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Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

MensagemRussia [#190935] por Dmitri Volkov » 07 Mai 2019, 14:19

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Funcionários:

- Proprietário/Administrador: Dmitri Volkov
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- Seguranças: Contratados da Empresa Volkov Security (NPC's).


AINDA CONTRATANDO
Editado pela última vez por Alphonse Derek Friedrich em 08 Mai 2019, 00:21, em um total de 1 vez.
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Re: Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

MensagemCoreia do Sul [#195334] por Tyler Han » 07 Dez 2019, 20:46

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”Cath me on fire” – Parte I


Tyler não tinha muita paciência com muita coisa. Ele até poderia ser uma pessoa de aparência calma, mas só os deuses sabiam como ele já havia assassinado cruelmente aquela mulher na sua frente em sua mente. Todas elas eram mortes criativas. Uma mais cruel que a outra. Uma mais sangrenta que a outra. — Minha senhora, a senhora não pode só me entregar a desgraça do ingresso e calar a sua boca não? —Apesar das palavras usadas seu tom era doce e ainda expunha um sorriso delicado nos lábios. Um sorriso que poderia ter exposto seus caninos pontiagudos, mas não o fez. Era apenas um sorriso. E ela era apenas um grande saco de sangue. Ele estava planejando tomar dela. Se não fosse assim nem teria se aproximado. Mas... P*ta que o pariu! Aquela atendente não conseguia simplesmente lhe entregar o que havia comprado sem parar de tagarelar sobre coisas que Ty não tinha a menor ideia do que se tratavam. Ela não se ofendeu com a forma de falar do vampiro coreano. Ela apenas fez um beicinho e lhe deu o ingresso. Mas ele já não estava mais com vontade de assistir a peça. Nem de esperar ela sair do trabalho para devorá-la em algum beco. Estava irritado. Agradeceu pelo ingresso com um gesto da cabeça e o entregou para o rapaz que estava atrás de si na fila. — Me agradeça depois. Poupei duas horas da sua vida te entregando isso. —Comentou ao largar o papel nas mãos do outro cara e saiu andando como se absolutamente nada tivesse acontecido.

Ele era bom em disfarçar suas emoções, embora fosse esquentado toda a vida. Ele era esquentado por dentro e não por fora. Engraçado não era? Não. Ele não achava. Ele só achava graça da expressão dos imbecis que deixava para trás quando aprontava alguma. Como ele havia parado na Itália? Ele não sabia explicar. Na verdade ele não sabia explicar muita coisa sobre sua vida desde que virara vampiro. Tudo estava uma zona. E... Por falar em zona... Era um p*teiro aquilo que ele estava vendo? Sim, sim... Muito chique e com uma pinta de caro pra um cacete, mas era uma casa noturna. Ty gostava daquele tipo de coisa. O tipo de lugar que o fazia se lembrar de casa. Da mãe burra, do avô iludido... De todo aquele ambiente que havia perdido quando despertara para sua nova vida. Ou seria melhor falar nova morte? Ele não estava mais vivo. Deu de ombros mentalmente. Aquilo não tinha importância. Adentrou o lugar e se sentou pedindo um drink que não iria beber. A não ser que o lugar servisse sangue em latinha não havia nada no cardápio que poderia o satisfazer. Estava esperando o atendente lhe dar sua bebida de enfeite quando foi capturado por um pensamento. Alguém estava olhando para ele. Aquilo era bom. Uma janta? Ele estava com fome. Mas... Mesmo que não tivesse... Quando se rejeitava uma boa comida? Nunca. Sem olhar para o garoto, porque pelo pensamento já dava para saber que era um garoto, ele sorriu. — Se um olhar fosse capaz de devorar alguém acho que não sobraria nem meu mindinho. — Brincou alto o suficiente para que ele ouvisse. — Pode se aproximar... Eu não mordo de primeira. Gosto de conhecer as pessoas antes. — Parecia brincadeira, mas nunca havia falado tão sério em toda a sua não-vida.

Os pensamentos daquele garoto eram engraçados. Ele havia se focado na parte de morder e Tyler não pode deixar de sorrir um pouco mais. Então ele havia se metido em alguma confusão e recebera uma mordida que acabara mal. Mas ele não cheirava como um vampiro. Tinha a outra alternativa, mas Tyler pouco se f*dia se suas confabulações estariam certas ou não. Voltou sua atenção ao dono da voz sentado tão próximo e que agora sentia a necessidade de se afastar por um simples comentário acerca de mordidas. Ah, se ele soubesse... — Então... Me chamo Tyler. E você? —Ele nunca se apresentava como Taelee. Que graça tinha aquele nome escroto que sua mãe havia escolhido? Nenhuma. Tyler era um nome mais imponente. Mas bonito. Mas adequado para a carreira que ele gostaria de seguir em vida. Hoje em dia a única carreira que lhe era promissora era a de carniceiro. Paciência, né?

Ele era um tanto deselegante. Jogar a fumaça de um trago de cigarro na cara de outra pessoa assim sem mais nem menos? Não que fizesse muita diferença já que Ty já estava morto mesmo. Não tinha como ele pegar um câncer ou um enfisema pulmonar. Sem contar que o rebento indesejado sempre tivera uma quedinha por pessoas abusadas. Eram sempre interessantes. — Bem... Já disse que não teria como te morder sem saber pelo menos um pouco sobre você... E... Eu quero muito te morder. —Que ele entendesse como quisesse. Ty não iria ficar pisando em ovos para chegar onde queria. Mentindo ele não estava. E nem pretendia estar. Nesse momento o atendente, o apetitoso atendente, trouxe a bebida e Ty arrastou a taça com a ponta do dedo na direção do rapaz que agora ele sabia se chamar Hanagi. — Japonês, é? Perdido aqui pela Itália? — E fez um sinal na direção da taça, ofertando o líquido a ele.

O garoto era esquentadinho. Ele não sabia se ria ou se mantinha a pose séria para o provocar mais. A segunda opção lhe parecia mais interessante. Ele estava irritado porque Ty havia falado sobre mordidas. Ele bem que poderia pensar no que havia lhe dado aquele trauma de mordidas para que o vampiro pudesse capturar o pensamento e descobrir o que... O que... Ele não conseguiu completar o pensamento. O aroma adocicado que fazia com que seus lábios salivassem acertou suas narinas como um tapa acertaria a sua face. Seus olhos castanhos assumiram a coloração vermelha e ele não via mais nada. Aquele garoto estava sangrando. O copo havia quebrado em sua mão tão forte ele havia segurado. Ty era um vampiro jovem. Não tinha tanto controle de si. Estava começando agora a sair do buraco para socializar com seres humanos sem devorá-los em dois segundos. Ele... Ele ia se jogar na direção do cheiro. Iria beber daquela bolsa de sangue até esvaziá-la todinha... Ele ia... Ele ia jogar dois anos de trabalho árduo pelo ralo. Iria perder o autocontrole. Antes que isso acontecesse ele se ergueu de modo absurdamente abrupto de onde estava sentado e tomou o rumo de fora do estabelecimento. Sem responder ao outro. Sem lhe dar qualquer explicação. A mão tampava o nariz para que o cheiro tivesse dificuldade de chegar até ele.

Ele conseguia escutar Hanagi chamando seu nome atrás de si. Não importava o quão alto estivesse o barulho do local ele conseguiria ouvir o chamado de sua presa. Mas ele não podia atender. Não ali. Não naquele momento. Não da forma selvagem que seus instintos clamavam para que fosse feita. Ele não olhou para trás. Continuou caminhando certo de que o outro o seguiria. Tomaria o rumo de algum lugar mais afastado e menos movimentado e só então o atacaria. Não teria motivos para se segurar se fosse longe dos olhos das pessoas. Ele só precisava aguentar um pouquinho mais. Só mais um pouquinho.


Interação com: Hanagi Miyamoto

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Re: Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

MensagemJapao [#195336] por Hanagi Miyamoto » 07 Dez 2019, 21:31

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    A vida de Hanagi se resumia em festas. Há dois anos havia terminado o colegial em Mahoutokoro, mas também, havia ganhado uma mordida de um maldito lobo. Foi o pior presente que recebeu na vida após ter se formado. Era um inferno ter que se transformar em lobo uma vez ao mês. Ele só não odiava a lua por completo porque servia a esse deus com toda a sua alma. Tsukuyomi, deus zelador de sua família e de si. A pequena marca de uma lua minguante em seu peito esquerdo mostrava o quanto isso era importante, fora marcado pelo deus e lutava em nome dele. Por isso, precisava aceitar os males que aconteciam em sua vida. Morrer em nome de seu deus seria uma grande honra.

    Fora por isso que se assentara num dos bancos no bar do Palazzo Di Spettaculo. A velha frase de "manter os inimigos por perto" era mais do que verdadeira. Precisava tê-los por perto para saber qual seria a forma perfeita para atacá-los, caso fizessem alguma coisa contra seu clã. O estabelecimento pertencia a Dmitri Volkov, um integrante muito importante da máfia russa. Era um local belíssimo, apesar de ser na Itália. Se fosse no Japão seria muito melhor. Odiava gaijins com todas as suas forças.

    Enquanto dava um longo trago em seu cigarro, o nipônico pensava qual deveria ser o lucro anual do lugar. Deveria ser muito. Tinha de reconhecer que seu dono sabia investir em tudo, até nos dançarinos e dançarinas. Eram todos agradáveis e bonitos de aparência, algo que ele prezava bastante. Enquanto era servido com uma bebida, Hanagi observava as pessoas perto de si e bem ao seu lado, havia um homem. Mas, não era um homem qualquer, era do tipo que lhe inspiraria uma das mais belas pinturas se soubesse desenhar. O desenharia como uma bela francesa. Era asiático, o que era extremamente importante, estava bem vestido e era muito bonito. Não disfarçou nem um pouco ao observá-lo e bebeu um longo gole de sua bebida sem retirar os olhos dele.

    Ele sabia que encarar uma pessoa daquele jeito poderia acarretar alguma consequência, era óbvio. Só não esperava ser correspondido tão imediatamente. Contudo, a resposta que obtivera não lhe agradara muito, mesmo o tom de voz do dono da mesma ser extremamente atraente. Por que as pessoas cismavam em morder as outras? Ele nunca fora muito fã dessa brincadeira de morder e da última vez havia sido o suficiente. — Morder? Eu passo... acho que a distância está excelente, então. — Não deixou de ser sincero. — Mas, não quer dizer que não podemos nos conhecer. — Tornou a olhar para frente, bebendo um pouco do seu whisky de fogo, sem deixar de formar um sorriso em seu rosto. Com agilidade, colocou um cigarro no canto de sua boca e o acendeu, dando um longo trago.

    Hanagi se distraía com seus longos tragos do cigarro, até ouvir o homem ao seu lado se apresentar e perguntar o seu nome. Ele pendulou a cabeça para o lado e soltou a fumaça em sua direção. — Hanagi. — Mais uma vez colocou no o cigarro no canto dos lábios e puxou a fumaça. — Quer mesmo me conhecer? Não tenho nada de interessante. — E mais uma vez soltou a fumaça. Raramente ele se interessava por alguém a ponto de manter a conversa. Passava mais tempo puto com a vida do que qualquer outra coisa, mas... ele não sabia explicar, só sabia que Tyler era... diferente.

    Mais uma vez a história da mordida. Isso irritava Hanagi que o fez beber o restante de seu drink numa golada só. Antes de depositar o copo na bancada para pedir outra dose, acabou pressionando-o com força demais e o quebrando. — Você, — respirou fundo — por algum acaso, tem odaxelagnia? — Perguntou na cara de pau, estava perdendo a paciência. O sangue escorria pelos seus dedos e a ferida até ardia um pouco, mas, em breve sua pele voltaria ao normal. — E não estou perdido... estou a trabalho. Só vim beber um pouco. — Respondeu a pergunta de Tyler. — Você é de onde? — Devolveu a pergunta. A atendente do bar utilizou o feitiço limpar para arrumar a sujeira que havia feito. Pediu para que ele estendesse a mão para poder curá-la, mas, ele recusou, solicitando apenas um pouco de água para lavar e retirar os pequenos pedaços de vidro.

    Nenhuma pergunta sua fora respondida porque Tyler seguira em direção à saída do estabelecimento. Hanagi não entendia absolutamente nada daquilo. Não demorou para limpar os cacos de vidro em sua mão, o sangue já não escorria tanto. Apenas algumas partes estavam avermelhadas demais. A atendente mais uma vez se ofereceu para cuidar do ferimento e ele recusou novamente, deixando o dinheiro dos drinks de ambos em cima do balcão e indo atrás de Tyler. Ele não fazia ideia do que acontecera com ele e menos ainda do que estava fazendo, indo atrás dele. Mas, ele odiava ser deixado para trás no meio de conversas. Mesmo com o local cheia, Hanagi conseguiu acompanhá-lo até a saída. — Tyler! — Exclamou a primeira vez quando o viu distante demais. — Tyler! — Ele apertou o passo, para não perdê-lo de vista.

    Tyler estava lhe ignorando, o que o deixava ainda mais puto. Mas, ele não desistiu. Já do lado de fora do estabelecimento, Hanagi andava com mais pressa ainda, sentindo o corpo começar a esquentar de calor. — Tyler! — Vociferou. Já haviam se distanciado por mais ou menos cinco metros do Palazzo. A rua não estava tão movimentada assim e ele podia ver o asiático se afastar cada vez mais. De propósito, Hana lhe lançou o feitiço Expulso. Mas, o jogou numa direção errada, apenas para atrair a sua atenção. Precisava descobrir o que estava acontecendo e se ele não parasse naquele instante, lançaria um outro e mais certeiro com toda a certeza.





With: Tyler Han.
Notes: não aberto à interações.
Post #I

Feitiço: Expulso[dano: 15]; [dificuldade: 10];
Descrição: Lança uma forte pressão sobre o alvo, muitas vezes o estilhaçando, se o mesmo for um objeto. O oponente sente como se a pressão aumentasse gradativamente em todo perímetro de seu corpo. De fora para dentro.
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Hanagi Miyamoto
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Re: Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

MensagemCoreia do Sul [#195835] por Tyler Han » 13 Jan 2020, 02:01

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”Cath me on fire” – Parte II


Só mais alguns metros e ele poderia atacar. Ninguém veria. Ninguém suspeitaria. Ele já salivava imaginando o gosto do sangue daquele tampinha. Daquele garoto estressado que o seguia como se Tyler estivesse lhe devendo dinheiro. Ah, mas Ty o pagaria... Com juros! Já estava pensando em qual veia perfuraria primeiro quando o feitiço foi lançado sobre si. O garoto errou e Tyler parou sua caminhada. O coração batendo forte tamanha era a raiva que sentia pela audácia daquele filho da p*ta. — O que foi? Pegou a varinha porque não se garante na mão? É isso? —Ainda que as palavras fossem ríspidas, seu tom era doce, baixo e melódico. Cruzou os braços na frente do corpo esperando a resposta do pinscher a sua frente. Ele jurava que podia vê-lo tremer sobre as perninhas fracas. De raiva. Bom. Tyler gostava de presas ariscas.

Hummmmm... Não era de bom tom rejeitar comida quando ela entrava em seu território de tão bom grado, certo? Aquele rapaz deveria ter deixado Tyler ir. Não deveria tê-lo seguido. Se fosse esperto teria o feito. Mas ele não parecia ser nem um pouco esperto. Não mesmo. E, bem... Pessoas que não eram espertas tinham um fim não muito inteligente. — Vem então... Vem me mostrar o que pode fazer de perto com os punhos, tampinha. Estou esperando. —Seus olhos estavam de um vermelho intenso. O vermelho da fome. O vermelho que geralmente Tyler esconderia, mas não havia tanta gente assim para testemunhar nada andando pelas ruas. Era quase como se fosse só ele e o pinscher. Só ele e sua presa.

O tampinha não tinha noção de perigo mesmo. Tyler sentiu o ímpeto de rir. Era engraçado como ele reagia às coisas. Agora estava segurando seu rosto. Com a mão machucada. Com a mão machucada que ainda sangrava. Tyler abocanhou a ferida sem nem pensar duas vezes. Não era como se tivesse escolha também. Seus instintos falaram mais alto. Ainda bem que a rua não estava movimentada. Ainda bem... Se tivesse alguém os observando ele teria de cometer uma carnificina. Pelo bem do sigilo vampírico. Mas aquilo não queria dizer que não podia aproveitar um pouco os louros da situação, certo? Ele tinha de imobilizar o outro antes que começasse a reagir e chamar atenção demais para ambos. Segurou seu outro braço enquanto fechava os olhos para melhor saborear aquele néctar que deixava a ferida do pinscher para invadir a boca do vampiro. Era delicioso. Será que conseguiria parar? Ou sugaria até que a casca estivesse sequinha, sequinha? Sentia vontade de deixá-lo vivo para ver se aprendia a ter um pouco mais de senso de autopreservação, mas... Ainda era um vampiro novo... Teria um autocontrole tão bom assim?

Era como se ele estivesse entrando em uma espécie de transe. Ele conhecia bem a sensação. Era a sensação de estar sugando uma caixinha de suco até ela ficar oca e seca. Seus lábios não se soltariam da ferida. Por mais que sua presa estivesse lutando para sair de seu aperto, era inútil para ela. Seus próximos minutos de vida estavam contados. Mas... Algo em Tyler continuava com a ideia de soltá-lo. Ele tinha de aprender. Aprender a não me meter com quem não conhece. Com o que não conhece. Tentou lutar para soltar o ferimento. Ele precisava. Seria bom demais se divertir às custas daquele serzinho esquentado. Tentou pensar nas coisas mais nojentas que já havia visto na face da terra. Nas coisas que ele mais detestava. Tentou ignorar o prazer lascivo que o sangue recém tomado espalhava por seu corpo. E só quando teve a certeza de que tinha uma chance, ele soltou a ferida e o portador dela. Empurrou o pinscher para longe com sua força descomunal. Não seria legal se ele começasse a atacá-lo logo em seguida, certo? — Vê se aprende a tomar cuidado com o que você fala e pra quem você fala, ok? Nem todo vampiro é bonzinho que nem eu. —Advertiu, passando as costas das mãos nos lábios para limpar o sangue que escorria ali. Estava surpreso consigo mesmo. Havia conseguido pausar um ataque! Talvez estivesse finalmente amadurecendo...

Tyler queria entender até que ponto ia a estupidez na cabeça daquele filhote de pinscher. Ele revirou os olhos quando o rapaz o atacou com um feitiço que o derrubou no chão. Incarcerous? Sério mesmo? — O que você está pretendendo fazer? Me deixar amarrado aqui até o sol nascer e me queimar? Você não tá aguentando um gato pelo rabo! — Ele estava p*to, mas, mais uma vez, não parecia o estar. Sua voz era tão calma que ninguém diria que havia uma raiva crescente em seu interior. Quando finalmente achou que ele teria peito para atacá-lo ou coisa do tipo ele desmaiou. Tyler riu de nervoso. Não acreditava que estava naquela situação. — Eu atirei pedra na cruz, é impossível! —Comentou com um suspiro, levando seu olhar ao céu estrelado sobre a sua cabeça.


Interação com: Hanagi Miyamoto.

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Re: Palazzo Di Spettaculo: Rosa in Fiori - Siena/Itália

MensagemJapao [#195851] por Hanagi Miyamoto » 13 Jan 2020, 21:36

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    Hanagi continuou andando na direção de Tyler após ter lhe lançado o feitiço. Não precisou lançar outro porque ele havia parado de andar, parecia que estava o esperando. — Agora resolveu me esperar? — Comentou, arqueando as sobrancelhas. — Acha mesmo que não aguento bater em você? — Perguntou com sarcasmo. — Só usei a varinha porque estava longe demais. Mas, estou perto de você agora. — Hana estava frente a frente com o rapaz. O Miyamoto era mais baixo que Tyler, mas, ele não se importava com isso. Se necessário, bateria nele até ter um metro e cinquenta. Hana não fazia ideia do porquê que havia seguido, poderia ter deixado para lá, mas, achou uma falta de consideração ser deixado sozinho no meio de uma conversa.

    Ele sentia que o seu sangue ia vazar pelos seus poros de tanta raiva, ainda mais quando o rapaz lhe provocava. — Acha que estou com medo? — Estava tão próximo do rosto de Tyler que segurou seu rosto e o apertou com a mão machucada mesmo. Doía um pouco, ainda mais enquanto pressionava, mas, ele não se importava. Contudo, Hanagi pode ver que Tyler não era uma pessoa comum. Os olhos dele... não estavam numa cor normal. Eram vermelhos intenso e aquilo não era alergia, e nem parecia os olhos de uma pessoa que havia fumado um o dia inteiro. Se o que sua mente cogitava estivesse certa, ele estava fodid*.

    E sua mente estava certa...

    De todas as criaturas no mundo, ele foi se esbarrar com um maldito vampiro. O ataque foi tão rápido que ele nem viu o momento em que as presas surgiram. Sem pestanejar, Tyler segurou seu braço e cravou os dentes em sua mão. O sangue que era pouco, agora jorrava para dentro da boca dele. Hana não esperava por aquilo, mas, será que Tyler achou que ele não ia revidar? — O que acha que está fazendo? — Perguntou, sem deixar de sorrir. Em seguida, jogou sua cabeça contra a do vampiro a sua frente na tentativa de se desvencilhar dele. Só apelaria com o uso de um feitiço se realmente não tivesse jeito.

    Contudo, Hanagi esqueceu com o que estava lidando. Também, era a primeira vez que via um vampiro na sua frente, em carne e osso. Ele podia dizer isso? Ele não sabia. A questão era que vampiros possuíam forças fora do comum e o ataque do nipônico contra Tyler não adiantou de nada, de tão hipnotizado que ele estava em seu sangue. Isso deixava Hanagi ainda mais irritado, mas, o único jeito era esperar ser solto. Isso se fosse solto. Estava começando a ter uma vertigem quando foi lançado com muita força contra uma parede. Ele não fez sinal algum indicando que estava com dor, o sangue de Hana estava tão quente que ele achava que poderia chamar a atenção do filhote de Drácula a sua frente e ser atacado outra vez.

    — Você? Bom? — Hanagi suspirou, dando uma risada sarcástica e se erguendo. Rapidamente, sacou a varinha mais uma vez e o prendeu com um feitiço. Incarcerous. — A corda que fora conjurada, prendeu Tyler pelos pés e o derrubou. O nipônico o puxou com a mão que estava ferida e o puxou até si. Mas, ele estava fraco. Não sabia quanto sangue havia perdido e Hana estava há dois dias se alimentando mal o suficiente. Ele seguiu até Tyler com um sorriso idiota no rosto, mas, na hora de atacá-lo, sua cabeça girou e tudo escureceu, caindo ao chão. Se ele sairia vivo dessa, só Tsukuyomi saberia.


With: Tyler Han.
Notes: não aberto à interações.
Post #II

Feitiço: Incarcerous[dano: -9]; [dificuldade: 10]; [perde rodada: 2];
Descrição: Feitiço em que cordas são conjuradas e se amarram à pessoa atingida, prendendo a vítima.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Carvalho, 30cm, Garra de Quimera, Lisa

    Usou um Varinha de Carvalho, 30cm, Garra de Quimera, Lisa.

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