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Cabeça de Javali

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Re: Cabeça de Javali

MensagemIraque [#175759] por Raven Amirah » 31 Mar 2017, 10:31

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    Os dias passavam mais lentamente quando minhas manhãs eram preenchidas com o nada... O trabalho pessoal de escritora de criaturas mágicas e pesquisadora da mente humana estavam indo muito bem obrigada, sobretudo, meu pai insistia em dizer que deveria procurar algo mais influente, como por exemplo, entrar para a política. Algo que detestava e que lhe ajudava quando possível. Francamente, Astrid levava muito mais jeito para aquilo junto com Arkin do que eu. Meu gosto estava expresso nas autorias de livros e pesquisas que eram desenvolvidas. A coisa das criaturas mágicas com o tempo se tornou um hobby e em contra partida, os estudos e conhecimentos da mente humana, se tornaram uma profissão delicada e gostosa.

    Trabalhar a mente de uma pessoa era como fazer o trabalho de um arqueólogo, você tinha de escavar sua psique lenta e cuidadosamente para não prejudicar aquilo que é mais precioso como objeto de estudo. Freud tinha total certeza sobre essa premissa. Muito cuidado era imposto quando acessávamos o inconsciente e o oceano profundo da mente onde ninguém mais conseguia ir. Com a ajuda da magia, era muito mais fácil de ter o privilégio de aproveitar perfeitamente as análises, mas ainda sim, a complexidade da mente humana jamais seria alcançada pela complexidade do misticismo do universo mágico. De praxe não pode-se encontrar tal oceano, mas com estudos avançados da tecnologia trouxa mesclada às feitiços e poções, era possível acessar as profundezas mais sombrias e remotas do oceano de um individuo. Frente a isso, não sobrava-me tempo para distrações ou até mesmo diversões.

    O lado bom é que mantinha-me longe da paixão incestuosa e pecadora para com Arkin, mas perdia boa parte da minha imortalidade concentrada em apenas trabalho... Um belo dia, meu primo Lasse resolvera me convidar para uma noite de bebedeira. A pura e gostosa informalidade expressa em diversão e relaxamento. Adentrei ao cabeça de javali atrás de suas bebidas mais famosas. Um pouco de distração não seria ruim, seria?

    Sentei-me em uma das mesas e já entornei uma garrafa de cerveja mexicana enquanto aguardava meu primo querido. Uma hora e nada... Os minutos passaram-se rapidamente e, para quem o conhece bem, ele não é um homem de atrasos. Ao longe um homem barbudo, de aparência bonita se aproximava e logo indagou por Lasse. Franzi o cenho. Como ele sabia quem era eu e que eu estava esperando pelo Lasse? Amigo dele? Que seja!– Não sei, ele disse que estaria aqui e até agora nada.– Respondi rapidamente e ofereci a cadeira ao lado para o homem. Sua apresentação de Sam alguma coisa fora tranquila. Não sentia medo ou intimidação por falar com estranhos, afinal, era a destemida Abby! – Abigail, prazer.– Cumprimentei-o e lhe entreguei uma bebida. – Desculpa, mas o que você é do Lasse? –Perguntei novamente encarando-o nos olhos. O mesmo dissera ser amigo de serviço do Lasse.– Hmm... Que estranho... Até parece que ele está planejando algo...– Soltei vago bebericando mais um gole.




    .corre taí DIH, botei um pouco do que brincamos naquele dia.
    Sobre freud e a escavação: basta ler as obras completas que vai saber os detalhes!
Raven Amirah
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Re: Cabeça de Javali

MensagemEstados Unidos [#176366] por Sammuel Wolters » 26 Abr 2017, 01:53

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Lasse quando queria sabia ser persuasivo. Nos últimos dias, o norueguês parecia ter encontrado algum tipo de carinho no americano, tentando a todo custo marcar algo para que pudessem tomar uma cerveja depois. Sam jamais recusaria se não tivesse, nas últimas semanas que realizar tarefas inimagináveis em horários nada apropriados. Desde registros de vampiros, lobisomens, ir resgatar um recém-nascido dentro de Londres e também trabalhar diretamente em uma investigação contra uma fazenda irregular de Kappas. Sem falar que os duendes decidiram reivindicar seus direitos bem na mesma semana, fazendo-o ter que interceder em conjunto com o Ministério Bruxo Inglês - Não é como se eu já não tivesse te deixado sozinho antes. Quanto anos você tem? Eu tenho 4 irmãos e uma irmã, isso não funciona comigo, cara. - Os pedidos insistentes nunca pareciam tão apelativos quanto daquela vez. Mas precisava terminar alguns relatórios, informações para manter em registro e enviar para as autoridades de determinados países. O seu trabalho exigia muito mais do que o esperado, e agora precisava arcar com ele.

- Se der eu apareço. Com certeza estará seu departamento todo, enquanto o meu está se recuperando de uma estranha negociação com o Greenpeace - Por sorte o grupo com quem trabalhava parecia ser extremamente eficiente, mesmo sendo mais jovem. Tinham suas especialidades e entendiam a importância de realizar sua parte para que o grupo esteja unido. Contudo, o homem à sua frente parecia não se importar com o que precisava ser feito, sempre aparecia um momento para uma breja. Sam jamais discordaria deste ponto, ainda mais se fosse mais novo teria ido atrás desta ideia de imediato. Seus irmãos até mesmo suspeitavam de que o americano estivesse em uma explosão de emoções pelo emprego, como foi no começo que se viu enfiado no meio da selva com dragões por um longo período de tempo. Precisou de alguns meses para se adaptar a rotina e ser capaz de sair de casa para fazer algo normal e não querer dormir por horas intermináveis. Pensando neste ponto, ele não queria ficar da mesma forma, por este motivo colocou a mão no rosto, descendo até a barba e desistiu - Beleza. Mas já vou avisando que vou chegar atrasado. Tenho coisas para terminar.

Sam, após as horas se passarem, percebeu que realmente precisava se divertir. Estava com as costas doendo, dedos prontos para mandar penas e pergaminhos para outra dimensão galáctica, e sua cabeça já não funcionava mais. Antes de chegar até o tal local para a cerveja tão prometida, encorajou-se com um firewisky, sentindo a garganta agradecer pelo teor alcoólico que estava sendo exposta - Esqueci como isso era bom. Credo, estou igual ao meu pai. - Dramatizou, encarando seu reflexo no espelho e lembrou-se da benção de não trabalhar com o velho, como Adam era obrigado. De alguma maneira invejava Maddie por viver uma vida que amava dentro de Beauxbatons, ou Kale que parecia ainda descobrir o que queria ser no mundo e por isso viajava sem se preocupar com nada. As responsabilidades eram um porre e não sabia ao certo como ligar com todas elas, às vezes. Carregando sua mais nova amiga embaixo do braço, seguiu até o Departamento de Catástrofes para desvendar se mais alguém estaria la para ir com ele.

No fim das contas, só encontrou uma foto de uma loira que Lasse descreveu que estaria lá também e se não o visse, foi por ter ido buscar a noiva. Ergui a sobrancelha - Esse babaca está armando alguma, maldito da p*rra - Disse sem papas na língua. O sangue começara a esquentar devido à bebida e nem mais se importava com os bons modos. Não era dele mesmo. Era um homem mais rústico e bruto, mesmo tendo tirado nota máxima em Etiqueta em Beauxbatons. Dirigiu-se a rede de flu, pronunciando de forma firme Cabeça de Javali, parando no ambiente que não lhe era muito comum. Não admirava como muitos a Inglaterra e muito menos os locais bruxos, mesmo sendo muito frequentados por alguns do ministério. Coçou a cabeça encontrando a mulher que havia visto na fotografia e sorriu divertido: ela estava realmente sozinha e isso significava um flerte básico. Ajeitou as madeixas mais uma vez e seguiu em direção a mulher de cabelos loiros e um olhar um tanto mais sereno que o normal.

- Desculpe, você está aqui esperando pelo Lasse? - Sua voz inquisidora tinha foco e propósito. Um breve sorriso, meio torto, com um olhar mais profundo nos olhos da mulher. Como resposta, sentou-se na cadeira oferecida e estranhou o conteúdo da frase - Ele me disse que estaria aqui e iria encontrar a noiva para vir. Perdoe minha falta de tato - Ofereceu a mão para cumprimenta-la - Sou Sammuel Wolters, pode me chamar de Sam, se quiser - Na verdade, Sam preferia que ela fosse intima, já que parecia muito bonita e uma ótima forma de conquista. Fazia algum tempo que não tinha um jogo como esses e era bom começar a ter uma vida fora daquelas paredes infernais do Nível Três. Segurou a bebida, ingerindo por um tempo e sorriu - Sou Chefe de Departamento de Controle de Criaturas Mágicas e trabalho com Lasse no Ministério. Ele me disse que você estaria aqui, na verdade. Então, o que você é do cabeludo? - A quantidade de bebida, mesmo não sendo muita, o deixava mais solto e também um tanto divertido com o que acontecia ao redor.

- Se estiver, senhorita, precisaremos resolver isso. Lasse brincou com o Wolters errado - Sorriu divertido, travesso. Lembrava sua irmã Maddie quando estava prestes a fazer traquinagem. Ou Brett quando estava pronto para mostrar porque não podia ser um pai com as suas “aventuras” com as crianças?


to tentando pegar a ideia do Sam... entao talvez saia meio confuso esse post.
Ele me lembra a maddie de calças, mas nao sei neh aushasuhsauashasuh
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Re: Cabeça de Javali

MensagemLiechtenstein [#181646] por Saskia Löhnhoff » 03 Dez 2017, 22:17

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    As coisas tinham um cheiro estranho na Inglaterra, e era por isso que a mulher de meia idade caminhava com o nariz contorcido enquanto percorria a ruelas de Hogsmeade. Em sua época de estudante estivera por ali apenas uma vez, e já naquela época os ingleses eram antiquados e sem senso de moda. Agora tinham decidido pararam de tomar banho ou lavar as ruas de seus vilarejos? Só de pensar em morar sequer perto de partes como aquela da Europa Saskia tinha arrepios por todos o corpo. Felizmente trazia entre os dedos da mão direita um cigarro de seu estoque especial, a bolsinha de couro vermelho suspenso no antebraço, e na hora de soltar a fumaça tragada fazia questão de deixa-la por perto do nariz, assim não sentiria a catinga inglesa impregnada naquele vilarejo imundo.

    — Ah! Morrigan seja abençoada! — Entrar no estabelecimento identificado como “Cabeça de Javali” foi revigorante. A taverna cheirava a álcool, cigarros e sabão barato. As cabeças de animais espalhadas pelas paredes e as figuras estranhas sentadas em mesas baixas e sujas era como colírio para seus olhos. Aquele era um ambiente ao gosto de Saskia: sombrio, estranho e suspeito. — Você é o responsável, certo? — Questionou, olhando dos pés à cabeça um homenzinho que limpava canecas atrás do balcão. Ele não devia ter mais do que vinte anos. — Que foi? — Perguntou, arqueando as sobrancelhas. A maneira com que ele a olhava fez ela sentir vontade de rir, mesmo sabendo qual era o motivo. As roupas de Saskia eram coloridas, tinham estampas das mais estranhas e tudo combinava com seu cabelo extremamente volumoso: todas as peças tinham um pouco daquele vermelho superficial.

    — Oh, meu querido. Você não entenderia minha estética tão refinada nem se eu passasse a tarde toda explicando. — Riu com desdém, em seguida ajeitando os óculos de armação pontiaguda e olhando por cima dos ombros para as mesas deixadas mais ao fundo do salão. — Traga-me três doses da sua vodca mais forte, estarei esperando logo ali. — E virou-se, caminhando na direção de uma das mesas mais afastadas da entrada. Não que estivesse a procura de privacidade, mas as reações do funconário de Hogwarts talvez não fossem das melhores, e ela não queria chamar a atenção do estabelecimento toda para si e seu convidado. Por falar nisso, entristecia-se cada vez que se lembrava de que a escolha daquele lugar tinha sido sua. O interior da taverna era encantador, mas todo o caminho até o Cabeça de Javali era um inferno.

    — Ah, finalmente. — Virou a segunda dose sem esboçar uma reação sequer. O líquido escorria por sua garganta como se queimasse e dilacerasse seu canal, mas ela já não percebia. — Sente-se, querido. — Indicou a cadeira exatamente no lado oposto da mesa e viu o guarda-caça de Hogwarts se acomodar. O homem estava tenso e nem se preocupava em esconder isso. Saskia sentia como se ele pudesse sacar a varinha e apontá-la para sua garganta a qualquer momento. Para o bem dele mesmo, pensou a mulher, era melhor nem cogitar essa ideia. — Presumo que não vai querer beber nada, estou certa? Pois então, vamos ao que interessa.
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