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Re: Hagia Sophia Begraden

MensagemJapao [#216372] por Mizuki Miyamoto » 06 Ago 2021, 20:19

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[会議 (Encontro)]

[With Ren Kazuo | Song: Japanese Love Song | Clothes This one.]


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Mizuki sempre teve uma visão muito clara do amor, mesmo que tivesse nascido numa família, no caso geral que eram os Miyamotos, que parecia ignorar aquele sentimento, sempre focados no dever que havia sido designado a eles por Tsukuyomi. Mas ela entendia aquele sentimento e a devoção por trás dele. O fraterno que vinha de seu irmão e de sua mãe e, mesmo que tenha visto tão pouco, conhecia o amor romântico. O Eros para os gregos, como leu em algum livro, mas havia aquele que definia a percepção que ela tinha daquilo tudo. A ágape dos gregos, o amor incondicional. Mas ela não era grega, mesmo assim, aquilo que havia lido havia explicado mais as diferenças de dizer eu te amo em sua própria língua materna. Só que acima daquelas palavras estava a ideia que a própria jovem havia criado, uma que veio se criando desde que sua mãe havia falecido, assim como seu pai.

Para ela Aishiteru ia muito além do sentimento, muito além de estarem casados, noivos ou namorando. Eram ser alma gêmeas, ter aquele fio escarlate amarrado ao dedo ligando sua vida a outra. Era querer seguir a pessoa para onde ela fosse, mesmo na morte. Devoção era a palavra certa para definir a forma que Mizuki aprendeu o que era o amor. Seus pais eram devotados um ao outro. Então quando seu pai faleceu, sua mãe o seguiu, pedindo perdão aos filhos, mas foi encontrar seu danna, seu amado. E assim que a japonesa cresceu e descobriu seu próprio amor. Ela não podia dizer que era dedicada ao irmão, não quando abriu mão da chance de simplesmente seguir os passos da mãe como gueixa para aprender a arte das armas. Ela havia feito isso, amava Izumi tanto que ficaria inconsolável se algo acontecesse a ele, se vingaria e o seguiria. Contudo, com Ren sua devoção existia de uma forma que ela nunca soube explicar muito bem.

Ah, na verdade ela sabia. Apenas temia dizer até mesmo para si mesma. Mizuki amava Ren. Talvez desde o dia que ele surgiu em sua casa pela primeira vez, mas só compreendeu seus sentimentos enquanto crescia. E então ela entendeu completamente como sua mãe se sentia por seu pai. E então se devotou a felicidade do rapaz, mesmo que nunca fosse correspondida. Ela não precisava daquilo, estava completa ao ver que ele crescia, ver que ele seguia seus sonhos. O amar dela era devoção e estava li presente, mesmo que no fundo, como era do humano ser egoísta, pudesse desejar e sonhar com mais. Então, por isso, quando o medibruxo havia dito aquelas palavras, ela precisou ouvir novamente. Afinal, aquela parte egoísta sempre havia desejado aquilo, sempre quisera que ele a olhasse como mulher, e ele havia visto. Parecia sonho.

Ela sempre desejou que Ren a visse com os mesmos olhos que ela o via, desejou que ela pudesse sentir que aquela devoção gentil, respeitosa do rapaz fosse por amá-la, não porque se sentia grato. E pelo jeito ela podia ter, pensou, secando as lágrimas até sentia a aproximação do japonês, o toque em sua nuca e então os lábios dele nos dela. E ela retribuiu, ainda com um pouco das lágrimas em seu rosto, seu coração se preenchendo com tanta felicidade que ela, por um momento, pensou que ele fosse explodir. Mizuki poderia morrer assim, estava feliz, mas ela era teimosa e egoísta para apenas aceitar aquilo e partir, não, ela queria cada segundo, cada dia, cada ano com aquele sentimento, com aquele toque. Com aquele beijo que lhe arrancava o ar e ao mesmo tempo lhe injetava vida. Tola? Apaixonada? Sim. Ela era. E mataria quem tirasse isso dela. Ela sempre amou Ren e saber que ele sentia o mesmo e que ela poderia ter aquele amor era tudo que havia pensado, então o tolo que tentasse roubar aquilo sofreria, porque ela não abriria mão.

— Acho que chamamos atenção. — disse um pouco sem graça, ao afastar os lábios do moreno, sorrindo levemente, mas em vez de se afastar, ela se aproximou, apoiando a cabeça no peito dele, enquanto entrelaçava as mãos deles. Aishiteru, Ren. — repetiu, apertando de leve as mãos entrelaçadas. — Onde for eu irei, mesmo na morte. — diz, sem nem mesmo pensar muito naquilo, ou se era apressado. Para ela não era. Era o que significava amar. — Ren... Eu sou uma arma dos Miyamotos, tenho sido mais isso que a maiko que minha mãe desejou. — começa, pensando em como poderia dizer tudo. — Mas você ficaria comigo mesmo assim? Mesmo eu sendo manchada com a morte de muitos? — questiona um pouco temerosa ao rapaz, a cabeça ainda apoiada em seu peito, sem conseguir encará-lo, envergonhada, com medo, mas sincera.
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Re: Hagia Sophia Begraden

MensagemJapao [#216969] por Ren Kazuo » 05 Set 2021, 21:59

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O contato com Mizuki era muito mais do que Ren jamais pudera sonhar um dia. O cheiro, a delicadeza e maciez de sua pele. O calor de seu corpo emanando diretamente para o seu coração, era tudo tão sublime e surreal que o samurai se esqueceu de tudo o que havia ao seu redor. Finalmente era chegado o momento que ele jamais ousou sequer sonhar. Mizuki era sua, estava em seus braços e ele poderia muito bem se tornar um com o universo, pois a sua felicidade era maior que todo o cosmos e seus mistérios.

Ele mesmo não havia percebido que estavam sendo indiscretos até que se afastassem um pouco e Mizuki o alertasse. Realmente, não era próprio que fossem tão íntimos num lugar tão público. Mas, por outro lado, uma parte de si não ligava para os outros, a maioria nem ligava para costumes e tradições, um beijo de amor verdadeiro não devia ser algo a se ter em vergonha.

Ren suspirou ao sentir Mizuki se aconchegar em seu peito enquanto seu corpo estremecia numa nova sensação. Olhou os pequenos dedos dela se entrelaçando aos seus numa cumplicidade que eles sempre tiveram, mas que nunca se permitiram ter. As palavras dela escorrendo pelos seus ouvidos como uma canção de amor que o fazia se sentir vivo.


- Aishiterumo, Mizu-chan….- respondeu quase num sussuro como se outros ouvidos fossem impuros demais para testemunhar o que declaravam ali.

- Eu a encontrarei onde quer que vá… não há caminho que eu não possa percorrer para que nossas almas estejam juntas. - Respondeu com alegria à declaração tão sincera que ela fazia. - Antes mesmo de saber… eu já iria onde quer que você estivesse.

Era assim o seu amor. Vigilante perene, presente para toda a eternidade, mesmo que ela nunca precisasse. Era assim que ele demonstrava seu amor, incondicionalmente. Sabia o que era ser um Miyamoto. Por sorte, ele mesmo não se tornou uma arma, como era para ser. Lembrava-se bem dos caminhos que Katakuri lhe dera. Lembrava-se bem que ele, como não era um Miyamoto, pôde recusar o caminho da morte. Mas também sabia que aquilo não seria possível para Mizuki e essa era a parte que mais lhe doía ao coração.

No entanto, nem mesmo a morte poderia abalar o seu amor. Não havia nada que pudesse lhe causar horror, desde que viesse dela. Nada que pudesse afugentá-lo ou fazê-lo desejar estar distante. Nada do que Mizuki fizesse era errado ou sujo. Ela era o seu anjo.

Era verdade que ele não gostava que ela fosse uma arma, mas era pelo simples fato dos perigos que ela tinha que enfrentar e por quanta dor ela tinha de enfrentar. Por isso, ele ergueu seu rosto com delicadeza, olhando-a nos olhos com seriedade e um infinito amor.


- Nada que venha de Mizu-chan pode ser errado ou sujo. O que lhe fazem fazer não é o que sua alma é…. Eu estarei com você até que o sol deixe de nascer e a lua pereça na escuridão.

Mas algo ainda necessitava de atenção e Ren não podia seguir adiante, antes de enfrentar o que deveria ser enfrentado:

- Mizu-chan... sabe que eu não tenho um sangue nobre. Sou nascido no infortúnio e não fosse Katakuri-san e sua família, jamais poderia ter a honra e a felicidade de ter me tornado quem eu sou.- ele hesitou um instante, mas logo continuou, pois não era dado à rodeios ou covardias- Eu não tenho intenção de me separar de você por nada mais do que nossas obrigações nos forcem a fazer. Mas antes, preciso ter com seu irmão. Por sua honra e por minha ousadia, eu devo ir até os Miyamoto, dizer-lhes que você é a minha mulher e que nem a morte nos separará!

Podia parecer dramático, mas Ren tinha uma dívida de vida e morte para com a família que lhe permitira viver e ele não iria continuar, caso não olhasse nos olhos de seu mestre e enfrentasse as consequências do que seu coração queria viver.


With Mizuki (Dan) <3
Ta aí, já vai pedir em casamento .##
“Eu era uma ilha abandonada no meio do oceano, sem passado e sem futuro.”
(Memória de uma Gueixa)
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“Não sei nada sobre como superar os outros. Só conheço a maneira de superar a mim mesmo”
(frase do Bushido)
Ren Kazuo
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