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Atendimento - Jian-Yin Lee

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Atendimento - Jian-Yin Lee

MensagemInglaterra [#212982] por Hugh Fraser » 01 Abr 2021, 04:09

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Nome do Paciente: Jian-Yin Lee
Situação: Saudável
Responsáveis pelo tratamento: Medibruxo: Hugh Fraser / Enfermeira: Jennyfer Gwaine
Ordem de postagem: Paciente – Enfermeiro – Medibruxo – Paciente
Prazo: 15 dias a partir da abertura do atendimento. (16/04)
Editado pela última vez por Aimée Fontaine em 01 Abr 2021, 05:51, em um total de 1 vez.
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Hugh Fraser
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Postado Por: Lili.


Re: Atendimento - Jian-Yin Lee

MensagemChina [#214509] por Jian-Yin Lee » 28 Mai 2021, 21:23

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Ele não sabia de onde havia conseguido tirar forças para executar aqueles feitiços e salvar Shisui. Estava trêmulo e havia acordado já no hospital. O marido estava na UTI e tudo o que ele fazia era tremer e encarar o nada, visivelmente em choque. Algumas enfermeiras já haviam lhe atendido e constato que não havia nada de errado fisicamente com ele, exceto pela pressão que oscilava e a taquicardia, típica de uma crise de ansiedade, que não acalmava por mais que insistissem para que ele fizesse exercícios respiratórios e coisas parecidas para controlar o tamborilar em seu peito. Era estranho. Parecia que Jian não estava vendo ou ouvindo ninguém. Parecia preso a alguma espécie de transe. E, bem... Aquilo não estava muito longe da verdade.

Ele revivia o pior trauma que já tivera em sua vida.

Aquele ali sentado não era o Jian maduro de 24 anos de idade, chefe do departamento de controle de criaturas mágicas do ministério da magia do Japão. Aquele era o Jian de doze anos que havia ido participar de uma atividade de “visite seu responsável no trabalho dele” e voltara mais órfão do que nunca. Seu irmão havia sido um brilhante oficial de controle de criaturas. Havia encontrado seu fim diante de seus olhos, devorado por uma acromântula enquanto Jian protegia seus dois irmãos ainda menores para que não vissem a cena. Tudo se repetia perante seus olhos como se estivesse preso em uma penseira. Ele odiava penseiras.

Mais uma vez alguém estava falando com ele, mas ele pouco ouvia. As imagens de Guan sendo devorado se mesclavam às imagens de Shisui sendo encurralado. Via Shisui sendo desmembrado e devorado a cada vez que piscava e aquilo fazia com que seu corpo tremesse ainda mais. Mas daquela vez ele havia conseguido, não? Fizera algo! Não ficara parado vendo como acontecera com Guan, certo? Então... Por que Shisui estava sendo devorado? Bem ali, diante de seus olhos? Ele não via a parede branca do quarto do hospital onde estava, ele ainda se via na floresta, sentado entre as folhagens. Aquilo o deixava sem ar. — Ele vai morrer, não vai? Ele vai morrer igual meu irmão, não vai? — A voz era dele e, ao mesmo tempo, não era. Um brilho infantil e desalentado podia ser capturado do fundo de seus olhos. Do fundo de sua alma. Ele olhou para a enfermeira sem de fato a ver e seguiu repetindo a mesma pergunta enquanto tremia mais e mais e mais e mais.

Tentou respirar fundo por conta própria e não porque alguém havia lhe mandado o fazer. Não escutava ninguém falar com ele. Se movia para a frente e para trás em uma tentativa besta de canalizar a ansiedade que fluía por seu corpo através de suas veias como se aquilo pudesse resolver alguma coisa. Nada seria resolvido. Pelo menos não tão cedo. Não do jeito que ele precisava. — Ele vai morrer, não vai? Ele vai morrer igual ao meu irmão, não vai? — Parecia até mesmo que estava recitando um mantra, a voz se tornando mais fraca e distante a cada vez que repetia a frase. A dor o sufocava. Ele não podia perder Shisui. Simplesmente não podia.
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Jian-Yin Lee
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Re: Atendimento - Jian-Yin Lee

MensagemFranca [#214525] por Jennyfer Gwaine » 29 Mai 2021, 18:42

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- Único -


Dias corridos aconteciam com bastante frequência na emergência do hospital, como enfermeira, quase todos os pacientes iniciais chegavam direto a mim. Mesmo sendo de um setor específico, em dias de agitação, todos eram necessários no PS. Hoje era um desses dias. Tantas pessoas, por todos os lados, que uma olhada nos meus parceiros de trabalho e eu soube que o meu plantão inicial de 10h estava apenas começando. Depois de prender o cabelo novamente, dessa vez um pouco mais apertado, eu sai na direção de um grupo de crianças que estavam chorando e bastante assustadas. Ao lado deles, três mães muito nervosas. Imediatamente, minha varinha foi agitada, apenas o suficiente para que bolhas saíssem da ponta para distraí-las. Chegando mais perto, tinham arranhões nos braços e joelhos.

Provavelmente algum acidente em um brinquedo. - Olá pra vocês, porque nenéns tão lindas estão chorando? - Uma delas, a de cabelinhos cacheados já estava completamente entretida com as bolhas de sabão. - Oh, elas estavam brincando em um carrossel próximo em casa e o brinquedo quebrou. Elas todas voaram para longe e estão... machucadas. Será que não tem nada quebrado? - Uma das mulheres falou, tentando manter a calma e foi nítido que ela estava nervosa. Se todas eram bruxas poderiam ter checado em suas casas, mas a julgar pelas expressões, eram mães de primeira viagem e alguma coisa me dizia que eram bem novas. - Bom, então vamos checá-las. A senhora poderia segurá-la enquanto examino as perninhas mais de perto? - A mulher assentiu e me dirigi a primeira menina.

Quarenta e cinco minutos depois, elas tinham pirulitos, curativos e um sorriso no rosto. Suas mães, apenas os sorrisos. Meu paciente seguinte não estava tão calmo, mas desde que tinha um enorme pedaço de ferro preso em seu pé, não poderia culpá-lo. Demorou para que o objeto fosse retirado, sorte do homem que não estava tão fundo e consegui fazê-lo sem qualquer maior incidente. Quando fui bipada, soube que algo estava realmente errado. Ser designada ao PS significava que seu setor estava tranquilo, no entanto, quando uma eventualidade acontecia, não era possível colocá-la de lado. Depois de sedar o paciente para amenizar a dor, segui na direção indicada com o paciente em questão. A maneira como estava me deixou imediatamente em alerta. Não era apenas um tratamento ou caso, havia algo mais ali.

Imediatamente chequei o nome do paciente e tentei buscar contato visual, mas as pupilas dilatas e total falta de atenção me fez bipar o doutor Fraser. - Jian, você consegue me entender? Jian! - Estalar os dedos na frente dele e virar o rosto não surtiu qualquer efeito. Ele estava muito além do qualquer transe, era algo motivado e que invadia seu psicologico com mais intensidade do que o esperado. - Eu preciso de uma poção calmante e uma do sono, agora! - Seu comando foi dado a uma das enfermeiras que a assistiam naquele caso. Enquanto ele repetia e falava sozinho consigo, me fez questionar que tipo de trauma ele havia vivido para estar em profunda imersão. Seu coração estava disparado, assim como os tremores em seu corpo. Num estado como aquele, seus pacientes se machucavam ou apagavam. Não poderia deixar que acontecesse com ele. Tentou chamar a atenção dele mais algumas vezes, sem sucesso.

Quando o medibruxo chegou, eu tinha as mãos nas costas dele, sentindo a vibração do corpo e tentado acalmá-lo em alguns pontos de pressão que havia aprendido no curso de acupuntura. Ele precisava respirar fundo e se acalmar. - Pupilas dilatadas, taquicardia, provavelmente um ataque de pânico e ansiedade. Ele não reage ao nome dele ou movimentos na frente dos olhos, não ouve e não consegue focar a atenção! - O resumo foi bem rápido, apenas o suficiente para que o médico entrasse em ação sobre onde ir primeiro. Eu continuei tentando fazê-lo respirar e acalmar o coração, mas a tensão no corpo trêmulo estava dificultando meu acesso aos seus pontos de relaxamento. Um pequeno espaço um pouco abaixo das omoplatas, no meio das costas. Pressionei com um pouco mais de força, quem sabe ele conseguisse sentir e o fizesse ouvir o Dr.Fraser. Se o coração continuasse tão acelerado, poderia acabar enfartando, e isso sim seria um problema.


Notes: Eu fiz no celular, amores, então perdoem os errinhos, tá? .*-*
JoshBentley.
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Postado Por: Joyce Dayanne.


Re: Atendimento - Jian-Yin Lee

MensagemInglaterra [#214736] por Hugh Fraser » 04 Jun 2021, 16:59

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- Já te pedi para não vir aqui. - o medibruxo entregava um copo de uísque ao irmão visivelmente agitado na poltrona onde, em outras ocasiões, seus pacientes se acomodavam. Em seguida, apoiando-se em pé à mesa, levou a mão em concha à boca para acender seu cigarro.- quando eu chegar ao hotel nós conversamos. Consegui informações importantes sobre ele. - segurou o cigarro entre os dedos, enquanto com a mão contralateral tirava um cisco entre os lábios, umedecendo-os com a língua.

Johnny o fitava com desconfiança, apesar do olhar assertivo vindo do irmão mais velho. Tudo parecia tão lento; nada se resolvia. Em contrapartida, as ameaças de seus devedores vinham vultosas. O trabalho deveria ser feito. Hugh porém, não apreciava urgências naquele assunto; elas sempre traziam consigo a impulsividade, erros fáceis de serem evitados. - Não se negocia quando se está em desvantagem, Johnny. - largou seu copo vazio à mesa, ainda sustentando o cigarro o qual levara novamente à boca. Acima dos dois, o relógio de parede urgia. Ao tempo de chegada de um paciente, ele era sinalizado. Em breve o seu próximo atendimento bateria em suas portas. Aproximou-se de Johnny, fazendo menção de lhe tomar a bebida. Este, porém, desviou o corpo, abrindo o braço para proteger aquele líquido âmbar, bebido em profusão de um só gole, para então, levantar-se de súbito.

- Hoje, Hugh. De hoje não passa. Não demore. - ameaçou sob um dedo indicador frágil, enquanto as três seguidas falanges seguravam o copo vazio para então deixá-la sobre a mesa com rispidez. Os corpos dos dois Frasers estavam próximos um do outro o suficiente para seus hálitos alcoólicos brigarem entre si. Hugh, no entanto, encarou longamente o irmão mais novo, de físico mais forte, delegando-lhe um sorriso provocativo para então dar sua última tragada. O cigarro ganhou movimentos sinusoides em contato com o cinzeiro. A fumaça subia densa até ganhar alguma altura para se dissipar no ar. Pequenos pontinhos de fogo ainda lutavam por sobreviver, todavia, sabiam ser uma luta perdida.

Hugh havia ainda menos da metade para ser tragado, todavia, o inglês sentiu no bolso o aparelho de comunicação interna do hospital. - Não me ameace, irmão. Vamos resolver isto no tempo que eu considerar oportuno. - retirou o apoio sustentado no calcanhar, descruzou as pernas, tomando posição altiva. Desviou o olhar para buscar com os dedos, seu comunicador. Estavam lhe chamando no PS. Não era comum psiquiatras serem solicitados em pronto-socorro, todavia, não era de negar serviço. Somente esperava o caso não lhe fazer atrasar seus pacientes naquele dia. - Vamos? Preciso trabalhar. - a alfinetada fora proposital, embora, havia também algum desejo de não ferir o ego do irmão. Não totalmente.

Johnny percebera. Porém, nada falou. Apenas pegou sob protusão seu casaco, acompanhando o irmão até a saída. Com um movimento de varinha, Hugh guardou os copos, escondeu o cinzeiro e tirou de si e do ambiente o rastro de seus vícios. Sabia não ser benquisto naquele ambiente de trabalho. Todavia, eles não lhe tiravam a sobriedade, pelo contrário.

Não demorou para os irmãos Frases tomarem caminhos diferentes. Hugh, sob passos moderados, guiando-se pelos corredores cuja altura era entrecortada com placas sinalizadoras de cada parte hospitalar. Por não andar muito naquelas dependências, precisava delas para não se perder. Ajeitou-se enquanto se aproximava do setor ao qual havia sido solicitado. Embora não precisasse haja vista sempre andar impecavelmente, sua mente sempre o guiava na repetição daqueles gestos.

Ao longe vira a senhorita Gwaine ladeada por um paciente oriental, aparência jovem, embora parecesse ser intransponível a jovialidade daquele povo, talvez dado o porte físico mais delgado de muitos, pensara sem dar muita importância ao fato. O paciente não deveria ter mais de vinte cinco anos. - Boa tarde - disse se aproximando, sob um sorriso cordial embora os olhos atentos no homem. A enfermeira, com quem dividia o setor de psiquiatria, o atualizava, embora as mãos inglesas também buscassem o prontuário do paciente, desviando o olhar para as informações ali também contidas; como o fato do jovem já ter sido avaliado pela equipe de resgate primário a qual não constatara nada físico no homem. Dizia ter sido admitido acompanhado por alguém cujo caso estava mais grave, já internado na UTI.

- Certo. Muito obrigado, srta. Gwaine. - sorriu-lhe polidamente ao ser informado de que poções calmantes e de sono estavam de sobreaviso de necessidade caso assim ele considerasse pertinente seu uso. Em seguida, Hugh se voltou ao homem, cujas mãos tremiam, a voz carregada de angústia e medo visível. Olhar perdido, por vezes, voltava sob uma base amedrontadora de questionamentos a respeito ao que Hugh deduziu ser o homem com quem ele chegara. Tentava resgatar padrões respiratórios, como se fosse numa tentativa muda de autocontrole, todavia, seu corpo meneava em sentido contrário, no traçado de movimentos repetitivos.

- Senhor Lee, sou o dr. Fraser - sabia não estar sendo ouvido. O homem questionava se 'ele ia morrer' e o inglês pediu para a enfermeira buscar informações concretas sobre o paciente em questão, lotado em leito intensivo, tão logo conseguissem estabilizar aquele. - vamos buscar informações sobre ele, ok? Mas, ele está nas mãos de ótimos profissionais que farão de tudo para ajudá-lo. - Gwaine usava de estratégias alopáticas para também ajudá-lo. E Hugh usou das suas, posicionando sua mão sobre a do homem. O inglês tinha uma habilidade quase inata, segundo sua mãe, de acalmar os aflitos.

- Vamos aplicar uma poção calmante no senhor para ajudá-lo, ok? Enquanto isto, continue tentando respirar... - buscava o olhar do homem, enquanto suas mãos ainda estavam sobrepostas à dele. E em um sinal mudo pediu para que a Gwaine aplicasse a poção calmante no paciente; Hugh a considerava suficiente ao momento para melhorar a taquicardia, logo também a respiração e outros sinais clínicos de uma crise clássica de ansiedade. - Vai dar tudo certo, - dizia novamente para ele - estamos fazendo todo o possível para ajudá-lo e também a ele. - afinal, o 'ele' parecia ser o que mais incitava angústia no paciente a despeito de si próprio. E tão logo o oriental fosse se acalmando, Hugh prosseguiria no atendimento a fim de ajudá-lo sair da crise. Afinal, naquele estado ele poderia piorar de quadro rapidamente, chegando a ter algo mais sério, com picos pressóricos altos e sobrecarga cardíaca. - Imagine um lugar que te traga paz e tranquilidade, pense neste lugar e descreva para nós, coloque mais coisas nesta cena que você deseja... - dizia, enquanto a poção calmante era ministrada com o intuito de desfocar a mente do homem da crise..


off: espero que tenha ficado bom. mimi
não fiz muita coisa por que era necessário primeiro acalmá-lo rs.
Mas, dei a deixa de que ele prosseguiria com ele ali após ficar mais 'de boa'.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Ipê, 30cm, Espinhos de Manticore, Flexível

    Usou um Varinha de Ipê, 30cm, Espinhos de Manticore, Flexível.

  • Essência de Murtisco

    Usou em Jian-Yin Lee um Essência de Murtisco.

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