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Westfield Shopping London

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Re: Westfield Shopping London

MensagemLuxemburgo [#152452] por Alexis Friedrich » 18 Set 2015, 19:31

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Enquanto corria pela primeira direção que me veio à cabeça, descobri que havia muito a se ver ali: As prateleiras enchiam-se de objetos cujos olhos meus lutavam para observar enquanto movimentava-me e minhas mãos quase os alcançavam. Ainda bem que eu era uma menina educada e sabia que era melhor não mexer, ou poderia acabar quebrando-os e papai ficaria bravo comigo. Não queria papai bravo comigo. Papai era tão incrível que me assustaria se ficasse muito bravo, ou pelo menos me deixaria um pouquinho triste, por isso continuei só correndo e vendo. Quando enfim parei de correr, já estava num dos cantos da loja, mais para o final, sendo que não havia nem mesmo um cliente. Isso fez com que eu retomasse o fôlego perdido com a corrida e girasse meu corpo para observar a prateleira mais próxima, tentando decifrar o que eram aquelas coisas; desde câmeras, instrumentos, bonequinhas, brinquedos, e tudo o mais que minha mente processava e não entendia. Só então, numa prateleira um pouco mais alta, que meus olhos cruzaram com algo cuja mente era capaz de processar e muito bem: Um cavalinho antigo, parecendo de madeira, bem escuro, com vários quadradinhos de abertura no corpo. Era bonito.

Deixei, então, minhas mãos tocarem os objetos, um por um, meus olhos sem se desprenderem do cavalinho, estendendo meus pensamentos para as texturas e o modo como meus dedos aos poucos ficavam um tanto quanto empoeirados, fazendo-me sorrir na única vez que os vi. Alguns minutos depois, ou talvez tivessem sido segundos ou horas, papai finalmente apareceu, correndo de uma forma tão frenética que eu não entendi. O barulho dos passos me chamou a atenção e foi isso que quebrou meu transe pelo cavalinho, de forma que observei-o ─ papai ─ com curiosidade e sem compreender a expressão... de dor? Aquilo era, sem dúvida alguma, esquisito. ─ Papai, o senh...? ─ Prestes a perguntar se ele estava bem, fui interrompida com o som de sua voz; ao invés do tom que usara durante todo o caminho até ali, desde nossa chegada até minha entrada na loja, mudara-o para algo mais... malvado, acho. O tipo de tom que alguém usaria ao brigar com outra pessoa ou repreendê-la, e isso fez com que franzisse as sobrancelhas, visivelmente confusa. ─ Eu... Eu fiz algo errado, papai? Aqui é uma loja grande, mas... eu nunca sairia daqui. Eu... É que me distraí e não pensei que você ficaria preocupado e...

Deixei minha mão direita acariciar gentilmente minha bochecha, observando-o como se tentasse decifrar o que ele queria dizer com as próprias palavras. Só então, quando ele disse para eu pegar o que quisesse e virei-me para ver o cavalinho, que percebi o motivo de tanta preocupação. Voltei-me mais uma vez para o moço mais legal do mundo e fiquei nas pontas dos pés, tentando ficar mais alta para que meu pescoço não doesse ao falar, de forma que ele se aproximou e agachou-se, ficando mais ou menos a minha altura. ─ Eu quero o cavali... não, espera, não é isso que eu queria dizer. ─ Voltei a franzir as sobrancelhas, um sorriso envergonhado em meu rosto, num tom desculpa. Respirei fundo e comecei, encontrando as palavras que pensara naqueles poucos segundos anteriores. ─ Papai, você não precisa ficar preocupado. Aqui é uma loja grande, verdade, mas eu não sairia do nada, até porque tem um bando de coisas incríveis para ver. Além do mais, duvido que me deixariam sair sozinha. Eu sou baixinha, sabe? E eles me viram entrando com o senhor, me fariam esperar na porta de entrada ou lhe avisariam. Tenho certeza.

Juntei as mãos, fechando meu sorriso, agora mais tranquila e menos confusa, contudo ainda não dei chances para que respondesse. ─ Têm mais uma coisa. Eu te contei sobre o Senhor Cameron, não contei? Que ele me chamou para conversar na sala dele e foi assim que nos conhecemos. Eu falei sobre você, sabia? Disse que sentia sua falta e também de ir ao castelo, mas principalmente sua, porque nós quase não nos vemos, mesmo na época que não estudava em Durmstrang. Sendo assim, por que eu fugiria do senhor enquanto estamos aqui? Eu tô me divertindo tanto! Quer dizer, acho que nunca comemos sorvetes juntos, comemos? Ou pelo menos não fazemos isso com frequência. E eu nunca te vi tão feliz, ainda mais na minha companhia. Então... Pode ficar tranquilo que eu não irei sumir, papai. E se um dia isso acontecer, prometo que vou voltar, está bem? ─ Sorri, elevando minha mão até a altura do rosto dele, mostrando o dedo mindinho como tinha visto uma amiga nascida trouxa fazer em Durmstrang para selar uma promessa. Não sabia se ele conhecia o gesto, mas não fazia mal usá-lo, certo?


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.mimi Quero chorar! Tô sentimental hoje! É demais pra mim -qqq Gente, que coisa mais fofa <3 E a Eve meteu o dedo na ferida sem nem perceber .sad Quero mais *palmas*

Cavalinho, só que no tamanho miniatura: http://www.houzz.com/photos/5870542/Pra ... -figurines
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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#152610] por Karleen Grace » 30 Set 2015, 20:34

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Procurar o significado de "amizade" era uma tarefa relativamente simples, ainda mais se somássemos ao fato de que a tecnologia estava ao nosso favor ─ trouxas e bruxos com raízes ou ligações ao povo não-mágico. Ainda assim, se alguém me perguntasse o significado daquela simples palavra, não iria responder com uma frase ou uma resposta "inteira". Para mim, amizade era o que tinha com Luna: uma ligação tão forte, mas tão forte, que nada ou ninguém conseguiria nos separar. Era mais do que um amor ou uma família, era aquela pessoa que estava ali em todos os momentos, fossem eles bons ou ruins. Alguém que eu podia confiar mesmo os meus piores segredos e esperar um tratamento igualitário, da mesma forma que, caso num dia ruim, facilmente seria animada pela pessoa em questão. Era exatamente assim o meu relacionamento com a Luna, muitas vezes mais do que isso, e era uma dádiva incrível ser amiga dela. No fim das contas, completávamos uma a outra de um modo que ninguém mais era capaz, e talvez por isso não conseguisse imaginar uma realidade em que não fôssemos assim: inseparáveis e unidas, independente do que o dia seguinte nos aguardasse com.

Passado o episódio da loja de sapatos, que terminou com uma Luna extremamente feliz e animada e uma Karleen ─ eu ─ morrendo de vontade de fazer as próprias compras, corremos para a loja de óculos de sol. Meus itens preferidos do mundo inteiro eram aquele e chapéus. Chapéus pois podiam ser facilmente incrementados à qualquer roupa e mesmo o mais simples deixava o "look" mais bonito, óculos de sol porque não só fazia o mesmo que o chapéu como também podia ser prático numa ida ao exterior num dia ensolarado. Não me considerava uma pessoa extremamente focada em moda ou roupas, mas era sempre bom ter um armário com diversas opções, mesmo para fazer diferentes combinações. As vestimentas contavam muito na hora de dizer quem você era, até porque estilo próprio era algo indispensável nos dias atuais ─ mesmo para uma simples futura bibliotecária. E nessa brincadeirinha de se vestir bem, eu era muito melhor para saídas mais simples, como aquela ao shopping, enquanto Luna sempre soube a forma certa de tirar o fôlego de uma pessoa; no fim das contas, era sempre ela quem me dava dicas quando precisava ir para uma festa ou tivesse segundas intenções com alguém.

─ É bom termos mais que alguns dólares livres. Depois disso aqui meu estômago vai começar a roncar, quer ver só? ─ Ri, piscando para ela, já sentando-me da mesma forma que eu a obrigara na loja anterior. Tinha um frio no estômago por conta da vontade de saltar e começar a experimentar os óculos eu mesma, mas precisava respirar fundo, fechar os olhos, contar até cem de trás pra frente e confiar na minha amiga. O único problema de óculos de sol é que eles precisavam se encaixar no rosto e a melhor pessoa para comprá-los era a própria pessoa a vesti-lo, mas Luna e eu estávamos tão acostumadas com aquelas saídas que os problemas seriam, provavelmente, 0. "Ok, já estou começando a me focar demais. Melhor respir... Nossa, será que aquele é muito ca... Respirar fundo. Um, dois, três, quatro, cinco...." Fui contando até chegar o momento em que Luna apareceu, provocando-me um susto bem grande que precisei me controlar para não gritar, até porque tinha fechado os olhos durante a contagem. ─ Luna! Quer me matar? Depois os trabalhadores da loja levam a culpa e você fica chorando pelos cantos, sentindo minha falta. Menos susto e mais óculos.

Golpe baixo. Melhor modo de definir. Todos os três que ela escolheu eram lindos e um ficava melhor que o outro. Precisei respirar fundo mais algumas vezes até finalmente decidir-me. ─ Esse aqui é maravilhoso! Bem simples, mas do tipo que serve pra tudo, além de ser preto. Com certeza ficarei com. Esse outro... Branco. Acho melhor não. ─ Não que eu não gostasse de óculos brancos, mas, como ela mesma dissera, não tínhamos tanto dinheiro assim e era melhor levar dois pretos. ─E esse último é maravilhoso, apesar de meio hippie. Sabe aquela blusa listrada, preta e branca, que ganhei duas semanas atrás? Então! Já sei como melhorá-la. ─ Não vou me atentar a detalhes como preço, prefiro dizer o quanto fiquei animada porque ainda por cima estava ganhando os óculos, já que era um presente. Por sorte nada tão caro quanto os sapatos, ainda mais aquele que quase deixamos para trás. ─ Eu conheço o lugar perfeito para irmos agora. Praça de alimentação. E não, não vou deixar você comer nada que não seja gorduroso ou ruim pra saúde. Desculpa, amiga, mas ficar andando de um lado pro outro no hospital já serve pra perder a barriga.



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Óculos, na ordem que foram citados:
I - http://lookbook.nu/look/4307985-Jacket- ... use-Girls-

II - http://lookbook.nu/look/3425963-Shirt-B ... Pants-I-Ca

III - http://lookbook.nu/look/2151241-Vintage ... Wild-Thing

Que fácil de fazer esse post, gente <3 Até feliz *-* JOOOOOOY, faremos nossas meninas engordarem uns dois quilos. QUERO! Saudades praça de alimentação de shopping .mimi
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Sim, são os olhos da Kar, obvio; sim, o nome disso é "Heterocromia completa"
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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#155031] por Sarah Scarlett Maison » 15 Jan 2016, 17:12

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    BIG CITY DREAMS
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    DESAFIO DO LUFANO

    A euforia por estar fazendo algo novo fazia com que as mãos de Sarah abrigassem suaves gotinhas de suor enquanto ela andava ao lado de John pelas ruas de Londres. Sair de casa era algo muito novo. Ficar restrita ao Beco Diagonal e sua própria residência durante onze anos fizeram com que qualquer outra atividade ganhasse um tom de importância para ela. Ainda mais quando podia adentrar o mundo trouxa. Sarah gostava deles. Não sabia muito bem o motivo, mas gostava.

    O pacto entre John, Paul e Sarah era manter a família unida, com isso, quase todos os finais de semana eram de passeios em lugares novos para ela. Conheceu um teatro francês, visitou o vilarejo perto de sua casa, foi a Hogsmead e agora estava indo a nada mais, nada menos, que o shopping! Imaginava lojas bem mais elegantes que as do Beco Diagonal, justamente por serem mais atuais e terem que chamar mais atenção sem o uso de magia. Todas as cores da paleta, os cheiros, gente nova. Seus hormônios começavam a entrar em ebulição. Sabia que teria muita coisa para contar à sua melhor amiga Lola quando voltasse para a escola.

    - Você está saindo mais cara do que encomendas de dragões noruegueses, pirralha – começou John assim que eles desceram de um carro que Sarah pode ler “taxi”. John sabia se comportar despercebidamente entre os não-trouxas. –É a nossa última rodada de compras, está bem? Não tenho como ficar gastando mais dinheiro contigo e com certeza Paul vai ficar bastante bravo comigo quando ver que tipo de roupas está comprando.

    - Vocês acham que eu vou ter para sempre dez anos. Eu tenho certeza que mamãe me traria para o shopping! Estou quase fazendo quinze anos! Não dá para ficar usando blusas de ursinho nos meus dias livres em Hogwarts, além do mais, eu preciso me cuidar – Sarah mexeu em seus próprios cabelos ruivos, colocando-os para frente. – Minha melhor amiga é linda, eu gosto de quando ela me ajuda a me arrumar. Preciso de maquiagens, John. Só o lápis de olho não é suficiente.

    - Você não tem idade – respondeu rispidamente enquanto andava em direção à porta.

    - Que legal. Se depender de você e Paul eu só poderei usar maquiagens e roupas de adulto quando eu tiver sessenta anos! – Sarah ficou impressionada quando pisou no tapete e a grande porta de vidro correu para os lados. Ela olhou para John e para o tapete.

    - Existe um sensor ali em cima – ele apontou para a pequena luzinha vermelha acima da porta – não é magia. Não foi por causa do tapete. – Ele deu um sorriso divertido.

    - Uau! Isso é bem interessante. E aquilo é... – ela apontou para as escadas rolantes. – Uma escada que se mexe sem magia. Impressionante! Vem, preciso andar nela!

    - Você anda em escadas muito mais legais em Hogwarts, pirralha. Não vamos ficar perdendo tempo com essas bobagens. Viemos comprar o restante de suas roupas.

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Sarah Scarlett Maison
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Re: Westfield Shopping London

MensagemBrasil [#171300] por Francis Werneck » 17 Dez 2016, 19:02

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Atemporal


Francis, que nascera e fora criado em uma cidade metropolitana do estado do Rio de Janeiro, era um rapaz um tanto quanto tímido. A menos que ele sentisse a liberdade para conversar com as demais pessoas, ele possuía o habito de se manter em silêncio, observando tudo o que acontecia ao seu redor. No dia em que Francis havia combinado de encontrar September, um amigo que ele havia feito enquanto ainda estava no Brasil, uma chuva torrencial insistia em cair na capital inglesa.- Obrigado, chuva. Obrigado pela tentativa de estragar meu dia justamente hoje. - Disse enquanto se levantava da cama e se dirigia ao banheiro para começar a se preparar. Essa era a vantagem de estar podendo aproveitar as últimas horas das férias na Inglaterra antes do início do ano letivo. O menino trocou de roupa ao menos quatro vezes até conseguir encontrar a que considerou ideal para o momento, o que no fundo, não fez tanta diferença, pois continuou simples, apesar de muito bem afeiçoado - sua genética ajudava bastante, também.

As ruas estavam completamente cheias e Francis poderia se sentir andando pelo Centro do Rio de Janeiro, na rua Uruguaiana, não fosse pelo fato das pessoas na Inglaterra serem muito mais educadas que as que moravam na cidade do Rio de Janeiro. Ninguém trombava com o menino enquanto ele passava pelas vielas, ainda que o fluxo de pessoas fosse grande. Cada um caminhando em uma direção, seguindo um fluxo continuo de pessoas. Certamente o player de Francis trocaria tudo na vida para ter ruas assim onde mora. Seria isso um sonho para todos os brasileiros? Vitrines lustradas e muitas lojas de roupas e souvenirs ao redor do rapaz. Algumas das coisas já eram pensadas para levar para seus pais e amigos, quando retornasse ao Brasil, em uma próxima oportunidade. - Visitar o Big Ben, anotado aqui para não esquecer -.

A entrada do shopping era composta por grandes colunas que pareciam cobertas por ouro e já era de se imaginar que a quantidade de pessoas circulando em seu interior seria enorme, considerando que as ruas estavam abarrotadas. Apesar de já ter ouvido boatos sobre como ter acesso à seção bruxa do shopping, Francis entrou e se dirigiu ao terceiro andar, local onde se encontrava a praça de alimentação trouxa. Ele precisava passar em um Burger King para pedir um Amsterdam Angus Supreme, seu lanche favorito desde que fora lançado algumas semanas atrás.- Ótimo! Você bem que poderia ter um celular, né? Facilitaria nossa conversa ao longo do dia... - Disse resmungando enquanto enfiava o lanche goela abaixo. Os meninos haviam combinado de se encontrarem em 5 minutos, próximo a escada rolante, local que facilitaria o acesso de ambos aos andares superiores, uma vez que o acesso à parte bruxa do shopping se dava no quinto andar, dentro de um dos banheiros.


- Hey, Sep! Quanto tempo não nos vemos! -Disse timidamente, fazendo com que suas bochechas ficassem um tanto quanto rubras. Se abraçaram e depois seguiram escada acima. A sensação de estarem muito próximos em público desgradava um pouco o brasileiro e talvez ele sentisse o mesmo vindo de September, uma vez que ele podia perceber o nervosismo vindo do rapaz com sua risadinha amarela- Acho que você prefere ficar na parte bruxa do Shopping, certo? -Supôs Francis, ao imaginar que a influência trouxa poderia desagradar September de algum modo e tentando criar um clima mais agradável entre os dois, puxando um assunto aleatório. Discretamente, o rapaz brasileiro olhava para o outro de soslaio enquanto andavam, tentando manter a discrição. Chegando ao banheiro da esquerda, localizado ao final do corredor, Francis olhou para September e pôs sua mão, que suava frio, sobre a mão do corvino mais velho. Talvez aquela seria uma boa oportunidade para tentar estreitar um pouco mais os laços, agora na Inglaterra.


Spoiler: Mostrar
Pandolino, desculpe a demora, tá? Está meio meh, mas está aí postado!
Vamos continuar a traminha dos dois, agora.
Francis Werneck
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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#171382] por September Eastwood » 19 Dez 2016, 13:59

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Nuvens negras se desenhavam no horizonte enquanto eu batalhava para arrumar meu cabelo de um jeito que não o deixasse ainda mais estranho. Eu nunca havia demorado tanto para me aprontar em toda a minha vida. Passei vários preciosos minutos escolhendo a melhor roupa, os melhores sapatos e agora ajeitando o cabelo. O corte novo me caia bem, mas ainda não estava cem por cento acostumado com ele.

Antes de sair do quarto dei mais uma olhada pela janela, praguejando pelo tempo ruim. Desci as escadas em passos apressados, esperando não ver ninguém da minha família ou a corriqueira torrente de perguntas se iniciaria. Entretanto, numa família composta por quatorze pessoas isso era algo meio que impossível, por assim dizer. E lá estava ela, parada no primeiro degrau da escada, me olhando com aqueles grandes olhos azuis.


- Oi, April. Tudo bem? Estou atrasado, depois conversamos. – Desde que eu havia voltado a filha de abril não desgrudava de mim, sempre contando como havia sido seu primeiro ano em Hogwarts e como os irmãos a haviam ignorado. Me identifiquei, de certa forma, mas consegui também dar bons conselhos para a garota.

- Eu vou... comprar umas coisas que faltam pra levar pra Hogwarts. – Menti, não querendo liberar a verdade, ainda mais para April, que ainda era tão nova e provavelmente não conseguiria entender. E mesmo tratando-se de um Eastwood, fui bem burro com aquela frase. Era óbvio que ela iria pedir para ir junto.

- Não posso, maninha. Vou aparatando e ainda não sei levar ninguém comigo. – Menti outra vez, visto que havia aprendido com muito êxito a arte da aparatação na minha estadia no Brasil e conseguia sim levar outras pessoas; mas ela não precisava saber daquilo. Apesar da mentira, coloquei o melhor dos meus sorrisos no rosto.

Olhei para os lados e vi meu mundo desabando. De um lado vinha a gêmea má, June. Do outro, a gêmea boa, mas não tão boa assim, July. Dei um beijo de despedida na testa de April e corri para a porta de entrada. Ouvi meu nome sendo chamado atrás de mim, mas antes que alguém pudesse me alcançar, peguei minha varinha e num estalo rápido aparatei.




Cheguei em Londres instantes depois, ofegante e levemente tonto. A aparatação não tinha sido das melhores, devido a pressa e nervosismo de ser descoberto, mas felizmente pousei em um lugar seguro e fora da vista de trouxas. Ajeitei minhas vestes casualmente e caminhei em direção à rua principal, já sentindo as gotas de chuva caírem do céu. O engraçado é que em nenhum momento passou pela minha cabeça trazer um guarda-chuva ou mesmo ter usado um feitiço de impermeabilidade; mas era tarde mais para conjurar qualquer um dos dois. O ideal era correr.

Cheguei no shopping encharcado, me xingando por dentro. Rumei na direção do local onde havia combinado de encontrar com Francis. Mal havia virado o corretor para o pátio central do local e o avistei próximo de uma das escadas rolantes. Meu coração deu cambalhotas dentro de mim, deixando-me completamente envergonhado.


- Pois é, oi. – Disse, abraçando-o rapidamente. Não nos víamos desde dias depois do final do ano letivo na escola brasileira. Francis partiu para férias nos Estados Unidos e eu preferi ficar mais alguns dias no Brasil e então voltar para Inglaterra, pois queria passar um tempo com minha família antes de ficar mais um ano trancado em Hogwarts.

Subimos pela escada rolante lado a lado, ignorando o fluxo de pessoas que vinha logo atrás. Era um tanto quanto estranho ficar tão perto do moreno daquela forma, mas era agradável ao mesmo tempo. Quando o garoto me questionou sobre preferir a parte bruxa do shopping, apenas acenei positivamente com a cabeça, colocando um sorriso um pouco forçado no rosto.

Agora caminhando na direção da entrada da parte bruxa, pude observá-lo me observando. Um sorriso tímido e genuíno brotou do meu rosto, fazendo com que eu corasse levemente. Sem que eu percebesse, senti a mão do garoto tocando a minha. A reação mais apropriada para o momento seria separá-las, mas um impulso em mim fez com que eu a segurasse firme entre a minha, aumentando o sorriso que estava no meu rosto.

Atravessamos a barreira mágica do banheiro e finalmente chegamos na parte bruxa do shopping. Rapidamente saquei minha varinha e com apenas uma sacudidela me sequei, sentindo novamente o calor voltar ao meu corpo. Francis não pareceu entender muito, mas eu tratei de explicar.


- Eu estava todo molhado e não aguentava mais ficar assim. – E minha expressão se suavizou quando vi o sorriso no rosto do rapaz. Talvez aquela forma genuína de ser tenha sido o ponto chave que me fez ser atraído pelo garoto. Tudo bem que o rosto bonito e os cabelos levemente enrolados também ajudaram, mas ainda era da sua personalidade que eu gostava mais.

- Então, o que você quer fazer?
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September Eastwood
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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#174407] por Steve James Broadbent » 07 Fev 2017, 14:50

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As grandes provações pelas quais um ser humano pode passar são muito questionáveis e, é claro, variam de pessoa para pessoa. Para alguns, perder um amor pode ser o fim; para outros, a carreira é provida de tanto significado que jogá-la fora significaria a morte; para mim, conseguir um tempo longe de Anastasia Böhm parecia ser a mais difícil dentre todas as tarefas. Não me entendam mal - embora não ligue nem um pouco para vossas opiniões -, não queria ver-me livre de minha namorada; mas, muitos hão de concordar, as vezes um homem precisa de um pouco de espaço para pensar, curtir o silêncio - porque mulheres são tagarelas por natureza - e quem sabe poder olhar para os lado sem receber um beliscão ou qualquer agressão parecida. Obviamente, adorava o tempo que passávamos juntos. Anastasia era divertida, espirituosa e animada, mas como qualquer pessoa também tinha seus defeitos, que me irritavam profundamente em certas ocasiões. Seu temperamento explosivo e impaciente (uma herança dos Böhm, pelo visto), sua falta de bom senso, sua postura controladora e sempre vigilante como se esperasse que eu cometesse algum deslize passível de punição; eram pequenos detalhes que eu tolerava na maior parte do tempo, mas que as vezes se tornavam insuportáveis. Essa era a explicação que me deixava exatamente onde estava: Westfield Shopping London.

Como era de se esperar, o lugar estava abarrotado. Trouxas se moviam em frenesi, ocupados demais para prestar atenção nos bruxos exóticos que insistiam em vestir-se daquele jeito pouco usual. Nunca entendi a razão da maioria de nós ser tão retrógrada, presa em velhos hábitos. Alguns recusavam-se duramente à aderir o uso de tecnologias tais como celulares ou computadores, principalmente quando sua origem segue uma longa linhagem de bruxos sangue puro. Tais pessoas provavelmente acreditavam que caso sucumbissem aos profanos objetos não mágicos teriam sua essência tão pura roubada ou qualquer baboseira que valha. Creio, então, que fica claro meu não entendimento sobre as razões que motivavam esses "xiistas". Naturalmente, quando se está acostumado com tais hábitos - vulgo extremistas - seus olhos estão preparados para avistá-los de longe; uma espécie de "radar bruxo" ou, como eu gosto de chamar, "radar dos panacas". Claro que a maioria - como a própria palavra já diz - não quer dizer que sejam todos e, por isso, muitos bruxos simplesmente passam desapercebidos por realmente não chamarem a atenção, por conseguirem se adaptar ao estilo de vida trouxa e se infiltrarem perfeitamente em sua comunidade. Era entre eles que eu me enquadrava.

Mantinha minha vida longe dos holofotes mágicos como professor na Universidade Metropolitana de Londres, lecionando para algumas turmas de teatro e cinema e tal trabalho enchia-me de prazer. Gostava de compartilhar um pouco do meu conhecimento teórico e visão crítica à grandes obras cinematográficas, mas mais do que isso, gostava de aterrorizá-los com provas surpresas. Deixar meus alunos tensos, sempre aflitos pelo que poderia acontecer na próxima aula, era o que me motivava a continuar naquele trabalho. Nunca foi conhecido por ser bonzinho, pelo contrário, muitos me achavam sádico. Uma pena minha matéria não ser opcional, não é? Cedo ou tarde, por mais que prolongassem o sofrimento, precisariam pagar a conta. Graças à minha "vida alternativa" era de se esperar que soubesse perambular pelo mundo trouxa sem parecer um esquisitão vestido com uma túnica; mas não deixava de lado minhas raízes e, por isso, gostava de perambular pelas lojas camufladas daquele local. Portobello Market era um dos meus lugares preferidos, por maior que seja a ironia embutida no meu pequeno hobbie com colecionáveis. Como diretor e roteirista, tinha verdadeiro apreço por tudo aquilo - mágico ou não - que fornecesse alguma inspiração para minhas criações. Quadros e retratos antigos, estátuas com lascas e marcas do tempo, castiçais empoeirados e enferrujados, qualquer pedaço de velharia que coubesse em uma boa tomada ou fornecesse uma boa fotografia. Sem pestanejar, andei calmamente entre a "multidão furiosa" que ia e vinha nos corredores do shopping em direção ao mercado de antiguidades.

Parei em algumas barracas, analisando qualquer peça que chamasse minimamente minha atenção, pensando em que cenário caberiam. Naquele instante a ausência de Anastasia era uma benção. Minha namorada e antiga aluna, não via da mesma forma que eu. Velharias, para ela, eram somente aquilo: pedaços de plástico ou ferro sem qualquer utilidade. Àquela altura, Ana já teria perdido a paciência e tentaria me arrastar para qualquer lugar mais empolgante. As sutilezas não saltavam aos olhos azuis e infantis da pequena Böhm. Para os meus, por outro lado, as minúcias provocavam uma euforia grandiosa. Talvez a diferença de idade entre nós, por fim, pesasse. Tínhamos muito em comum e, claro, o sexo era ótimo. Porém, boas transas estão espalhadas aos montes por Londres, bastava saber procurá-las. Não ficarei divagando sobre as efemeridades da vida, ou como gostaria que Ana e eu tivéssemos algo mais profundo do que as nuances de suas curvas corporais, aquele relacionamento agradava-me até o ponto que sentia a necessidade de deixá-la de lado e, quando isso acontecia, simplesmente dava minhas escapadas solitárias.

Observador como era, não pude deixar de notar a presença marcante de uma oriental a pouco metros de mim, olhando tão compenetrada para uma paisagem primaveril pintada à óleo e emoldurada de modo primoroso. Aquele rosto era estranhamente familiar, embora minha mente me pregasse uma peça e eu não soubesse exatamente de onde a conhecia. Sutilmente me aproximei, movido por toda minha curiosidade quase científica, sob pretexto de olhar o mesmo quadro. Posicionei-me ao lado da jovem, cruzando os braços sobre o peito e forçando minha expressão "crítico moderno" em direção à pintura. - Richard Wilson foi um dos maiores paisagistas britânicos. O modo como ele transcreve essas cenas florais é quase único. Impressiona-me o fato de ver uma de suas obras aqui, nesse mercado bruxo. - jogar uma informação, naquele tom de voz despretensioso, era a melhor forma de atrair os olhares da moça. Quando ela virou seu rosto de traços finos e delicados em minha direção, com um sorriso educado, pude observá-la melhor e reviver a memória. Como não tinha percebido?

Meu interesse subitamente transformou-se em satisfação. A japonesinha, difícil de reconhecer a princípio - para mim, orientais sempre foram todos muito iguais à primeira vista -, agora tinha nome e sobrenome e minha cabeça. - Ora Ora Ora... - o sorriso polido deu lugar à um sádico, com uma pontada cafajeste na qual me enquadrava muito bem. Kamille Denarch, goleira das Harpias, era mais baixa do que eu deduzia e seu corpo esguio não denunciava suas habilidades como jogadora profissional de quadribol. Embora nunca tivéssemos nos cruzado, era praticamente impossível não nos conhecermos. Eventos esportivos, notícias da mídia mágica, caderno de esportes, qualquer que fosse a fonte poderíamos nos ver estampados nelas. Ainda não tinha estreado oficialmente pelos Tornados, nunca me viram em campo, mas já tinha sido divulgada a escalação juntamente com as formalidades burocráticas. Contudo, seria perdoável se a goleira não soubesse com quem acabara de cruzar totalmente por acaso. Desde meus tempos em Hogwarts, guardava um espaço para o quadribol em minha vida e a proposta de Henry para fazer parte do novo time dos sonhos galês foi prontamente aceita, agraciada como uma chance única. - Que coincidência encontrá-la por aqui...e inteira. - o riso baixo denunciava meu desapontamento com esse fato. - Os batedores andam pegando leve com você, japonesinha. - sem cerimônia, peguei a mão da morena, levando-a rapidamente aos meus lábios e cumprimentando-a daquele modo galante, servindo como um contraste irônico às minhas palavras não muito agradáveis. - Um cenário que está prestes a mudar, não? Devo me apresentar? - graças à minha prepotência natural, muitos desacreditavam de minha origem corvina. Talvez tivesse um pé dentro do covil das cobras de Hogwarts, ou fosse uma gralha atípica.

Steve veste isso
Interagindo com Kamille Denarch


Off: Meriu, não revisei! Perdoe a minha preguiça! .please
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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#175086] por Kamille Dernach » 04 Mar 2017, 01:20

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Hospital, treinos, família, amigos, relacionamento... Pontos diversos que mantinham Kamille, de bom grado, ocupada quase que cem por cento do tempo e dedicando-se ao preciso e necessário, de modo que quase nunca relaxava por completo. Talvez devido a essa ausência de ‘me time’, naquele dia, a mãe da mestiça praticamente a expulsara de casa, alegando que deixaria os irmãos desta com os Spencer, de modo que a primogênita não precisasse se preocupar com nada e fosse passear, comprar algumas roupas, ver algum potencial presente para o tio da inglesa, visitar amigos, etc. Deste modo, tendo a Sra. Dernach sido tão enfática e irredutível quanto a sua decisão de fazer a filha realmente tirar um dia de folga de qualquer estudo ou obrigação, a ex-corvina não teve outra escolha senão deixar a residência e traçar um roteiro que não envolvesse nada que não fosse considerado ‘relaxante’. Decidiu, assim sendo, fazer algumas compras, já que, definitivamente, seu guarda-roupas precisava de uma certa renovação que condissesse melhor com a vida adulta que vinha há anos levando, e ligar para Yan, um dos poucos amigos dos tempos de Hogwarts que tinha um celular, a fim de verificar como andavam ele e Nathan na vida de companheiros de casa.

Devido ao rápido raciocínio, mal tendo dado dez passos de seu portão, Kamille já tinha a tarde programada, incluindo a visita que há tanto tempo devia ao ex-grifinório e o ex-lufano. Com isso, optou por aparatar até a estação mais próxima da vila bruxa na qual morava e dali utilizar os bons e velhos meios de transporte trouxas para chegar ao Westfield Shopping de Londres. Fazia meses que não visitava o lugar e da última vez, se bem se recordava, fora em uma saída casual com amigos onde, por sinal, conhecera a então namorada de seu melhor amigo, ‘Karina’. Suspirou e com um meneio de cabeça afastou aquele pensamento, visto que pensar em Andrew e no relacionamento conturbado deste não era exatamente relaxante, ocupando-se em caminhar pela parte trouxa por algum tempo. Recordava-se do quanto passeara por ali junto a sua mãe, a qual, por não ser bruxa, sempre vagara por aquela área, e de como ficara surpresa ao saber, devido a um passeio com seu pai e o gêmeo deste, que havia outra parte, voltada para os bruxos que ali frequentavam.

Foi com as lembranças desta época que, após caminhar um pouco e chegar ao quinto andar, a morena se viu atravessando a passagem secreta que guardava a ala mágica daquele shopping. Seus passos a levaram pelas lojas diversas que ali existiam, decidindo buscar o presente que precisava encontrar e uma lembrança para os amigos que visitaria mais tarde. Assim sendo, optou por visitar o Portobello Market, onde imaginava ser mais fácil encontrar algum artefato diferente que viesse a interessar o irmão de sua mãe ou mesmo alguma peça para decorar a casa de Yan e Nat. Visitou inúmeras barracas, guardando mentalmente o posicionamento de algumas vendas que lhe pareceram mais promissoras – precisaria de uma segunda opinião no que tangia seu tio Kaito –, ao mesmo tempo em que avaliava enfeites e objetos artísticos, que com certeza agradariam o olhar crítico de Nathan. Devido a esta última busca, viu-se parando frente a uma pintura de uma paisagem belamente apresentada, cujos tons e formas pareciam saltar devido à técnica primorosamente aplicada e que, dado o estado estático, sem dúvidas pertencia a algum pintor trouxa.

Impressionada por aquele ‘achado’, Kamille se aproximou da arte emoldurada, contemplando por um momento os detalhes daquela obra cujo autor, ao menos à primeira vista, não se encontrava. Enquanto considerava questionar futuramente a sua prima sobre quem poderia ser o artista por trás daquela paisagem, uma voz se ergueu, não apenas respondendo à questão mental que possuía, como chamando a atenção da inglesa, que não esperava encontrar alguém com conhecimentos muggle mostrado de modo tão aberto em um ambiente mágico. Os olhos escuros giraram com um sorriso delicado nos lábios, pronta para agradecer o comentário, mas parou no meio do processo ao reconhecer o homem que então a observava; uma face que assim como todas do time do Tutshill Tornados era fácil de ser lembrada – considerando toda a mídia feita devido a entrada do time inglês no campeonato após o ‘escândalo’ do Chudley Cannons. Uma surpresa interna que só não foi maior do que ver o tom casual do mais velho logo ganhar ares de sarcasmo e provocação. Uma atitude que, como era típico por parte da ex-corvina, a fez sorrir, fitando ao futuro adversário com a placidez inata.

“Pode ser que estejam ‘pegando leve’ comigo,”
– alegou com cortesia inabalável – “pode ser que estejam guardando para os adversários, pode ser que eu seja ótima para desviar de balaços, pode ser que seja resistente a eles... Muitos ‘pode ser’ cujas respostas, creio, o senhor apenas descobrirá quando tiver o prazer de me ter como alvo, de modo que poderemos saber também se ‘este cenário’ mudará ou não.” – afirmou com um sorriso pontualmente mais matreiro, antes de retornar à educação natural – “E não tenha o trabalho de apresentar-se, Sr.Broadbent. Tenho feito minha ‘lição de casa’, tanto quanto, me parece, o senhor também tem.” – alegou, fitando-o em um breve momento de ponderação – “No entanto, apesar de dispensar as apresentações, admito que me seja interessante saber de onde vem seu conhecimento acerca da arte não-bruxa, visto que não é algo exatamente habitual de me deparar.” – observou com um olhar calmo, internamente se divertindo com a figura atípica e de modos aparentemente desafiadores que, então, cruzava seu caminho.


[ Interaction: Steve James Broadbent ]
[ Off: Perdão a porcaria demorada, Juh. Prometo que tento me redimir nos próximos... ç_ç ]

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Re: Westfield Shopping London

MensagemInglaterra [#179474] por Raviel Crowley » 11 Set 2017, 20:16

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No meio das férias sem muito o que se fazer, eu e meus pais resolvemos viajar para Londres, fomos visitar vários lugares, museus, restaurantes, me levaram no parque (affs acham que eu sou criança? já tenho 11 anos). Meu pai estava querendo ir me mostrar o time de Hockey de Londres os London Lions, minha mãe como muitas mulheres queria ir ao shopping. Os dois ficaram discutindo até que obviamente a mamãe ganhou a discussão.

Katarine - Querido tenho muita coisa para te mostrar no shopping de Londres, tem tudo que você possa imaginar e quando eu digo tudo, realmente é tudo
Raviel - Mãe não sou uma garota, sinto que você queria ter tido uma menina.
Katarine - Não seria uma má ideia.
Edward - Eu gosto de você ter nascido homem ravi.
Raviel - Pai não me chame de ravi na rua.
Katarine - Querido deixe de frescura.
Raviel - Affs!

Chegamos ao shopping westfield e realmente eu tinha que admitir era enorme, mãe logo correu para as vitrines de joias, meu pai já fez uma cara triste olhando para seu cartão de crédito. Em seguida algo saiu da bolsa da mamãe, inexplicavelmente o que saiu da bolsa dela foi a Kitty, todos nos assustamos, e nisso a kitty estava com um colar de ruby de minha mãe.

Edward - Raviel! Porque não nos disse que trouxe a Kitty?
Raviel - Mas eu não a trouxe.
Katarine - Cale a boca os dois! Ela está com meu colar, pegue-a!

Corremos atrás da Kitty, no fundo fiquei feliz de minha gata ser uma la.. tão esperta. Assim que a alcançamos meu pai a agarrou e pegou o colar e entrou minha mãe, logo percebemos que estávamos alguns andares acima, então meu pai disse que queria me mostrar algo, e minha mãe olhando ao redor um pouco desconfiada assentiu para meu pai, e entramos em um banheiro, eu havia achado estranho, mas logo bateram em uma porta e quando ela se abriu, me puxaram rapidamente para dentro e lá parecia um outro mundo (pois realmente era). Havia bruxos para todos os lados, várias lojas, uma mais interessante que a outra, então eu reparei em algo... Onde está a Kitty!

Raviel - A kitty sumiu!!
Edward - Você deveria saber cuida de sua gata!
Raviel - Irei procurá-la
Katarine - Eu irei ver uma roupas
Edward - Eu irei ajudar o ravi
Raviel - Pai não me chama de ravi

Entramos em vários lugares procurando a Kitty, não aviamos em lugar algum, tudo parecia bem organizado para um shopping bruxo, de alguma forma eu tinha acostumado com um pouco da bagunça do beco diagonal, livros pra lá e pra cá, bruxos esbarrando nos outros, animais fazendo barulho, e aqui não. Andamos de um lado para outros achamos por um momento que tínhamos perdido a mamãe de vista até ver um brilho de longe e era um dos brincos novos dela. Mas logo o aquele lugar começou a perder sua calma então um homem grita - Peguem essa gata ladrona!!! A kitty sai correndo com uma bolsa vermelha, eu e meu pai nos olhamos, a mamãe começa fingir que não sabe do que o homem está falando. E nós dois corremos em direção a kitty e ao homem que está quase tirando a varinha dele, então meu pai intercepta o homem e começam a conversar e enquanto isso eu estou indo atrás da kitty.

Raviel - Kitty espere!! Sou eu, eu não irei fazer nada.

A gata continua correndo, mas cada vez mais lento, vendo que só eu estava atrás dela. E logo para com a bolsa do lado, pego os dois e volto na direção da loja, (a kitty não parece nada contente com isso), meu pai vem em minha direção um pouco irritado.

Edward - Raviel!! Temos que mandar essa gata pra bem longe.
Raviel - Não! Não podemos culpá-la por ser cleptomaníaca.
Edward - Cleptomaníaca!?
Raviel - Sim, vamos logo devolver essa bolsa
Edward - Não se tem o que devolver.
Raviel - Como assim?
Edward - Não achei que conseguiria pegar a bolsa de volta e acabei pagando por ela, achei que era barata, mas era uma das mais caras da loja.
Raviel - A mais cara? A kitty sabe bem escolher.
Edward - Não repita isso nunca mais, é uma bolsa rara, é uma Bolsa de Couro de Briba e como eu não quero ver esta bolsa pode ficar pra você

Enquanto conversávamos vamos andando ao encontro da mamãe, mas logo meu pai parece ficar um pouco arregalado com as coisas que ela vinha trazendo de volta, parece que a bolsa foi o de menos para ele. Ela nos olha e diz que gostou de saber que nos divertimos no shopping, e nisso o papai a olha com uma cara furiosa enquanto a mamãe só tentar propor pra qual loja ir, e no fim decidimos que já basta por hoje e iremos voltar ao hotel, chegando ao hotel, mamãe joga um monte de acessório novo na mala nova que acabara de comprar, eu guardo minha bolsa nova e então, escutamos alguns burburinhos vindo do corredor, e alguém gritando - Peguem essa gata!!

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Re: Westfield Shopping London

MensagemCanada [#179904] por Lysandre Whovian » 23 Set 2017, 01:30

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Ir ao shopping naquele dia foi o primeiro evento em familia em muito tempo. Minha mãe teve que insistir muito para que meu pai finalmente aceitasse ir conosco ao shopping. Chegamos bem cedo e isso deixou meu pai extremamente irritado porque segundo ele tinha negocios importantes a tratar hoje.

Matt - Vamos dar algumas voltas rápidas pelo shopping, comer algo e ir embora. Estamos todos entendidos?
Clara - Você poderia pelo menos tentar fingir que está gostando de ficar conosco querido.
Lysandre - Deixe ele mamãe. Eu quero fazer algo bem rápido e sem atrapalhar o papai.
Clara - Pare de dar razão ao modo carrancudo do seu pai Lysandre. Eu cansei de você ficar apoiando e dando razão a esse comportamento. Desse modo sinto que com vocês dois eu simplesmente não tenho voz.
Matt - Deixe-o Clara. Ele só está tentando me bajular de alguma forma e ele sabe que eu odeio esse tipo de comportamento. Não é mesmo filho?
Lysandre - Sim pai. Desculpe mãe.
Clara - Tudo bem... Vamos começar por ali.


Eu não queria que meu pai ficasse mais bravo que ele já estava. Não queria mais discussões e muito menos sermões da parte dele, desse modo prefiro dar razão a ele. Começamos a dar algumas voltas e mamãe parou algumas vezes em lojas que chamaram a atenção dela, enquanto isso meu pai ficou mexendo em seu caderno de anotação completamente alheio a gente e bem eu não liguei muito pra isso. Quando ambos "esqueceram" da minha existência eu pude finalmente fugir deles para explorar o shopping sem a ajuda de adultos que acham que eu deveria seguir todas as regras. Depois de algum tempo encontrei uma loja que me chamou atenção e entrei para olhar o que eles vendiam por lá. Havia alguns vendedores que ficavam circulando pela loja e atendendo adultos que entravam... A coisa boa de ser criança é que ninguém nunca te nota e por nunca te notarem é fácil você pegar algo "emprestado" sem que eles vejam. Quando voltei pra casa depois que meus pais me encontraram e brigaram comigo por todo o caminho de volta para casa por ter saido de perto deles, eu esperei calmamente chegar ao meu quarto e colocar minha nova bolsa dentro do meu guarda-roupa.
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Postado Por: Yanka Oliveira De Araújo.


Re: Westfield Shopping London

MensagemDinamarca [#181239] por Cecille Schleswig » 12 Nov 2017, 16:54

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Ser princesa até que tinha seus benefícios, como por exemplo, poder pedir uma reserva de ultima hora num dos restaurantes mais badalados sem receber um não como resposta. É, mas esse é um dos poucos pontos onde ser da realeza servia para algo, principalmente quando se tem irmãos ultra ciumentos e possessivos e um pai que acha que pode escolher cada minuto da minha vida. Bom, se não fosse isso, não teria conhecido Lucian e bem menos começado um relacionamento com ele, mesmo que ainda não soubesse exatamente o nome certo para dar a nossa relação. E, esse era um dos motivos que me fez convidá-lo para ir até o 'Princess Restaurant', até porque, se eu quisesse vê-lo, bastava chamá-lo para ir até minha casa. Porém, precisava conversar com o lufano que tomara minha atenção no ultimo ano, então, nada mais justo do que ir para um lugar especial, sabendo que talvez ele sequer tivesse noção do lugar.

Lucian Thor Heinsten. Para os paparazzis um prato cheio e dinheiro fácil com matérias sobre nós dois. Para meus irmãos, um motivo extra para me irritar e ficar dando palpites em minha vida. Para mim, bem, no início era apenas uma diversão, um motivo para causar dor de cabeça nos homens da família Schleswig, mas que acabou virando algo mais com o passar do tempo. Sabia muito bem que ele era um safado, só que isso todo mundo sabia, já que na primeira matéria publicada sobre nós dois, tinha uma foto de sua mão apertando minha bunda. Aquilo foi bem difícil de explicar e fazer os chatos deixarem-me em paz. Isso em si não era um problema, digo, a safadeza dele, porque eu sabia controlar bem o nível de excitação dele, só que... em algum pedaço daquela pegação toda, também sentia que meus hormônios seriam mais fortes em algum momento, o que trazia outro motivo para uma conversinha com o lufano.

Não saberia dizer qual era o sentimento que sentia pelo rapaz, visto que nunca tivera um relacionamento de verdade, somente brinquedinhos dispensáveis. Mas sentia algo um pouco mais forte por ele, talvez algo parecido com possessão? Não importava. Eu só precisava resolver o que nós dois eramos e, depois disso discutido, até poderia pensar se iria para a parte dois de meu plano. Bom, já que me encontraria com Lucian, depois de algumas semanas longe, nada melhor do que caprichar, não é mesmo? Causar uma boa impressão nele seria um ponto positivo, assim como, me preparar para todas as situações boas ou ruins, também era algo que uma princesa tinha se programar. Por isso, embaixo de meu vestido preto decotado e colado, tinha uma surpresinha preta e de renda, que fazia conjunto com um fio dental com pedras swarovski. Claro que eu sabia que aquele vestido em particular, deixava-me bem gostosa, o que dificultaria um pouco as coisas para o lufano. Bom, bastava lidar com aquela parte que tudo poderia ser jogado do jeito que eu quisesse. Obrigada pelas aulas particulares de como levar uma situação, Phel, elas ajudariam bastante naquele dia.

Assim que o relógio bateu cinco horas da tarde, cheguei na frente do restaurante, que ficava dentro de um shopping na Grã-Bretanha. Não era um dos meus favoritos, mas o restaurante existente ali dentro era, então podia engolir um pouco o orgulho para ter uma tarde divertida, e quem sabe uma noite? Tinha um segurança ao meu lado, porém, um dos poucos que eu confiava e sabia que não ficaria ouvindo minha conversa. Assim que me virei, olhando para o lado que ele apontou, pude ver meu acompanhante, o que fez com que abrisse um sorriso largo em meus lábios. "Está querendo me seduzir, senhor Heinsten? Será difícil passarmos despercebidos pelos olhos curiosos dos paparazis." Comentei com o tom animado na voz, dando-lhe um abraço apertado e depositando um beijo rápido em seus lábios. "Obrigada por ter aceitado o contive. Vamos entrar, temos uma mesa especial para nós e quero conversar com você!" Disse para ele, sentindo sua mão em minhas costas, começando a me guiar para dentro do restaurante.

Todos os funcionários daquele lugar me conheciam, de modo que nem precisei me apresentar ou pedir a mesa. Um dos garçons se prontificou e começou a nos indicar o caminho, passando por várias mesas cheias até chegarmos num ponto mais afastado do lugar, com uma luminosidade mais escura e o clima mais... romântico, com velas e cheiro de rosas. "Assim que quiserem pedir, basta tocar o sininho e virei rapidamente." A voz do garçom era um pouco trêmula e, para tentar não piorar a situação dele, sorri inocentemente. "Muito obrigada, mas por hora, quero um suco de laranja com vodka." Pedi sem cerimônia, sentando-me no sofazinho, com o lufano bem do meu lado. Ele também fez seu pedido e, assim que ficamos sozinhos, me virei para encará-lo, colocando uma perna em cima da dele. "Você sabe que não costumo enrolar para falar as coisas, então não será diferente. Já estamos há um ano nesse... nessa pegação, porém, não posso mais ficar sem saber realmente o que vamos fazer. Então, isso será um namoro ou vamos apenas ser amigos?" Quando terminei a pergunta, estava com o tronco inclinado na direção de Lucian, exatamente porque sabia que seus olhos cairiam em meu decote. Lembra quando eu disse que saberia levar a conversa a meu favor? Bom, com minha comissão de frente, as coisas ficavam bem mais fáceis.


With: Lucian <3
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