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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Expresso de Hogwarts 2022

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Expresso de Hogwarts 2022

MensagemInglaterra [#219736] por Mestre de Hogwarts » 04 Jan 2022, 22:46

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    Aquele parecia um ano atípico.

    Quer dizer, não para aqueles que observavam a magnífica locomotiva, parada na estação King’s Cross, de fora. Para aquele aglomerado de pessoas, o expresso parecia o mesmo de sempre, com sua pintura reluzente, os vagões já sendo preenchidos por estudantes, a fumaça saindo de sua cabine, a grandiosidade ao qual o transporte mágico possuía e repassava às pessoas ao redor. Aliás, aquela não era uma visão impressionante apenas para os veteranos, mas para os que viam o trem pela primeira vez. A sensação devia ser de pura animação, entusiasmo e, obviamente, curiosidade.

    Felizmente, a surpresa se encontrava na decoração interior da locomotiva, afinal, não era um ano qualquer, mas sim o que seria agraciado com os Jogos Olímpicos de Hogwarts! Um ano tão esportivo e com muitas competições a serem feitas, não poderia passar despercebido pelos alunos desde seu primeiro contato com a escola inglesa. Para tanto, o expresso havia sido decorado com os temas das modalidades esportivas disponibilizadas naquele evento: xadrez bruxo, duelos e queimada bruxa. E não eram apenas imagens, mas também informações dos esportes, desde quando foram criados até as equipes oficiais que jogavam naquelas modalidades.

    A cabine dos monitores continham imagens do xadrez bruxo, de duelos que foram e seriam realizados ao longo do ano e até de um esporte pouco conhecido pela maioria, a queimada. Nos demais vagões, a decoração se tornava única, ou seja, cada vagão possuía as imagens, em movimento é claro, dos esportes que seriam ministrados nas Olimpíadas. Ou seja, o segundo havia informações do xadrez, o terceiro de duelos, o quarto de queimada, o quinto voltava para xadrez e assim por diante. Assim, a viagem dos alunos seria pincelada com um pouco de informação do que lhes esperava, de imagens de partidas, de duelos e até de queimada, tirados de eventos oficiais do mundo bruxo.

    Talvez a prévia servisse para motivar os estudantes? Talvez sim, mas tudo indicava que aquele ano prometia ser bastante intenso e cheio de surpresas. Contudo, também podia-se esperar muito dos novos monitores que lidariam com aqueles estudantes munidos de curiosidade, entusiasmo e, obviamente, vontade de aprontar. Esperávamos, é claro, que naquele ano não houvesse tantos problemas como no anterior, mas nada era garantido.



    Informações Extras:

    Bem vindos ao Expresso de Hogwarts 2022!

    Segue estrutura do Expresso, com algumas informações acerca dos espaços dentro do trem:

    Expresso Geral:
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    Expresso Interno:
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    - Este ano o Expresso de Hogwarts está simples e tranquilo, então aproveitem a viagem. As descrições dos esportes e imagens do que contém na decoração ficam a cargo da imaginação de vocês… Mentira, gente. Seguem informações no spoiler abaixo. As imagens, realmente, ficarão a cargo da imaginação, porque não há imagens de queimada bruxa .sad:

    > Xadrez Bruxo
    Spoiler: Mostrar
    É a variante encantada do clássico jogo de tabuleiro no qual as peças se movem por conta própria quando comandadas pelo jogador. Quando uma peça é retirada, ela é removida pela peça atacante, geralmente de maneira bárbara, onde a peça perdida é esmagada violentamente pela peça vencedora.


    > Duelos
    Spoiler: Mostrar
    O duelo é uma prática na cultura bruxa, na qual dois ou mais bruxos ou bruxas se engajam em combate sob a condição de que apenas meios mágicos podem ser usados. Os combatentes se enfrentam e se curvam. Depois de se curvarem, os dois tentam desarmar, atordoar, ferir, derrotar ou matar uns aos outros para forçar a submissão, e assim um vencedor ser decidido.

    O duelo também existe como esporte, da mesma forma que a esgrima é um esporte no mundo trouxa. Fora do combate real, ele pode ser transformado em uma competição esportiva amigável.


    > Queimada Bruxa
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    Queimada é um jogo esportivo muito usado como brincadeira infantil. O material utilizado é uma bola de vôlei ou de borracha, de tamanho médio. O local é um terreno plano, de forma retangular, demarcado por linhas que deve ter mais ou menos 16 m de comprimento por 8 m de largura, sendo dividido em dois campos iguais, por uma linha reta e bem visível traçada no solo. O tamanho do terreno pode variar conforme o número de jogadores.

    O jogo pode conter vinte ou mais jogadores. As qualidades desenvolvidas são movimento, destreza, domínio e cooperação. O objetivo do jogo é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. O grupo vencedor será aquele que fizer o maior número de prisioneiros dentro de um tempo pré-estabelecido, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.


    - Todos os registros devem ser feitos como “Trama Oficial”.
    - Prazo: até 05/03
    (Obrigada pelas imagens do expresso, Meriu!)
Editado pela última vez por Nikolaus Marcus Lothringen em 04 Jan 2022, 22:53, em um total de 1 vez.
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemInglaterra [#219737] por Melinda Ainsworth » 04 Jan 2022, 22:52

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[ VAGÃO DOS MONITORES ]

[ 1º de setembro | 10h50 ]


Neste ano a cabine não parece a mesma de minhas memórias – o que é conveniente, sem dúvidas, considerando meu contexto particular –, tampouco parece a do ano anterior. Nas paredes imagens deslizam, alternando entre cenas feitas em ângulos dramáticos, que tornam mais vivazes os esportes, ao meu ver, tão comuns. Por um instante observo o movimento dos dois alunos representados na projeção mágica que se encontra ativa, contemplando ambos percorrerem de um lado para o outro, saltando janelas ou desviando da porta, antes de lançarem cada qual um feitiço da ponta de suas varinhas que, ao se encontrarem na parede próxima à passagem que leva à frente do trem, emitem um clarão. O fulgor se espalha pelo resto do ambiente, fazendo-me piscar um pouco incomodada, e aos poucos esmaece, revelando uma nova cena com peças de xadrez em movimento. Ergo uma sobrancelha e não posso deixar de esperar que este tipo de apresentação chamativa não seja uma constante, visto que não apenas seria causa de distrações, como péssimo para qualquer descanso.

Suspiro e meu olhar desvia da disputa entre peças e pessoas para o ambiente real que me cerca, observando os detalhes que foram transfigurados nos móveis, as almofadas com frases de mote esportiva – que mais me recordam um copilado de dizeres do preparador físico que tive na época de treinamento no Ministério britânico –, a superfície das mesas que foram alteradas para algo similar a um tabuleiro preto e branco, dentre outras particularidades que me fazem pensar que alguém realmente se empolgou com a ideia dos Jogos Olímpicos que ocorrerão ao longo deste ano em Hogwarts. Considero por um momento se isso seria obra da nova vice-diretora, enquanto confiro os espaços de bagagem para ver se não há nada esquecido de outros tempos; vejo os armários para ter certeza se os kits de emergência ali se encontram, assim como se pelas bancadas há comidas e bebidas disponíveis como sempre – e não posso deixar de julgar com certa censura as garrafas em formato de peças de xadrez.

Nada parece fora de ordem, apesar das mudanças pontuais, de modo que ajeito meus próprios pertences em um canto, retirando a capa e puxando para mim minha pasta, a qual contém as informações sobre os monitores deste ano. Sento-me para aguardar a chegada dos estudantes que ocuparão esta cabine, conforme informado pela carta típica em que eram entregues também a lista de material e os broches de monitoria. Meus olhos caminham pelos nomes e não posso deixar de pensar que, diferente do ano anterior, não há ansiedade ou receio em mim, apenas o velho senso de dever a ser cumprido. Menos mal, pois seria estúpido me ver, pela segunda vez, receosa de encontrar jovens que mal haviam terminado de aprender a segurar uma varinha. Permaneço em meus preparos, mas, ao girar uma página, percebo meu polegar circundando a cicatriz de meu anelar esquerdo. Um sinal de que, talvez, não estou tão bem quanto penso.

Respiro fundo e cerro o punho para adquirir algum controle, tendo logo minha atenção tomada por sons distantes. Giro os olhos para a entrada, acompanhando a chegada de um dos monitores. Cumprimento-o como manda a educação e indico para que tanto deixe os pertences nas partes reservadas para bagagens, quanto que fique à vontade para servir-se e escolher um lugar nos sofás, onde será a reunião – que, como de costume, se dará pouco antes da partida efetiva do Expresso. Prossigo com meus deveres particulares, eventualmente parando para repetir as orientações aos recém-chegados ao vagão, até o momento em que vejo que todos ali se encontram. Ergo-me com a varinha já em punho, meneando-a para puxar os pergaminhos e pastas até minha mão livre, então fazendo flutuar uma cadeira até a ponta do corredor, onde ficará mais fácil todos me verem e escutarem.

— Bom dia e bem-vindos. — Cumprimento no tom mais brando que consigo, ainda que a seriedade inflexível se mantenha como um velho hábito. — Como sabem, sou a inspetora de Hogwarts e, assim sendo, serei a responsável por coletar e ajudar a resolver boa parte das ocorrências que os senhores se depararem enquanto monitores. Ou, quando necessário, orientá-lo de inúmeras formas, incluindo para encaminhar algo específico para a instância correta. — Acrescento, uma vez que não raras são as vezes que questionam se em situações hipotéticas – que são sempre reais – deveriam falar comigo ou com um dos diretores. — Mais que isso, sou responsável por garantir a segurança e o bem-estar de todos nas imediações do castelo e isso inclui cada um dos aqui presentes. Assim sendo, estarei disponível para auxilia-los em qualquer situação ou eventualidade, caso, por alguma razão, não se sintam à vontade para se dirigirem aos diretores de suas casas. — Prontifico-me com firmeza, ainda que duvide que algum deles vá preferir a minha pessoa à um de meus colegas.

— As especificidades dos cargos e obrigações ao longo do castelo, conversaremos amanhã, mesmo porque, como é possível suspeitar — e indico o vagão enfeitado ao nosso redor — algo diferente ocorrerá neste ano letivo, de modo que influenciará em algum grau nas obrigações tanto minhas quanto dos senhores. — Sinto que talvez devesse estar incomodada com aquilo, mas apenas consigo, como é usual, notar uma grande indiferença em meu âmago. — Por agora, principalmente aos novos monitores – já que os antigos conhecem este discurso –, tenham em suas mentes que estes distintivos os colocam como não apenas autoridades, mas representantes do corpo discente. Alunos com contato com diretores, professores e funcionários e a quem seus colegas terão acesso mais facilmente em qualquer eventualidade e para relatar qualquer problema. Ou seja, os senhores serão não apenas parte da vigilância, mas um elo de comunicação essencial dentro da escola. Espero que cumpram este papel adequadamente. — Confiro com o olhar as faces que ali se apresentam, verificando o entendimento nas entrelinhas das expressões.

— Com isso dito, ainda que seja uma dinâmica que parece tola, neste primeiro momento quero que reiterem aqui seus nomes, como preferem ser chamados, a casa e ano em que se encontram, local de origem, comportamento que gostem e desgostem, uma habilidade da qual se orgulhem, além de quaisquer outras informações que julguem relevantes para auxiliar nas obrigações e mantermos uma convivência e comunicação mais fácil entre nós. — Peço, dando o espaço para que todos comecem a falar, enquanto ouço, atenta a cada detalhe comportamental que os presentes, quer queiram, quer não, deixam escapar. Como de praxe minha atenção, em especial, recai sobre os monitores-chefes. Hatzimichalis e Huang, ambos estudantes que, ainda que mereçam a posição em que se encontram, sei haver um certo histórico que me faz indagar internamente se não usarão de maneira inadequada a posição que ocupam, bem como o quão bem eles se sairão sendo líderes e encabeçando boa parte dos diálogos e decisões, principalmente quando o ano letivo avançar.

— Obrigada — sentencio ao fim da última apresentação, erguendo a varinha e entregando diagramas do interior do Expresso de Hogwarts, devidamente atualizados para as modificações feitas. — Ao longo do trem existem equipamentos de emergência e kits com primeiros-socorros para qualquer eventualidade – ainda que não os aconselho a usá-los, exceto se tiverem o devido treinamento ou, pelo menos, algum conhecimento básico de medibruxaria. Fora isso, há também um sistema de som, acessível apenas aos funcionários e monitores-chefes em caso de emergência, os quais se encontram no começo e final de todos os vagões que não possuam áreas de descanso. — Minha varinha indica os locais, enquanto minha atenção se mantem nos estudantes, avaliando a atenção deles. — Este ano, devido ao evento que ocorrerá, os vagões estão alternados entre três temas: xadrez, duelos e queimada bruxa. — Digo, indicando rapidamente qual possui qual tema.

— Isto, deixar claro, não causa grandes interferências, mas deixo avisado para que não estranhem o fato de o Expresso estar um pouco... — observo os arredores que mostram uma jovem se jogando para desviar de uma bola lançada por um adversário — ...visual demais. — E não posso deixar de implicar um certo desagrado, agradecendo que, pelo menos, nenhuma mudança brusca de luz ocorreu naqueles instantes. Pisco por um momento mais longo, deixando de canto estas considerações. — Como podem ver, não existem grandes segredos ao longo do Expresso. Apenas fiquem atentos aos locais com muitos alunos acumulados, tenham certeza de que não há ninguém tentando pular as janelas dos corredores e, em caso de existir suspeita de atividades impróprias, vocês têm autorização para invadir as cabines. Tomem cuidado, todavia, para ter certeza de que não há ninguém se trocando – seria um tanto quanto vexante, para dizer o mínimo.

— Sobre a ronda, — e com um gesto da varinha, pontos brilhantes surgem no diagrama que estou usando de demonstração, exemplificando ali o esquema que será seguido — dois monitores descansarão pela próxima hora, um monitor-chefe fará a ronda geral, caminhando pelo trem para dar suporte para os demais, o outro será responsável pelo último vagão, o 7, já os demais monitores ficarão cada um em um dos vagões restantes. Passada uma hora, todos os monitores avançarão dois vagões. Quem estava nos vagões 1 e 2, irá para o descanso, enquanto quem estava em descanso entrará nos vagões 6 e 7. — Enquanto explico, demonstro pelo mapa a movimentação a ser executada. — Monitores-chefes poderão trocar entre a ronda geral e a ronda no vagão um com o outro quando acharem oportuno, todavia, para descansarem, deverão estar em horário de ronda geral, porque quem os substituirá nesta tarefa, serei eu — e fito à sonserina e grifinório mais velhos antes de erguer uma tabela de horários. — Para que tenham uma ideia das trocas, deixo exposto este exemplo, todavia, quero que os senhores discutam entre si e decidam em que posição começarão. — Solicito, intentando ver como será a dinâmica entre o grupo deste ano.

— Para não haver dúvidas quanto a “ser responsável por um dos vagões”, isso não significa que ficarão presos a eles por uma hora. Ninguém os impedirá ou retaliará de irem visitar algum colega do outro lado do trem, de irem ao vagão do lado para conversar com outro monitor ou parar para comer algo, porém, estejam cientes de que o que quer que ocorra em seu vagão e que não tenha uma resolução ou venha a se mostrar um problema maior, cairá na sua responsabilidade. Compreendido? — Questiono, avaliando pelas expressões até que ponto existe compreensão ou não quanto àquilo que digo. — Antes que comecem a decidir quais horários desejarão ocupar inicialmente, alguma dúvida ou questão ou algum aspecto que gostariam de compreender? — Digo na esperança de que, a partir do momento em que comecem a decidir o futuro imediato, aqueles alunos se mostrem dignos de terem sido escolhidos para ali estarem naquele cargo.


With: Monitores todos.
Off: Peço desculpas pela postagem tensíssima, meio copia e cola, mas com erros excessivos possivelmente (concordância verbal e manter a coisa no presente, saudades). Interações são mais que bem-vindas, questões também, se quiserem saber da vida, pra que serve tal coisa, enfim, o que vier.

O esquema de ronda, desenhadinho, seria algo mais ou menos assim (lembrando que as cores não são as casas não, só usei para separar mesmo – por exemplo, se algum corvino quiser um espaço amarelo, tá tranquilo):
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Vocês só precisam decidir onde querem começar e depois seguir o esqueminha. Vejam pelo grupo (ou discutam em ON mesmo) e se ninguém chegar num acordo, a gente sorteia e boa. Lembrando que o vagão 1 é o mais perto do vagão dos monitores e o 7 é o último. <3

Ressaltar que monitores-chefes só não foram colocados no descanso porque eles escolhem a hora que vão querer (lembrando que a única condição é que tem que estar em um horário “Geral”).

Qualquer coisa é só gritar.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Faia, 30cm, Escama de Basilisco, Elástica

    Usou um Varinha de Faia, 30cm, Escama de Basilisco, Elástica.

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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemItalia [#219778] por Venus Rossa » 08 Jan 2022, 23:32

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Espresso di Hogwarts
Hogwarts Express
022

Venus inspirou profundamente após atravessar a passagem para a plataforma 9¾. O cheiro da fumaça não era bom, mas a lembrava de sua segunda casa, Hogwarts, para onde estava voltando após três anos em Beauxbatons, queria se formar ao lado da prima Serena e de suas amigas Melissa e Ohana. Sentia saudades também, do ar inglês, da torre do relógio, de outros amigos que não via há um bom tempo também, pelo menos desde o intercâmbio, tratando-se daqueles que optaram pela escola francesa no lugar da fortaleza nortenha onde seu pai, Giorgio Rossa e seu padrinho, Hyun Jeong Oh, haviam estudado. A grande maria fumaça vermelha ainda roubava as atenções naquela plataforma, se destacava apesar da quantidade de pessoas que chegavam, alunos acompanhados ou não, conseguia reconhecer alguns rostos, poucos ainda.

Sentiu o braço de Dave passar por sua cintura e se permitiu olhar na direção do namorado, já formado. Venus estava verdadeiramente feliz de estar de volta, pobre de seu namorado que fora obrigado a escutar sua excitação mencionando a escola a todo momento na última semana de férias. Ele estaria mais próximo também, fora aceito num time inglês de quadribol, talvez logo vissem a capitã do Tornados de Tutshill levando os jovens Jones. Ela o fez prometer, pelo menos algumas vezes, que iria todos os sábados até Hogsmead, onde poderiam se ver e onde Ludo e Lola também poderiam se ver, haviam combinado que metade do ano ela ficaria com Lola e a outra metade com Ludo. Tudo parecia certo, um ano com tudo para ser tranquilo, precisava apenas tirar notas boas, se formar e entrar para a escola de direito mágico de Roma, seu estágio com Freyja Glutterbück já estava garantido pela mesma.

Bom, tudo seria fácil demais, se não fosse por uma das coreanas que acompanhava Venus. Além de Dave, estavam com Nora, a mãe de Vee, Ohana, já que seu pai não conseguiu sair do trabalho; e Yuri, que também estava acompanhada de sua animada mãe Min Ah Jung, e era ela quem estava reclamando, a princípio, sobre não ter sentido falta da estação. Com certeza não era tão glamurosa quanto as carruagens de Beauxbatons, guiadas por cavalos alados, mas havia sido dela a decisão de retornar para a Inglaterra com Venus, alegando que seu ano sabático havia acabado. Min Ah tentava acalmar os ânimos da filha de forma simpática e amorosa, e Ohana foi a primeira a deixar o grupo, dizendo que precisava encontrar seu noivo. — Noivo. Você ainda consegue acreditar que eles noivaram no início deste ano? — Questionou para o namorado enquanto o temperamento de Yuri se amansava.

Precisavam despachar logo suas malas, portanto, Venus, Yuri e Dave partiram na direção do trem, a italiana afirmando que voltaria para se despedir da mãe, mas Yuri se adiantou, dizendo que voltaria para o natal e dando um abraço em sua mãe, não muito mais alta que ela. Já estava bastante cheio, mas conseguiram fazer o caminho até o trem consideravelmente rápido, onde a corvinal se distanciou do casal para deixar a mala no compartimento que havia sido previamente combinado com suas amigas. Enquanto isso, a sonserina seguiu com o namorado para a segunda cabine do vagão cinco, local também combinado com Melissa e Serena através de cartas, e o francês a ajudou, colocando a mala no bagageiro antes de voltarem mais uma vez para a plataforma, conversando sobre nostalgias.

— Matteo! — O olhar da italiana rapidamente foi atraído para o lufano distraído que estava próximo da porta. Ela sorriu e adiantou o passo para abraçá-lo apertado, como sentia falta de seu amigo! Definitivamente não o havia visto desde o intercâmbio, apenas ouviu histórias vindas de sua mãe e Serena, diziam que o rapaz não andava bem e muito menos na linha, coisa que ela mesma já havia observado em Beauxbatons. Aquilo também havia pesado em sua decisão de retornar para Hogwarts, ainda sentia que Matteo, assim como Yuri, era sua responsabilidade, diziam que ela e Dave eram os pais deles, afinal. Uma história complicada aqueles dois tinham, Venus se lembrava que aquilo havia motivado Yoon Rin a ficar em Beauxbatons.

Por falar em Jung, assim que Vee se soltou do outro italiano, ouviram a voz da menina atrás deles, o cumprimentou num inglês com sotaque francês fortíssimo, mas a julgar pela estranheza do rapaz, este não a reconheceu, mas a garota estava bastante diferente, havia mudado naquele último ano. Não havia crescido, mas o corpo se desenvolveu mais, os gostos também, suas roupas e maquiagem a deixavam com uma aparência mais velha. Venus levantou a cabeça para fitar o namorado por um instante, um pouco surpresa com aquele encontro ter transcorrido de forma tão… peculiar. Yuri não parecia ligar mais para o rapaz, ou pelo menos era aquilo que havia desejado demonstrar, sem muita emoção, a coreana anunciou que procuraria Liliya e Serena, deixando o casal e um Matteo que parecia pronto para discutir.

Rossa suspirou, sussurrando ao namorado: — Estou começando a achar que será um ano complicado. — e no fundo sabia que não estava errada. Voltou-se então para Matteo e o deu mais um abraço, agora de despedida, numa tentativa de conter o rapaz para não seguir Yuri e começar uma discussão ou mesmo fazer algo pior, como tentar não embarcar para a escola. — Preciso me despedir da minha mãe. Conversamos quando chegarmos em Hogwarts, sim? — Forçou um sorriso e aguardou até que Dave também se despedisse de Matteo antes de fazerem o caminho de volta para Nora, que já estava acompanhada também de Nicola Rossa. — Tia Nicola! — A jovem adulta abraçou sua tia, esposa do irmão de seu pai e em seguida a apresentou para Dave. Tinha uma família muito grande e naquele momento se deu conta de que ele não conhecia muitos ainda, afinal, era ela quem passava mais tempo com a família dele. — Veio trazer Maurizio e Romana? — Perguntou com um sorriso educado.

Ela já sabia que sua tia, ou melhor, seu tio, havia decidido levar seus filhos para Hogwarts assim teriam Venus por perto mais um ano, e Venus os teria também. Estefano realmente acreditava que por ter ficado tantos anos longe, ela acabaria ficando sozinha. Seu tio tinha uma boa alma, apenas não sabia que ele havia colocado a última assinatura na sentença de Venus para que seu ano fosse ainda mais conturbado, precisaria tentar conter a pequena Romana em suas peripécias e tiradas malcriadas e ainda ajudar o Maurizio a se enturmar, não havia conseguido fazer mais do que um colega em dois anos em Beauxbatons. Sim, o ano tinha tudo para ser o mais calmo possível, mas não seria. Precisava apenas tirar notas boas, cuidar para que Yuri e Matteo não se machucassem tanto entre si, conter uma prima, soltar o outro, dar atenção às suas amigas, se formar e entrar para a escola de direito mágico de Roma. Pelo menos seu estágio já estava garantido.

"Arise, shine, for your light has come, and the glory of the Lord rises upon you"
Isaiah 60:1


Note: O bom filho à casa torna
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Postado Por: Bia.


Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemIrlanda [#219959] por Ocean M. Kreizler » 12 Jan 2022, 19:50

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        A vida era uma porção grande de estrume de vaca que você chuta com seu tênis branco novo ao passar por um campo bem fedorento. E não importa o quão atento seja ou o quanto você tente desviar, em algum momento, vai acabar afundando o pé na bosta. Eu estava atolada nela até a cintura naquele momento, isso porque papai simplesmente decidiu que estava ocupado demais para me acompanhar até a plataforma e - por alguma razão ainda mais estúpida - pensou que um bilhete e caramelos explosivos podiam compensar a ausência. Mamãe não parecia feliz, é claro. Ela tinha AQUELA expressão no rosto... Você sabe: aquela que as mães fazem quando estão a ponto de explodir. Eles aproveitaram bem a minha ida até a vila de pesadelos para agilizar a separação e eu não ficaria surpresa se voltasse para o Natal, em alguns meses, e simplesmente não houvesse um Natal esperando por mim. — Querida, o trem. — Apesar de firme, seu tom era doce. Ela indicava com a cabeça castanha, idêntica à minha, o vagão do maquinista apitando furiosamente e anunciando a partida. — Prometa que vai ficar fora de problemas.

        Sorri em resposta, plantando um beijo em seu rosto quando ela se abaixou e me abraçou com força. Não fazia promessas que não podia cumprir, isso aprendi com meu pai, não que ele tenha feito jus à essa frase nos últimos tempos. Acenando e tropeçando em meio à correria, saltei sobre os degraus de um dos vagões de passageiros e me agarrei nas laterais da cabine com força enquanto sentia os trilhos começarem, lentamente, a se morrer em baixo dos meus pés. Do vidro embaçado de um lugar vazio, acenei para aquela mulher que conhecia tão bem, já sem aquela sensação esquisita da primeira vez e muitos planos mirabolantes mais para colocar em prática. Precisava encontrar alguém para conversar, ou a viagem seria extremamente monótona. Suspirando alto, afundei na poltrona de couro, sentindo sua superfície moldar em volta de mim. Os caramelos fizeram volume nos bolsos do casaco e aproveitei para enfiá-los na boca enquanto me despia das vestes mais pesadas.

        Uma paisagem florestal e montanhosa corria como se ela mesma estivesse sobre trilhos a minha direita e, a esquerda, os sons do corredor se tornavam ainda mais ensurdecedores
        — Até parece que nunca foram para Hogwarts... — Resmunguei meio engraçado, sem espaço para a voz sair, já que as bochechas pesavam de tanto doce estalando nelas. Quando um grupinho saltitante e de vestes negras tradicionais do primeiro ano passou correndo, entendi: eles nunca haviam estado na escola. E claro que, apesar de não ser corvina, minha memória sempre foi bem boa e vinha bem à calhar nessas situações. Lembrava da euforia do meu primeiro dia e do quanto queria ser selecionada para a sonserina como a minha mãe. Imaginem só, eu naquela casa de peçonhentos, credo! Pelo menos agora, ainda que não tivesse muitos amigos ou pessoas com quem conversar, gostava do fato de pertencer à um lugar bom e generoso comigo. — Quem sabe... — Comecei, mastigando, finalmente, o último pedaço de caramelo que arranhou fundo a garganta. — Esse vai ser, de verdade, um ano mágico.


        off: tão fofínea! / para não flodar, colocarei o post do Cody e da Lisa em spoiler nesse post, não valendo para a passagem de ano, apenas para contextualizar a trama.

        Contagem da Ocean: 574 words 3,655 characters



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Cody Jacques Dupont Perrault - 15 anos - Slytherin - NPC


Nas palavras do grande Bardo dos Bardos: todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente. O que ele quis dizer com isso? Não se sabe ao certo, apesar de a conotação parecer simples. Quando alguém te diz que "tudo vai passar" e, cinco minutos depois a pessoa está lamentando seus próprios problemas? Talvez, seja isso. Essa hipocrisia silenciosa que Cody repudiava. Ele era dos sopros, dos gritos, do exagero, da exaustão e da cólera. Ele era fogo e não fazia o diminuto esforço para controlar o temperamento detestável que tinha desde...

Desde que Marie se foi.
Desde que Nico o deixou.

Desde que seu mundo colapsou de tantas maneiras que era impossível reverter o quadro para um estágio anterior. O ex-morrigano aceitou o caos como quem abraço um amigo de infância, sem qualquer pudor ou receio, apenas abrindo as feridas e deixando que ele enfiasse os dedos por elas, sabendo que doeria, sabendo que seria incômodo, mas já não ligando para nada disso. Ver a irmã morrer e o rapaz que amava se afastar fez com que aquele menino que um dia manteve um oceano ermo no olhar e um sorriso doce ornando a boca carnuda, simplesmente se convertesse em uma casca opaca de memórias e sofrimento. Um drama tão intrínseco que, se tentasse escavar, você provavelmente seria devorado por ele e desapareceria na escuridão do herdeiro dos Perrault.

Sonserina parecia a casa perfeita para um adolescente tão torturado. Ele não precisava de amigos, não mais. Já havia experimentado da amizade e vejam só onde ela o levou. Sentia falta das carruagens, também. Cavalos alados eram muito mais confiáveis que maquinário e fumaça, de certo. Suspirando - mais alto do que imaginava que seria capaz - ele arrastou a mala até o compartimento adequado e embarcou, bons minutos antes do apito ensurdecedor. O corredor parecia cenário de filme apocalíptico, tomado de uma desordem tamanha que fez o francês imaginar, como, diabos, suas irmãs, tão refinadas e inteligentes, podiam ter estudado naquele antro de bestas. Bom, ele próprio era uma besta agora, não era? Devia se portar como tal. Mas, Cody não sabia ser arruaceiro e infantil, ah não! A violência dele vinha de muito abaixo no solo, junto das raízes que os trilhos esmagavam enquanto passavam sobre. Nem mesmo o pandemônio de primeiranistas agitadas seria capaz de equiparar-se ao armagedom que ele tinha pulsando atrás daquela camisa de botões cinza, tão pálida quanto seu semblante inexpressivo.

Foi assim, em meio o fim de um mundo - talvez, o dele - que o loiro se deparou com um par de olhos tão familiar ao ponto de causar reviravoltas em seu estômago. Ele segurou a emoção, é claro, assim como o rubor no rosto, sutilmente disfarçado em suor quando ele espalmou a testa para se livrar de gotas que não existiam. Nico estava mais alto do que se lembrava, mais bonito também. Visivelmente, na cabeça de Cody, ele era o único que tinha definhado nos últimos meses. Não o cumprimentou. Na realidade, nem sequer sabia que o garoto o havia visto também. Não importava. Se Nicolas quisesse vê-lo, teria aparecido muito antes, teria dito qualquer coisa, mesmo um: sinto muito pela sua irmã, sei o quanto você gostava dela.

Afina, foi Marie quem apoiou o romance dos dois desde o princípio, não foi? Romance...Bobagem. Nico e Cody foi uma história que existiu apenas na cabeça dele e que, com sorte, conseguiria apagar conforme passava o tempo conhecendo outras pessoas e se dedicando ao que realmente queria fazer. Por fim, uma cabine vazia e qualquer uma serviria, inclusive aquela. Ele sentou, afundou até o talo do assento como se jamais fosse levantar dele, e observou, desesperançoso, o mundo correr em velocidade sobrenatural na janela ao lado, enquanto ele permanecia estático.


Tagged: Nico e Marie <3
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Lisa Cecile F. Romena - 15 anos - Slytherin - NPC


Sêneca e Voltaire tinham pensamentos semelhantes sobre a fome: ambos defendiam que ela não era exigente. Você dá qualquer coisa a quem tem fome e terá dela o que bem entender. Da mesma forma, deixe alguém com fome e verá essa pessoa se tornar aliada do primeiro que a alimentar. Jorge não exigia muito de Lisa além de morada em seu corpo por tempo indeterminado. Pode parecer injusto se pensado nessa forma, sem as nuances e as entrelinhas necessárias em uma história trágica com protagonistas tão jovens, porém, no coração daquela que se culpava por ter sido pivô na morte do mais velho, ceder sua carne era o mínimo que podia para aquele outra que, não podendo desfrutar desse mundo, o via através dela.

"Já faz algum tempo"...

Lisa não precisava responder, não em voz alta, pelo menos. Apenas pelos pelos que eriçavam e a secura na garganta, terminada por um eventual pigarro hora ou outra, era evidente que ela também sentia essa inquietude sobre regressar à Hogwarts. Todos sabiam do que tinha acontecido: meados do terceiro ano, durante as férias de natal, ela desbravou a neve trajando apenas um pijama sobre a pele de lua que tinha e violou o túmulo de Jorge, deitando ao lado de ser restos apodrecidos e esperando que a morte a abraçasse naquela tempestade, como fizera com ele também. O surto não a levou a morte, mas fez chegar bem perto: um ano e meio de tortura psicológica naquele manicômio eram o bastante para fazer qualquer um desejar ser congelado vivo e ter o corpo esmagado em mil cacos.

"Você tem hoje, a idade que eu tinha no meu último ano em Hogwarts".

Sim, a morena pensou sobre isso durante todo o caminho até a plataforma. Seus pais, obviamente, não puderam lhe acompanhar - ou melhor, não fizeram a menor questão. Eles sabiam que seria uma vergonha gritante levar a herdeira louquinha feito um animal exótico e ter que responder a centenas de perguntas de seus amigos e contatos da alta sociedade. Lisa gostava disso, entretanto. Não ter que se despedir dos pais ou de quem quer que fosse, deixava um gosto bom de liberdade na boca, um que ela só experimentou em seus primeiros anos no colégio britânico bruxo. Preparando-se para sentar em uma cabine vazia, já vestindo o uniforme da Sonserina, assim não precisaria acordar no meio da viagem para trocar, a portuguesa abriu um dos exemplares que levava na mochila: pilhagem resultante da última invasão ao quarto intocado do falecido irmão.

Jorge foi um amante proclamado das boas aventuras, fossem elas mulheres, fossem literárias. Júlio Verne era seu preferido, por isso e, quem sabe, para matar um pouco a saudade, ela abriu "A Ilha Misteriosa" na página dez e iniciou sua leitura. Nem mesmo os gritos e risadas ecoando por toda parte eram capazes de desconcentrar sua precisão em vagar com aqueles olhos bicolores por cada frase. Ela estava, de fato, em sua própria pele, finalmente. Faltava apenas...

"Não está pensando em reencontrar aquele idiota, está"?

Estava.
Por mil razões erradas.
Mas, sim, estava.


off: que saudades dos meus nenéns!
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemIrlanda [#220051] por Gael F. Lockwood » 15 Jan 2022, 12:07

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#CADÊ O QUADRIBOL? - 01.


Eu adorava meus irmãos. Os dois. Tanto Emma quanto Atlas e este último eu tinha feito um trato de protegermos nossa mais nova de qualquer idiota que tentasse namorá-la no futuro. Eram incríveis, mesmo tendo que dividir a atenção dos meus pais com eles, não ligava. Emma estava crescendo, havia acabado de completar um ano e era a coisinha gordinha e mais fofa do mundo, mas também adorava puxar meus cabelos como se fossem seus brinquedos. Mamãe estava tentando fazê-la soltar meus cabelos há dois minutos quando meu pai finalmente veio ajudar, depois de explicar para Altas tudo sobre aquele trem gigante e mágico. Ela parecia divertida com os fios louros na mão, como se não tivesse acabado de arrancar uma parte do meu couro cabeludo junto. Mamãe, por outro lado, parecia feliz com o resultado e com a atenção que Emma me dava e levando em consideração que a primeira palavra dela havia sido meu nome, eu estava no topo da família.

Emma me adorava, simples assim. - Ok, eu vou nessa antes que ela termine de arrancar o que me sobrou na cabeça! - Mamãe acabou por rir ainda mais. - Quero que melhore as notas em poções esse ano, entendeu? - Luna não dava folga e eu quase achei que escaparia. Meu pai, por outro lado, me abraçou e me deu um beijo no topo da cabeça sussurrando um "me envie uma carta e eu te ensino a fazer as poções". Claro que ele faria, era o melhor pai do mundo. Com um sorrisão largo, bati a mão junto a de Atlas com nosso aperto de mão segredo, mas público e corri na direção do trem. Precisava encontrar Andrew, Anna e todo o resto do pessoal. E logo que entrei no trem tive uma mais do que bem vinda surpresa. A decoração era incrível, toda voltada pra esportes e não pude deixar de empolgar.

Era meu primeiro ano como capitão do quadribol, finalmente no time depois de anos tentando e agora conseguia ser parte. Infelizmente, não consegui encontrar nada que remetesse ao quadribol quando fui caminhando pelas cabines. Uma vez que encontrei uma vazia, era uma decoração bem chamativa sobre queimada bruxa. - Qual é, cadê o quadribol? É nosso esporte! - Estava lendo a respeito do jogo quando meu amigo invadiu a cabine de braço envolto nos ombros de Anna. - Olha se não é o meu amor! - Pela rapidez com que ele soltou ela eu fiquei quieto, mas infeliz por ele vir para o meu lado com um sorrisinho idiota na cara. - Meu amigo, eu digo uma coisa, se as garotas nos deixarem, então eu e você seremos eremitas unidos pelo resto da vida. Subindo montes! O que me diz? - Ele agora estava agarrando a mim e pareceu quase pior do que vê-lo agarrado com Anna.

- Eu digo que você nunca vai conseguir subir monte nenhum! - Usei a mão direita para empurrá-lo para o lado e consegui algumas risadas das meninas. Tanto Anna quanto Kitty agora estavam sentadas no banco a nossa frente. - Oi Kitty! Oi loirinha, como foi o resto das férias de vocês? - Por algum motivo, eu sempre sorria mais quando encarava Anna e odiava fazer isso na frente de Andrew porque ele era um idiota. - Você esta ficando cada dia mais linda e quer saber? Ano que vem, a gente bem que podia namorar. - O sorrisinho debochado do meu amigo idiota era direcionado a Kitty que ficou tão vermelha quanto a gravata de um grifano. Não consegui evitar a risada, mas acabei batendo na cabeça dele novamente. - Cabeção, se liga! A irmã dela é monitora esse ano, vai ficar em detenção o resto da vida se continuar falando assim. - Mas Andrew não pareceu nenhum pouco afetado com minhas palavras.

E parecendo ser invocada, Gwen apareceu na nossa porta. Imediatamente ele desviou o olhar da menina, o que causou em mim e em Anna uma crise incontrolável de risadas. Demorou um pouco pra conseguir controlar, mas acabei puxar a respiração e limpando as lágrimas que caíram pelas risadas. - Você é mesmo um medroso, nunca iria pra Grifinória. - Ele não pareceu afetado, mas acabou gritando na direção do corredor quando uma figura conhecida apareceu. - CYN! VEM CÁ! - Outra colega do nosso ano. - Tem espaço na cabine, sentai. - Pontando na direção do banco onde as meninas estavam, aproveitei que Gwen ainda estava na porta para apontar a decoração do vagão. - Qual é? Sem quadribol? Deveria o esporte número um daqui. - Ela pareceu rir da minha careta insatisfeito, assim como as meninas e o próprio Andrew.

Era perseguição comigo e agora eu tinha certeza. - A gente vai competir mesmo nesses esportes? - A pergunta foi novamente direcionada à ela. E tão logo senti meu amigo puxar minha orelha, voltei minha atenção pras meninas. - O que? Vamos ganhar esse negócio, claro que vamos! - Novamente, pude ouvir Anna e com Andrew ainda sendo idiota ao meu lado. - As princesas não jogam queimada. Talvez elas fiquem no xadrez, é mais seguro. - Ele adorava provocar Anna, mal sabia ele que a menina era implacável quando queria vencer e eu sabia bem disso. O maldito Castelo Stradinviskd era a prova disso. Fingindo uma falsa tosse, coloquei a mão ao lado da boca para como se fosse confessar um segredo, mesmo que estivesse falando alta suficiente pra Gwen também ouvir. - Anninha, se quiser azarar ele, juro que não conto e a Gwen vai fazer vista grossa. - Eu nem sabia se ela faria mesmo, mas tentar não era ofensa, certo? Ao menos, eu esperava que não. Já tive o suficiente de detenções.


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Gael F. Lockwood
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemSingapura [#220141] por Zahra Wang » 17 Jan 2022, 01:16

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Olhei para a locomotiva, inspirando a poluída e carregada fumaça que saía de uma de suas chaminés. O ato de me despedir de minha mãe foi realizado um minuto atrás e do outro lado da parede que separava o mundo bruxo do trouxa. Um fato irônico como se eu tivesse realmente atravessado um bloqueio que separava a minha vida sem magia e aquela em direção à Hogwarts. Sorri satisfeita ao prever os bons frutos que com toda a certeza colheria naquele meu segundo ano, mas creio que minha expressão foi mal interpretada ao ser envolvida por um abraço excessivamente apertado que Alysha me deu no momento em que a vi naquela plataforma. A fiz me soltar com delicadeza, mas continuei sorrindo para o seu rosto feliz de modo a evitar algum constrangimento. 'Como foram as suas férias?' Ela me perguntou, e discorri sobre as tediosas semanas dentro de um apartamento convivendo com a minha mãe que ficava me 'assaltando' a todo instante e insistindo para que eu demonstrasse algum ''truque mágico''. Myers riu por entender e compartilhar de nossa herança trouxa, e passou a contar sobre todos os livros que leu e sobre a rapidez com que terminou as atividades escolares que foram deixadas para as nossas férias, reclamando de sua insuficiência e que não achava que estava totalmente pronta para o nosso segundo ano por culpa de uma suposta flexibilidade dos professores. Tive que concordar. Realmente as atividades ''de casa'' foram fáceis de finalizar, apesar de que não senti falta de mais conteúdo como sentiu Myers, apenas tive o deleite de concluir mais uma vez que, apesar de minha origem, sentia que não estava tão longe dos alunos nascidos em família bruxa.

Ao entrar no veículo, fomos logo surpreendidas por uma decoração diferente do que vimos na chegada ou até na partida de Hogwarts no ano letivo anterior. Puxei um pequeno cartaz que estava colado em uma das paredes e passei a narrar para a minha colega, o cronograma de atividades esportivas que teríamos naquele ano. Alysha puxou de minha mão, o pergaminho com as imagens em movimento e me olhou empolgada. Dei de ombros, mas não quer dizer que não achei que os jogos propostos fossem interessantes, pois já organizava mentalmente os meus horários para talvez encaixar o campeonato de xadrez bruxo e o de duelos.
- Os meninos irão adorar! Cadê eles? - Encontramos rapidamente Christian e Isaiah, no momento em que o primeiro lamentava a falta de alguma atividade relacionada ao quadribol, e passou discursar sobre como seria interessante de em vez de um campeonato de casas, fazer pequenos times utilizando o emblema dos oficiais e mundiais e, claro, ressaltou que representaria o Chudley Cannons. Sorri, meneando a cabeça, enquanto deixava com Alysha o trabalho de trazê-lo para a realidade com o fato de quê nós, jovens de doze anos, nunca seríamos escolhidos para compor um time – com exceção talvez de Isaiah que era melhor nas aulas de voo do que nós três juntos -.

- Me parece tudo muito promissor e que será divertido. Me preocupa apenas como encaixaremos isso tudo em meio às aulas e as minhas leituras. Queria continuar a focar as minhas horas livres em feitiços e poções dos anos avançados como fiz no ano passado, e não sei se devo priorizar as atividades esportivas… - Não vi, mas sabia que os meninos devem ter revirado os olhos diante da minha preocupação com o que, para eles, era exageradamente um pensamento ‘nerd’, porém, logo recebi o apoio de Alysha que puxou uma cardeneta com o seu cronograma de aulas. - Não sei como vai ser, mas acho que para dar conta de tudo isso só com um Vira-Tempo… -

- Um Vira-o-quê? - Perguntei, curiosa, sem nunca esconder a minha ignorância, apesar de detestá-la, enquanto a nossa longa viagem se iniciava e eu rumo a mais um ano de aprimoramento daquela vida que ainda me era muito nova e de descobertas como daquele em que ouvia ser uma objeto mágico e raro.




Nota | .
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Zahra Wang
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemJapao [#220142] por Gales Miyamoto » 17 Jan 2022, 01:20

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"And overhead the skies are clear
But it still seems to rain on you
And your only friends all have better things to do…"

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Parte I


Tudo parecia ter melhorado depois de uma certa conversa que Gales e Nate tiveram. Não que ele ainda não se sentisse levemente inseguro, mas conseguia controlar os próprios pensamentos com muito mais firmeza agora que Nate mostrara que era dele e ele havia lhe mostrado que Nate o pertencia. Ainda tinha um quê de sua timidez infantil dentro de si de modo que sentia as bochechas corarem quando se lembrava das coisas que fizeram de modo mais específico já que a conversa em si consumira uma parte muito pequena do tempo que dispuseram juntos para resolver o problema entre eles.

Segurou firme sua mão quando passaram pela coluna que separava a parte trouxa da parte bruxa de King’s Cross, ouvindo Mika, Yuu e Asura fazerem o mesmo logo atrás. Haviam passado parte das férias com Élise e Charlie e a outra metade com os gêmeos que tinham a tutoria de Gales. Era muito bom saber que pertencia a uma família e Gales se sentia como pertencente a três. A de Nathan, a de Mika e Yuu e a de seus pais biológicos. Ele sentia um calor atípico em seu coração e, com algo que lembrava um sorriso em seu rosto, ele deu um beijo no rosto de Mika, tendo que se abaixar um pouco para o fazer devido a sua altura exagerada para alguém de quinze anos, se despedir de Asura e acenar para Yuu que era tão fechado quanto ele próprio. Esperou que Nate também se despedisse e, então, começaram a empurrar seus carrinhos para o vagão onde a reunião dos monitores comumente acontecia. — Animado? Pra começar tudo de novo mais uma vez? — Perguntou em um tom descontraído enquanto Yuuki miava um pouco mais alto dentro de seu transporte em uma mistura de revolta por estar preso e sono.

Ele meneou a cabeça com o ensaio de um sorriso quando Nate lhe respondeu sobre a quantidade de matérias que teriam naquele ano. Era o ano dos NOMs e aquela prova iria definir o rumo dos próximos anos deles na escola. Era a nota dela que serviria de pré requisito para muitas das matérias que eles gostariam de estudar. Juntos adiantaram muito do conteúdo que possivelmente cairia no exame, mas sempre ficava um pouco de ansiedade no fundo de seu ser. Era bom ter esse tipo de preocupação ao invés das preocupações anteriores sobre Kaworu e suas maquinações. E por falar naquilo, talvez devesse se reunir com Himitsu para saber se ele havia descoberto alguma outra coisa e... — Are? — Ele parou de modo abrupto ao entrarem no corredor do vagão empurrando suas bagagens. A coisa estava bem diferente com decorações de xadrez e algumas outras coisas que ele não conseguiu reconhecer de imediato. Ele franziu o cenho. — Tem alguma ideia do que diabos está acontecendo aqui? — Perguntou ainda parado como se a fita que rodava de sua vida tivesse embolado os fios repentinamente. Estava tentando processar o novo ambiente.

O mais novo meneou a cabeça em negação e comentou que talvez explicassem na reunião e Gales percebeu que não tinham muita opção a não ser esperar as palavras da srta Ainsworth, se é que ela explicaria algo. Respirou fundo. Shouganai... E voltou a empurrar seu carrinho, tomando o rumo do vagão da inspetora com o namorado, vendo a mais velha recepcionar todos os que entravam da mesma forma que fizera no ano anterior. Guardou suas coisas no local indicado e se sentou no sofá, esperando que Nate se sentasse ao seu lado. Acenou para Himitsu qua do ele cruzou a porta também indicando para que se sentassem perto. Era bom ver rostos conhecidos ali. Inclusive o de Athena, a veterana que tanto admirava e que seria a chefe dos monitores naquele ano. Gales apenas esperava que Kaworu se mantivesse bem longe de seu caminho e do caminho de Nathan durante suas rondas. Era o último ano letivo dele. Eles só teriam de aguentar mais um ano. Só mais um.

Enquanto Nate interagia de modo mais efetivo com os demais monitores, Gales apenas se manteve calado esperando o momento em que a reunião começaria de fato. Não demorou muito e as recomendações eram basicamente as mesmas das do ano passado. Gales esperou um pouco mais e então a mais velha explicou que a decoração era parte de um evento que aconteceria, ou algo do tipo, na escola. A seguir foram liberados para suas respectivas rondas. Gales seria o monitor que começaria suas rondas no vagão de número 5. Se ergueu do sofá quando a reunião terminou e seguiu com Nate na mesma direção. O namorado ficaria na posição de monitor responsável pelo vagão seis. Era bom saber que poderia tê-lo por perto. A vista. Se Kaworu tentasse alguma gracinha, Gales jamais iria responder por si mesmo.


Interação:Nathan Park ♥, Mika Miyamoto, Yuu Miyamoto, Himitsu Miyamoto e Athena Hatzimichalis || Menção: Kaworu Shin (meu NPC) || Ouvindo: I’ll be ok - McFly || Ação: Reunião com os monitores + início de ronda pelo vagão 5.
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemPolonia [#220144] por Nathan Park » 17 Jan 2022, 01:35

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☱ I. All My Love ☱

Enquanto ainda havia um claro receio de Nathan em cometer algum erro ou causar problemas para a família de Gales, conseguia admitir que havia um peso sendo tirado de seus ombros em ser bem recebido pelo casal. Enquanto ainda sempre pisava em cascas de ovos, era claro que o jovem Park parecia verdadeiramente feliz em muitos momentos, acabando deixando escapar alguns sorrisos. Não apenas por Gales, mas também pela família de seu namorado não-tão-secreto.

Muito obrigado novamente pela estadia. — cumprimentou os dois adultos e Asura com o corpo em um agradecimento mais formal. Seu olhar somente então voltou para Kyoshi, repetindo o gesto do maior em juntar-se para empurrar seu carrinho com o dele. Animado era uma expressão engraçada para os dois, que mal modificavam sua expressão na maioria dos momentos. Jinx respondeu ao miado de Yuuki audivelmente ao seu lado, como se tentasse planejar uma fuga, o que apenas fez o monitor sonserino dar duas batidinhas de leve na gaiola, ignorando o protesto da gata preta. — Acho que sim. Ao menos para o que teremos de matérias esse ano. — tinham tentado dar uma adiantada, mas sempre parecia haver muito mais a aprender do que tempo para acompanharem as cátedras.

A parte ruim de recomeçar um novo ano, no entanto, é que não eram mais apenas eles. Não havia uma sensação de segurança quando estava outra vez nos campos de Hogwarts, precisando voltar a encarar Kaworu e o misto de sua humilhação que agora se juntava a sua culpa. Daquela vez, colocaria sua cabeça no lugar. Era de Gales. E nada mudaria aquilo. E realmente torcia para que aquele ano, aquele último ano precisando conviver com o Shin, conseguisse ser pacífico o bastante para que Gales continuasse seguro. Pacífico o bastante para poderem se focar em seus estudos e compartilharem com quem realmente merecia seu tempo.

Umh... o trem me parece estranho. — comentou baixinho ao adentrarem com seus pertences. Aquilo eram enfeites de xadrez? Havia algum evento do qual ainda não tinham sido informados? Ou havia ficado distraído demais para processar alguma informação? Olhou para Gales, esperando que o maior fosse ter alguma resposta mais clara. Como imaginava, o mais velho também não sabia. Apenas maneou a cabeça negativamente em resposta, seguindo para que pudessem guardar as coisas. — Talvez nos expliquem durante a reunião. Ou tenha algum evento específico...

Assim como no ano anterior, a inspetora Ainsworth os recepcionava e direcionava para os sofás. Cumprimentou-a com mais educação antes de adiantar-se, junto do maior, para sentar-se ao seu lado no sofá. Um mínimo sorriso surgiu em seus lábios ao cumprimentar primeiro Himitsu e depois Athena. Ver a mais velha com o brasão de monitora-chefe parecia um senso de reconhecimento que o jovem Park há algum tempo já esperava.

Querem um pouco de chá? — perguntou, já com a expressão mais séria de costume, enquanto servia um pouco para si mesmo. Podiam ao menos aguardar um pouco antes da reunião se iniciar, considerando que estavam adiantados.

Talvez por sua memória ser realmente boa misturada a uma dose de bom senso mínimo, Nathan não sentia nenhuma grande novidade naquela reunião. A única era a explicação do motivo daqueles enfeites. Então, haveria mesmo um evento.

Concordou com a adulta, ficando um pouco mais satisfeito em iniciarem a conversa sobre os vagões. Vagão seis. Logo ao lado do vagão de Gales. Sorriu minimamente para o maior, indicando que o seguiria pelo caminho, enquanto tentava prestar um pouco mais de atenção nas tais decorações e informativos sobre a competição esportiva. Parecia interessante o bastante para que quisesse participar pelo menos do xadrez bruxo. Só esperava que não fosse interessante o bastante para alguns alunos decidirem iniciar as "atividades" antes da hora.
Off: Reunião dos monitores + Iniciando rondinha no vagão 06. Música: Seventeen - Anyone
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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemItalia [#220150] por Venus Rossa » 17 Jan 2022, 09:39

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Yoon Rin “Yuri” Jung 14 anos Coréia do Sul Corvinal 4° ano
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                A paisagem escura, estação suja, uma pilastra velha como passagem e aquela horrenda maria fumaça. A cada segundo que se passava, mais Yuri se arrependia daquela decisão de voltar para Hogwarts. Beauxbatons atendia tão melhor às suas expectativas, aos seus padrões agora bastante altos. Havia amadurecido bastante, mas não de uma forma saudável, andava bastante com pessoas da máfia rosa, se aproximou de coisas ruins, ilegais até, mas não se enveredou para esses lados, um pouco para as bebidas alcoólicas talvez, mas seus “amigos” estavam sempre lá para levá-la de volta para a mansão quando extrapolava. Era a alma das festas, diziam. Havia feito várias coisas àquela altura, tentativas frustradas de apagar algumas pessoas de sua cabeça, mas aquele seria o dia da verdade, havia se arrumado para aquilo, escolhido cada peça para causar estranheza, surpresa, talvez até desconforto se conseguisse. “Quem com ferro fere, com ferro será ferido”, e ela acreditava ser a sua vez de ferir, já havia “curtido a dor” por muito tempo, precisava se vingar um pouco. Por sorte não haveria uma nova seleção, cairia na Sonserina com certeza, estava bem mudada, talvez Rowena não a aceitasse mais, mas ainda era muito inteligente, julgava-se mais inteligente do que os sonserinos.

De fato, toda sua preparação não combinava com aquele lugar, não estava a altura de sua blusa de manga vermelha cujo detalhe dava a impressão de ter saído do armário de uma de duas amigas mais velhas, a saia de cintura alta, preta e mais colada ao corpo e cujo cumprimento ia até pelo menos quatro dedos acima do joelho atraía alguns olhares de rapazes, as sandálias pretas de salto a faziam ficar alguns centímetros mais alta, o que era bastante necessário. Estava maquiada também, os lábios vermelhos, chamativos, mas os olhos estavam cobertos por lentes de óculos escuros, não queria ser reconhecida tão facilmente.
— Aish. Como esse lugar consegue ficar pior com o passar dos anos? Não é suposto que as coisas evoluam? Eu com certeza não senti falta deste lugar, muito menos desse cheiro horrível de carvão queimado, até mesmo esterco dos cavalos alados era melhor. — Começou a reclamar no instante em que o grupo atravessou para a plataforma 9¾.

Min Ah, a mãe de Yuri, parecia mais feliz do que a própria filha em estar ali, isto porque nunca conseguia acompanhar a caçula em suas idas para a escola, mas havia conseguido negociar uma folga naquele dia. Para falar a verdade, tentou tirar férias em agosto, mas ficar sem ela e Nora Rossa seria muito para a conselheira de segurança, no lugar, havia conseguido férias em julho e folga no dia primeiro de setembro, era um bom acordo.
— Omo! Imagine como vai ser legal reencontrar seus velhos amigos como o Dong Pyo e a Liliya. E seu irmão estudou aqui por muito tempo, encontrou uma boa moça para se casar, o futuro pode brilhar para você também. — A coordenadora da divisão de sigilo mágico falava com um brilho nos olhos, o que apenas fez Yuri torcer a expressão. Não precisava que o futuro fosse iluminado naquela área da sua vida, estava muito bem aproveitando a vida sem a corda do compromisso em seu pescoço. Gostava de sua cunhada, Alyssa, mas tinha pena de seu irmão, Hyun Jeong, prestes a se casar em um ou dois anos.

Agradeceu mentalmente quando Venus sugeriu que precisavam despachar suas malas e tratou de se despedir de sua mãe, não voltaria todo aquele caminho apenas para fazer aquilo mais perto do horário de embarque.
— Nos vemos no natal, eomma. E não esquece, aquela bolsa que vimos: Perfeita! — Completou, tentando ludibriar sua mãe a dar aquele item de presente a ela no natal, uma bolsa bonita, da última coleção da Mlle. Revolverheld e que gritava “absurdamente cara”. — Nee, nee. Já entendi, Yoon Rin. — Riu. — Boa viagem! — E assim, o trio - pois Dave não desgrudava de Venus - seguiu na direção do trem, com as duas meninas arrastando suas malas entre aquele mar de pessoas. Uma vez próximas do trem, a coreana disse para a amiga que iria para o vagão de número dois, havia combinado de ficar numa das cabines de lá com Lily e Pyo.

Atravessou os vagões pelo lado de dentro, era melhor segurar a mala por alguns segundos no ar do que encarar aquele formigueiro de pessoas outra vez. Não era um caminho tão longo assim, encontrou a cabine combinada já trancada, indicando que alguém já deixara a mala lá dentro, então apenas destrancou, usou magia para alocar seus pertences e trancou novamente, antes de voltar ao vagão onde havia se separado do casal fazendo o mesmo caminho pelo interior do trem. Para sua surpresa, Venus e Dave não apenas estavam já do lado de fora, como a italiana falava com alguém muito bem conhecido pela coreana, o seu alvo, aquele que havia feito seu coração em um milhão de pedaços deixando para ela mesma a função de recolher cada pedaço e remontar conforme bem entendesse. Era assim que Yuri via a situação. Ajeitou a roupa, escondeu o sorriso malicioso que ameaçava surgir, jogou o cabelo para o lado, mas não tirou os óculos para fazer a abordagem.

— Olha só quem o vento trouxe pra cá… Matteo Romazzini. — Provocou, seu sotaque ao pronunciar as palavras em inglês estava muito carregado do francês, para falar a verdade, só então notara que estava se comunicando com Venus, Dave e até sua mãe em francês, o que fez o inglês soar tão estranho aos seus ouvidos ao falar com o lufano, que não pareceu reconhecer a garota de primeira. Seu objetivo havia sido alcançado, não pôde mais conter um sorrisinho, agora sarcástico. — Não me reconhece… — Ao iniciar a frase, retirou os óculos, revelando enfim sua face completamente, mas não só isso, a cereja do bolo era aquela palavra, aquele tom mais amoroso que costumava usar, mas não mais, não como uma garota inocente, apenas quando tinha segundas intenções. — … Oppa! — Movimentou as sobrancelhas, triunfante, mas o primeiro sinal do garoto desejar falar alguma coisa, colocou os óculos e se voltou para Venus. — Vou ver se acho a Lily ou a Nena por aí. Nos vemos na escola. Ou em Hogsmead. — Completou para Dave e acenou para eles, saindo de perto do trio como se nada tivesse acontecido.

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“Yeah, you could say you miss all that we had
But I don't really care how bad it hurts
When you broke me first”

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Re: Expresso de Hogwarts 2022

MensagemJapao [#220192] por Maya Matsuda » 19 Jan 2022, 01:55

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      Podia sentir a mão da vovó pressionando a minha para que não a soltasse. Bem que eu queria não poder soltá-la, mas era necessário. Estávamos paradas na plataforma nove e três quartos, apenas observando a quantidade de gente que não parava de chegar. Viemos cedo porque a minha ideia era reservar uma boa cabine logo e torcer para que meus amigos me encontrassem ou eu os achasse, nem queria imaginar o quão tedioso deveria ser viajar sozinha dentro de uma das cabines. Parecendo ler meus pensamentos, Vimini miou. Olhei para a caixa que estava presa ao malão. Ela estava lá no fundo, só dava para ver seus olhos cor de mel. É, na companhia dela eu não estaria tão sozinha assim, só queria que ela entendesse que queria mais gente por perto.

      Promete mesmo que vai escrever para mim? — Isso havia sido uma discussão divertida. As minhas cartas, na maioria das vezes, eram para a minha mãe. Agora, uma vez ao mês, precisava enviar não só para a okaa-san, como também para a obaa-chan e o ojii-chan. — Prometo. — Respondi e sorri para ela. Seus braços me envolveram e não demorei para retribuir. Estes dois últimos anos em que me mudei para Kumamoto ainda não foram o suficiente para suprir a saudade que sentia daquele lugar e, principalmente, dos meus avós. Sua mão afagava meu cabelo e ao se afastar, a vovó colocou uma mecha sobre meus ombros. Sim, meu cabelo cresceu de forma considerável nessas férias e ainda não senti vontade de cortá-lo. Era a primeira vez em, provavelmente, oito anos que deixava meu cabelo crescer dessa forma.

      Coloquei minha mão sobre a dela uma última vez e lhe dei outro abraço, mas um pouco mais curto que o anterior. — Até o Natal. — Disse, tornando a segurar a alça do malão. — Até o seu aniversário. — Essa foi a resposta da obaa-chan e isso fez com que um nózinho se formasse na minha garganta. Despedidas me causavam isso. Queria que a okaa-san estivesse em condições de vir conosco. As sequelas de seu acidentes foram graves e sua fisioterapeuta queria que ela evitasse fazer esforço.Sem falar que a senhora Sayuri não queria ser vista com um par de muletas sob os braços.

      Antes de atravessar o portal, olhei para trás uma última vez e dei um último adeus a obaa-chan que acenou de volta. Uma vez dentro do expresso, deixei um suspiro escapar diante da surpresa ao qual me deparei. As paredes estavam decoradas com imagens em movimento de esportes mágicos e isso fazia com que eu caminhasse ainda mais devagar que o normal. Xadrez, duelo e queimada, os vagões iam alternando pelos vagões. Não era difícil somar dois mais dois, teríamos competições esportivas e isso fazia meu coração se agitar. Adorava esportes, no entanto, estreitei os lábios ao lembrar que este ano não teria a presença da professora Volkova. Me perguntava quem seria o novo professor… esperava que fosse alguém tão divertidamente sarcástico quanto ela.

      Fui para os vagões mais distantes, era lá que costumava encontrar T’Challa e realmente queria encontrá-lo. Um chute na canela lhe cairia muito bem por ter reprovado de série, mas sentia tanto sua falta que não teria coragem de fazer isso. Ao olhar para o lado esquerdo, vi María que rapidamente ficou de pé e me abraçou. — Até que enfim! — Seu braço apertava meu pescoço. — Você que chegou cedo demais. — Avisei enquanto a apertava de volta. — Preciso guardar minha bagagem, já volto. — Não podia ficar no caminho com uma mala desse tamanho atrapalhando a passagem. Não pretendia levar esporro de graça de nenhum monitor. Aliás, ainda não sabia quem eram os monitores desse ano, mas isso era apenas um detalhe. As notícias logo se espalhariam.

      A gente se vê mais tarde. — Disse a minha gata antes de seguir em direção a cabine. Ela estava de olhos semicerrados, quase dormindo, com as orelhas levantadas.

      Enfim, o dia primeiro de setembro havia chegado. Enfim, eu retornaria para o melhor lugar em que tive os melhores momentos dos meus poucos anos de vida. Enfim, eu estava voltando para casa.


      With: Naomi Shimizu (NPC), María Ramírez e Vimini, a gata.
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      Notes: Mds, a Maya já tá no quinto ano * . *
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