JORNAL LUMMUS

LIECHTESTEIN, 01 DE DEZEMBRO DE 2014

ELEITO NOVO INQUISIDOR!
Reunião ministerial elegeu o conselheiro que assumiu a posição.

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Na última semana, um evento que nem todos esperavam ocorreu. Depois do fiasco acontecido no Ministério devido à invasão de um grupo de bruxos das trevas, o clima entre os mais competentes bruxos, depois do ministro em pessoa, esquentou. Um julgamento foi marcado para a tarde de ontem, com o intuito de afastar Hadagast de seu atual cargo.

Leon Fritz Hoffmann, Cacique Supremo de Wizengamot, cercado pelos conselheiros especiais, William Rondown, Wylliam Finnick e a Lilith Ambrew, requisitou a abertura do inquérito, alegando que Hadagast já não possui sanidade para ostentar o cargo atual. Suas acusações foram fundamentadas pela opinião do medibruxo Mitchell Hannover. As exatas palavras do medibruxo foram: “[...] desde que o ministro foi sequestrado, ele tem apresentado fortes indícios de que sua saúde mental está cada vez mais debilitada. Passa noites sem dormir, tem obsessão por afazeres, e objetos trouxas tomam conta da maior parte do tempo do ministro. Ele está regredindo.”

O sequestro do ministro, ocorrido há alguns meses atrás, foi uma catástrofe e fez ruir toda a reputação que o ministério tardou a conquistar para com os cidadãos do mundo mágico. Desde então, as aparições de Whittworth se tornaram escassas, e sabe-se que passa muito tempo em reuniões reclusas com funcionários e encarregados do hospital. Sobre a declaração do medibruxo, o hospital soltou uma nota oficial explicando que Mitchell Hannover não participa mais do corpo de funcionários da instituição e que não há nada a se declarar até segunda ordem, uma vez que as investigações não foram concluídas para comprovar a veracidade da declaração do curandeiro.

Depois de todas as abordagens ao, até então, atual ministro, acusações de culpa com relação aos homicídios decorrentes do ataque ao ministério foram postas nas costas do homem, sublinhadas especialmente para que existisse maior relevância para a decisão do afastamento do ministerial. Iniciada a eleição do inquisidor, Rowdown foi o primeiro a se pronunciar, votando em si mesmo, tendo como principal motivação a segurança, tanto do mundo mágico como das escolas, que encontram-se, mais uma vez, sob influências sombrias (leia o caderno correspondente na pg. 3 e 4).

Wylliam Finnick subiu à tribuna, oferecendo seu desejo em limpar e cuidar dos assuntos causados pelos bruxos das trevas e organizações existentes pelo mundo mágico. Durante seu apelo por votos, porém, o bruxo convocou Hadagast em pessoa para manifestar seu apoio para com Finnick. O atual ministro apareceu demonstrando não saber a existência daquela reunião, deixando no ar a dúvida de algum tipo de conspiração para retirar seu cargo de suas mãos. Whittworth requisitou o apoio dos colaboradores e funcionários do ministério para com a sua causa, que era sustentar Wylliam Finnick na ascensão no ministério.

Lilith Ambrew argumentou sobre a centralização do poder no Mundo Mágico e em como deve ser dividido, colocando em pauta a ideia de reconfigurar a política estabelecida na sociedade bruxa desde os primórdios dos tempos. Finalizou suas considerações levando seu nome como escolhida, retirando-se para a apuração de votos feita pelo cacique.

Depois de um empate bastante curioso, Wylliam Finnick foi declarado Inquisidor Ministerial, sendo escolhido, por fim, pelo voto de Hadagast. A responsabilidade de regência cai no colo de Finnick, cujo sobrenome não inspira muita expressão na comunidade bruxa. Contudo, Azkaban, pela primeira vez em toda a história da magia, ficará fora das responsabilidades diretas do ministro ou seu substituto, sendo essas repassadas para o duque William Rondown.

O questionamento que resta é: será que o ministério está preparado para manter a união e entrelaçar os votos de alguma forma? Visando as declarações discrepantes, não seria surpresa que bruxos de todo o mundo começassem a repensar se a colocação da votação foi, de fato, feita com plena consciência do atual ministro.

Sobre o ocorrido, Leon Hoffmann, Cacique Supremo, declara: “Diante dos últimos acontecimentos relacionados ao mundo bruxo e ao Ministério da Magia, torno pública a decisão majoritária da Suprema Corte dos Bruxos de Wizengamot ao que desrespeito ao Ministério da Magia. Sendo assim, foi promulgada na última noite o decreto que torna Wylliam Finnick Alto Inquisidor Ministerial, dando-lhe plenos poderes administrativos para representar a suprema corte. O Ministro dos Povos Mágicos manterá os poderes diplomáticos, contudo, todo o poder Ministerial pertence de hoje em diante à suprema corte.”, esclareceu. “Nenhum desacato, motim, desordem ou desobediência será tolerada. Os tempos mudaram e cintos soltos serão novamente apertados.”

O que nos resta é esperar para ver quais medidas serão tomadas pelo corpo ministerial a partir deste ponto.

Escrito por: Regina Abbey.

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16/12/2014 às 01:54:17

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