo mundo não-mágico. Todos possuem algum dom especial que os torna únicos, porém similares entre suas personalidades. Complexos, alguns um tanto extrovertidos e outros muito observadores, montam uma peça delicada tapeçaria que ainda não está terminada pelos deuses e as Parcas. Como a vida nem sempre possui um caminho único, nos últimos meses as coisas haviam modificaram-se assustadoramente para todos da família.

Milo, que trabalhava no Ministério Grego, recebera uma proposta para morar na Inglaterra, fazendo com que todas as crianças abaixo de 18 anos seguissem com eles. Os mais velhos permaneceram na Grécia, onde trabalham e cuidam dos outros negócios da família. As crianças, sem escolha, seguiram para um lugar diferente, de temperaturas um tanto xoxas e em uma escola com um idioma muito complexo.


Líder Atual da Família: Milo Hatzimichalis

Membros
Milo Hatzimichalis (Pai)
Hera Hatzimichalis (Mãe) (NPC)
Zeus Hatzimichalis
Hades Hatzimichalis
Posseidon Hatzimichalis (NPC)
Dionísio Hatzimichalis
Ares Hatzimichalis (irmão gêmeo de Afrodite)
Afrodite Hatzimichalis (irmã gêmea de Ares)
Hefesto Hatzimichalis (NPC)
Apolo Hatzimichalis (irmão gêmeo de Athena)
Athena Hatzimichalis (irmã gêmeo de Apolo)
Arthemis
Nyx Hatzimichalis

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Cômodos
Exterior: Vista para o mar; Area externa da piscina; Cozinha externa; Corredores externos
Interior: Sala de jantar; Adega; Academia; Cozinha; Sala

Quartos
Milo e Hera
Zeus
Hades
Posseidon
Dionísio
Áres e Afrodite
Hefesto
Athena e Ápolo
Nyx
Editado pela última vez por Lissa Grimaldi em 10 Mar 2017, 20:19, em um total de 2 vezes.
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#175152] por Hades Hatzimichalis » 07 Mar 2017, 16:39

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    - O que pretende fazer agora?– Pergunta meu pai pela milésima vez. Já tinha em mente o que fazer e mesmo que tivesse paixão e afinidade por mistérios ou criaturas, precisava manter o lado trevoso reservado e em segredo. – Irei trabalhar no hospital. –Logicamente aquela resposta não era nenhuma surpresa visto que fizera estágio e residência em um hospital grego. Não que gostasse da mente humana ou dos estudos do homem, preferia deixar isso para meus irmãos que possuíam interesse nisso, se é que possuíam! A parte mais interessante era de brincar com a mente humana, moldar o ser e deixa-lo em minhas mãos, frágil e suscetível a qualquer sacrifício com apenas uma palavra.

    Com um leve toque na varinha os pratos levitavam até a mesa em que era decorada rapidamente para o nosso banquete. Meus irmãos brincavam ou ficavam espalhados pela casa, apenas alguns ousavam ajudar ou dar pitaco na decoração. Muitos diriam que éramos uma família grega feliz, exceto pelos nossos olhos, pelos nossos nomes e até mesmo por nossas personalidades. O almoço tão aclamado pela nossa mãe era o marco do novo tempo: viver em um pedaço da Europa em que as pessoas não cospem com frequência e muito menos sabem o motivo de quebrar os pratos... A mudança ainda soava estranho para nós, mas não seria de todo, ruim.

    Guardei a varinha ao ver que não faltavam mais talheres e vinhos sobre a mesa, segui para a piscina onde a maioria se encontrava. – Ares, agora não. Depois do almoço. – Desviava de mais um treinamento de espadas. O garoto gostava de sempre me desafiar e quando não podia, sua desculpa era igual a um gravador estragado: você está com medo de perder? Está fugindo? – Não, mas se nos atrasarmos nossos pais não irão gostar muito... – Respondia educadamente passando pelo garoto com um belo sorriso nos lábios enquanto observava a cabrita da minha irmã do outro lado da piscina e bem longe de mim. “Eu quero comê-la”. – Tânatos aparecia em frente ao pequeno animal forçando-o a sair de perto. Apenas mantinha meu sorriso ao ver um espírito assustando um animal. Por alguma razão, somente eu poderia vê-lo.

    - Aposto que ficaria mais linda se comesse direito, portanto, almoce direito. Precisas cuidar da sua beleza senhorita Afrodite.– Indagava cortês parando ao lado de Nyx e afundando apenas meus pés na beirada da piscina. – Não fui eu quem amarrou ela. Jamais faria mal a algum bichinho da minha irmã querida.– Atuava perfeitamente. Não sentia-me ruim por querer matar o pet de Nyx, afinal, Tânatos o desejava e como amava Nyx, se fosse o caso, lhe daria outra cabrita que ela nem iria notar a diferença! – Athena, almoço. – Por sorte era uma irmã que não precisava me preocupar, diferente de Afrodite que parecia sempre desafiar Dionísio e Apolo. – Saiam logo da piscina ou irão todos lavar as louças pós almoço. – Ameaçava para os outros dois irmãos.

    Permaneci ali, sentado observando a piscina vendo todos entrarem na casa. Era feliz tal como o Sol aquecia a nossa pele daquela tarde ensolarada, mas sentia um vazio do qual ninguém conseguiria preencher. Gostava dos meus irmãos, mas ao mesmo tempo os odiava e a única coisa que me acalmava era Tânatos, um espírito idêntico à mim que tornava-me mais esquisito ainda. Hades o que sussurra entre as paredes ou que some e aparece do nada de maneira misteriosa... Sempre fazia suas vontades, pois ele era o único que estava sempre comigo. E todas as vezes que o desejo da solidão inundava meu coração, sentia um desejo sádico e perverso por sangue. – Missão cumprida!– Pirragueei para Tânatos observando-o de canto de rosto. Por culpa dele era o irmão gêmeo que permanecia vivo tachado como louco que falava sozinho ou que tinha uma ligação muito grande dentro do útero materno. Coisas que meus pais não revelavam aos meus irmãos, afinal, isso era meu e não deles.

    Logo Afrodite e Ares retornaram com uma camisa nova em suas mãos. A preocupação era de ter sujado minha camisa com comida e não tê-la limpada, bem como ela estava suja e velha para um almoço em família. Não queria trocar, não me importava com isso, mas acreditem, aqueles eram insistentes quando queriam algo, então, era melhor ceder suas vontades ou moldá-las escondidas. – Está bem.– Encarei-a enquanto me levantava. Retirei a camisa e a troquei.– Melhor agora?– E seguia os dois de volta para dentro de casa ter o lindo almoço em família!

Almoço em familia
tarde ensolarada
-q quando o hades existir, eu troco.
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#175176] por Nyx Hatzimichalis » 08 Mar 2017, 15:07

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Seria um dos últimos almoços em família que faríamos ali por um bom tempo e isto não agradava muito a pequena Nyx. A jovem garota de dez anos brincava com os pés dentro da água. Pequenas marolas eram formadas; o reflexo do sol era tangente a cútis alva da garota, penetrando a água astutamente somente pelo prazer de tocar os pés da ruivinha. Estava entregue aos seus pensamentos como muita das vezes fazia; sentia um aperto no coração ao deixar sua terra natal, seu país, partir para um lugar desconhecido e por vezes longínquo. Seus dedinhos apertavam contra a margem da piscina, seu tronco inclinado levemente, como se quisesse ver algo no fundo do mar. Nyx nutria uma empatia pela água desde pequena, sentia-se bem quando estava naquele ambiente tão disforme, que se adapta a tudo, embora não se via tão "adaptável" assim a nova vida na Inglaterra. Nyx não era uma garotinha que gostava de correr riscos, e impreterivelmente, novidades estão ligadas a ele, segundo a menina.

Ocasionalmente seu cenho se fechava quando olhava para frente. O dia estava ensolarado e a brisa marítima mediterrânea banhava a região da morada dos Hatzmichalis naquele dia.
- Quem amarrou a Polar? - disse Nyx tão logo observou a chegada de Hades ao seu lado, que colocou os pés na piscina também, sentando-se próxima à irmã caçula. A jovenzinha encarou o irmão numa raiva visível. Não gostava que sua cabritinha ficasse presa; Hera vivia falando para os filhos deixarem o animalzinho livre, leve e solto pelos terrenos da residência deles. Afinal, espaço ali era o que não faltava. - Não gosto dela presa. Mamãe disse para vocês não fazerem isto. - mas, Hades disse ser inocente naquela empreitada e sem pensar em acreditar ou não no irmão, Nyx se levantou, calçou seus chinelos amarelos e foi até a cabritinha para soltá-la. Podia ouvir o barulho da pequena chorar, querendo ser liberta e tão logo sua dona chegou, Polar começou a lamber as mãozinhas de Nyx. Não adiantava ir até Hera e reclamar. Todos falariam que não havia feito aquilo e ficaria por aquilo. Nyx teria que ensinar Polar a se defender, começar a morder qualquer infeliz que desejasse lhe fazer mal. Cabras mordem? - Você morde, Polar? - dizia afagando a pequena. - quem andou te maltratando, hein? - aproximou do animalzinho, beijando-lhe no pescoço - quem? - afastando-se em seguida e arrumando a pelagem da cabra. Os pelos estavam macios, sedosos e cheirosos. A garota, junto com um dos empregados, havia dado banho no animal na manhã daquele dia.

Paulatinamente os demais irmãos foram chegando. A família era grande, farta e aparentemente feliz e unida. Gregos são assim; adoram se reunir, fazer uma festa, comemorar e unir-se em cada momento de suas vidas. Nyx usava um vestido de alcinha com motivos florais; seus cabelos, presos em tranças, na altura dos ouvidos. Parecia Padmé, a jovem poderosa de Star Wars, que assim como Nyx teria inúmeros obstáculos e tarefas futuras em sua vida, muitas não necessariamente boas e fáceis, pelo contrário. Era a única que ainda não podia usar varinha entre os filhos de Hera e Alexandru e isto não agradava muito a menina que volta e meia tinha que pedir ajuda a mãe ou ao pai quando necessitava de uma ajuda mágica ou aos irmãos mais velhos. Um pouco longe dos irmãos, a pequena, juntamente com sua cabritinha se aproximavam das plantas, seres que ela tinha afinidade e conhecia, para a sua idade, suficientemente bem para saber o que Polar podia ou não comer. Deu algumas frutinhas para a cabra, posteriormente, um pouco de água fresca para ela se refrescar. Logo o almoço estaria pronto e iria se unir à família.

Sentiria falta dali, não conseguia aceitar sair daquelas terras. Seu olhar por alguns instantes recaiu sobre o horizonte onde o oceano a sua frente se encontrava. O barulho das ondas lhe era audível lá de cima, mesmo com o barulho que regurgitava atrás de suas costas. Junto com seu animalzinho ficou ali não sabe por quanto tempo. Polar estava em silêncio, como se compartilhasse do luto de sua dona, sua melhor amiga. As mãos de Nyx caíram sobre o pescoço do animal, acariciando-o enquanto seus pensamentos... somente ela sabia por onde andavam.
- Não quero ir embora, Polar... - dizia para a amiga em confidência.


Off: Primeiro post. Ainda tentando pegar o jeito de uma mente de dez anos. hehehe
Não interagi muito neste momento, pq achei que ela precisava deste momento reflexivo e de "luto" por deixar Grécia. hehehe
Mas, qualquer pessoa pode chamá-la para o rango. hasfusfhsufsh <3
Estética em formação
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#175265] por Athena Hatzimichalis » 12 Mar 2017, 00:50

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Os dedos se moviam se pressa em uma pequena cesta de palha. Trançava de acordo com sua lembrança a base para que a singela estrutura não se afundasse dentro do mar antes de chegar às mãos de Posseidon. A brisa gentil, com um leve perfume de lavanda lhe era um silencioso convite para colher algumas flores para decorar seu ornamento. Tentava pronunciar as palavras do ritual, porém o coração lhe constrangia devido a dor e o desgosto pelo que lhe estava prestes a acontecer em sua vida. As lágrimas estavam sendo contidas, e sua respiração ficava de vez em quando pesada, ao decorar com um devoto amor o que estava fazendo. Quando a língua lhe foi destravada e não estava embargada pela emoção, tomou coragem para fazer uma prece - Ποσειδώνα, εισάκουσε την προσευχή μου, όπως εγώ σας προσφέρουμε αυτό το μικρό δώρο.1

Adicionou três velas de tons azuis diversos, em forma de triângulo, ascendendo-as em sentido horário, com um isqueiro. Observou as chamas trepidarem e iluminarem a cesta. Fechou os olhos, erguendo o corpo da areia fofa, para logo depois segurar com cuidado o objeto - Ο μεγάλος δάσκαλος των θαλασσών, σε μένα και την οικογένειά μου προστασία κατά τη διάρκεια αυτού του ταξιδιού που μας φέρνει με ασφάλεια στον προορισμό.2 - Athena sabia que não poderia ir contra a decisão dos pais, muito menos dos Deuses. Se eles haviam permitido essa mudança e estavam facilitando a ida, era porque esse era o certo. Pensara em argumentar, reclamar, pronunciar-se contra, porém: e o medo de perder seus dons? Jamais devemos ir contra os Deuses, porque ir agora? A filha da Deusa da Sabedoria olhou para o infinito azul e deu alguns passos para dentro do mar, deixando suas pernas começarem a ser engolidas pela bela e transparente água. Quando estava com somente da cintura para cima para fora, deixou a oferenda flutuar, fechando os olhos enquanto gentilmente a movia para seguir a corrente.

- Ξέρω ότι δεν μπορώ να έχω τη δική μου γνώμη, αλλά δεν μας επιτρέπει να μείνει εκεί για πολύ.3 - Disse baixinho, temendo que alguém mais a ouvisse dizer o seus reais sentimentos. Uma lágrima escorreu de seus olhos, enquanto um bolo formou-se em sua garganta, prestes a se tornar uma torrente de choro. Encarou a cesta seguir seu caminho enquanto pensava se não havia qualquer alternativa diferente. Ir para a Inglaterra, agora que começaria os seus estudos formais como bruxa não lhe parecia uma boa ideia. Estaria no meio de pessoas que odiavam religião, que cultuavam a si mesmos como poderosos e nem mesmo sequer reconheciam as coisas que tinham ao seu redor. Seria tratada como mais uma, outra entre tantos e se estivesse estudando na Grécia, iria direto para os treinos de Oráculo. Suspirou, resignada. Deveria haver algo bom nessa situação toda. Qualquer coisa, Athena se agarraria a qualquer ponto bom com tanta força, que seria sua salvação de não se afundar na imensidão negra das profundezas de Hades. - Ποσειδώνας, Παρακαλώ, μην με αφήσει.4

A cesta, com as velas e as flores que havia colhido pelo caminho até a praia, foram engolidos pelo mar, afundando com sua luz ainda brilhando. Um sorriso, misturado com surpresa atingiu a pequena, fazendo-a acreditar que tudo ficaria bem. Precisava ser como o fogo no meio do mar: lutar para não se afogar e perder sua luz no meio da tempestade que estava prestes a vir. Revigorada de sua conversa com o Deus dos Mares, virou-se em direção à sua casa, pronta para enfrentar o almoço de família, ou quem sabe tentar, enquanto todos como ela antes, pareciam estar sem esperança. Correu o máximo que podia, subindo as escadas para o terraço de dois em dois, sentindo o esforço nos músculos lhe continuar impulsionando para cima. Queria contar a alguém o que havia acontecido, dar uma luz no meio daquele afogamento a todos, trazer algo brilhante ao mundo sóbrio. Foi quando a primeira pessoa que encontrara fora Hades, lhe informando sobre o almoço - Mas já? - Questionou ponderosa - Saí quando o sol nasceu, como podemos já estar prontos para esta reunião? - O irmão já a havia ignorado, seguindo para o seu trabalho de avisar os outros em diante sobre comida.

O que lhe restava a fazer, era deixar a pequena mente trabalhar, sendo dominada pelas questões e dúvidas tão primordiais quanto sua vida ou necessidades básicas. Procurou por Apolo e Ártemis no meio da multidão de irmãos, mas antes que continuasse seu caminho até eles, sentiu algo a puxar para trás, como se a proibisse de dizer sua visão. Será que já estava no meio de infiéis e não tinha visto? - Atena, me proteja - Conduziu à Deusa, deixando a contradição lhe dominar, mais uma vez.


off: Athena fala algumas frases em grego, que eu vou deixar aqui embaixo:
1Neptune, ouve a minha oração, como eu oferecer-lhe este pequeno presente.
2O grande mestre dos mares, para mim e minha família proteger durante esta viagem que nos leva com segurança ao destino.
3Eu sei que eu não posso ter minha própria opinião, mas não permite-nos a ficar lá por muito tempo. 4Neptune Por favor não me deixe.
ela veste isso.
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#175377] por Apolo Hatzimichalis » 17 Mar 2017, 02:15

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- Assim... – Soltou para o irmão enquanto movimentava os dedos conectando os fios em um movimento extremamente perigoso, o resultado, como qualquer um poderia prever, exceto o próprio menino, foi desastroso. No momento em que os fios se tocaram uma carga elétrica intensa percorreu seus dedos fazendo-o ir para trás movimentando-se em uma tentativa patética de interromper as correntes, soltando, assim, os causadores da confusão, iniciando um pequeno incêndio. – MERDA! – Gritou o outro já jogando água sobre o desastre, interrompendo as chamas que começavam a se formar no centro de seu quarto. – O que você tava pensando, cabeção? – Hefesto inquiriu irritado enquanto tentava ajudar o menor a se levantar, aproveitando para dar uns tapas na cabeça do irmão durante o processo.

- Aí... –Choramingou Apolo, já devolvendo os tapas, fazendo com que os irmãos acabassem literalmente rolando pelo chão molhado e abarrotado de coisas que rapidamente se espalhavam pelo local. – Seu idiota, agora a gente vai ter que limpar essa bagunça – Acusou o mais velho segurando os socos do outro, esforçando-se para não os devolver na mesma medida, afinal, se continuassem naquele ritmo não haveria muito quarto para ser destruído e, como sempre, Hefesto seria responsabilizado, já que era mais velho do que o outro.– Trégua –Informou raivosamente, finalmente interrompendo os movimentos agressivos do menor.

- Piscina? –Convidou o mais novo já se desfazendo da camisa, jogando-a em qualquer lugar enquanto corria para a porta. – Quem chegar por último limpa a bagunça –Anunciou escancarando a porta do quarto para então correr pelos corredores da casa.– SAÍ DA FRENTE –Gritou para uma das irmãs, passando por ela, evitando a colisão por um fio, o que fez com que o menino sorrisse amplamente, afinal, existia uma boa possibilidade de Hefesto não ter a mesma sorte, concedendo-lhe uma grande vantagem. Como o irmão era mais velho e mais alto, Apolo precisava utilizar-se de pequenas artimanhas para conseguir sair vitorioso, não que Hefesto fosse o seu maior ‘desafio’, pelo contrário, davam-se muito bem, o mesmo não poderia ser dito sobre sua relação com Hades, ou Ares.

O azul intenso da piscina fez com que o pequeno interrompesse a corrida, parando a alguns centímetros da borda, ou pelo menos era sua intenção, obviamente a mesma não foi concluída, já que Hefesto fez questão de empurrá-lo na direção da água no segundo em que chegou.
– VAI TER VOLTA SEU ARROMBADO – Gritou o pequeno começando a agitar as águas, lançando respingos por toda a roupa do outro, fazendo-o deferir vários xingamentos em sua direção, resultando em uma nova briga entre os irmãos, dessa vez, dentro da piscina, o que certamente acabou gerando vários respingos e xingamentos por parte dos outros irmãos, mas os menores encontravam-se ocupados demais para reparar nesses detalhes, detendo-se em socos bem colocados nos corpos um do outro.

Os murros, tapas e jogadas de água foram lentamente substituídos por brincadeiras, jogos e comentários amenos, de modo que logo ambos os loiros se encontravam em um canto da piscina planejando como molhar os cabelos de Afrodite.
– Você pega por um lado, eu pelo outro – Anunciou o mais novo, sendo rapidamente interrompido pelo o outro, cuja alegação sobre precisarem disfarçar, era mais do que válida, já que a irmã ainda não os havia perdoado pela última ‘brincadeira’, o que, caso lhe perguntasse, Apolo diria se tratar de um absurdo, só porque eles haviam substituído o shampoo dela por tinta, deixando-a com o cabelo azul por algumas horas, nenhum motivo de irritação.“Azul é a cor mais quente”, ele havia tentado argumentar com a outra, mas nem mesmo isso conseguiu segurar os tapas bem dados dela.

A voz de Hades, anunciando o almoço, fez com que os irmãos trocassem um olhar intenso, acordando adiarem os planos para outro momento, de modo que o nosso pequeno protagonista apenas saiu da piscina espalhando água ao balançar os cabelos na direção de Ártemis.
– Oi, maninha – Cumprimentou tentando abraça-la, recebendo alguns xingamentos bem indelicados por parte da gêmea. – Que feio, Têmis, não foi essa a educação que você recebeu – Provocou recebendo alguns tapas enquanto caminhavam na direção do terraço, onde já havia uma toalha esperando pelo loiro.


Espero que curtam, qualquer coisa eu edito o/
Apolo Hatzimichalis
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#176103] por Milo Hatzimichalis » 15 Abr 2017, 04:17

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Almoço em família


Milo já havia perdido as contas de quantos almoços como aquele ele já participara em toda a sua vida. Mas aquele não era apenas mais um almoço em família. Pois aquela era, sem dúvidas, uma de suas tradições favoritas: reunir a família inteira em casa para um almoço de fim de semana. Em uma família que seguia a risca as tradições de seu povo e de seus deuses, tratava aqueles encontros como algo realmente sagrado. Um verdadeiro ritual onde o amor e a harmonia deveriam ser o cerne de todo aquele momento.

Como pai, Milo era extremamente rigoroso no que se tratava das tradições e a educação de suas crias. Mas, ao mesmo tempo, era um pai amável e até mesmo brincalhão. Gostava, particularmente de ver cada um de seus filhos em volta da mesa interagindo e usufruindo de tudo o que ele podia lhes oferecer. Aqueles eram os seus troféus! A prova de que ele era um homem bem sucedido, muito além de todo o dinheiro acumulado ao longo dos anos ou do prestigio duramente mantido pela família muitas gerações antes dele, ou ainda, do alto posto do trabalho que ele exercia no mundo bruxo. Amava a cada um de seus de seus onze filhos de uma forma tão imensa que, apesar de ser, em suma, um homem bom, ainda assim, seria capaz de qualquer coisa por qualquer um deles.

Porém, não era fácil criar tantos filhos sem uma ou outra rusga familiar e um de seus maiores desafios era, sem dúvidas, o seu primogênito: Zeus. O pai tinha verdadeira loucura por aquele garoto. Ele representava tudo o que havia de mais puro em sua experiência como pai, no entanto, tinham um relacionamento difícil, já que o rapaz lhe dava um certo trabalho em seguir as tradições. Isto, para Milo era algo inaceitável, ainda mais para alguém que, um dia, se tornaria o patriarca da família. Uma honra a ser carregada com muito orgulho, mas cheia de obrigações e responsabilidades. Por isso, era sempre mais duro com Zeus do que com qualquer outro de seus filhos e não eram poucas as vezes que se desentendiam.

Milo olhou ao redor e se aproximou de seu outro filho: Hades. Gostava de conversar com o jovem, por mais que ele parecesse fechado e esquivo. Tinha verdadeiro orgulho dele que se tornara medibruxo e, às vezes, chegava a ser repetitivo em lhe perguntar sobre a carreira e seus planos futuros. O fato era que não tinha muitos assuntos para conversar e acabava tentando manter mais conversas com o filho e isso, acabava se tornando um tanto cansativo. Porém ficou satisfeito com as respostas do garoto que lhe dava sinais de realmente querer seguir a profissão.

Talvez Hades fosse o filho que lhe era mais que caro. Quase o perdera ainda no nascimento. Hades era gêmeo de outro garoto, Thanatos, que não teve tanta sorte quanto o garoto e morreu no nascimento. Nunca sua devoção aos deuses se provara como no nascimento de seus primeiros gêmeos. Conseguira salvar um deles, mas a falta do outro talvez fosse a causa de sua maior dor, como pai. Nunca esqueceria o pequenino, por mais que os anos se passassem e que agora Hades fosse um homem. Sentia que o jovem também sentia, de alguma forma, a ausência de seu par, porém, Milo nunca falava muito sobre o filho que perdera. No entanto, tentava compensar no gêmeo a falta que Thanatos fazia.

O homem olhou com certa satisfação seus filhos espalhados pela casa. Afrodite, linda como uma rosa em pleno desabrochar, se deleitava na piscina junto de seu gêmeo inseparável, o forte e valoroso Ares. Apolo e Hefesto passaram correndo pela casa para irem se juntar aos irmãos na piscina. Eram tão cheios de energia que Milo, que inicialmente os alertou sobre a possibilidade de se machucarem devido à correria, sorriu vendo que ambos apenas pretendiam irritar Afrodite com suas brincadeiras bruscas de garotos.

Observou a pequena Nyx, contrariada com o fato de terem amarrado sua pequena cabra. Tão delicada e graciosa, a sua caçula. Devia ser difícil para ela ser a menor no meio de tantos irmãos que, muitas vezes, a submetiam às mais variadas brincadeiras. Mas não se preocupou demais. Milo conhecia bem suas crias e a pequena Nyx era forte e inteligente. Ela sabia bem se defender dos outros irmãos. No mais, Milo sempre deixava claro para ela que sempre podia contar com o colo do papai para lhe defender do que fosse.

O pai ralhou com os meninos por suas brincadeiras e excessos, mas nada muito a sério, foi mais como um alerta para que soubessem que ele estava por perto. Depois, se aproximou da murada da varanda, olhando em direção à praia e logo sorriu ao vislumbrar a quem ele tão ansiosamente procurava: Athena, tão amada e dedicada aos deuses, parecia realizar algum ritual ao deus dos mares. Milo sorriu diante de tão adorável cena. Sabia que a menina estava preocupada com a mudança que a família faria em poucos dias e não estava surpreso que ela se apegasse aos deuses naquele momento. Na verdade, aquilo o confortava enormemente. Sabia que as tradições religiosas da família estariam sempre asseguradas na pessoa de Athena. Sabia que enquanto um Hatzimichalis se mantivesse fiel, os deuses jamais os abandonariam.
Pensou em descer as escadas e ir unir-se à menina, para depois voltarem juntos para casa. O almoço já iria ser servido eMilo sabia o quanto sua esposa Hera se zangava se alguém se atrasasse. Mas, então, viu Poseidon aparecer caminhando na praia e ir na direção da menina. Com certeza, o filho já se adiantara em chamar a irmã e Milo achou que não seria necessário se juntar a eles.

Aquele era, talvez, o filho com quem mais Milo se identificava e, por isso mesmo, tinham uma afinidade enorme. Poseidon era responsável, forte, carismático. Achava o garoto era tão parecido consigo mesmo que era evidente o orgulho que sentia pelo jovem que levava o nome do deus dos mares. Milo sentia uma facilidade enorme em conversar com o garoto, pois suas ideias sempre eram muito parecidas. Se Milo pudesse escolher, daria o patriarcado da família nas mãos de Poseidon sem hesitar. Era um exemplo de obediência às tradições. Um homem honrado, um líder a quem muitos seguiriam de olhos fechados. Se ao menos Zeus seguisse o exemplo de Poseidon...

Satisfeito, voltou-se para a casa. Ainda não vira Dionísio e isso sim era uma coisa incomum, pois o garoto adorava reuniões e festas. Porém, seu relacionamento com o garoto estava cada dia mais difícil. As crianças, quando crescem, tornam-se tão estranhas aos próprios pais que, as vezes, parecem ter se tornado outras pessoas. Mas ainda diante da dificuldade, amava tanto o garoto que simplesmente decidiu-se por tentar mais uma e outra vez a aproximação agora tão difícil. Assim, decidiu-se por procurar o filho dentro da casa. Quem sabe, nesse meio tempo, pudesse ter alguma conversa amena que os aproximassem novamente. Infelizmente, Hera e os outros filhos deveriam esperar um pouco mais. O desejo de um pai que queria estar com seu filho era algo maior e momentaneamente mais importante. E ele estava disposto a tentar aquela aproximação mais uma vez.
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Ανακατέψτε με ένα από το ορυχείο και θα είναι ένας νεκρός άνθρωπος
(Pronúncia: Anakatépste me éna apó to orycheío kai tha eínai énas nekrós ánthropos)
(Tradução: Mexa com um dos meus e será um homem morto.)
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#176638] por Athena Hatzimichalis » 19 Mai 2017, 20:13

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Poseidon Hatzimichalis // 19 anos // Guarda Costeira Mágica de Creta



- Dionísio - Perguntou com sua voz grave, enquanto seguia pela casa, à procura do rapaz que sempre parecia ter seus próprios debates pessoais. Não era de estranhar que seu irmão sentisse tão incomodado com a mudança, já que significaria que teria de recomeçar todas as amizades, diversões e o que quer que fazia em um novo lugar. Poseidon odiava essa vida leviana que os mais novos pareciam começar a gostar. Preferia o trabalho duro, crescimento e a capacidade de ter uma vida digna durante diversos anos seguidos. Sua maturidade acontecera após ter matado uma criatura mágica, quando a própria tentava destilar o veneno em seu abdômen. A quase visão privilegiada do reino de Hades o fez perceber que deveria dar tudo de si, independentemente do que fosse - Rapaz, quando ele quer se esconder é pior que uma raia! - Resmungou diante da necessidade de ter de caçar o irmão dentro de sua própria casa.

Ser o 3º filho (sem contar o irmão gêmeo de Hades que falecera), não era uma tarefa fácil. Zeus fazia questão de ignorar tudo e a todos, deixando as tarefas de um homem adulto nas mãos de Poseidon. Hades até mesmo parecia estar começando a se ajeitar, mas nada parecia muito “atraente” para ele, por isso logo retornava às profundezas de seu quarto. Estes e muitos outros, faziam com que o filho do Deus dos Mares sentisse a necessidade de lançar suas redes nos mares e ir ao trabalho. Sua satisfação em ver as mãos calejadas, o bronzeado do sol e também o corpo moldado pelo trabalho bruto lhe era, de alguma forma, compensatória. Devido ao seu amor pelos deuses, havia aceitado o trabalho de ser da guarda-costeira mágica. Quando saía para o mar, não sabia se retornaria. Era como servir como auror, obliviador, ou inominável. Enfrentava criaturas mágicas, trabalhava com a entrada e saída de barcos ou qualquer transporte bruxo e fazia questão de proteger as criaturas mágicas de adentrarem os territórios trouxas. Nem sempre voltava para casa sem um arranhão, mas de vez em quando era bom ter uma marca de guerra.

-
Encontrei... - Vendo-o parecer preparar algo ilícito, Poseidon pensou em repreendê-lo de imediato. Só cruzou os braços, esperando que a donzela percebesse o que deveria fazer - Vamos, hora do almoço e não de suas brincadeiras - Dionísio ainda era melhor que Afrodite, que parecia se negar a entender a importância do trabalho. Quantas vezes precisou arrastá-la para que aprendesse a fazer redes, colocasse sapatos e fosse realizar a limpeza de peixes. Mas era sempre em vão. Sem contar que parecia disseminar entre os irmãos a falta de desejo de viver sob a orientação dos deuses. Observou o irmão mais novo aproximar-se com um cumprimento engraçado e respondeu sorrindo, sentindo as geleiras de seu coração se derreterem quando os irmãos mostravam afeição. Seguiram em direção à piscina e a mesa de jantar que fora disposta no lado de fora, quando seus olhos perceberam que havia mais alguém na praia - Dionísio, fique com seus irmãos, vou buscar Athena, está bem? - Sabia que ao dizer o nome da pequena, provavelmente alguns deles iriam querer seguí-lo, mas esperava que desta vez o filho do Deus das Festas aceitasse seu silencioso pedido.

Desceu as enormes escadarias brancas, que pareciam refletir a luz do sol. Não conseguiam tirar o foco, porém, dos cabelos brancos de sua irmã. Se lembrava perfeitamente quando a pequena, com meros três anos, começara a ter cabelos brancos. Sua mãe enlouquecera, imaginando que a menina estava envelhecendo de forma precoce e que talvez Atena não a havia recebido como sua filha. Entretanto, fora exatamente o contrário. Parece que quanto mais ela cresce, as coisas que vê, pensa e elabora em sua mente se tornam ainda mais corpóreas. É como se sua inteligência havia se expandido e quanto mais se devota aos deuses, o ar ao seu redor modifica-se. Por este motivo, acreditava que ela pensava ser esta situação toda um monstro. Quanto mais se aproximava e era capaz de ver o que estava fazendo, abaixou a cabeça, em uma leve prece, para que o Deus dos Mares aceitasse o pedido. Imediatamente, seu coração aqueceu-se e ele sabia que tudo ficaria bem. Sentiria falta da pequena mocinha que, por horas a fio, sentava ao pé da cama do rapaz fazendo questões, ou tentando descrever suas visões. Entendia que a mudança não iria somente afetar ela, mas ele também. Seria o único a ficar na enorme casa. E, naquele momento, percebera que odiava a ideia de viver no silêncio.

Esperou Athena sair da água, parecendo extremamente animada e sorriu, enquanto cruzava os braços. Preferia voltar à sua estrutura fria e dura, de vez em quando -
Está atrasada para o almoço - Sua voz grossa entoou pela região, fazendo de leve o mar se mover diante do que dizia. A pequena respondera não imaginando que passara o tempo tão rápido - Chronos às vezes ressurge quando estamos fazendo nossas oferendas. Vi que conseguiu que ela fosse aceita. Vai dar tudo certo, Athena. Só terá de ser firme... - Algo lhe dizia que não era só ser firme. Talvez ali estivesse a maior prova de que algo estava prestes a acontecer: só não entendia se seria fácil ou pior do que a ida pra a Inglaterra. Caminhou até o pai e dirigiu-lhe a palavra - Todos estão aqui, ou eu perdi alguma coisa? - Pela risada de sua mãe, que havia entendido a piada deu um pequeno sorriso. Talvez hoje estivesse mais emotivo que o comum. Muitos sorrisos por poucos motivos - Deviamos começar antes que Apolo decida que hoje é o dia de se tornar um animal e engolir tudo sem as preces
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Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemSao Marino [#179254] por Alice Sofia » 07 Set 2017, 13:21

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- APOOOOOOOOOLOOOOOOOOOOOO! - Ouvi-me gritar a plenos pulmões, segundos após abrir meu guarda-roupa e encontrar minhas vestes tão bem organizadas, todas fora do lugar. Só existia uma pessoa naquela casa que teria a audácia e a falta de noção em fazer uma coisa daquelas e, mesmo que ninguém acreditasse, sabia que meu irmão mais novo estava envolvido naquele crime! De alguma maneira, aquele loiro chato não percebia que as roupas que estavam ali dentro, pertenciam as melhores grifes e não deviam se misturar nunca! Por que ninguém conseguia entender isso? - EU VOU ARRANCAR SUA CABEÇA E DAR SEU SANGUE EM OFERENDA A MINHA DEUSA MÃE! - Mais uma vez minha voz se fez presente, num grito bem alto e que poderia ser ouvido por todos os residentes daquela mansão. E antes que me perguntem, sim, minha intenção era exatamente aquela para que, se alguém tentasse me impedir, pudesse pensar duas vezes antes.

Virei-me rapidamente, na intenção de começar uma caçada atrás de Apolo e, quando estava prestes a dar alguns passos para fora de meu dormitório, a voz de Ares se fez presente. Sua reclamação sobre minha gritaria estava envolvia diretamente em ter atrapalhado ao 'momento naninha' que ele se encontrava. Semicerrei os olhos e cruzeis os braços, mostrando o meu atual estado de nervos. Será que ele não entendia o que eu sentia? Ele, melhor do que todos exatamente por seu meu irmão gêmeo, devia compreender uma morte tão horrível quanto aquela que Apolo causara em minhas vestes, principalmente porque teria que jogar todas as pelas fora e comprar coisas a mais. - Se tivesse bloqueado as tentativas daquele imbecil de bagunçar e estragar minhas roupas, nada disso teria acontecido! - Respondi de pronto ao sonserino, jogando as mãos para cima e então dando-lhe as costas, afinal de contas, não estava com tempo para perder ali em discussões. O filho do deus da guerra teria que me aturar mais tarde, com a tagarelice que faria questão de fazer.

Saindo de meu quarto, pude ouvir o som de vozes no quarto bem próximo ao meu, de modo que imaginei ser Apolo. Sem pensar duas vezes, segui para o dormitório que pertencia a Dionísio. Claro! Eu devia ter imaginado que aqueles dois estariam envolvidos, como sempre! - Deprimo! - Com movimentos rápidos e ágeis, saquei minha varinha e apontei na direção do único objeto que me impedir de entrar naquele quarto e, assim que a magia foi proferida, protegi meus olhos com o braço livre. Se eu tive minhas roupas destruídas, não seria uma portinha que ficaria inteira. O estrondo foi suficiente para fazer os meninos que estavam ali se assustarem e, como a inteligente que era, aproveitaria aquela situação para ganhar um tipo de vantagem entre os membros masculinos. - Só vou dizer uma vez: foi só o Apolo ou teve alguém mais envolvido? - Minhas palavras carregavam o tom maldoso e bravo, de forma que só ficava quando tocavam em minhas coisas. Malditos!


With: Ares, Apolo e Dionísio
Seus lindinhos, se quiserem postar xD
Só surgi porque a Afrodite tava enchendo o saco -q
Feitiço: Deprimo[dano: -6]; [dificuldade: 3]; [confusão: 1];
Descrição: Feitiço simples de detonação. Direciona uma explosão no oponente.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Pinheiro, 26cm, Pelo de Pégasus, Elástica

    Usou um Varinha de Pinheiro, 26cm, Pelo de Pégasus, Elástica.

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Alice Sofia
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Postado Por: Niica.


Re: Família Hatzimichalis || Grécia || Athenas

MensagemGrecia [#180008] por Ares Hatzimichalis » 24 Set 2017, 17:56

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    Afrodite… Como você podia ser tão linda e, ao mesmo tempo, tão barulhenta? Não haviam papai e mamãe nos ensinado a enorme importância de uma noite de sono (no caso um momento do dia) para a boa manutenção de nossas saúdes e de sua beleza não? Com certeza sim, mas você também provavelmente havia esquecido. Dei um suspiro mal humorado diante de toda aquela balbúrdia estridente da menina em relação a alguma traquinagem de meu irmão menor, em seguida ajeitando a almofada sobre a orelha e tampando encima de meus cabelos pálidos como trigo, sem sucesso. -Se soubesse que um festival de cacatuas engasgadas estavam passando por aqui hoje, teria roubado as chaves do quarto de Hades agora que ele está viajando… - Reclamei com uma careta, finalmente jogando o travesseiro a minha frente, com um bocejo, enquanto meus olhos confusos e ainda um pouco sonolentos se fixavam no azul vivido de minha gêmea.

    - Sério, Afrodite, da próxima vez que quiser gritar, poupe meus ouvidos antes que fique surdo. - Reclamei passando a mão sobre os cabelos ultra arrepiados devido a soneca vespertina má dormida. Tentando os ajeitar antes que o meu estado gerasse na conhecida menina mais um de seus ataques pelo meu estado, mas, infelizmente, não conseguindo me livrar de sua mania persistente em me culpar.

    Impedir Apólo de mexer nas suas coisas? Desde quando aquilo era minha responsabilidade? Se ela não as havia guardado direito (por falta de espaço em seu guarda roupa à ponto de ter que usar quase metade do meu só com vestidos), aquilo não era problema meu e sim, sua falta de responsabilidade. Apólo não mexia em minhas coisas e não ousava tocar em “Ares” desde que lhe ameaçara cortar-lhe os dedos com sua lâmina, no entanto, instintivamente, passei a mão sobre a espada embainhada ao lado de minha cama apenas para ter certeza, sentindo o alívio tomar o corpo ao sentir o couro da bainha tocar minha mão.

    -Não sou pago para fazer hora extra enquanto durmo. - Tentei argumentar, mas tudo o que encarei foram as costas obstinadas da loira, saindo do quarto, enquanto me deixava ali, sentado sobre o lençol e com o peito descoberto do cobertor de Quadribol, quase atônito e com a cabeça zumbindo. Mas que merda tinha acontecido ali? Me levantei quase aos tropeços, com a mente ainda lenta e seguindo a figura da menina pelo corredor.

    Mal precisava ter sentido ou ouvido a explosão da porta para saber que alguém morreria ali. Mas, se a ajudasse a preencher o atestado de óbito, talvez ao menos tivesse que tolerar uma noite com menos lamúrias de minha colega de quarto em meus ouvidos.

    With:Afrodite, Apólo e companhia.
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Ares Hatzimichalis
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Postado Por: Luh.



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