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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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[FEIRA] Feira de adoção

[FEIRA] Feira de adoção

MensagemJapao [#210708] por Haruno Kobayashi » 16 Jan 2021, 18:34

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Feira de adoção


Haruno Kobayashi detestava ter de lidar com pessoas. Havia se tornando uma boa porcentagem mais social depois que iniciara seu relacionamento com Nagato, mas não era por opção, na verdade. O namorado era carismático, jogador profissional de quadribol e irritante e inconvenientemente dado a fazer novas amizades, o que acabava obrigando-o a socializar por tabela. Mas, ainda assim, Haruno Kobayashi continuava detestando ter de lidar com pessoas. Pessoas eram tão diferentes dos animais que às vezes lhe machucava pensar sobre aquilo. Pessoas podiam ser cruéis, podiam ser estúpidas, podiam ser imbecis, podiam ser tudo isso e muito mais, enquanto os animais... Eram apenas instinto e amor. Sempre.” Se as pessoas fossem mais como os animais o mundo seria um lugar melhor” era o que sempre pensava.

Quando recebeu o convite da associação de lojistas para fazer uma pequena atividade naquele evento comemorativo, pensou na mesma hora que seria uma dor na bunda ter de lidar com pessoas, assim como havia sido no ano anterior quando organizara o survivor na floresta dos suicidas a pedido de Hatori. Mas, daquela vez, ele podia usar aquela situação ao seu favor e tentar incutir um pouco de empatia a cada um dos que se interessassem na breve palestra que faria. Se as pessoas seriam melhores se fossem como os animais, por que não fazê-las ter a experiência de ser um animal doméstico por um dia inteiro? E, depois disso, dependendo de como cada um se portasse após a simulação, a pessoa poderia se dirigir até a feitinha de adoção que aconteceria naquele mesmo local — a loja Empório das Corujas, localizada no Beco Diagonal em Londres — e adotar o bichinho que lhe fosse de maior interesse, tendo sempre em mente as experiências vividas.

— A primeira coisa que precisam ter em mente, antes de começarmos, é: não trabalharemos com brinquedos. O que temos atrás dessa porta são vidas. Vidas tão caras quanto as de vocês próprios, entenderam? — Foi o que disse ao receber os inscritos em sua palestra. Havia uma profusão de pessoas — jovens, adultos, jovens adultos e até mesmo idosos — parados lhe prestando a detida atenção logo na entrada da Empório das Corujas que havia tido seu interior magicamente alterado para uma espécie de auditório em sua metade e na outra metade — a que estava atrás da porta citada por Kobayashi. — uma feira com diversas espécies de criaturas não mágicas a espera de um novo lar. — Tendo dito isso, me apresento a vocês como Haruno Kobayashi. Sou chefe do comitê de Zooherbologia da CIB e hoje estarei trazendo para vocês uma experiência bastante diferente das que devem estar acostumados a ter.

— Não, não falaremos sobre criaturas mágicas e sim sobre as criaturas normais, que são comumente adotadas por bruxas, trouxas e afins como animais domésticos. Acredito que a vivência fale mais do que mil palavras, portanto, quando atravessarem a porta para observar os animais, terão a oportunidade de ver as coisas pelo ponto de vista deles antes de adotá-los de fato. Sentir o que eles estão sentindo, sofrer o que eles poderão sofrer... Tudo isso terá de ser pesado antes que tomem a decisão impulsiva de adotá-los e acabem não tendo as condições mínimas necessárias para mantê-los em suas casas. — Caminhava até a frente da multidão, os braços atrás do corpo e a voz soando pelo local com firmeza e clareza. — Poderão vivenciar o dia a dia dos animais que quiserem. Para isso, basta se aproximar do viveiro onde eles estão dispostos e tocar no botão que está ao lado da porta. Ficarão um dia inteiro na pele da criaturinha e, quando esse dia acabar, voltarão para o salão de adoção e perceberão que não mais que quinze minutos se passaram desde que você foi transportado para a outra realidade. Prospectos com os cuidados necessários e mais básicos para cada uma das espécies, sejam elas exóticas ou não, estão disponíveis ao lado dos viveiros também. Leiam-nos antes de tomar a decisão da adoção. Se não quiserem levar nenhum bicho após a experiência aqui vivenciada também não haverá nenhum problema. Nós entendemos perfeitamente bem que nem todos tem a capacidade de cuidar de uma outra vida da forma que ela merece ser cuidada, então, não haverão julgamentos. — Pausou por alguns segundos e olhou para o relógio do pulso, certificando-se que o horário havia sido atingido antes de sacar a varinha e movê-la na direção da porta, abrindo-a para os visitantes. — Fiquem a vontade. Qualquer dúvida estarei pelo salão. E os funcionários da loja e da CIB poderão lhes auxiliar também.


Bem vindos a feirinha de adoção da Empório das corujas! Haruno é bem grosso, mas tem bom coração e não vai morder ninguém, então, se quiserem interação, só chamar que nós surge...

Primeiramente: houveram em ON inscrições prévias para essa palestra e todos que tem algum interesse em adotar algum animalzinho foram convidados a participar. Às 09h da terça-feira da semana do evento, a Empório das Corujas estava lá para que todos os inscritos chegassem. Como descrito no texto, o ambiente está magicamente modificado em dois salões: um é um auditório (onde geral chegou e sentou para ouvir o blá blá blá do Haruno) e o outro um salão de adoção imenso com todas as criaturas que estão disponíveis na loja citada, todas em viveiros que imitam seus habitats perfeitos. Haruno falou meia dúzia de palavras e depois disso todo mundo foi conduzido ao salão. Chegando lá há um botão para apertar ao lado da portinha do viveiro que faz com que você imediatamente troque de lugar com o animal. Claro, é uma simulação e segundos depois o seu novo dono vai chegar e te levar pra casa dele. Você ficará um dia inteiro sob os cuidados dele e sofrerá na pele tudo o que aquele bichinho sofreria e verá se vale a pena ou não levá-lo para casa. Se você tem as condições mentais e financeiras para isso, no caso.

O tipo de dono que você vai ter, o tipo de temperamento e saúde que você vai ter e se tudo deu certo no decorrer daquele dia será definido pelos seus dados de seu primeiro post aqui da seguinte forma:

D1 = 1 – 5: Você foi dado de presente para uma criancinha que é tão louca quanto a Felícia.
D1 = 6 – 9: Seu dono é absurdamente super protetor e isso às vezes te sufoca demais.
D1 = 10 – 14: Seu dono é completamente desapegado e às vezes até esquece que você existe, te deixando com fome e com sede, mas não é proposital, ele só é desligado mesmo.
D1 = 15 – 18: Seu dono é esforçado e tenta fazer o máximo possível por você.
D1 = 19 – 20: Seu dono é um médico veterinário realmente apaixonado pela profissão.

D2 = 1 – 5: Infelizmente você tem uma patologia incurável séria comum a sua espécie e isso faz com que você se sinta amuado e pense que está sempre a beira da morte.
D2 = 6 – 9: Você é um bicho absurdamente agitado que quer sair correndo na primeira oportunidade que tem.
D2 = 10 – 14: Você é um bicho extremamente preguiçoso e não gosta nem um pouco de atividades físicas e agarramento. Carinho demais te incomoda.
D2 = 15 – 18: Você é um animal extremamente carente que quer atenção toda fucking hora.
D2 = 19 – 20: Você, como animal, tem exatamente a mesma personalidade de você enquanto você.

Mas e a adoção, Nick? Como funciona? Simples! Deixe no off da sua última postagem qual bichinho (limite de um animal por conta) você quer que eu compro e transfiro pra sua conta (vou falir? Talvez, mas tudo bem.)

Você poderá vivenciar o dia de mais de um animal, mas terá de fazer um post para cada, levando sempre em consideração os dados do post anterior para definir a situação vivenciada.

Algumas habilidades poderão ser aprendidas com a participação nesta atividade, são elas: empatia, empatia com a natureza, observação, ouvir, expressão, magizoologia, esconder-se, furtividade, escalar OU raciocínio. Os primeiros posts aqui realizados deverão ser registrados como trama oficial e o último como aprendizado da habilidade/conhecimento escolhido.

Sem mais delongas, divirtam-se! E, qualquer coisa, sabem onde me encontrar, certo? O prazo dessa atividade será até a reabertura oficial das escolas, então, gogo postar!
Editado pela última vez por Oficial S. Jones em 18 Jan 2021, 13:48, em um total de 3 vezes.
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Haruno Kobayashi
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemReino Unido [#211720] por Cecily Y. Owen » 17 Fev 2021, 20:33

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Oh, that sunshine bout to come my way.
May we never ever shed another tear for today.

[ Empório das Corujas | Feira de Adoção #001]


:::::::::::::::::::::::::::::


A jovem Owen normalmente não participava dos eventos que ocorriam durante as férias, ela preferia passar seus dias de descanso na caça dos pais, às vezes indo até a Rússia para ficar com o meio-irmão e o pai, ou pelo menos tentar isso, visitar Baryshnikov e Sue, contudo, naquele ano acabou que a, agora, sextanista, foi convencida a sair de casa um pouco por sua mãe Lenore. O motivo? Cecily, desde a morte de seu pequeno Emil, seu ratinho de estimação, vinha se trancando no quarto, nem mesmo indo visitar um dos vizinhos que mantinha uma criação de ovelhas e o ajudar a cuidar. Nem mesmo ficava lendo e pesquisando mais sobre as muitas criaturas que existiam no mundo mágico, muitas vezes fazendo comparações entre ela e as que conhecia do “mundo não mágico”. Não, ela simplesmente ficava lá, como se esperasse que o seu velho companheiro surgisse em sua gaiola esperando ser paparicado pela loira.

O que nos leva com a presença da Romanov no Beco diagonal para o evento das férias daquele ano: A 2ª Feira Centenária do Beco Diagonal, ainda mais especificamente em frente ao Empório de Corujas onde se daria uma feira de adoção. Todos os seus amigos haviam dito, assim como seus pais, quando havia dito sobre a perda do ratinho que a acompanhou desde seu segundo ano, o que era uma surpresa, afinal ratos apenas viviam três anos normalmente, disse que mesmo que doesse ela não podia estagnar, assim sendo ter outro bichinho, dar amor a ele a ajudaria a aplacar a dor que sentia. Tanto havia concordado que a menina estava ali, no entanto, a culpa não a deixou entrar, ficando ali parada encarando a fachada sem saber se seguia em frente ou dava meia volta. Foi nesse momento que Ryan a havia encontrado, fazendo com que com sua brincadeira, Cecily desse um sobressalto leve, se virando e encarando o amigo. — Está tão visível assim? — perguntando dando um sorriso um pouco sem graça diante da fala do companheiro de dinastia, fazendo com que ela abaixasse um pouco a cabeça. — Emil, ele…. Ele viveu bastante sabe… mais do que ratos comuns… Mas ele acabou morrendo… — responde ao amigo, suspirando pesado. — Falaram que se eu adotasse um novo bichinho me sentiria melhor, mas… como pode ver não consegui entrar, mesmo vindo aqui sabendo da feira de adoção que está rolando.

O abraço que veio por parte do amigo não foi nenhuma surpresa, assim como as lágrimas que surgiu em seus olhos com aquele acalento, fazendo com que a menina retribuísse com carinho. Era engraçado, ela era a mais velha, mas parecia uma criança pequena, sem piadas com a altura, naquele momento, ouvindo as palavras de Ryan. Sim, Emil havia vivido mais que os de sua espécie, mas no fundo a jovem sentia que poderia ter feito mais pelo companheiro roedor. A menina ficou vermelha diante do erguer do seu queixo, porém acabou sorrindo para o russo. —Obrigada, Ry. — diz e imitando o gesto, a loira ergueu um pouco na ponta dos pés e beijou a bochecha do mais novo. — Não sei se conseguirei adotar outro bichinho, mas talvez ver outros animais me distraia um pouco. — fala concordando em entrar com o rapaz, contudo, logo notando algo. — Onde está Nate? — pergunta levemente, por um momento notando algo na expressão do mais novo, mas foi tão rápido que a menina não poderia dizer se realmente esteve lá. — Certo, apesar que imagino que ele vá gostar mais das outras atividades do que uma feira de adoção. — comenta sorrindo divertida, brincando com Ryan que ele estava bastante cavalheiro.

Por um momento, a galesa se perdeu na lembrança de quando entrou naquela loja antes de entrar em Hogwarts, quando descobriu que era uma bruxa, não havia comprado nenhum animal de estimação, afinal, ela era contra isso, adoção era bem melhor, apesar que ela só teve contato com as coisas por um longo tempo no mundo não mágico. O local em si parecia o mesmo aos seus olhos, apesar da presença de um asiático que parecia aguardá-los. E estava certa, assim que uma grande quantidade de pessoas estava presente, o homem, que se apresentou como Haruno Kobayashi, suas explicações arrancaram surpresa da, agora, sextanista, logo depois um sorriso. Aquilo era algo que a jovem loira sempre imaginou, se as pessoas vivessem na pele tudo que os animais já sofreram seriam mais conscientes no que faziam, como tratar ele e até mesmo se tinha como adotar um animalzinho. — Isso parece legal, já tem alguma ideia de qual animal, Ry? — questionou toda animada, sabia que poderia ter problemas dependendo do dono que acabasse a adotando, mas a ideia era interessante e esperava que conseguissem ter uma boa experiência.


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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemRussia [#211721] por Ryan Volkov » 17 Fev 2021, 21:08

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"I'm digging with my fingertips
I'm gripping at the ground I stand upon
I'm searching for fragile bones"

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Parte I



Aquelas férias seriam difíceis. Havia muitas coisas que eu gostaria de aproveitar com Nate, mas estávamos mais ou menos estranhos um com o outro desde o término. Na verdade era mais culpa minha. Eu não sabia bem como reagir após terminar com uma pessoa. O término com Baz também havia sido péssimo e, por dentro, eu estava bem na merda. Mas era pro bem deles. E era por isso que havia sido feito. Mas, assim, por mais que eu estivesse na merda, não iria demonstrar pra ninguém não. A pior coisa que existe na vida é ter alguém no seu cangote com pena de você ou derivados. A dor era minha e eu tinha de cuidar dela eu mesmo. Pois bem...


Foi em um dos raros momentos em que eu me encontrava sozinho que acabei esbarrando com Cecy na frente da Empório das Corujas. Ela parecia estranha. Diferente. O olhar perdido e triste observando os animais que se encontravam na vitrine. Franzi o cenho e parei ao seu lado lhe dando um pequeno susto. — Buuu! — Brinquei fazendo-a se virar para mim, reparando que sua feição realmente não estava lá muito boa. — O que houve? — Perguntei, meu rosto se enchendo de preocupação no mesmo instante.


A menina me dirigiu um olhar triste perguntando se estava assim tão óbvio. Sim, na verdade restava bastante óbvio, mas dizer aquilo não iria ajudar em nada certo. Esperei ela me dizer o motivo e quando ela finalmente disse foi como se um soco certeiro viesse na boca de meu estômago. Emil, o ratinho de estimação dela, havia partido dessa pra melhor? Mordi o lábio inferior. — Oh, Cecy... Eu sinto tanto... — Tomei a liberdade de envolvê-la em meus braços em um abraço terno.


Apesar de ser mais novo era mais alto que ela e aquilo facilitava bastante as coisas. — Se Emil viveu tanto assim foi porque teve uma dona maravilhosa como você. Você foi incrível e pode ter certeza que, onde quer que ele esteja, ele sabe disso. E tem orgulho de você por isso. — Lhe dei um beijo suave no topo de sua cabeça, a ninando mostrando que ela poderia chorar se quisesse. E o quanto quisesse. — Mas isso que os outros lhe disseram... É a mais pura verdade. Não acha que o Emil gostaria de compartilhar todo o amor que recebeu de você com um outro bichinho menos afortunado? Porque atrás dessa porta deve ter dezenas dele só esperando para ter uma tutora tão incrível quanto você... Então... O que me diz de entrarmos juntos? — Sorri, levando o indicador até o queixo dela, erguendo seu rosto para que nossos olhares se cruzassem.


Eu me senti um bobo quando ela se inclinou na ponta dos pés e me deu um beijo suave na bochecha. Não porque o gesto fosse o causador dessa sensação, era apenas que, bem... ficar com as bochechas mais vermelhas após receber um beijinho tão puro e inocente por parte de minha amiga era, de fato, algo bem bobo. Mas eu fiquei. Sorri e cocei minha nuca pronto para dizer mais alguma coisa quando a pergunta de um milhão de dólares me foi feita. Nate. Engoli seco rapidamente, rezando para a entidade cósmica da Batata que rege as forças do Universo no intuito de que ela não houvesse percebido aquele ato. Nate e eu não estávamos em um clima muito legal. E talvez até fosse melhor assim. — Quando eu saí do Caldeirão Furado ele já não estava mais no quarto. Talvez já esteja lá dentro. — Comecei a falar e caminhar, abrindo a porta para ela em um gesto de cavalheirismo, esperando que ela adentrasse a loja primeiro.


Meu gesto de nervosismo pareceu passar desapercebido por Cecy, mas o de cavalheirismo não. Ela brincou com isso e aquilo me fez rir um pouco. — A gente tenta não ser tão ogro às vezes... — Respondi a sua provocação e lá estávamos nós na Empório das Corujas. O lugar parecia ter virado uma espécie de auditório e o asiático que abrira o survivor na floresta dos suicidas no ano passado quem conduzia a palestra. Ele parecia mais ameno dessa vez, o que não queria dizer que havia deixado de ser ríspido. Mas a atividade era interessante. Não íamos simplesmente chegar e levar um animal. Iríamos vivenciar um dia na pele dele para que tivéssemos certeza de que o trataríamos como ele precisava. Legal. Muito legal mesmo. Era um excelente exercício de empatia. — Hum... Ainda não sei bem qual... Mas... O que acha de um ratinho? — Respondi Cecy quando me indagou o animal que eu estava pensando em adotar. Não tinha a menor ideia do que gostaria, a bem da verdade. Já tinha Salamy e Salamy me bastava. Mas um animalzinho a mais nunca era demais quando se tinha condições para criá-lo certo?

Interação: Cecily Y. Owen || Menção: Nathaniel Volkov || Ouvindo: Evolution – Korn || Notas:Bora virar um rato.
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemRussia [#212063] por Ryan Volkov » 28 Fev 2021, 21:48

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Parte II


O interior do local era grande — bem maior do que eu me lembrava de minha última visita aqui — então imaginei logo que estava modificado magicamente. Vários “mini habitats” foram montados para as criaturinhas não mágicas que estavam ali para adoção. Eu não tinha interesse em conseguir mais um filho, já tinha Salamy e não sabia como ele reagiria a um irmãozinho. Sem contar que na casa havia Atlas, o gato de Nate. Seria melhor não forçar uma interação com um terceiro bicho. Mas isso não significava que eu não poderia aproveitar a experiência, certo? — Eu realmente vou ver o ratinho. — Confirmei com Cecy me aproximando do alojamento dos pequenos roedores. Havia uma campainha e uns panfletos perto. Eu peguei os papéis e passei os olhos antes de, enfim, apertar o botão que me fez ser desaparatado para dentro de mim mesmo.

No início a sensação era a de ser sugado por uma chave de portal, mas depois, coisa de menos de dez segundos , eu consegui abrir meus olhos e pisquei algumas vezes para estabilizar o que via. Tudo a longo prazo era um grande borrão, mas meu olfato parecia umas 400x mais apurado que o normal. E eu queria... Olhei para os lados procurando a fonte daquele cheiro... Era... O meu humano! Meus olhos se arregalaram e meu coração se agitou ainda mais no peito! Será que ele estava me vendo? Será que ele sentia minha falta? Eu sentia a falta dele e dos petiscos como se tudo em minha vida dependesse daquele contato. E, bem... Dependia mesmo, não? Era complicado precisar... Meus pensamentos vinham em um turbilhão e era complicado organizá-los. Me ergui com o focinho balançando freneticamente, segurando as grades da gaiola como se eu fosse um prisioneiro esperando o carcereiro passar.

Havia mais dois ratos na gaiola comigo, mas eles pareciam menos... Deprimidos que eu. Eu seguia a espera de um carinho, de um afago, de um petisco... De coisas que simplesmente não vinham! E aquilo me deixava extremamente triste. O humano passou pela gaiola umas três vezes, me iludindo... E... nada. Eu estava ficando com fome agora. Corri pelos cantos da gaiola a procura de algo para roer... Sentia os cheiros fortes das possíveis comidas, mas... Eram apenas migalhas intragáveis. Um de meus irmãos ratos acordou para brincar comigo, mas teve a brilhante ideia de lutar por dominância enquanto eu estava morrendo de fome. Dei uma dentada nele e só quando ele gritou que o humano resolveu nos dar atenção — e comida. Abanei minha longa cauda quando ele me pegou em suas grandes e quentinhas mãos para me dar uma bronca. Assumi aquele comportamento agressivo meu como resultante de coisas positivas e fiz uma nota mental para agredir meu irmão outras vezes. Aquilo atraía carinho de meu humano relapso.

Quando o dia acabou e me enrolei para dormir em um ninho de papel higiênico picado por mim mesmo, a sensação de ser puxado para dentro de mim me acertou de novo. Agora, quando abri os olhos, estava de volta à porta do alojamento dos ratos como se absolutamente nada tivesse acontecido. Soltei o ar com uma breve risada e apenas assim descobri que o estava prendendo. — Wow! Isso foi louco... Se um dia eu tiver um rato me lembra de nunca fazer carinho depois dele arrancar um pedaço do irmão, valeu? — Falei com Cecy de modo divertido, apesar do teor de minhas palavras. — Quanto tempo eu fiquei ali? Você já foi ver os coelhos?


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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemPolonia [#212251] por Nathan Park » 07 Mar 2021, 00:46

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Nathan tinha uma paixão absurda por animais. Não importava o que acontecesse naquela semana, a única oficina que o garoto tinha certeza absoluta que desejava participar era aquela, caso precisasse de alguma maneira bizarra escolher apenas uma. Por isso mesmo havia se inscrito junto de Gales. Sabia que se havia algo que poderia tenta melhorar o humor de seu namorado secreto era justamente que ele pudesse aproveitar a companhia de criaturas maravilhosas como bichinhos de estimação, ao invés das interações com outras pessoas.

Estava segurando-se delicadamente na manga da camisa do mais velho para caminhar para dentro do Empório quando notou de imediato a diferença no ambiente comum. Não fazia tanto tempo assim que tinha passado por ali e aquele auditório era claramente uma modificação para a oficina. Entortou o nariz um pouco ao ver o rosto um tanto conhecido que começaria em breve a falar. Nathan possuía uma memória excelente o bastante para não sentir um arrepio ao lembrar-se de encontros nada agradáveis com árvores de uma certa floresta japonesa conhecida por sua energia pesada, Aokigahara. Não pareceu o único a lembrar-se, quando Kyoshi citou o evento das férias anteriores.

Ele mesmo. — respondeu baixinho, sem mover o olhar em momento algum. Não conseguia deixar de imaginar que ele aprontaria mai alguma naquelas férias e acabaria tornando a experiência desastrosa... ou talvez fosse criar algo menos arriscado daquela vez? Esperava que sim. Mesmo que o homem iniciasse falando o óbvio, sobre vidas de animais de estimação serem valiosas, imaginava que se ele falava aquilo era porque muitos ali precisavam ser lembrados daquilo para não agirem como idiotas. Lembrava-se perfeitamente do estado de Jinx ao encontrá-la, por culpa de crianças malditas com um coração ruim.

Trocar de lugar com um bichinho parecia algo... interessante. Mesmo que odiasse a ideia de ser "cuidado" por outro alguém que não fosse Kyoshi, era de fato uma maneira interessante de tentar entender a perspectiva de outro animal. Alguém que não era exatamente o maior fã de excesso de carinho não era o mais indicado para se tornar um mascote de alguém amoroso. Ao menos não de alguém que não fosse digno o bastante em sua opinião.

Se antes pensava se deveria adotar uma cobra ou algum outro tipo de criatura para evitar o conflito ciumento de Jinx caso realmente fosse colocar outra gata em casa, Nathan sentia-se muito mais interessado em ver a perspectiva de um felino que de qualquer outro animal. Olhou para Kyoshi discretamente, descendo a mão para a dele discretamente, deixando seu mindinho segurar o dele.

Você já escolheu algum animal? Estou pensando em tentar com um gato mesmo. Gosto da ideia de tentar ver a perspectiva da Jinx e do Yuuki. Não é muito único, mas... parece agradável ter a vida de um gato por um dia. — comentou baixinho ao olhá-lo, esperando por Kyoshi para que rumassem para o outro ambiente transformado da loja. Havia mesmo diversos diferentes viveiros no local. Tantos animais de tantas espécies e tamanhos que Nathan sentiu-se em seu ambiente mais seguro por alguns instantes. Se apenas estivessem ele e Kyoshi ali no meio de tantos animais, tudo seria melhor ainda.

Animal escolhido: Gato
Editado pela última vez por Nathan Park em 07 Mar 2021, 00:47, em um total de 1 vez.
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemJapao [#212255] por Gales Miyamoto » 07 Mar 2021, 07:50

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"Kurutte heiki?
Watashi no namae wo hakanai ka?"

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Parte I


De todas as feiras e oficinas anunciadas naquele evento, a que mais despertava o interesse de Gales era a que ocorreria no Empório das Corujas. Não estava o modelo de animação enquanto caminhava para lá com Nathan, mas aquilo não tinha nada a ver com a atividade em si. Estava ansioso. Adorava animais. Mas ainda estava muito mexido com todos os acontecimentos do fim do ano anterior. Mas a perspectiva de ir encontrar informações sobre as mais diversas criaturinhas e sentir a mão de Nathan segurando a manga de sua camisa, lhe dava a segurança de que precisava para não simplesmente desistir e se trancar no quarto alugado no Caldeirão Furado. Entraram na loja no momento exato e perceberam então que ela havia sido magicamente alterada. Não parecia em nada com a loja que ele visitara tantas vezes durante as férias. Havia um auditório ali e uma porta atrás do palestrante. E o palestrante lhe era familiar. Muito familiar. — Nate... Esse não foi o mesmo cara que organizou o survivor em Aokigahara no ano passado? — Sussurrou ao pé do ouvido dele tentando não ser nem um pouco indiscreto no ato.

Sim, era ele. Não era nenhuma impressão de Gales. Sentiu o estômago dar uma revirada por se lembrar da sensação horrível de ter o tronco perfurado por um salgueiro lutador naquela atividade e ficou se perguntando por um momento se aquele cara iria acabar os colocando para luta com algum bicho lá dentro ou coisa do tipo. Mas não. Ele estava sendo até mesmo sensato com relação as coisas que falava, embora não parecesse exatamente a pessoa mais convidativa da face da terra para se manter um diálogo. Mas Gales também não o era, era? Haruno Kobayashi. Esse era o nome daquele homem que, após relembrar a todos que estavam lidando com vidas e não com brinquedos, se apresentou. A atividade proposta por ele parecia simples, mas, aos olhos de Gales, se mostrava totalmente necessária. Queria que mais pessoas tivessem senso ao adotar os animais e viver um dia na pele deles parecia a oportunidade perfeita para conscientizar quem quer que fosse antes de tomar uma decisão impulsiva que acabaria por pôr em risco a vida de um animalzinho inocente que nada tinha a ver com a falta de senso alheio.

— Gosto da ideia de viver como um gato. — Comentou ao responder Nate sobre que animal ele pensava em virar quando passassem por aquela porta que os levaria para o ambiente onde os bichos estavam. Seria bom mesmo poder ver como Yuuki pensava e se sentia. — Isso pode ajudar a gente a lidar melhor com os que já temos. — Reiterou que concordava com cada palavra dita por Nathan. Não achava que seria uma boa levar um outro gato para tentar introduzir com Yuuki, embora duvidasse muito que o animal peludo, branco e preguiçoso fosse querer se meter em problemas com o novato. Sua preocupação era o novato querer se meter em problemas com Yuuki mesmo.

Seguiu com Nathan através da porta e se surpreendeu com o tamanho do que encontrou através dela. Ele nunca havia visto tantos mini habitats juntos em sua vida e aquilo era ótimo. Ele adorava animais de uma forma que sequer conseguia pôr em palavras. Seguiu junto até o viveiro completamente adaptado para ser um mini local onde os gatos não se estressariam e estariam felizes e pregou os olhos no botão que o levaria para uma vida felina. — Será que se apertarmos ao mesmo tempo seremos transportados para a mesma realidade? Eu adoraria ser um gato junto com você...


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Gales Miyamoto
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemPolonia [#212261] por Nathan Park » 07 Mar 2021, 15:00

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Não sabia se estava indo no caminho certo escolhendo ser um gato. Aquilo tudo até mesmo o lembrava um pouco um romance de Natsume Soseki e Nathan tinha certeza absoluta que seria do tipo a julgar cada pequena atitude humana com o máximo de desafeto possível. Olhou para Kyoshi ao chegarem mais próximos da caixa e ouvir a ideia dele sobre serem gatos juntos. Seria interessante, ao menos...

Eu não tenho certeza... mas nada nos impede de tentar, certo? — perguntou baixinho, antes de iniciarem juntos uma contagem para apertar o botão ao mesmo tempo exato. A sensação de chaves de portal nunca era exatamente agradável e Nathan realmente se irritava um tanto com a sensação, tendo que equilibrar-se um pouco melhor no lugar até... bom... estar literalmente sentindo-se exausto e deitado todo encolhido num canto de uma enorme sala. Talvez tivesse continuado dormindo tranquilamente, não sentisse algo — ou alguém — pulando em si para lambê-lo. Aquele era... Kyoshi? Ergueu o rosto e as orelhinhas brancas como as de Yuuki, ronronando um pouco para o outro. Era um misto estranho de estar odiando caricias de maneira absurda com o fato de ser Kyoshi ali. Mesmo que ele parecesse excessivamente agitado.

"Estou cansado, não podemos só aninhar e dormir?", Nathan chegou a tentar falar, mas apenas um miado se fez ouvir. Teria até mesmo tentado falar outra vez, mas conseguiu ouvir uma voz feminina quase morrendo de amores por algo "fofinho". O que diabos de fofinho? Ergueu o rosto para ver uma humana gigantesca se aproximando para puxá-lo para seu colo. Nathan tentou imediatamente esquivar-se e escalar para fora do carinho, olhando com um pedido de socorro para o Kyoshi em sua versão felina. Sua humana parecia tão focada no gato branco e em colocá-lo no chão em segurança após levar tantas patadas na cara como avisos para que o soltasse, que não parecia ouvindo e entendendo o choramingo de Gales.

"Minha humana é idiota, ela não entende, vai achar que você quer brincar", sentou-se no chão outra vez encarando sua humana, miando para ela para tentar avisar que se ela o pegasse no colo outra vez a arranharia. Assisti-la interpretando seu miado da maneira completamente errado para buscar um brinquedinho de penas que ficava balançando a sua frente sem ocasionar nenhuma reação verdadeira além de sua atenção e balançar instintivo — que Nathans e irritava com— de seu rabo de um lado para o outro.

Vamos, bebê... se mexe um pouco mais! Você está parado há muito tempo, vai ficar doente, precisa fazer exercícios. — ouviu-a reclamar, mas apenas saiu em passos ritmados para subir no sofá, deitando-se de qualquer jeito enquanto olhava o humano de Gales que continuava incessantemente em um jogo barulhento. Ao menos ele não era tão grudento quanto sua humana. Claro que também não lhe dava petiscos e saches gostosos como sua humana, mas parecia não insistir que Gales deveria se exercitar.

Gales parecia realmente empolgado com o brinquedo e com a ideia de fugir pela janela. Enquanto o dono de Gales parecia não se importar, sua humana parecia desesperada de alegria em brincar com o gato dele já que Nathan não o estava respondendo. Se ela o desse um petisco como de costume talvez até mesmo se esforçasse e desse algumas batidinhas no brinquedo, mas o sofá era mesmo mais confortável. Espatifou-se um pouco mais quando viu Gales parecendo querendo bolar um plano de fuga.

"Acho que vou passar outra vez... minha humana fica ainda mais grudenta quando eu sumo", pensou enquanto olhava para Gales mais uma vez antes de ajeitar-se no sofá. Poderia dormir por um dia inteiro. Definitivamente poderia e tentaria fazer aquilo porque era extremamente confortável.

Não havia mesmo muito na vida de um gato preguiçoso além de escapar dos carinhos de sua dona grudenta — com as unhas ou fugindo para lugares altos — e desfrutar da boa vida de quem recebia tudo e mais um pouco. Realmente... tudo o que podia sentir após voltar é que Yuuki devia sofrer muito com o excesso de sono constante e o excesso de energia de Jinx.

Habilidade pretendida: Empatia
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemJapao [#212263] por Gales Miyamoto » 07 Mar 2021, 15:11

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"Kurutte heiki?
Watashi no namae wo hakanai ka?"

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Parte II


Nate não sabia dizer se seria possível, mas, ainda assim, resolveram tentar. Contaram até três e, ao mesmo tempo, apertaram o botão que os transformaria em felinos. Sentiu o costumeiro aperto estranho e indescritível de chaves de portal e fechou os olhos para não acabar enjoando como sabia que enjoaria se estivesse de olhos abertos. Quando a sensação acabou, abriu os olhos lentamente e sentiu que o aroma do local era perceptível através de bigodes e não mais por seu nariz. Piscou algumas vezes e olhou para o lado. Estava agitado. Muito agitado. Procurava Nate como se sua vida dependesse disso e, em poucos segundos, encontrou um outro gato deitado no chão próximo de onde ele havia despertado. O cheiro era o do namorado. Em um ato instintivo, começou a lambê-lo imediatamente no intuito de acordá-lo e chamá-lo para correr atrás de... De quê? Ele não tinha a menor ideia, mas ele queria correr. Só sabia disso. Correr muito.

O Nate gato não parecia se mover muito enquanto Gales o lambia. Arriscou dar uns tapinhas com a pata, nada sério e até meio leve, mas também não houve nada além de um miado longo de reclamação. Gales entendia aquilo como um "vamos dormir". Ia reclamar de volta, mas nesse momento ele viu a figura gigante se aproximando. Alguém que ele conhecia o cheiro, mas que o assustava. Não era sua humana. Era a humana de seu humano. Ele deu um pulo para trás e correu para baixo do armário esperando não ser agarrado como Nate havia sido. Mas, logo em seguida, mudou de ideia e correu na direção da mulher, enroscando-se em suas pernas. Onde estaria seu humano? Parando para pensar, não se lembrava de tê-lo visto colocando ração no pote naquela manhã e ele jamais comeria em um pote vazio como aquele! Só tinha ração pelos cantos da vasilha e o meio estava completamente vazio! Um ultraje! Miou um pouco mais alto pedindo para que aquela humana lhe desse comida, ao menos. Seguia sem ver seu humano, mas ouvia o barulho daquele aparelho estranho que fazia com que ele passasse horas sem lembrar que o restante do mundo existia. O que lhe dava tempo para procurar espaços por aí para acabar fugindo, diga-se de passagem. Gostava daquele tal de videogame. Tinha fios e dava para morder... Mas... Naquele instante... Tudo o que ele queria era comida.

Gales estava ficando irritado. Gatos e pessoas com fome ficavam irritados. Era normal, certo? Ele iria reclamar mais, mas viu aquele brinquedo maravilhoso nas mãos da humana de Nate e seus olhos se arregalaram em antecipação, seu corpo se encolhendo em uma posição de predador perante uma possível presa. Nate, por outro lado, não parecia nem um pouco interessado e saiu da direção da presa que Gales anelava. Foi quando Nate saiu que Gales pulou no brinquedo com tudo o que tinha e soltou um longo miado para a humana dele tentando fazê-la entender do que precisava. Já havia desistido de seu próprio humano. "Quando ela me der de comer eu vou fugir pela janela. Por que não vem comigo?" Miou na direção de Nate, verdadeiramente incomodado com a forma como ele parecia dormir rápido ao se aninhar no sofá.

E não se surpreendeu ao receber de Nate a resposta de que não iria tentar fugir com ele. Bom... Paciência, certo? Traria um rato de presente para ele. E para aquela humana simpática quando voltasse. Seu humano que se danasse. Se ele não se importava, não era Gales que se importaria.


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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemReino Unido [#212282] por Cecily Y. Owen » 07 Mar 2021, 21:59

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Oh, that sunshine bout to come my way.
May we never ever shed another tear for today.

[ Empório das Corujas | Feira de Adoção #002]


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Desde muito jovem, a galesa sempre teve uma paixão pelos animais, aprendendo desde muito cedo a cuidar de uma variedades de criaturas que pode ter contato. Muito antes de descobrir que era bruxa e aprender na escola, além dos livros que tinham na biblioteca do seu pai biológico, os animais mágicos que existiam pelo mundo. Sendo assim, ela nunca viu bichos de estimação como um tipo de presente que se dá a uma criança. Animais não eram brinquedos, eram seres viventes tal qual ela o era, então deveriam ter o mesmo cuidado que a loira recebeu e recebia de seus pais.

Mas muitas pessoas não tinham essa mentalidade que a menina trazia consigo. O que a fez aprovar aquela atividade completamente era a chance de todas aquelas pessoas aprenderem isso ao viver na pele de um daqueles belos animais por algumas horas. — Um ratinho seria bom, mas acho que vou tentar algum diferente. — a jovem fala sorrindo para o amigo, com ela mesma ponderando qual seria o que escolheria, passando por vários até chegar onde estavam os coelhos. — Ah, eu nunca cuidei de um. — comenta com o russo, vendo-o em seguida escolher um dos ratinhos. Ela poderia fazer o mesmo, mas achava que não conseguiria, não com a morte de Emil tão recente.

Dando o espaço para Ryan, Owen seguiu para onde estavam os coelhos, observando alguns quando enfim decidiu por tentar com eles. Eles teriam tempo, poderia fazer aquilo com praticamente a maioria das criaturinhas lindas que esperavam serem adotadas. Talvez aquilo a ajudasse a decidir se deveria ou não adotar um novo filhote para cuidar como fizera com seu pequeno Emil. Foi nesse momento que a jovem encontrou um pequeno coelho, ela não sabia se ainda era filhote ou se ele era daquele tamanho, mas havia chamado sua atenção rapidamente e sem pensar muito, puxada por aquele pequenos olhinhos fofos, a loira apertou o botão que a levaria ser aquele pequenino por um tempo.

A sensação que a tomou foi como aparatar com seu irmão mais velho, ou pegar uma chave de portal, aquela sensação de ser sugada de um lugar para o outro que era estranha, desconfortável, mas também completamente curiosa. Contudo, nada daquilo era mais divertido e surpreendente que num piscar de olhos um pouco confusos estar numa gaiola. Ela nem teve tempo de processar a mudança, sua vontade de correr e sair dali era maior que tudo, contudo, logo sentiu ser pega, ela se debateu, tentando fugir daquele abraço quentinho, mas extremamente apertado. Sua dona! Aquele cheiro era dela, mas não queria carinho, apenas queria correr por todo o lado e não ficar naquela gaiola ou presa num abraço que tinha certeza que estava esmagando, aquilo ia quebrar seus ossinhos!

O dia foi praticamente daquele jeito, toda vez que a jovem menina vinha a alimentar ou trocar sua água, ela queria fugir correndo, mas sempre acabava presa num abraço que ela tinha certeza que iria matá-la, tanto quanto seu coração acelerado. Ser esmagada. No entanto, teve um momento que ela teve sua chance, a mãe de sua dona surgiu enquanto ela a apertava e na distração de colocá-la de volta a gaiola, a menina esqueceu de trancar. A pequena coelhinha branquinha se aproveitou daquilo, correndo e brincando no quarto até se cansar, fazendo com que ela dormisse. Tudo acabou assim que seus olhos se fecharam quando deitou em seu cantinho novo. Num mesmo piscar, a jovem se viu novamente de frente para a casinha separada para os coelhos. Sorrindo com aquele dia, logo ouvindo a voz do amigo quando voltou para o alojamento dos ratinhos. — Sim, e eles são fofos, mas bem acelerados, pelo menos a que eu fui. — comenta divertida — Acho que vou adotar um coelho, não conseguiria colocar outro ratinho no lugar de Emil. — falou de modo leve, logo recebendo apoio do mais novo, com ele a ajudando com as coisas que precisava. Com ela também agradecendo a experiência ao senhor Kobayashi antes de irem embora


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TAGGED • Nathaniel Volkov; Família Owen (NPC); Emil, o ratinho esperto (RIP); Haruno Kobayashi;| WITH • Ryan Volkov;
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Re: [FEIRA] Feira de adoção

MensagemRussia [#212318] por Nathaniel Volkov » 09 Mar 2021, 02:25

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Weatherman


      Eu não gostava muito de ir ao Empório das Corujas porque era um lugar um tanto fedorento e apertado. Era péssimo, mas já que estava nessa chatice de evento, tinha de tentar aproveitar. O único lugar que estava interessado era justamente a loja de animais porque era bom ter as criaturinhas, sejam elas mágicas ou não mágicas como companhia. De resto, não estava nem aí. Estava há alguns dias longe de Atlas e isso me deixava triste. Como era apenas uma semana, preferi deixá-lo em casa, acomodado em meu quarto do que trazê-lo para cá e fazê-lo se adaptar num outro ambiente. No entanto, isso estava me custando muito caro. A companhia dele era ótima e ver seu crescimento me deixava muito assustado e emocionado. Meu gato era lindo e tornou-se um dos meus bens mais preciosos.

      Mal podia esperar para voltar para a Rússia.

      Deixei o quarto em que estava hospedado meia hora antes para chegar no local da palestra com certa folga e pegar um bom lugar para assisti-la. Não fazia ideia de quem era Haruno Kobayashi e esperava ser surpreendido sobre o que quer que ele fosse discursar. — Ora, ora, não imaginava esbarrar com você por aqui. — Ao virar a esquina que me faria chegar ao meu destino, me deparei com Adalind e quis mudar o caminho no mesmo instante em que a encontrei. — Digo o mesmo. Bom dia. — Sabia que a francesa vinha enfrentando alguns problemas pessoas e que seus pais, até então, vinham sendo muito rígidos com a sua pessoa. — Mas, diferente de você, eu gosto de curtir as férias em lugares diferentes… et, bonjour. No início de nossa aproximação, eu realmente não tinha paciência nenhuma com ela. Porém, com o passar do tempo, até que ela se mostrou uma pessoa tranquila para se conviver.

      Meu principal objetivo em Durmstrang era encontrar alguém que falasse pouco, como eu. Aqueles que me cercavam não pareciam deter tal habilidade. Talvez o problema estivesse em mim, talvez não. A questão era que naquele momento, queria ficar sozinho. Minha cabeça ainda fervilhava um pouco desde a última vez que falei com Ryan, foi por causa dele que saí mais cedo da hospedaria. Não queria me atrasar, mas principalmente, não queria me deparar com ele. — Bom… au revoir. — Ela acenou, fazendo-me franzir o cenho. — Não vai participar da palestra? — Falei, apontando para o letreiro do comércio. A forma como o cenho dela franziu quase me fez sorrir. — Tenho mais o que fazer. — Foi a resposta dela. — Bom te ver, se cuide. — Gentilmente, movi a cabeça num aceno. — Digo o mesmo. — Adalind atravessou a rua e acenou para uma garota de cabelos coloridos e isso me deixou aliviado. Não estava a fim de socializar tão cedo.

      Ao adentrar na loja, me surpreendi com a arrumação e principalmente, com o odor. Eu estava num auditório, com diversos bancos disponíveis e não havia nenhuma vitrine de animais por perto. Sentei na terceira fileira e esperei dar o horário combinado para início da atividade. Olhei para trás e percebi que já tinha uma quantidade considerável de pessoas. Procurei um rosto conhecido e acabei reconhecendo dois, o que me fez voltar a olhar para frente. Cecy e Ryan estavam aqui. Tentaria falar com a galesa no final e esperava alcançá-la antes de encontrar meu irmão. Passados mais alguns minutos, um homem de aparência séria surgiu no centro do palanque e começou a falar, sem nem ao menos se apresentar ou dizer “bom dia”. Já não fui muito com a cara dele.

      Suspeitava que ele era o palestrante, mas… e se não fosse? Foi quando ele se apresentou e encerrou minhas dúvidas. Ouvi suas palavras com atenção e não lamentei o fato de não lidar com criaturas mágicas, mas fiquei curioso com sua proposta. Não estava nos meus planos virar um bicho, mesmo já sendo um “bicho do mato” como a Aubert tanto me falava. Após a experiência, se eu quisesse, poderia adotar um novo animalzinho, algo que não estava nos meus planos e provavelmente deixaria para lá. Já tinha trabalho suficiente com um gato e não fazia ideia de como ele iria reagir com um novo amiguinho. Também não estava querendo pagar para ver. Seriam apenas quinze minutos, mas a sensação seria como um dia inteiro. Isso era um tanto assustador. Quando o mais velho abriu a porta para irmos até o viveiro, não demorei para me dirigir até ela, apesar de não fazer ideia de que bicho iria me tornar.

[Interacting to: Adalind Aubert (NPC, Romanov)]
[Tagged: Cecily Y. Owen, Ryan Volkov e Haruno Kobayashi]
[Notes: Corrido e ruim; nem sei se vai dar tempo de finalizar]
Nathaniel Volkov
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