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Liverpool - Winlet's Bookshop

Re: Liverpool - Winlet's Bookshop

MensagemInglaterra [#186301] por Catherine Winlet » 25 Ago 2018, 23:37

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All The Unluck To Me


Estar em casa depois de tudo o que aconteceu na escola era um alívio. Hogwarts para mim só significava, naquele momento, terror e insegurança. Se me perguntassem o que eu tinha como certeza nesse mundo, seria que voltar para lá estava fora de cogitação. Depois que fomos “resgatados” o senhor Statham foi até a escola para cuidar das coisas para meus pais. Eles não podiam ir me ver por serem trouxas então pediram ajuda aos pais de Michael. Os Statham haviam ficado bem próximos de nós devido à minha amizade com o Mike. Nós sempre mantínhamos contato e nossos pais também. A senhora Statham virou uma fã assídua das obras de mamãe e sempre conversava com ela. Por isso meus pais não pensaram duas vezes quando receberam as notícias e pediram ajuda a eles. Tudo que eles queriam era que eu fosse para casa. O senhor Statham não descansou enquanto não conseguiu isso. A diretoria da escola foi bem prestativa nesse ponto e deu todo o suporte que precisávamos. Claro que era muito mais fácil simplesmente remediar o que já tinha acontecido. Alguns meses depois eu falaria sobre o ocorrido com menos amargura na voz, mas naquele momento eu só conseguia culpar a escola, os centauros e o maldito Fauno.

Meu humor não estava bom, eu estava fragilizada, tendo pesadelos todas as noites, meu apetite tinha se reduzido a quase zero e logo eu peguei uma gripe. Era o mais previsível possível. Meu corpo estava completamente vulnerável e frágil, nada mais natural que eu ficar doente. Meus pais me deram os remédios normais que eu tanto odiava o gosto mas que tomava por saber que funcionavam. A questão era que depois que aprendi mais sobre poções, não tinha porque não adquirir uma ao invés de um remédio de laboratórios não bruxo. A eficiência era infinitamente mais garantida com uma poção, mas meus pais insistiam em me dar os remédios com vergonha de pedir aos Statham que comprassem no Beco Diagonal para mim.

Como eu estava realmente muito ruim e sem paciência, peguei o celular e liguei para a casa do Michael.

-Olá senhora Statham, é a Catherine, como vai?- falei assim que ela atendeu. Uma tosse veio logo em seguida. -Na verdade, não, e foi por isso que eu liguei. Meus pais estão me dando remédios trouxas, mas não estou melhorando. Eu não tenho mais nenhuma opção aqui em casa e eles se recusam a pedir para vocês trazerem um pra mim. Eu queria saber se a senhora poderia me ajudar com isso. Tenho certeza que uma poção será muito mais eficaz.- terminei de falar e tive uma crise de tosse, mas consegui ouvir a mãe do Mike me garantindo que levaria o remédio hoje ainda e reclamando do absurdo que era minha mãe não ter pedido para ela antes. -Agradeço imensamente e prometo recompensar depois.- respondi.

-Meu anjo, não precisa. Basta continuar se recuperando que já é compensação suficiente para nós. Fique bem. Chego aí depois do almoço com sua poção.- ela me respondeu e desligou.

Eu tinha feito a coisa certa, pois foi só tomar a poção e eu já comecei a sentir as melhoras. Minha mãe ficou surpresa ao ver a mãe do Michael aparecer em nossa casa, mas logo foi tranquilidade pela mesma e meia hora depois as duas já tinham encarado em uma conversa bastante animada sobre uma série nova de livros. Eu fiquei no meu quarto, ainda com dor de cabeça demais para ler e logo adormeci.
Off: Esclarecendo algumas coisas. Todos os citados são meus npcs.

Itens Utilizados:

  • Essência de Ditamno

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Re: Liverpool - Winlet's Bookshop

MensagemInglaterra [#198141] por Catherine Winlet » 24 Mar 2020, 20:22

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FÉRIAS

Meus pais estavam arrumando as malas do Christopher que estavam na sala e me dando os últimos "sermões" antes de partirem na viagem em busca do novo catálogo de livros raros.

-Outra coisa Catherine: nós gostamos muito do Matteo e dos meninos da banda, porém não queremos ver você envolvida com eles de maneira alguma. Sei que você está na flor da idade e que uma situação dessas sem os pais em casa é propícia para … ahn… certas atividades adolescentes, mas nós não queremos isso para você agora. Tem certos cuidados os quais eu como sua mãe devo te ensinar antes de ...- minha mãe falava enquanto meu pai fechava a bolsa de ombro que levaria com tal atenção que somente deixava mais nítido seu embaraço diante da conversa que se desenrolava.

-Mãe, por Merlin! Eu não vou fazer nada. Você sabe que eles são como irmãos pra mim! Eew! Além do mais, eu tenho mais o que fazer. Tenho uma lista de coisas pra preparar pro ano letivo que vem e tenho que estudar pro vestibular não-mágico e ainda pro teste pro jornal!- interrompi-a antes que ela iniciasse uma conversa sobre sexo bem ali na sala na frente do papai e do Chris. Não tem nem porquê ela me ensinar essas coisas sendo que eu já sei! Tudo bem que em Hogwarts nós não temos educação sexual como nas escolas trouxas, mas eu tenho a Princesinha e amigas que sempre me ajudam quando preciso conversar sobre essas coisas. A própria Sarah já havia tirado algumas dúvidas minhas por cartas, já que eu havia ficado com vergonha demais de conversar com mamãe ou com a Anne. -Vocês não precisam se preocupar com isso. A senhora Whickam vai vir aqui quase todo dia mesmo.- falei com uma cara meio carrancuda.

Não gostei nenhum pouco de meus pais terem pedido para ela ficar de olho em nós. Não é como se fôssemos dar uma big festa aqui em casa ou como se eu fosse abrir o lugar para uma orgia. É como se eles não confiassem em mim. Eu vou fazer 18 anos, já tenho responsabilidade o suficiente pra tomar conta da casa. Sempre tive mais juízo que os de minha idade, não era agora que isso ia mudar. Bem, não completamente.

-Tudo bem querida. Apenas tome cuidado. A casa fica sob sua responsabilidade. E lembre-se: nós te amamos e vamos trazer os livros que pediu, está bem?- papai disse enquanto se aproxima e deixava um beijo em minha testa. Ele sempre sabia a hora de interromper a mamãe e impedir o fluxo de palavras ininterruptas que a gente sabia que ela iria soltar, como agora, quando ela abriu a boca pouco antes de papai a interromper.

-Pode deixar. Eu vou ligar pra vocês sempre. Tchau coisinha linda do meu coração!- peguei Chris, que voltava da cozinha com uma bolsinha com lanches, no colo e enchi ele de beijos, fazendo com que ele desse aquelas risadinhas gostosas que me derretiam.

-Tchau Cathy~ O Faty Louie não vai com a gente, pra ele te proteger, ta bom?- ele disse enquanto segurava meu rosto com suas mãozinhas, a bolsa pendurada nos ombros.
-Tá bom. Boa viagem. Avisem quando chegarem no hotel.- o coloquei no chão e fui despedir-me dos meus pais. Mamãe me deu um abraço longo e eu tive que protestar pra ela me soltar "mamãaaae". Poxa, esse grude não era pra ter acabado quando o Chris nasceu? Agora até ele era um grude comigo.

Matteo ia chegar com sua madrinha a em pouco tenpo e eu precisava ver se as coisas estavam arrumadas em casa e ainda descer na livraria para ver se a Verity precisava de ajuda. Verity é a gerente da loja, contratada pelos meus pais desde a época em que o Chris ficou doente e mamãe teve que parar de trabalhar tanto quanto antes. Guardei as louças que faltavam, dei uma última olhada para ver se a casa estava apresentável e desci pra livraria.
Com: Tomas e Mary Winler. Citando Matteo Romazini, Anne Marie Schlewig (?) e Sarah Scarlet Maison.
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Re: Liverpool - Winlet's Bookshop

MensagemItalia [#198164] por Matteo Romazzini » 25 Mar 2020, 15:25

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      Invasão de férias, ano 3.
      01



      Na primeira vez que um ano letivo em Hogwarts encerrou eu fiquei bastante chateado por ter que pedir ajuda para ficar em algum lugar. Elaine trabalha demais para conseguir dar conta de todas as despesas dela e também as minhas agora que me “perfilhou”. Agora, eu via isso como excelente oportunidade de me aproximar mais dos meus colegas sem todo o estresse das aulas. Catherine e sua família sempre se colocavam à disposição para me receber da melhor forma possível, aliás, não só a mim, como o meu cachorro também. Neste ano, a diferença é que os pais dela não ficariam em casa e pelo que entendi, para Elaine, eu não sei me virar sozinho, logo, era melhor que Cath estivesse por perto. Quantas vezes revirei os olhos com isso? Várias.

      Durante todo-o-percurso-e-nos-dois-dias-anteriores a minha madrinha insistiu em fazer todas as recomendações possíveis como se eu fosse um babaca maníaco que não sabia ficar perto de mulher. Respondi dois mil oitocentas e noventa e três vezes que não ia ficar sem roupa na casa de Cath, exceto para tomar banho (e com a porta trancada), que não dormiria na mesma cama que ela, que não encostaria nela (exceto em casos de emergência médica), entre outras coisas. Não importava quantas vezes eu dissesse que Cath era apenas minha amiga, que eu jamais faria mal a ela e que eu agora tinha um lance com Anne e que não tinha interesse amoroso em mais ninguém... Elaine simplesmente me ignorava e continuava a melhorar com aqueles olhos de bola da cor castanho-julgadores.

      A viagem, embora curta, foi um pouco chata, pois o Dinozzo já não aguenta mais ficar se movimentando para lá e para cá. Ele às vezes para no meio do caminho e fica nos encarando como se tudo bem pra ele se o abandonássemos ali, contanto que a gente parasse de fazê-lo andar. Eu tinha que aceitar que meu cachorro estava ficando velho e que não havia muito o que fazer. Isso me fazia repensar sobre a proposta de leva-lo para Hogwarts para ficar sob os cuidados da Srta. Scarlett como a Yuri tinha sugerido há um tempo. É muito injusto fazê-lo ficar longe de mim e sozinho por tantas horas enquanto a dinda trabalhava.

      Já estávamos na frente da livraria Winlet’s e eu pude ver Cath conversando com alguém. Formei um sorriso ao me aproximar da janela e bati com as costas das mãos três vezes para chamar sua atenção. Era engraçado como a gente se dava bem. Não tenho irmãos, não posso dizer como é isso, mas a sensação que eu tenho é que seria exatamente como a garota é para mim. – Heeeey, Cath! – Falei ao vê-la me cumprimentar e a abracei, rodando-a um pouco no alto. – A mala chegou! – Abri os braços indicando que a mala era eu. – E o malinha júnior também – apontei para o cachorro que já havia se acomodado para hibernar na calçada. – Ande, moleque. Fale com a Cath! Você lembra dela, não? – Dinozzo abriu os olhos e a olhou. Sua animação foi tanta que ele balançou o rabinho, como se dissesse “Heey, Cath! Que bom te ver!”, resumindo a lhe dar uma lambida na mão e voltar a dormir. – Ele está já pedindo a aposentadoria... – Comentei.

      - Catherine, que bom vê-la novamente! Como está crescida! Vocês esticam rápido demais – Elaine comentou como uma tia velha. – Com garotos normais eu diria que ele deveria cuidar de você, mas como estamos falando do Matteo, eu te peço um pouquinho de atenção, já abusando. – Ela comentou e eu revirei os olhos de novo. O que me fez pensar que meus olhos deveriam já ficar ao contrário quando eu ficasse ao lado dela para poupar tempo de ter que ficar fazendo isso. – Agradeça aos seus pais por mim, de novo, e qualquer coisa, qualquer coisa MESMO, podem me avisar. – Ela então entregou um cartão com todos os contatos dela. Pasmem: TODOS. – E você pode bater nele se for preciso. Ele sente bastante dor na orelha esquerda se você apertá-la.

      - Tá, tá, tá. Você já pode ir embora. Ainda bem que Catherine já me conhece e sabe que eu não sou um monstro que vai ficar embaixo da cama dela durante as férias...

      - E nem em parte nenhuma da cama dela. Proibido, esqueceu? – E lá vem de novo com isso.

      - Ah, Cale a boca, Elaine! Você não tem que ir trabalhar? Beijo, amo você, tchau, arriverdeci. – E então ela riu, se despedindo mais uma vez da minha amiga e aparatou sabe-se lá para onde.

      - Me desculpa por isso. Você já sabe que ela é doidinha... Só não posso dizer que é de família porque não temos o mesmo sangue. E então, pronta para a diversão? Cadê o pessoal? Quais são os planos? Precisa de ajuda em algo? É só falar!




      :: Ano 3 :: Trama Particular ::
      Notas: E vamos para mais um evento de férias!
      Interação: Cath
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Re: Liverpool - Winlet's Bookshop

MensagemInglaterra [#198222] por Catherine Winlet » 26 Mar 2020, 18:45

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Férias
Cookies and Tea

Ao descer as escadas, quase caí ao tropeçar no Fat Louie que estava estirado no degrau da escada que ligava a livraria ao andar de cima, onde ficava nossa casa.

-Fat Louie sai daí! Nem adianta correr pra Verity, vou brigar com você do mesmo jeito.- falei pro gato que miou bravo comigo e correu pro colo da Verity, que logo pegou ele. -Ele gosta de você mais do que de mim.- falei rindo mas com um fundo de verdade. Meu gato passava mais tempo na livraria com ela do que comigo. O tempo que ele estava em Hogwarts, ele sumia e eu não fazia ideia de onde ele estava. Só raramente o encontrava na comunal, na maioria das vezes quando a Queen, a gata do Mike, estava por lá.

-Que nada. Ele só tem gênio peculiar, não é Fat Louie?- ela falou enquanto acariciava o gato e ele ronronava. Balancei a cabeça pra cena. Aquele vendido. Bastava um carinho no cangote pra ele se derreter.

-Aproveitando o momento, como estão as coisas aqui?- perguntei enquanto olhava o ambiente da loja. Agora que meus pais tinham saído, eu iria ajudar a tomar conta do local. Isso na verdade era uma tentativa dos Winlets pais de me deixar mais a par dos assuntos da loja. Eles estavam cada vez mais fazendo pequenas coisas como essa de modo a me persuadir a ficar na loja no futuro. Não importa quantas vezes eu dissesse a eles que queria estudar jornalismo, pesquisar coisas do mundo bruxo e escrever, eles ainda não conseguiram visualizar esse futuro comigo longe dali. Eles não se opõem às decisões que eu tomei, mas também não desistem de me influenciar a continuar vivendo em Liverpool.

Verity logo entendeu o que eu queria dizer, afinal tínhamos uma boa ligação e um bom convívio. -Não se preocupe, tudo está perfeito. A Sra. Winlet deixou um planejamento muito detalhado do que deve ser feito de modo que você terá tempo suficiente para se dedicar a não precisar me ajudar.- ela piscou pra mim. Ela sabia dos meus planos pras férias e da vinda do Matteo.

-Obrigada Ve! Você é incrível!- disse com um sorriso no rosto. Antes que a conversa pudesse seguir, ouvi uma batidinha no vidro da janela. Matteo, a madrinha e o cachorro dele estavam ali.

Saí da loja e fui recepcioná-los. Matteo foi logo me abraçando daquele jeito animado dele e me levantando. Levei um leve susto com isso. Eu nunca estava pronta pro ânimo dos lufanos, principalmente dele e da Ohana.

-Oi Matt. Animado como sempre.- ouvi ele se autodenominar como mala e ri. -E com senso de humor. Hey garotão. Realmente, ele parece precisar de um descanso- abaixei pra fazer um carinho no cachorro deitado na calçada enquanto respondia Matteo e ganhei uma lambida carinhosa na mão. Ao me levantar, fui cumprimentar a madrinha do Matt.

-Olá senhorita Wood. Fico feliz em vê-la também.- respondi com um sorriso no rosto. -Ah e pode ter certeza que vou cuidar dele sim. Assim como cuido em Hogwarts.- assegurei para ela. Eu já conhecia bem como era o rapazinho ali e, bom, ele sempre era plausível quando estava lá em casa ou quando eu conversava com ele em Hogwarts, creio que problemas eu não teria.

Fiquei meio sem jeito quando ela me entregou o cartão com os contatos, mas ri alto com o que ela disse a seguir. -Pode ficar tranquila senhorita Wood, ele está em boas mãos e eu entro em contato sim.- falei para ela. Sua frase seguinte me fez perceber que meus pais não eram os únicos preocupados com os hormônios adolescentes e que estavam ignorando completamente o fato de o Matt ter namorada. Ainda bem que ela não falou mais nada constrangedor e foi logo embora. Me despedi dela e passei o braço pelo ombro do garoto assim como via Michael fazer diversas vezes e fui caminhando com ele para dentro da loja o ajudando com as malas e dando espaço para Dinozzo subir também.

-Calminha senhor animadinho. Vamos primeiro te acomodar, guardar suas coisas, tomar um chá. Você tá com fome? Fiz cookies.- falei enquanto subíamos as escadas e eu indicava o quarto que ele ficaria. -O pessoal da banda vai buscar o Mike e vem pra cá daqui a pouco. Eles vão tocar lá embaixo hoje.- disse a última frase mais alta pois estava indo pra cozinha pra fazer um chá enquanto colocava os cookies na mesa. Eram a receita que a Tigerlily tinha me ensinado e que eu fazia sempre que estava em casa.



Verity: https://pin.it/68csnq8
Com: Matteo Romazini, Verity (npc), Fat Louie (gato gordo da Cath), Elaine Wood (npc).

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Re: Liverpool - Winlet's Bookshop

MensagemItalia [#198276] por Matteo Romazzini » 27 Mar 2020, 22:46

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      Invasão de férias, ano 3.
      02



      É verdade. Eu estava ansioso. Era sempre muito legal encontrar com Cath e os amigos dela, embora a gente não tivesse taaaaanto contato assim. Além do mais, eles eram trouxas, então eu conseguia me sentir muito em casa. Era como estar de volta aos bons anos de escola quando as pessoas gostavam de mim quando eu fazia boas jogadas no basquete em vez de zombarem por eu não ser bom em magia. Sem muito mais enrolações, deixamos o meu velho subir no tempo dele e seguimos para o lugar que eu ia ficar. – Opa! Isso é muito bom. Vamos curtir um som... – Comentei ainda mais animado. – É bem legal essa parada dos seus pais confiarem em você. Tentei convencer minha madrinha de que era boa ideia, mas você ouviu bem a opinião dela.– Revirei os olhos ao lembrar que eu parecia um bebê perto de Elaine.

      - Cookies? É claro que eu quero! Gostas de chocolate ou de limão? – Falei mais alto enquanto terminava de colocar as coisas no canto do quarto para não fazer a bagunça que eu era mestre. – Me dá cinco minutos e eu já desço! – Exclamei e fechei a porta, seguindo a cartilha do bom visitante. Abri a mala, peguei uma muda de roupa melhor (lê-se bermuda e camiseta) que jeans e camisa polo que a tia fez questão que eu usasse para não parecer um “moleque largado”. Como se eu fosse algo diferente disso. Também deixei meus tênis no canto antes de descer e peguei os potes do Dinozzo. – Hey, amigão. Já sabe que estamos na casa da nossa amiga e você precisa colaborar, né? Vou sair contigo de novo mais tarde, então não faça sujeita. Sua água e sua comida estão aqui no canto – abaixei para lhe fazer um carinho na cabeça. –Eu vou estar lá embaixo com a Cath. Fica à vontade para descer quando estiver descansado. – E aí segui para a cozinha.

      Hummm... O cheiro está realmente bom. Posso pegar já ou tem algum ritual inglês que eu não conheço na hora do chá? – Eu já estava com o braço esticado e a mão quase em cima do biscoito, mas aguardei sua resposta. Assim que positivo, peguei o cookie e tomei assento em uma cadeira. – Ah, você ficou sabendo do evento das férias? Layla vai ser tutora da galera... Você podia ver com seus pais se pode ir conosco. Eu fico de olho em você – dei uma risada após tentar fazer uma voz mais séria e parecer responsável. – Pelo que entendi, vamos ficar em várias casas pelo airbn, uma espécie de aplicativo trouxa para aluguéis de temporada, e vai ser tudo modificado magicamente, então acho que vai ter lugar pra todo mundo. Você conhece quantos lugares? Imagina que irado ir pro Japão? Ou pro Brasil? Nossa eu tô muito afim de ir ao Brasil! Eu tenho certeza que dá para fazer várias paradas iradas por lá. – Modo Matteo tagarela ativado. Eu estava muito animado com tudo aquilo. – Dizem que eles fazem festas muito boas.

      - Falando nisso, você tem papel e caneta? Eu preciso escrever uma carta pra Anne pra falar sobre isso. Prometi que não ia sumir nas férias e se ela viajar comigo, não vou ficar sumido – fiz um gesto mexendo o indicador e o polegar indicando o trocadilho.




      :: Ano 3 :: Trama Particular ::
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