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Théâtre des Deux Vierges

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Re: Théâtre des Deux Vierges

MensagemRussia [#217498] por Dmitri Volkov » 01 Out 2021, 22:49

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I wanna be a good boy I wanna be a gangster 'Cause you can be the beauty And I could be the monster.


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A resposta da inglesa era sua rendição e sua condenação, o toque de suas mãos delicadas um bote salva vidas enquanto ele se afogava. Aquele momento, as palavras dela eram seu céu e seu inferno, um porque só aquilo fazia com que o russo sentisse a felicidade, o outro, porque tinha a certeza que macular uma pessoa como Sarah com seu toque, com o desejo que crescia dentro de si o condenaria. Não que ele já não fosse, pensou. Ah, como ele ousava puxar para si com aquelas mãos sujas de sangue? Puro egoísmo, mesmo que a jovem houvesse dito que estava sendo também, ele tinha a certeza que não era nada comparado ao seu. Mesmo tendo consciência disso, Dmitri não conseguia se afastar, como ela havia dito, não queria resistir, mesmo que devesse. Sentiu sua respiração se misturar com a dela quando se aproximou, tremeu diante do toque leve dos lábios dela sobre os seus de novo.

E o Volkov se rendeu, dessa vez sem cogitar por um segundo parar. Suas mãos tocando, a puxando para si pela cintura, enquanto a outra subiu para o meio das melenas acobreadas e se prendendo ali quando ele se perdeu ao aprofundar o beijo, tomando espaço na boca da jovem, se perdendo nela. O homem apenas afastou os lábios dos dela quando não conseguia mais ar, mesmo assim, ele ousou mais ao se curvar e descer os beijos pelo pescoço dela, tremendo com o perfume que parecia tomar todos os seus sentidos, ela tomava todos os seus sentidos.— Dolce angelo, perdonami, ma non riesco a scappare. — disse o loiro com a voz rouca e trêmula, próximo ao ouvido da jovem. Ele deveria se afastar, mas estava inebriado e perdido, não havia para onde ele fugir, porque a verdade ele já estava o fazendo estando ali com ela.

Um riso baixo escapou dos lábios do russo diante da fala da inglesa, uma mistura de alegria e desespero saiu naquela risada tão grave. Sarah o havia subjugado completamente com sua beleza, com seu brilho, com sua fala, com seus beijos e seu arfar diante do seu toque foi a cartada final para o loiro, que com um toque leve no queixo da ruiva ergueu seu rosto com delicadeza. Bella abra os olhos para mim. — disse notando o receio em sua face e na demora dela o encarar. — Não há como eu sequer cogitar abandoná-la, acho que mesmo que se mandasse, eu não conseguiria, obedeceria ao fato para não te tocar, mas partir? Teriam que me matar… — fala de modo sincerto beijando a fronte dela de modo rápido e delicado. — Estou completamente dominado por você.

O russo sorriu ainda mais diante das palavras da jovem, aquela proteção, aquela ideia que ela poderia criar que nada lhe faria mal, uma pena que a realidade fosse outra, contudo, ali, abraçado a inglesa, Dmitri sentia como se realmente nada pudesse o atingir ou a ela. Podia ser um pouco egoísta de sua parte pensar assim, deixar-se levar por essa ilusão de segurança quando ele sabia muito bem que seu irmãos estariam em situações nada alegres ou doces, como ele sentia que se encontrava. Mas ele já estava sendo egocêntrico desde o momento que beijou Sarah, mais um pouco não faria diferença nos seus pecados que só aumentavam. Bella Mia, eu jamais pensaria nada errado de você. — respondeu de modo leve. — E não, não soa nenhum pouco estranho, me sinto da mesma forma, por isso, não quero pensar na partida, e sim no momento, incluindo a sua presença em meus braços. — comenta delicadamente, apesar de o loiro sentir-se um tanto sem jeito ao responder daquela forma.

— Uma contraproposta? — questiona observando a face da ruiva delicadamente, ouvindo sua palavras, a caminhada pausada quando se viram de frente ao restaurante, o qual o homem havia imaginado que a jovem fosse gostar. Um sorriso se abriu nos lábios do Volkov diante da ideia da mais nova. — Devo dizer que estou surpreso, mas agraciado com seu convite. Sim, vamos fazer o que deseja, bella. — respondeu sem temor algum, segurando a mão que lhe era estendida. Tudo que ele fez foi segui-la, além de pedir ao chefe o vinho em uma cesta com algumas das comidas leves e rápidas para levar, o que, diante do olhar do maitre sobre os dois, foi possível e com votos de que apreciasse a noite. Algo que Dmitri definitivamente estava fazendo desde o momento que encontrou Sarah na escadaria do Teatro. — Para onde, bella? — questionou segurando-lhe a mão firmemente, com ele sentindo seu coração acelerado, mas de uma forma boa que o deixava eufórico, tomado pela beleza daquela jovem. Ele poderia ficar daquele modo para sempre.


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Re: Théâtre des Deux Vierges

MensagemEstados Unidos [#217806] por Dayana Fountcher » 14 Out 2021, 01:45

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Viver em uma ilha era um fato... isolado (.q). Não que não gostasse, muito pelo contrário, amava o seu lar; mas normalmente era somente ela e as crianças, dependentes de outras conversas quando os amigos e parentes resolviam aparecer ou quando o seu marido chegava do trabalho. Eileen Roosevelt, sua irmã de consideração, era uma visita que ficava uma ou mais semanas quando tirava as suas férias anuais e, por mais que também gostasse daquela residência litorânea, como turista, certo dia ela sugeriu que eles saíssem e fossem visitar ''alguma coisa diferente por aí só para variar''. Day não se opôs, apesar de ter pago uma profissional e conhecida de longa data para cuidar de seu filho mais novo enquanto estivesse fora. Conhecia os seus filhos o suficiente para saber que não daria conta dos três em qualquer lugar fora de casa e também sabia que Roosevelt era um tanto distraída e não era uma ajuda muito confiável, não por mal, mas Fountcher se sentia bem se pudesse se precaver contra os seus próprios surtos caso algo desse errado.

Foram para um teatro. Um bonito e enorme teatro, aliás. Iam ver uma peça infantil, mas se Fountcher pensou que Eileen não ia gostar por não ser algo do seu estilo, observou que a ruiva se via bem animada e deslumbrada com o espaço. Day sorriu ao ver que Benny expressava a mesma animação com um toque maior de empolgação, ambos contrastando fortemente com a falta de animosidade de sua filha do meio, Lauren, que também participava da pequena incursão. A única reação que a pequena teve foi quando apertou a mão de Dayana ao ver alguém fantasiado de uma bonita coelha que devia estar interpretando Babbity dos contos do Beedle, o Bardo; que todos veriam ser encenadas logo mais.
- Você quer falar com ela? - Lauren lhe olhou com aqueles orbes acinzentados e emitiu um singelo sim que, se não conhecesse a filha, pareceria que ela que estava fazendo o favor de falar com a pessoa fantasiada e não que a mesma estava ali para entreter a criança. - Quer vir também, Benny? - O seu primogênito soltou um sonoro não e logo Dayana viu que ele puxava Eileen para que o levasse em direção a algo que poderia ser mais interessante. - Por favor, de olho nele...! - Teve tempo apenas de dizer isso para alertar a irmã, se vendo em uma encruzilhada ao ter que atender ao pedido de Lauren e ao mesmo tempo não conseguindo conter o ímpeto de Bernard. Suspirou, prevendo que ia passar nervoso, mas não deixou de expressar um sorriso a filha ao lhe fazer companhia quando foram cumprimentar a ''Babbity''.

*

Bernard tinha oito anos e uma energia de mais três crianças embutidas em um corpo só. Não era intencionalmente travesso - na maioria das vezes - e tinha completa ciência de que ouviria um grito se ele simplesmente saísse do encalço de sua mãe, por isso puxou Eileen consigo. Esperto, sabia que tinha chance de ganhar o alvará de sua mamãe se ela visse que ele estava com um adulto, já que simplesmente a intenção não era a de fugir. A puxou, apressado, porque tinha TANTA coisa para ver. Poderia esperar a sua mãe. Poderia esperar Lauren dar ‘oi’ para o coelho, mas era muita informação, muita novidade! Precisava ver, consumir, absorver tudo antes que desse a hora de assistirem a peça que também seria MUITO legal, todavia, não queria perder nada! Nada, nada, zero coisas. Tinha que ver tudo.
- Vem, tia Eileen. - A ruiva soltou um ‘o quê?’ sem entender o que merecia urgência, pedindo desculpas para cada um que ela esbarrava sem conseguir conter o mais novo. - Calma, Bernard! Se você se perder, a sua mãe vai fazer picadinho da ruiva aqui.... - O pequeno francês talvez já se visse perdido sem saber o que ver primeiro Em dado momento e com toda a sua empolgação, repentinamente esqueceu o seu primeiro ato de precaução e soltou a mão de sua tia. - Bernard! Calma! Espera!! - Havia quadros. Vários quadros e cartazes. Uma enorme cabeça de lhama lhe olhou como se tivesse do outro lado de uma janela. Em outro, uma mulher sem rosto era vista com flores e ramos que cresciam de seu crânio e parecia que iriam se estender além da moldura - o que momentaneamente intrigou o jovem menino -, mas logo ele se voltou para um terceiro cartaz onde havia apenas uma enorme mão toda colorida formando um V com o indicador e o dedo do meio, e estava toda ''pichada'' e pintada com várias mensagens, data e nomes. Por último, se deparou com um enorme quadro que mostrava uma praia e ele sorriu largamente ao se encontrar com algo familiar, até que uma gigante onda começou a subir e lhe ameaçar a engolir. Teve que se agachar e se jogar no chão ou iria ser engolido por toda aquela água salgada. Ouviu o chamado de Eileen, mas era tarde demais, precisava se proteger ou ia se molhar todo.

Não sentiu a água, só se deparou com pernas e sapatos enquanto engatinhava até entender onde era seguro se levantar. Olhou a sua roupa sabendo que mamãe suspeitaria de algo se a visse suja, mas não desistiu de sua grande aventura até que viu um enorme quadro com um grande dragão. Lembrou do que tinha em casa, mas mil vezes menor que aquele e que incluso cabia na palma de sua mão. Não lembrava o nome, apesar de seu padrinho ter lhe mostrado que aqueles animais possuíam diversas origens.
- Uaaaau. Que demais! - Disse ao se aproximar daquele quadro específico e se admirar com as enormes asas daquele bicho. Alheio ao que ocorria ao seu redor, via que ele parecia muito grande e negro, e tinha certeza de que seu padrinho sempre falava com um tom diferente quando paravam na foto daquele em específico. - Qual o nome...? - Murmurou ao se voltar para um garoto mais velho e que também admirava o enorme dragão. Queria perguntar o tipo. Seu padrinho ia gostar de saber que ele tinha visto um daqueles, mas acabou sendo distraído com uma outra questão. - Ah… Minha mãe foi levar a minha irmã pra falar com a coelha Babbity, mas não sei agora onde ela está... - Disse ao perceber as suas bochechas esquentarem, pois se lembrou de que poderia estar encrencado. - Eu estava com a minha tia... Mas acho que ela correu da onda gigante.- Olhou ao redor em busca de uma cabeleira ruiva, começando a temer e a sentir um receio momentâneo de que, talvez, nunca mais as veriam. - Minha mãe se chama Dayana e a minha tia, Eileen. Tem a minha irmã também que se chama Lauren. - O menino disse ao abrir um largo sorriso quando aquele garoto mais velho respondeu que iriam encontrá-las, mas logo depois o seu sorriso sumiu, pois sabia que sua mãe deveria estar muito brava que nem o bonito dragão que deixou para trás.

*

Dayana achava engraçado o esforço que qualquer animador de crianças, palhaços, mágicos ou qualquer profissional empregava para tirar um sorriso de sua pequena. Claro que ela não preparava ninguém e não explicava sobre a calma excessiva da criança que se limitava a concentrar os olhos claros naquilo que lhe era de interesse, o que poderia ser um pouco intimidador, se não fosse o rosto bonitinho e a altura de um gnomo. Mesmo assim, Lauren o conquistou ao ponto de ganhar alguns doces e uma tiara de cabelo onde havia duas grandes orelhas de coelho.
- Cadê a sua tia? Por que eu consigo prever que... ?-

- DAYANA! EU JURO! Ele estava comigo e de repente... sumiu!! Do nada! Juro que estava de olho nele e... - Fountcher fechou os olhos, contou até três e apenas disse: - De novo? -

- EU SEEEEI. Meu Deus! Parece tudo horrível. Eu sou horrível, mas juro... será que ele não aprendeu a aparatar... ? -

- Vamos encontrá-lo! Ele não deve ter ido muito longe. - Ignorou o comentário absurdo da mulher com uma calma controlada mesmo que a vontade fosse a de explodir o ilustre que iluminava o local, e em cima da cabeça de fogo da mulher ao seu lado. - Eu sei o filho que tenho, MAS PELAMORDEUS, você não consegue segurá-lo por CINCO minutos? - Vociferou ao olhar ao redor em busca de um segurança ou de um responsável pelo local, ao mesmo tempo em que tentava encontrar a peste. Por sorte e um alívio no peito, uma sinalização apareceu em todos os anúncios de peças que circundavam aquela enorme sala de recepção. Alguém havia encontrado o seu filho. - Vou buscá-lo. Adianta o processo e vá comprar água e alguns chocolates pra sessão. Já volto. -

- Não quer que eu...? -

- Não! A Lauren vem comigo, pode deixar. - Por que não tinha chamado uma terceira pessoa para ajudá-la? Amava a sua irmã, mas... Talvez precisasse de um especialista para tratar com o seu filho fujão. - BER-NARD! - Chamou ao vê-lo de costas, próximo a mesa de recepção. Seu menino se virou com um sorriso largo e cínico, e Dayana sabia que ele já estava elaborando uma boa desculpa. - Onde você estava? E com quem? - O interrompeu antes de qualquer coisa até ele responder: - Com os meus amigos! - Fountcher olhou para a família que se apresentou e por um momento pensou se realmente não os conhecia de algum lugar para Benny ter falado aquilo e dado o sotaque que nitidamente era de seu país natal…. Contudo, logo o menino completou: - Os conheci agora. -

- Ah sim, por que não suspeitei antes... Desculpe. - A última palavra ela dirigiu para as pessoas a sua frente. - Obrigada por encontrá-lo e avisar na recepção. E desculpe o transtorno. A gente fica de olho, mas ele não é fácil. - Disse ao bagunçar os cabelos do menino que lhe abraçou a cintura. - Meu nome é Dayana. - E depois se apresentou adequadamente ao cumprimentar os três com um aperto de mão. - ... Obrigada mais uma vez e espero que se divirt...-

- MÃE! -

- Oi, Benny, não me interrompa quando…

- Cadê a tia Eileen? Você ‘matou ela’? - Perguntou, repentinamente assustado e arregalando os olhos. - Ãhn? Não, Bernard, sua mãe não mata pessoas...-

- Mas você disse antes de sairmos de casa...-

- Ah… É um forma de expressão. Não quer dizer que vou matá-la de verdade... Depois te explico. - Disse com calma, levemente constrangida e querendo rir ao se voltar para os três. - Desculpe mais uma vez. Prazer em conhecê-los e boa peça. - Sorriu uma última vez ao passar o braço pelos ombros do seu menino e puxar Lauren pela mão. Essa, com as orelhas de coelho na cabeça, deu um tchau simpático para os três, enquanto Benny se despedia dos seus amigos. -Tchau, Joanne! Tchau, Bruce! Tchau, T’Challa! Espero ver vocês lá dentro do teatro!! - Disse, empolgado e sorridente, antes de se voltar para Dayana e saber se dava tempo dele contar a GRANDE aventura que teve naqueles minutos atrás.




Nota Respondendo ao post de T'Challa Marvil DiCristi.
Dayana Fountcher
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Re: Théâtre des Deux Vierges

MensagemJapao [#218252] por Maya Matsuda » 02 Nov 2021, 20:56

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T'Challa Marvil D.C. 13 anos Estados Unidos Lufa Lufa 3° ano



Aquele sistema de cartazes para encontrar crianças perdidas de seus pais funcionou mais rápido do que o DiCristi imaginou. Ele só não esperava que a mãe do jovem Bernard fosse quem fosse. Inúmeras mulheres deveriam se chamar Dayana por aí, era um nome comum, não? O lance era que nem todas eram Dayana Fountcher, o que fez sua mente entrar em pane. — Não. brinca. — Murmurou incrédulo. Sua boca se abriu em imediato, o deixando com cara de idiota. T’Challa só voltou ao mundo real quando ouviu o mais novo responder a pergunta de sua mãe, algo que o fez sorrir. — Que foi que está com essa cara de besta? — Murmurou Joanne para o filho, mas antes de receber a resposta, a mulher se concentrou no pedido de desculpas da morena à sua frente.

— Não há com o que se desculpar. Sei como crianças são. — Disse, fazendo um leve movimento com a cabeça na direção do lufano que já havia aprontado poucas e boas. — Imagino seu susto. Estamos felizes de que tudo tenha terminado bem. — Dayana estendeu a mão e Mayers a apertou educadamente. — Joanne. Esses são meus filhos, T’Challa e Bruce. — Dando um passo a frente, T’Challa sorriu e apertou a mão da artilheira. — Muito prazer. — Sua voz soou como um sussurro. Um brilho perpassou por seus olhos ao fitar a mulher tão de perto. Gwen, uma de suas irmãs mais velhas, era jogadora das Harpias, então não dava para dizer que era a primeira vez que conhecia alguém de um time da série A, mas como não conhecia nem mesmo um terço dos demais jogadores, sim, ele estava muito impressionado com aquela circunstância.

Ao agradecer uma vez mais, Joanne moveu as mãos em negação.
— Não há de quê. — Enunciou com um sorriso mais leve em seu rosto, mas este logo sumiu quando Bernard perguntou sobre a segunda pessoa listada nos cartazes para procurá-lo. Dayana segurava a mão de uma garotinha e T’Challa tinha certeza que ela não era a tal Eileen. E o DiCristi esperava que ninguém tivesse morrido, visto o terror na voz e na expressão de Bernard. Ao entender do que se tratava, T’Challa prendeu uma risada. Não se tratava de uma morte de verdade e sim a tão costumeira expressão que sua mão também utilizava quando ele fazia alguma besteira. Antes mesmo de sairem de casa, no Queens, ele a ouviu. Os três sorriram diante do sorriso de Fountcher enquanto se justificava para o filho e depois se virava para eles novamente. — Foi um prazer. Boa peça para vocês também. — Respondeu Joanne, acenando para ela e seus dois filhos.

— Tchau, Bernard! — O americano respondeu ao mais novo com um sorriso no rosto e acenava também para a garotinha que havia feito o mesmo de forma cortês e discreta.

— Minha. nossa. Dá para acreditar nisso? — Comentou o garoto quando estava somente com sua mãe e irmão. — Nisso o quê? Que a mulher encontrou o seu filho? Ainda bem, não? — T’ negou com a cabeça. — Não é só isso, mãe. Era Dayana Fountcher. — Muitos pontos de interrogação estavam formados no rosto de Joanne. — E? — Estava tão empolgado que por um segundo esqueceu que sua mãe não acompanhava o quadribol. — Ela é artilheira de quadribol, mãe! — Sua voz estava uma nota mais alta, ao que a mais velha cruzou os braços. — Hmmm… o esporte que usa aquele tipo de vassoura que está no seu quarto e que é a única coisa arrumada naquele caos? Porque para proteger aquela vassoura ridícula, você a pôs dentro de uma capa. — T’Challa sorriu. — Mãe, a senhora não está entendendo. Ela é tipo a Megan Rapinoe, só que do quadribol! — Tentou explicar enquanto começavam a caminhar para o interior do teatro. — Não me interessa. Aposto que o quarto dela deve ser arrumado e ela ainda tem dois filhos para dar conta. É isso que deveria pegar como exemplo.

— Ter filhos??? — Questionou incrédulo e recebeu algumas bolsadas no braço esquerdo, o que o fez rir. — Você não testa a minha paciência, garoto. — Ele havia implicado de propósito. — Estou brincando… — Respondeu, esfregando o braço dolorido, ainda sorrindo. Mal podia esperar para contar aos seus amigos o que havia acontecido. Abel ia surtar, tinha certeza.



With Joanne Mayers (NPC), Bruce DiCristi(NPC, Rach), Dayana Fountcher, Bernard Nagaen (NPC) e Lauren Nagaen (NPC). Tagged: Abel Jacques Del Marco (NPC).Music: Trippie Redd feat. Travis Scott - Dark Knight DummoNotes: Encerrando o rolê só pra eu ter um pouco de paz na minha mente.Post: #36
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