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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Artz der Auswahl

MensagemRussia [#961] por Mestre de Durmstrang » 20 Nov 2008, 16:18

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Se pensar em Ek-Tagh, pensa-se em um local abandonado e deixado para a neve, logo é porque não se conhece Artz der Auswahl. Uma loja para poucos, voltada para artigos de beleza e acessórios divinos, a AdA foi recentemente instalada como franquia no vilarejo localizado perto de Durmstrang, bem como das lareiras ligadas à rede de pó-de-flú, justamente para que pessoas de todo o mundo possam visitar. Ao adentrar o recinto, depara-se com um ambiente de temperatura amena e brilhante, com armários coloridos, gavetas diversas e mostruários para a prova na hora, sem a necessidade de se arriscar comprando um item sem ao menos prová-lo. Uma atendente de nome simpático, Anna, está ali para recebê-lo da melhor forma, oferecendo bebida forte e quente, guiando-o para um sofá confortável e macio, bem como saciando sua curiosidade para com os produtos ofertados.

Existente desde 1922, a Artz der Auswahl é uma empresa focada no ramo da beleza, revendendo itens de luxo fabricadas por estilistas e esteticistas mais famosos pelo mundo todo. Também é reconhecida desde 1946, após a guerra mundial dos trouxas, por lançar eventos de moda e beleza no mundo mágico, oferecendo prêmios exclusivos e crescendo a fama e poder de uma das empresas mais influentes no mundo mágico. Boa parte das vestes dos bruxos provém da Artz de Auswahl, principalmente se esta é de pessoas de alta aquisição e família requintada. Atualmente, a herdeira majoritária da empresa é Barbra Langston, e é muito fácil encontrá-la no meio das estantes de itens raros e valiosos, bem como recebendo clientes ao lado da assistente quando não está na redação do Lummus. Sinta-se a vontade para desfrutar do que podemos oferecer.


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA LOJA!
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Re: Artz der Auswahl

MensagemJapao [#196276] por Yamato Kurosaki » 28 Jan 2020, 20:40

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Kakkoi desu neeeeee – Parte I


Yamato adorava com todas as forças os momentos que passava com seu irmão mais velho. Ele adorava cada segundo que passava com cada um dos membros de sua família. Eles eram seu bem mais precioso e sendo assim os venerava como o tesouro que realmente eram. Por isso quando Nagato o chamara para ir ao Beco Diagonal em seu dia de folga o garoto não pensou duas vezes antes de aceitar. Mitsuki também ia com eles, o que era bom. Queria que Shisui fosse também, mas ele estava no trabalho, então... Que fosse. Caminhava com os dois irmãos quando Nagato começou a falar. Iam passar na loja de cosméticos para... — Ah! Não brinca! Você vai mesmo comprar tinta pra mim? Honto? Aaaaaah! Você é incrível! —Ele parecia uma criança de três anos na frente de uma proposta de ida numa loja de brinquedos. Mitsuki deixou um muxoxo escapar. — Não entendo essa sua vontade de pintar os cabelos com cores tão berrantes, aniki... — Yamato ergueu uma das sobrancelhas. — Um dia você vai provar da magia da metamorfose, meu caro otouto... Só então vai entender a força que isso exerce sobre um homem... —Mikki devolveu a erguida de sombrancelha de Yamato. — Mas o Nagato-nii é homem também e não pinta os cabelos... — Yamato abriu os olhos bem abertos como se só tivesse reparado nisso naquele preciso instante. Yare, yare... Por que você não pinta o cabelo, onii-chan?

Nagato respondeu em dois tempos. Yamato desconfiou que a resposta fosse aquela. Nagato não poderia ser um chato de galocha. Com toda a certeza ele não era um cara chato! — Viu? Viu, Mikki???? O Onii-chan já pintou o cabelo! Agora só falta você... E... — A proposta de Nagato era a de que todos pintassem os cabelos da mesma cor. Os quatro irmãos. Mitsuki deu de ombros. Yamato adorou a ideia, mas tinha algo a acrescentar. — Onii-chan... Como pode achar que um cabelo colorido não combina contigo? Uma boa tinta pode fazer milagres ao mais turrão dos homens! Gostei da ideia de pintarmos todos da mesma cor futuramente, mas... Enquanto não podemos falar com o Shisui-nii-chan, por que não pintamos cada um de uma cor? Acho que o Mikki precisa perder a virgindade capilar... —Em sua cabeça seus argumentos eram irrefutáveis. Mas Mitsuki apertou forte a mão de Nagato e fuzilou Yamato com o olhar. — E se eu não quiser pintar? Dizem que isso acaba com o cabelo!

Yamato gostava de ver Nagato incentivando Mikki. Nagato era um Onii-chan de verdade. Tinha porte de Onii-chan e falava como um Onii-chan . Tão diferente de Yamato que nunca tinha o respeito de Mitsuki! E ele queria taaaaaaanto ser um bom Onii-chan para o garoto mais novo! Por mais que ele insistisse em o chamar de aniki. Ia endossar o discurso de Nagato quando percebeu algo em sua fala que o fez se sobressaltar. — Opa, opa, opa! "Vocês dois" uma conversa! Nós três! Você também tem que pintar, Onii-chan! Os três com a mesma cor! Caso contrário nem vai ter graça! E a gente compra uma caixinha pra levar pro Shisui-nii também! Ele não tá aqui fisicamente, mas tá em espírito... — Argumentou cruzando os braços.


Interação com: Nagato Kurosaki e Mitsuki Kurosaki (Meu NPC)

Obs¹: Shisui Kurosaki foi citado aqui (e pode aparecer a hora que ele quiser, viu, Mady? .lixa

Obs²: Posts do Yamato nunca, jamais, em hipótese alguma são revisados porque ele é burro. Se virem algum erro, relevem .bye
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O que que eu tô fazendo aqui?
 
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Re: Artz der Auswahl

MensagemJapao [#196277] por Nagato Kurosaki » 28 Jan 2020, 20:43

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[Oh cabelo, cabelo meu
Se você não fosse meu, eu não seria tão... eu ♩]


    Era seu dia de folga, então, ele se achava no direito de ir onde quisesse e fazer o que quisesse também. Passava tempo demais no hospital e precisava se distrair. Por isso, arrastou seu irmão até o Beco Diagonal. Nagato gostava de ver pessoas saudáveis e bem, circulando pelas ruas. — Eu tô com fome. — Sua voz soou melodiosa, seguida de um suspiro. — Mas, primeiro... — Com um sorriso cúmplice, abraçou Yamato pelos ombros, enquanto segurava a mão de Mikki. O irmão estava de férias da escola e não fazia sentido deixá-lo em casa. Até porque, Nagato sentia saudade... de todos eles. — Precisamos passar ali. — Ele indicou com a cabeça a loja de cosméticos. — Tá na hora de renovar essa tinta aí, não acha não? —

    Ver a felicidade do garoto o fazia ficar todo mole, mas, por dentro. — Mas, é claro que eu vou! — E nisso, sorriu e fez uma leve bagunça no cabelo de Yamato. Faria o mesmo pelos outros. Mas, pelo que via, Mikki não gostava muito dessas coisas de pintar cabelo. Até Shisui gostava. E por falar em Shisui, o segundo irmão mais velho só não estava ali porque estava trabalhando. Havia muito mangá para ser comprado ainda e a família era composta por seis amantes dos diversos mangakás existentes em seu país. Era uma pena que as folgas de ambos não tinham sido no mesmo dia.

    Yamato insistia para que Mitsuki mudasse de opinião a respeito das tintas de cabelo. — É verdade, Mikki. Deveria testar. Acho que vai ficar ótimo. — Nagato respondeu ao mais novo, complementando a pergunta do outro irmão. — E eu já pintei meu cabelo, só que você ainda não era nascido. — Comentou, olhando para o garoto. Não só ele, mas, seus amigos, Inari, Hatori e Izumi também haviam pintado. Fora um tempo louco aquele e o medibruxo sentia saudade. — Só não pinto hoje em dia porque não acho que combina mais comigo. Mas, um dia, acho que podemos combinar pra usar a mesma cor, os quatro irmãos. Não acham? — Encarou Yamato, sabendo que este concordaria com sua ideia.

    Nagato ficava um tanto impressionado com as palavras de Yamato que insistia para o irmão mais novo lhe fazer companhia quando fosse pintar o cabelo. Ele era tão insistente quanto o Naruto. O mais velho franziu o cenho quando Mikki apertou sua mão e disse que as tintas poderiam acabar com seu cabelo. — Vai estragar se você não cuidar dele. — Piscou na direção dele. — A gente tá indo numa loja de cosméticos. Além da tinta, vende hidratação e tudo o mais. Eu vou comprar o que precisar. Para os dois. — Apertou devagar a mão do garoto e esbarrou com o ombro em Yamato. — Faz um teste, Mikki. Se não gostar, pelo menos vai saber que não gosta mesmo de seu cabelo em outra cor. Não adianta só falar, precisa tentar fazer. — Estavam na porta da loja. — Se comportem, okay? — Olhou para Yamato que era o mais afobado e desastrado.

With: seus irmãos, Yamato e Mitsuki Kurosaki.
Tagged: Shisui Kurosaki.


[1]
Editado pela última vez por Nagato Kurosaki em 28 Jan 2020, 21:07, em um total de 1 vez.
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Re: Artz der Auswahl

MensagemItalia [#205093] por Lúcifer Holtreman » 14 Jul 2020, 22:31

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Relacionamento nunca foi uma coisa que Lúcifer tivesse conhecimento avançado ou coisa parecida, afinal de contas, uma garota criada sobre a religião católica e todos os seus ‘tabus’ pouco poderia conhecer do sexo oposto. Talvez por isso tenha levado tanto tempo para iniciar qualquer compromisso e tendo somente Raynor como o único rapaz por quem já teve interesse. Não que fosse cega ou não notasse os demais garotos de sua idade ou com pouca diferença, porque não o era, tendo até mesmo alguns pensamentos que em outra época poderia causar-lhe preocupações ou punições. Lúcifer conhecia seus desejos e também tinha plena ciência do que eles significavam, mesmo que não falasse isso para outras pessoas, muito menos para seu namorado, ou melhor dizendo, ex namorado.

Depois de tantas semanas pensamento no que seria melhor, a italiana decidiu por fim em seu relacionamento com o espanhol Raynor, por quem teve o primeiro amor e também o primeiro beijo. Foi doloroso, como se sentisse uma parte de seu coração e alma serem arrancados, mas os dois seguiram por caminhos diferentes, então seria melhor acabar com o sofrimento do que simplesmente esperar piorar. Uma tristeza sem igual adentrou o corpo da morrigana, que não tinha mais vontade de fazer as coisas que sempre lhe arrancavam sorrisos, trazendo preocupação em suas amigas. Essas que não aceitariam que a menina sofresse por alguém tão despreocupado e errado para a italiana e por isso, a tenham tirado da escola, aproveitando sua recém maioridade. O destino? O mais longe possível de Beauxbatons e Raynor, na esperança de trazer mais vida para a garota, assim como mostrar que um coração partido logo pode ser substituído por bebidas e outras coisas mais.

- Eu sempre disse que esse imbecil só queria te levar para a cama. Mas como você deu uma canseira nele, começou a se afastar, eu disse, Luci, você era apenas um prêmio para ele. Então pode parar com isso, afinal de contas, você tomou a iniciativa e meteu o pé na bunda dele. - A voz de Dasha se fez presente, enquanto olhava em volta todos os artigos possíveis da loja que havia feito a italiana, junto de Dana, entrar. Não era nenhuma novidade que a menina detestava o relacionamento de Lúcifer e Raynor, sendo talvez aquele diabinho em cima do ombro dela, incitando o término do namoro. Tudo bem, ela só tinha intenção de ajudar a colega, mas bem que sua língua maldita podia ficar um pouco controlada. Dana também não era a favor do namoro dos dois, principalmente quando a troca de mansão surgiu, mas diferentemente de Dasha, sabia o quanto aquilo poderia ser doloroso para a colega italiana, por isso mantinha as palavras bem escolhidas.

- O que essa desmiolada quer dizer, querida, é que você criou coragem para pensar em si e mesmo que doa agora, não será para sempre. Você é jovem, incrível, talentosa e maravilhosa, tem vários garotos atrás de você, então não sofra por alguém que simplesmente te deixou de lado. E por falar nisso, vi alguns meninos, provavelmente de Durmstrang aqui perto! - E mesmo que sua intenção não fosse piorar a cabeça de Luci, Dana não conseguiu completamente. Claro, ajudou bastante e fez com que um sorriso surgisse nos lábios da menina, mas talvez a italiana não estivesse preparada para conhecer outros caras. - Meninas, eu estou relativamente bem, sério. Só que… ele foi o meu primeiro amor e sempre imaginei que ficaríamos juntos para sempre. É complicado. - Comentou cabisbaixa enquanto tentava controlar algumas lágrimas. Apesar que já estava melhor, afinal de contas, havia terminado há mais de duas semanas e por sorte não tinha visto o rapaz nesse tempo.

Porém, as duas companheiras de Lúcifer não deixariam que a italiana ficasse triste ou pensasse naquele que não devia mais ser nomeado, de forma que começaram a pedir bebidas para fazer com que Luci não pensasse em nada ruim. Só que a única coisa que a morrigana estava acostumada a beber, era vinho e isso foi a única coisa que elas não tomaram. Tudo bem, a ideia deu certo, afinal de contas, qualquer pessoa que não estava acostumada a beber sentiria a bebida bater rápido. Quanto tempo ficaram ali, naquele vira, vira e vira? Provavelmente não muito, mas o suficiente para que Dana começasse a errar as palavras e as risadas ficassem um tom mais alto do que o normal. - Tudo bem, acho que devíamos ter vindo com alguém que saberia como voltar para a escola! - Disse com o tom animado na voz para as demais colegas, enquanto tentava sair da mesa. Tomou o último gole do que ela imaginou ser cerveja e finalmente conseguiu se colocar de pé. Não estava alcoolizada o suficiente para perder a compostura ou ser enganada, porém, estava animada num nível bem fora do comum.

- Vocês fiquem aqui, vou tomar um pouco de ar para não morrer. Já volto! - E com um aceno com a mão, a morrigana se pôs a caminhar entre o lugar, até encontrar a saída da loja e poder sentir uma brisa refrescante em seu rosto. O tempo não estava ruim, de modo que apenas uma jaqueta jeans era o suficiente para que sua pele não ficasse fria rapidamente. O vestido que usava não era tão curto e como as botas chegavam até a altura dos joelhos, estava relativamente protegida. Manteve os olhos fechados por alguns segundos, respirando fundo, para tentar tirar aquela sensação estranha que a bebida trazia para si, para entrar sorrir de alegria pela primeira vez em dias. Suas amigas podiam ser doidas, mas eram as melhores e realmente sentiu orgulho por ter saído e aceitado tentar esquecer todos os problemas. Mas talvez devesse ter bebido um pouco menos do que aquilo, já que sentiu uma leve tontura lhe dominar e deu alguns passos cambaleantes para longe da entrada da loja em que estavam. Ou era um bar? De toda forma, não importava, principalmente porque logo estaria de volta com as colegas, ou era o que pensou, antes de trombar sem querer em alguém.

- Me desculpa, foi sem querer! Eu acho que… uou, oi estranho de olhos bonitos. - Só um instante, desde quando Lúcifer era cara de pau daquele jeito? Bem, talvez o lado que não tinha tanta timidez assim graças a bebida ingerida. De toda forma, o rapaz que havia dado um encontrão era realmente bonito, com olhos claros e bem chamativos, o que despertou atenção da morrigana quase que imediatamente. Claro que num segundo a lembrança de Raynor surgiu em sua mente, porém, logo veio a voz das duas colegas, que sem dúvidas a matariam se ela não aproveitasse o máximo que desse ali. Graças aos deuses seu inglês era muito bom, ou provavelmente não poderia entender o que o menino dizia. - Se eu disser meu nome, você vai me dizer se sou um demônio ou um anjo? - Provavelmente se Dasha a visse daquele jeito estaria soltando fogos de artifício de felicidade, afinal de contas, Lúcifer estava flertando com um completo estranho. Ainda bem que nenhuma das amigas estava ali para gravar aquilo e matá-la de vergonha quando voltasse a ficar sóbria. - Sou Lúcifer, mas parece que você saberia lidar bem comigo, não é mesmo Hórus? - Tudo bem, ela ia lembrar daquilo e morreria de vergonha. Ou não.


With: Hórus
E eu tô passada com a Lúcifer bêbada o_o'
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Re: Artz der Auswahl

MensagemEgito [#209926] por Her'ur Saset Fakhoury » 31 Dez 2020, 16:28

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    O frio tão constante da Russia arranhava-lhe a pele com a mesma violência do vento do deserto egípcio naquela noite, enquanto estendendo a mão, o jovem adolescente pegava um envelope lacrado das mãos de um senhor mais velho a esconder o rosto em um capuz de um casaco negro exagerado, que talvez não fosse tão exagerado, considerando que Horus naquele momento estava quase a ponto de bater os dentes. Não que não parecesse menos idiota em sua opinião.

    Dificultar identificação com poções ou feitiços, ok. Mas... Esconder identidades apenas tornava as coisas mais suspeitas, ainda mais quando todo o serviço estava feito, e a troca completa sem nenhuma ponta solta. Ou os dois já conheciam o suficiente parte da identidade um do outro. Mas quem era ele para corrigir adultos? Mesmo que fosse zoar de suas caras depois. Fora apenas um serviço e com certeza, após aquele roubo, não veria mais sua face patética novamente.

    Horus sempre fora assim com suas escolhas, com com quem e quando trabalhar. É bem verdade que nenhum de seus amigos ou clientes soubesse que ele era o herdeiro de um império de tapetes mágicos em seu pais natal. Ou que tinha mais como recompensa a própria fuga do tedio fingindo ser outra pessoa. Mas quem ligava? Ele gostava de desafios e desafios eram divertidos. Por isso entrara para uma gangue há alguns anos atras e vivia fugindo de casa. A adrenalina lhe cegava de certa forma, além do que, poderia trazer benefícios aos próprios negócios de sua família se pudesse ficar a par das atividades das gangues.

    Era Win-Win. Exceto aquele. Não havia roubado a **** de um relógio pela simples e pura recompensa, e sim para impedir que o patético Oliver fosse consumido na merda por um idiota que lhe ameaçava e o próprio egípcio ficasse comprometido e ferrado com seus próprios pais por conta disso. Por que andar com amigos idiotas e não ter metido a porrada na cara deles de cara ou ter enterrado na terra vivo de maneira heroica para si? Era uma boa pergunta, que adolescente matutava, com os olhos fixos no adulto e o maldito envelope inútil nas mãos.

    - Obrigado pelos seus serviços, senhor Hawk, não é? Posso ter seu contato da próxima vez? - Questionou o adulto com um sorriso, onde conseguia identificar um bigode mal feito e fora de moda. Mas com o mesmo ar prepotente e desinteressado de antes, Horus apenas acenou, dando as costas e saindo embora. Roubar a prova de que alguém fez uma merda gigantesca em troca de “O que era aquilo mesmo?”. Uma carteira e algumas seringas de droga que haviam sido apreendidas por um policial trouxa corrupto? Ah. Ele realmente estava no fundo do poço. Mas Oliver estava enterrado, amordaçado e esquartejado abaixo de si.

    Não. Ele não pretendia que tivesse uma próxima vez.

    -Conseguiu? – Atras do beco, o esperançoso moreno de cabelos encaracolados e pele ébano questionou, sendo quase atropelado pelo pacote, quando Horus praticamente o jogou na cara dele. - Da próxima vez, espere essas seringas perfuradas em sua cara quando devolver. Tenha certeza que farei parecer um acidente, Simsty. – Pronunciou o egípcio, sem mostrar qualquer traço de falsidade em sua ameaça. Por que claro, não era. Não seria a primeira vez ou a ultima que acabaria de maneira irreversível ou não com alguém, mesmo que esse alguém fosse seu melhor amigo pé no saco e inútil. Novos amigos se arrumam todos os dias.

    E... De certa forma, nem todos são imbecis viciados que não sabem cobrir a própria merda.

    Seria uma perda, é verdade, mas talvez uma perda também Win – Win e que causaria menos dor de cabeça. E, falando em dor de cabeça, por que não relaxar e beber um pouco? Podia não ter idade, mas sempre teve, digamos que, seus meios, de convencer uma garçonete ainda confusa sobre o porque sempre conseguia o que queria. E junto a esses os meios de conseguir o que queria, mesmo sem precisar de identidades falsas.

    Um uísque seria bom ou quem sabe uma dose de vodka? Poderia aquecer aquele inferno gelado onde estava aprisionado. Considerava o egípcio distraído o suficiente para não conseguir desviar de uma coisa pequena e definitivamente fora de si vindo em sua direção e lhe dando um encontrão.

    Um cordeirinho fora da manada e repleta da mais pura maldição do azar por encontra-lo (ou da sorte, já que tinha o encontrado), mais conhecida como uma desorientada garota bêbada. –Acho que seria melhor andar por onde anda para não ser surpreendida por um crocodilo do Nilo. Embora, por pouco eu tenha lhe resgatado, senhorita...? – Completou ele em ingles quase com uma expressão calma e prepotente no rosto, antes de dar uma piscadela, segurando seus ombros para que não caísse ou corresse o risco de vomitar em si por algum acaso.

    Era normal para si receber cantadas ou responde-las. Embora garotas bêbadas não fossem exatamente o tipo de vitima habitual a caírem em sua lábia. Ele preferia conquistas mais desafiadoras, não que fosse jogar algo assim fora. Principalmente quando via que ela provavelmente tinha os meios de lhe conseguir bebidas e uma noite melhor que seu dia sendo uma reencarnação bondosa do deus que lhe deu o nome.

    -Depende... Se o anjo esta tentando me matar, devo tomar mais cuidado com ele que com o demônio. Não que esse seja um problema. – Já tinham lhe chamado de reencarnação do demônio uma vez. Uma triste ex-namorada (ou ficante) se referira a ele assim que descobrira que ele realmente não tinha qualquer interesse em se responsabilizar por uma perda de virtude alheia. Talvez realmente o fosse. Mas quem ligava? Seu pai mesmo referia as mulheres como seres demasiadamente temperamentais. Veja sua irmã Sek por exemplo. Não duvidava que ela pudesse levar uma ameaça seria a acontecer, em um piscar de olhos, levada pela emoção. - A proposito, sou Horus, aquele que impede o mundo de ser comido por demônios.

    Embora talvez fosse mais divertido se juntar a eles. Mas ele não diria isso enquanto seus olhos claros fitavam a garota. Ela até era bonita, embora não a mais bonita que já vira, e parecia ter sua idade, embora pudesse apostar pelo estado que fosse um pouco mais velha. Não podia definir nacionalidade porque nunca fora bom nisso, mas com certeza não era russa por ter se dirigido a ele e inglês. O que poderia ser classificado como uma forasteira, ainda mais que ele.

    Uma forasteira necessitando da ajuda de uma não tão boa alma.

    Lucifer. Interessante. O anjo da luz dos cristões, ou o próprio demônio em pessoa. O álcool não o deixaria definir naquele momento. Não que ele ligasse. Gostava do jogo. Deveria se aproveitar dele. –Acho que estamos em terreno seguro nesse caso, embora nunca tenha lidado com anjos e demônios cristões. Mas quem sabe, talvez lhe surpreenda. – Notando que ela parecia mais em pé, ele soltou seu ombro, notando que não ia cair.

    -Esta de viagem no fim do mundo?

    With: Lucifer.
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Re: Artz der Auswahl

MensagemRussia [#210123] por Ryan Volkov » 05 Jan 2021, 11:12

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|| Happy birthday
Parte I ||


O que se dava de presente de aniversário para uma menina? E, pior ainda: para uma menina que teoricamente tinha tudo? Eu não tinha a menor ideia. Tipo... Não que não existissem coisas que eu pudesse dar, às vezes eu tinha pra mim que havia mais coisas para se dar para uma garota do que para um garoto. Porque, tipo, você pode comprar vários tipos de roupa diferente, acessórios pra cabelo, maquiagem, uma porrada mesmo de coisas... E pra menino? Quais eram as outras opções além de tênis, calça e camisa? A vida era injusta mesmo, mas eu não me importava muito com esse tipo de coisa.

Exceto quando precisava comprar um presente para alguma menina. Adele havia se tornado minha melhor amiga no último ano e eu simplesmente não podia ignorar o aniversário dela. Mas ela vinha de uma família rica e aparentemente não precisava de nada que meu dinheiro pudesse lhe comprar. Eu não poderia perguntar a ela do que ela precisava porque, além dela não precisar de nada, me diria a mais óbvia das sentenças: “sua amizade me é mais do que suficiente”, quando eu sabia perfeitamente bem que isso era conto da carochinha e ela com toda a certeza ficaria bem p*ta se eu aparecesse de mãos abanando.

Por que diabos as pessoas não podiam ser sinceras? Se tinha uma coisa que eu odiava era gente querendo pagar de humilde. Mano, eu sei que tu quer presente de natal, de aniversário e essas coisas... Pra que você vai mentir pra mim dizendo que não precisa, hum? É bem menos feio dizer de uma vez “olha, Ryan, eu preciso de tal coisa” que eu daria um jeito de te dar a tal coisa ou então diria de uma vez que trazer aquela lua que brilha lá no céu seria um treco meio impossível de se fazer.

Mas, enfim... Eu precisava comprar alguma coisa para Adele. Primeiro pensei em algum artigo de mágica, mas eu já havia liberado aquela loja, então seria mais proveitoso mirar outra. Foi então que me lembrei que havia uma loja de produtos de beleza bem na Rússia mesmo, se a menor necessidade de ser aparatado para o Beco Diagonal (eu ouvi um amém?) e então toda e qualquer coisa que me veio a cabeça não relacionada a produtos de beleza foi prontamente riscada de minha lista mental. Era para a loja de produtos de beleza que eu iria. Comprar produtos de beleza.

Se Adele iria entender aquilo como uma espécie de indireta para chamá-la de feia ou algo assim? Bom... Já não era problema meu. Eu era tipo o Shikamaru e gostava de apanhar de mulher bonita então... Melhor pra mim que ela pensasse que eu estava ofendendo ela. De toda a forma, não era a minha intenção mesmo. Minha consciência estava limpinha limpinha tipo bumbum de bebê. Mas de bebê com a fralda trocada e com hipoglos devidamente aplicado na pele. Não um bebê cagado e largado às moscas. Se fosse um bebê assim a anedota se perderia completamente e não teria motivos para usá-la. Enfim... Quando me vi frente ao letreiro da loja, coloquei o primeiro pé pra dentro. O direito. E fosse o que o Universo quisesse.


|| Interagindo: Ninguém ||
|| Citando Adeleine Wickham (Minha NPC) ||
|| Ouvindo: Nothing on you – Bruno Mars ||
|| Anotando: Só pra abrir a loja mesmo. ||
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Ryan Volkov
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Re: Artz der Auswahl

MensagemItalia [#213646] por Lúcifer Holtreman » 20 Abr 2021, 14:45

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Lúcifer nunca fora de sair conversando ou dando trela para garotos, independente da beleza desses, porém, considerando tudo o que havia passado nas últimas semanas e somado isso ao álcool ingerido, conversar com alguém não seria nada ruim. Claro que a italiana não tinha nenhuma habilidade para flertes e talvez a bebida anteriormente tomada pudesse ajudá-la naquele momento, mesmo que não tivesse nenhuma malícia, apenas elogiar o estranho de rosto bonito. Estava levemente cambaleante quando sentiu mãos firmes segurarem seus ombros e por um breve instante aquele calor lhe agradou, voltando então seus olhos na direção do rosto de Hórus. Será que aquele ‘encontro’ havia sido planejado por qualquer um dos deuses?

- Posso garantir que não tenho intenção de lhe causar mal, muito pelo contrário, sou uma boa alma. - Mesmo que naquele instante Holtreman tivesse a sensação de dois humanoides pequenininhos aos seus ouvidos, cada um indicando uma coisa. O do lado direito, dizia para ela se afastar, que não era o momento ou apessoa certa para se misturar, enquanto o do lado esquerdo incentivava a parte de Lúcifer que era adormecida, para que pudesse aproveitar cada momento sem arrependimentos. Ela sentia poder responder às criaturinhas pequenas, mas talvez fosse chamada de louca, então preferiu ignorar, focando completamente sua atenção no rapaz a sua frente e em sua forma de segurá-la. Não que Luci fosse cair ou vomitar, estava longe disso, sentia apenas uma leve tontura pela bebida ingerida, mas graças ao vento do lugar, gradualmente a sensação de desiquilíbrio passava.

Lúcifer olhou com atenção para o rapaz, que sem dúvidas era mais novo do que si, reparando em seus detalhes mais grossos assim como o formato dos olhos dele. A pele não era tão branca, então indicava que ele talvez fosse de algum lugar mais quente e a cor de seu cabelo não facilitava para que ela pudesse descobrir de onde ele vinha. Mas o que realmente chamou atenção da italiana fora o sotaque, mesmo que o inglês fosse perfeito, percebeu algumas notas de um sotaque carregado e aquilo encantou a menina. Sem dúvidas ele seria o tipo de garoto que faria Dana e Dasha ficarem malucas, isso sem contar o perfume. Bem único e, claro, de alguém que não era nenhum pouco santo. Isso fez com que um sorriso surgisse nos lábios dela, ficando um pouco mais ereta. Gradualmente a sensação de embriaguez passava e isso seria ótimo.

- Garanto que não há tanta diferença assim entre as religiões, afinal de contas, não passa de bem e mal. - Respondeu o rapaz, dando uma olhada em volta e erguendo a mão para tocar o próprio cabelo e brincar com uma pequena mecha. - Minhas colegas pensaram que seria bom sair dos terrenos franceses e conhecer novos lugares. - E quando começou a falar, apontou para o bar de onde havia saído, indicando que as meninas estavam ali. - De acordo com uma delas “preciso conhecer novos rapazes também” e, bom, talvez esteja certa. - E assim deu de ombros, indicando que não era uma garotinha desesperada, que provavelmente ele devia estar acostumado. - Além do mais, conheci não apenas um rapaz, mas alguém interessante com uma possível ligação religiosa. Tirei a sorte grande. - Disse com o tom mas manhoso que era uma tentativa de flerte.

- Se quiser, podemos entrar e beber alguma coisa. Adoraria conhecer mais sobre sua história e você! - E quando falou, acabou sendo mais ousada, levando a mão que segurava o cabelo até o peito de Hórus e se aproximando um pouco mais dele. - O que acha de me acompanhar nas próximas horas? Garanto que podemos descobrir se somos mais próximos dos demônios ou dos anjos. - E sem nem esperar uma resposta, Lúcifer seguiu para a direção do bar, apenas dando uma olhada sensual para trás.

With: Hórus
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Lúcifer Holtreman
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Re: Artz der Auswahl

MensagemEgito [#214029] por Her'ur Saset Fakhoury » 02 Mai 2021, 15:49

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Anjos, demonios ou deuses antigos. Figuras que os trouxas utilizavam para descrever o que temiam ou não conseguiam explicar, embora fosse muito mais facil dizer magia. Por conta disso, o garoto egipcio de quase dezessete anos considerasse um tanto quanto ironico o nome dos dois ou o fato da propria familia se identificar como Islamica, mas isso não vem ao caso. O encontro parecera um tanto quanto casual ou por acidente, ou deveria dizer, algo que fora planejado? Embora realmente, para alguém como Horus fosse facil saber que ela não era exatamente a parte demonio ali, que não pelo nome. Ou seria? De qualquer forma, aquele jogo de palavras parecia ser distrativo e interessante, muito mais do que as merdas de Oliver ou trabalho de quase baba anterior. -Tenho certeza que não, mas devemos concordar que se demonios não parecessem tão boas almas, falhariam em sua missão de corromper boas almas como as nossas. ´ Se a indireta fora para si ou para ela, não dava para saber. Não que importasse, era um jogo como sempre, um que se afastava das regras dos deuses e dos homens. Um que seguia as regras do proprio Horus e que ele sabia muito bem jogar, embora a ideia da garota bebada não lhe apetecesse tanto. Jogos não haviam graça se dois jogadores não tivessem no minimo em pé de igualdade, e não com uma garota prestes a cair ou vomitar e ele tendo de segura-la, ou quase. Apesar de seus pecados, o egipcio não perfasia esse tipo.

Por sorte, ela pareceu se recuperar, mechendo em sua mecha de cabelo. Então ele não estava errado em achar que ela também era forasteira pelo sotaque. Beauxbatons estava longe o suficiente da russia para demandar algumas horas de viagem por meios trouxas, e considerando que ela parecia ter sua idade ou ser pouco mais velha que si, era um encontro deveras muito incomum. Mas quisto, pensou observando as amigas da menina que se mantinham no bar animadas e a merce de ursos, ou lobos. - Espertas suas amigas, realmente é bom conhecer lugares novos, embora a bola de gelo onde estamos seja um lugar um tanto quanto calmo para se sair e aproveitar. Sugeriria Moscou ou Ibiza. Completou ele com calma, a analizando, um pouco satisfeito de talvez ter quase certeza por enquanto de não levar uma rajada de vomito ou ter que carregar alguem para amigas desesperadas e ter chance de se divertir um pouco -Embora... - Uma pausa se seguiu, enquanto o egipcio encarou a menina chamada Lucifer. - Esse lugar tenha rapazes que adorariam lhe acompanhar nas proximas horas.. - Completou, não recusando o convite e a seguindo para o bar. Embora não tivesse tomado iniciativa e ela tivesse um tanto quanto alterada, não era como se fosse recusar um pouco de diversão ou que ele não deixasse de olhar o seu belo corpo, enquanto ela caminhava a sua frente. Se iria acompanhar só a ela ou a suas amigas também, por ele tanto fazia.

With Lucifer, depois de um século.
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Her'ur Saset Fakhoury
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