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Testando

Re: Testando

MensagemSuica [#218723] por London Grammar » 16 Nov 2021, 14:31

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      Eu estava deitado no gramado quando me dei conta que ainda faltava algumas tarefas da aposta que fiz com meu irmão. Com a mão levantada pro céu, tapando os raios de sol que insistiam em atingir o meu rosto, me deparei com o anel que Noah havia me dado – o presente mais especial que alguém já me deu em toda minha jovem vida de dezessete anos. Se dependesse de mim, aquele anel nunca sairia do meu dedo.

      Acontece que eu não era tão bom em presentar pessoas como meu namorado era. Ou mesmo minha mãe, que sempre sabia o que estávamos precisando. Vincent também não sabia, mas ao menos ele se esforçava e acabava tirando boas risadas com seus presentes nada convencionais. Eu, por outro lado, não tinha tato algum para aquele tipo de coisa. As vezes pensava que todas as minhas qualidades inexistentes foram direcionadas para a música. Eu sabia tocar piano e só. E eu não podia dar uma música para todo mundo, como fiz com Noah.

      Me levantei e voltei para o Chatêau, andando pelos corredores enquanto pensava. Voltei para a Brigit e pedi que a deusa me inspirasse de alguma forma, mas nada parecia funcionar. Até pensei em pedir conselhos, mas tiraria toda a originalidade da tarefa. Eu precisava fazer aquilo totalmente sozinho para me provar para um garoto de treze anos. Só de pensar aquele absurdo consegui revirar meus olhos umas cem vezes. Mas eu já tinha entrado naquele jogo e não poderia mais sair.

      Para quem se deixava inspirar, a Beauxbatons até que era um lugar bastante inspirador. O que, infelizmente, não era o meu caso no dia. Não sabia ao certo o motivo de ter escolhido justo aquele dia para concluir mais uma tarefa da lista do meu irmão. Talvez fosse a pressão das provas finais e dos meus últimos momentos na escola. Estava sendo mais fácil do que imaginei, para falar a verdade. Talvez eu nunca tenha me permitido aproveitar a escola da maneira correta, mas agora era tarde demais para chorar.

      Porém, enquanto passava em frente ao Salão das Luzes, me lembrei de fato bem importante. Eu era um bruxo e estava numa escola de magia. Nada melhor do que presentear alguém com magia. Agora sabendo o que eu precisava fazer, desatei a correr pelos corredores até a biblioteca, onde eu faria uma rápida pesquisa para saber exatamente o que fazer. Não que eu não tivesse segurança nas minhas habilidades mágicas, mas não custava nada prevenir qualquer erro.

      Depois de uma rápida pesquisa, voltei para a Brigit e me dirigi até o jardim interno da mansão. Depois de sete anos vivendo naquele lugar, eu já sabia exatamente todos os tipos de plantas e flores que existiam naquela parte da escola. E algumas eram bastante especiais, pois foram consagradas e infundidas com o poder da deusa. Uma em particular sempre me chamou a atenção. Era uma rosa com pétalas dobradas e com a coloração exatamente igual ao dos uniformes brigitianos. Fiz uma rápida prece para a deusa e pedi permissão para retirar uma única pétala da flor. Ela saiu com facilidade, então tomei todo o cuidado possível para não amassar.

      Fui até o dormitório e remexi entre as minhas coisas, procurando algo que eu pudesse transfigurar. Encontrei o que precisava e fiz um rápido feitiço de mudança de matéria e criei um pequeno vaso de cristal. Enchi com apenas alguns centímetros de água e descansei a pétala sobre a superfície. Realizei o encantamento que vi no livro e parti para a sala da diretora. O resto só aconteceria quando o presente já estivesse na posse de Noëlla.

      Agora com menos pressa, caminhei até a sala da diretora, carregando o vaso com todo o cuidado possível. Torci para não encontrar com Vicent pelo caminho, senão ele iria querer saber o que era aquilo que eu estava carregando e provavelmente daria um jeito de derrubar tudo enquanto andava com os seus patins. Já estava quase do gabinete quando me perguntei se aquilo não era brega demais. A mulher já devia ter visto todo tipo de magia, não era algo feito por um setimanista que a faria de surpreender.

      Mas deixei aquele pensamento de lado e pati na porta, recebendo a autorização para entrar alguns segundos depois. Agora que eu estava naquele recinto, todo o meu rosto se avermelhou em vergonha. Eu parecia um idiota entrando lentamente no cômodo e tentando não derrubar o objeto em minha mão.


      — Bon après-midi, Mademoiselle Lothringen. Desculpa incomodar, eu só vim trazer isso aqui. — Coloquei o presente sobre a mesa da mulher e me afastei alguns passos. — Talvez sequer se lembre de mim, mas estou no meu último ano na Beauxbatons. E, como forma de agradecer por todos esses anos na escola, resolvi fazer um presente. — Não sei até que ponto eu estava sendo convincente, então decidi completar. — Juro que não é nenhuma pegadinha. — A risada que saiu da minha garganta logo em seguida me deixou completamente envergonhado.

      Entretanto, enquanto eu falava, a magia colocada no presente se fez valer. O que antes era uma pétala, afundou e se transformou num pequeno peixe rosado, que nadava e deixava para trás o som de notas de piano bem baixinhas, quase inaudíveis. Sorri feito bobo, sabendo que o feitiço havia dado certo.


      — Se me der licença, preciso estudar para as provas finais. — E novamente aquela risada nervosa saiu da minha garganta. Sem esperar que a mulher falasse muita coisa, deixei a sua sala para trás. O presente havia sido entregue e agora ele podia fazer o que quisesse com ele.
Editado pela última vez por London Grammar em 17 Nov 2021, 14:50, em um total de 1 vez.
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Re: Testando

MensagemEstados Unidos [#218759] por Dexter Morgan » 17 Nov 2021, 08:34

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Teste basiquinho aqui
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Dexter Morgan
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Re: Testando

MensagemAlemanha [#218765] por Nessie Osamu » 17 Nov 2021, 13:09

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What do you really mean, dear rabbit?
let's have a race together
To the bottom of the hill there?
Which one of us will get there first?
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Nessie Osamu
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Re: Testando

MensagemJapao [#218832] por Takeru Arisu » 18 Nov 2021, 14:56

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        Cinco patinhos foram passear, além das montanhas para brincar. A mamãe chamou quá quá quá quá. Mas só quatro patinhos voltaram de lá. Quatro patinhos foram passear, além das montanhas para brincar. A mamãe chamou quá quá quá quá. Mas só três patinhos voltaram de lá. Três patinhos foram passear, além das montanhas para brincar. A mamãe chamou quá quá quá quá. Mas só dois patinhos voltaram de lá. Dois patinhos foram passear, além das montanhas para brincar, a mamãe chamou quá quá quá quá. Mas só um patinho voltou de lá. Um patinho foi passear, além das montanhas para brincar. A mamãe chamou quá quá quá. Mas nenhum patinho voltou de lá.

        — Mas c*ralho, essa mamãe patinho também é burra pra uma p*rra né?! As desgraça dos patinhos sumindo, e ela ainda continua deixando os outros irem lá além da p*rra das montanhas pra brincar e sumir também! Assim não tem como te defender mamãe patinho.

        — Isso é verdade, mas a culpa não é só da mamãe patinho. Os próprios outros patinhos são burros que só uma p*rra também, se eles próprios continuam querendo ir brincar além das montanhas onde os irmãos sumiram :v.
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Re: Testando

MensagemSuecia [#218879] por Einar Njal Hermod » 19 Nov 2021, 16:51

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The king and his men
Stole the queen from her bed
And bound her in her bones.
The seas be ours
And by the powers
Where we will, we'll roam
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Re: Testando

MensagemJapao [#218894] por Yamato Kurosaki » 20 Nov 2021, 10:07

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teste teste teste teste teste
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Yamato Kurosaki
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O que que eu tô fazendo aqui?
 
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Re: Testando

MensagemIrlanda [#218896] por Amelie Yrna Hesselgren » 20 Nov 2021, 16:21

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so look me in the eyes, tell me what you see
PERFECT PARADISE, TEARIN' AT THE SEAMS


Àquela altura, Stepan deveria saber que Alice não era mais a baixinha que conheceu tantos anos antes da maneira mais aleatória possível em Durmstrang. Na verdade ele estava ciente disso, só tentava convencer-se do contrário pelo bem da própria sanidade - dela, e de órgãos que não teriam menção válida num espaço de escrita público demais para esses pensamentos. Queria rir de si e ao mesmo tempo dar um tapa na própria cabeça por ter sido tão tolo. Era um idiota quando se tratava dela, o que não podia ser visto como nenhuma novidade. Esperava até que fosse gargalhar mais ainda quando a vencesse naquela pequena disputa - era óbvio, afinal, com a altura que tinha sobre a rurikovich -, mas a fisgada no coração o impediu. Deu dois passos desajeitados para frente, por causa do nervosismo, as mãos já correndo para ajudá-la. “Tá tudo bem? Perae, respira.” Pediu (de um jeito burro, que ele não parou para pensar sobre porque seria de total babaquice se ela sofresse mais que um engasgo), tentando tirar um pouco da água. “Пиздец¹, devia ter controlado a maldita forç- aí sim!” Pegou-se rindo, o peito mais leve… a ameaça entrou por um ouvido e saiu pelo outro, mais do que feliz que ela estava bem.

Não duvidava em nada que ambos fossem duas pessoas dramáticas e apaixonadas - no sentido de colocarem tanta paixão quanto possível no que faziam e falavam, porque o outro significado levaria-o a ficar vermelho igual um pé de tomate -, o que só aumentava a diversão em momentos como aquele. Podia rir de si e ao mesmo tempo desfazer-se em preocupação por causa de Alice. Não tinha problemas com isso. Não conseguia nem imaginar um mundo em que ela não estivesse lá, e por si só isso já era assustador - mas como a perspectiva de não tê-la por perto o assustava ainda mais, ignorava esse pensamento e continuava com seu jeito - bobo - natural.

“Ah, é? E quais seriam esses métodos-” pausou, as orbes escuras destacando-se à medida que notava aquelas mudanças “ó, divina senhorita dona de todos os lagos?” Foi preciso uma porção de autocontrole para registrar o resto das palavras, que trouxeram um sorriso ao canto dos lábios. Era um tanto irônico que ela dissesse aquilo quando já o atazanava, dia e noite; coisa que ele não se importava muito, e se importaria menos ainda se - quando - as coisas mudassem para melhor. “Você não tem ideia…” Suspirou, o que foi um baita erro. Pior do que isso foi ter-se deixado perder o foco. Desde quando os olhos dela tinham ficado tão… tão…. grandes? Ah, não! Era a distância. “Lice, é melhor-” notou a voz rouca, nenhuma surpresa quando só conseguia pensar em coisas como deixá-la ainda mais vermelha e acabar com aquela maldita distância. Queria dizer para ela que era melhor se afastar porque mais um pouco e perderia o controle, não que-

P*ta que pariu, que que ela tava fazendo?

“Saco! Achei que….” Pausou, meio confuso ainda, meio preocupado em se livrar de toda a água que entrou por partes não muito legais. Não dava para ficar irritado, nem assim; na verdade por si só ela ter feito aquilo já era divertido, e o jeito como o olhava, como se fosse vitoriosa e tivesse feito a melhor coisa do mundo, bom… como poderia discordar? “Tá certo. Mais um pouco e já vamos coroá-la vencedora.” Sorriu, os ombros balançando um pouco por acompanhá-la na risada, mais controlado. Seu giro não foi tão bem acompanhado, meio perdido em pensamentos naquele instante. Sua fala logo o fez recuperar atenção, o sorriso que veio aos lábios tão largo e genuíno… de certo que ela perceberia, quando virou-se, já pronto para pegá-la num abraço porque nada mais justo, certo?

“Também sentiria sua falta, baixinha. Não sei se surgir como fantasma seria suficiente pra mim.” Bastava agachar-se um pouco e envolver os braços ao redor da cintura dela para conseguir o que queria. Baixou um pouco mais, trazendo-a para cima. Esperava que o calor do próprio corpo, em parte, diminuísse o frio. “Eu saberia exatamente como te assustar, e talvez colocasse uma daquelas músicas estranhas para tocar no meio da noite… tem nem perto da graça que é te assustar de dia, ouuuu” é óbvio que sua próxima ação foi fazer cócegas. Muitas cócegas. Do tipo que seria difícil para ela escapar porque facilmente a segurava com um dos braços, o outro ocupado demais. “Me parece que acabei de ganhar… quer que eu pare?” Arqueou uma das sobrancelhas, divertindo-se, parecendo quase sério. “Acho que mereço alguma coisa em troca. O que acha?” Mal pausava para deixá-la falar, os olhos atentos para cada mudança ruim demais. “É, acho que sim. Ideias?”
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Re: Testando

MensagemFinlandia [#218897] por Liesel Alexis Hesselgren » 20 Nov 2021, 16:31

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there's something about the sunshine, baby
I'M SEEING YOU IN A WHOLE NEW LIGHT


                Podia não ser a coisa mais inteligente, nem mais sensata, mas Alexis sempre prezou por contato físico. Sabia que, em algum canto escondido de sua mente, do tipo bem discreto que ela mal podia acessar -a não ser em momentos de extrema vulnerabilidade -, isso se traduzia como um trauma por não ter uma mãe por perto, nem mesmo um pai ‘de verdade’. Seus irmãos eram maravilhosos, mas não podiam substituir as pessoas que a trouxeram ao mundo, fosse quem fosse, e seu subconsciente sabia bem disso. Cresceu disposta ao contato físico, reduzindo as barreiras contra o afeto, tão bem vistas por nortenhos e nobres. Para ambos, carinho era algo a ser trocado na intimidade, ou no caso do palácio, nos espaços em que ninguém de fora estaria, de preferência com algum cuidado. E mesmo assim Alexis desvirtuava-se daquela forma de pensar, procurando por abraços, beijos no rosto, afago… mesmo em horas inoportunas. Era sim uma princesa quase perfeita, mas havia desrespeitado a regra da distância por diversas vezes; por sorte isso não trouxe uma má reputação.

                Mesmo por isso não teve o menor problema em puxar Nina para um abraço assim que a viu, e ainda que parte daquele mistério - as perguntas sobre como ela estaria depois de tantos anos, o que mudou no sentido físico, como também no que dizia respeito às características discretas da personalidade, que não podiam ser mostradas por cartas - ainda a deixasse num suspense, não quis esperar para mostrar o quanto estava feliz em poder visitá-la. Não sabia quando teria a chance de ir aos Estados Unidos novamente, muito menos se a amiga seria capaz de visitá-la na Europa, portanto era bom que aproveitasse aqueles dias! Na verdade, planejava dizer exatamente isso em voz alta. “Isso é bom, certo?” Brincou, assim que se separaram e Nina mencionou não esperá-la naquele horário. Era verdade, mas desde quando Alexis se segurava? “Tudo aconteceu para que eu chegasse mais cedo, não vi motivo para me demorar. Queria muito vê-la…” O sorriso delineado nos lábios era muito sincero, assim como o calor nas bochechas.

                Com os anos, Alexis deixou de ser uma menina que escondia seus sentimentos para mostrar-se aberta. Preferia ser honesta. Isso não se aplicava a eventos e momentos em que precisava deixar sua verdadeira personalidade de lado para agir como a princesa da Finlândia, todavia amava seu povo, por isso não via problemas em abrir aquela exceção. No privado, contudo, naquelas horas em que não haviam câmeras, holofotes e jornalistas prontos para apontarem todos os seus erros, assim como a avó, tudo que mais queria era mostrar seu ‘eu’ verdadeiro. E Nina… era fácil fazer isso com alguém que a conhecia tão bem, mesmo por escrito. “Claro! Esse lugar é enorme. Você sempre disse que trabalhava num lugar especial, mas… uau. Não esperava que fosse tão majestoso.” Seguiu, meio prestando atenção na amiga, meio de olho no que tinha na casa e no exterior; era lindo ali. O trabalho não deveria ser nada fácil, tomar conta dos filhos da patroa, mas parecia mais confortável do que na maior parte dos lugares.

                Claro que, Alexis nunca precisou trabalhar na vida. Sempre que o fez foi por querer, por isso não via o menor problema em se despedir quando necessário, ou trocar de emprego para um em que ganhasse menos, mas trouxesse algum benefício, mesmo pessoal. Aquele era um luxo do qual poucos compartilhavam. “Eles te deixam viver aqui, né? Deve ser bom, não precisar se preocupar com o tráfego, essas coisas… agora sim eu sei o que significa demorar por causa dos carros dos outros.” Riu, não conseguindo conter-se. Podia ter chegado vinte minutos mais cedo se não fosse pelo trânsito, e olha que ela havia chegado cedo assim mesmo! Por ter sido tão protegida dos trouxas, por conta do desgosto da avó com a ideia de deixá-la ser independente e livre mesmo na Finlândia, Alexis só foi aprender dessas coisas mais tarde, como agora. “Fico feliz que tenha me deixado roubá-la das crianças, aliás.” Acrescentou, um sorriso semi-culpado, mas na verdade Alexis deixou claro com o resto da expressão que não tinha mesmo a menor vergonha.

                “É bom te ter pra mim agora que estou aqui. Acho que isso é meio egoísta, né? Mas estou mesmo feliz.” E quase parou por conta dos jardins… senhor amado, aquele lugar era fantástico. “Por Morrigan! Aposto que eles têm todas as flores e plantas do mundoooo! Espera aí, eles são mágicos?”
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Re: Testando

MensagemEstados Unidos [#218971] por Trevor Wolters » 22 Nov 2021, 21:51

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testando uma coisa

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  • Varinha de Pinheiro, 23cm, Cílios de Leprechaun, Rígida

    Usou um Varinha de Pinheiro, 23cm, Cílios de Leprechaun, Rígida.

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Re: Testando

MensagemEstados Unidos [#219010] por Valérie Neveu » 24 Nov 2021, 13:11

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