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Chimes Gaststatte & Pub Blau

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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemAlemanha [#161251] por Charles Böhm III » 16 Abr 2016, 02:50

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Envolto tão completamente no abraço que estávamos não sabia mais o que era passado, presente ou futuro. Nem sequer tinha a mínima noção de espaço. Podia ser manhã, podia ser outro ano, pelo que eu me importava em saber. Não estávamos juntos há mais de uma hora, ainda assim sentia que décadas de cumplicidade e desenvolvimento mútuo não seriam suficientes para explicar o que acontecia ali. Buscava desvendar todos os mistérios da humanidade através do conhecimento de uma única pessoa, e o fazia através de beijos exploradores, nossas línguas se movimentavam freneticamente, não havia distinção do que era a minha boca ou a boca de Caterina.- O que você fez comigo, heim? - separados brevemente, apenas o suficiente para recuperar o fôlego e partilhar um brinde. O clima estava menos competitivo agora, não era um jogo mais, havíamos deixado essa farsa no ato inicial, mas a separação momentânea permitia clareza de pensamento e eu percebi que tínhamos chegado no segundo ato de forma muito acelerada. - Eu não sei...

Não consegui nem alcançar o copo sobre a mesa, os lábios e dentes da italiana rapidamente encontraram seu percurso em meu pescoço. Não havia romantismo naquela ação, apenas luxúria avassaladora. Quaisquer raciocínios anteriores foram imediatamente abandonados, estava mais excitado do que nunca e não podia mais negá-lo. Com um pouco de rispidez, mas não de modo a machucá-la, afastei Caterina de meu pescoço, pois aquela era a minha vez de fazê-la sofrer de desejo. Nossas bocas se encontraram com violência, mordi seu lábio inferior com pouca delicadeza enquanto puxava seu cabelo levemente. Se eu ficaria com marcas físicas daquela noite, ela as compartilharia, portanto fiz questão de morder e beijar seu pescoço, mais ou menos no local correspondente ao meu. Sem maior pudor guiei suas mãos delicadas para os botões que ainda permaneciam fechados em minha camisa de linho, sem demora ela entendeu meu sinal e, assim que meus botões não impediam mais o contato constante com a minha pele, retirei o top que ela usava. O tecido preto e rendado de seu sutiã contrastava com a pele alva, a marca delicada de sol, as pequenas marcas... Tudo isso absorvi em um segundo, então a puxei para mais perto de mim, nossos troncos encostados um no outro, minhas unhas deixando marcas em suas costas. Ouvi seu arfar bem distintamente, pois o novo alvo dela era meu lóbulo. - Eu não sei... - repeti dubiamente, pois estava realmente perdido, e considerando que, talvez, os filmes todos tivessem acertado na questão do amor à primeira vista.
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Charles Böhm III
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemItalia [#161252] por Caterina Fiorella Sartini » 16 Abr 2016, 03:33

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Não sabia dizer com clareza se minha linha de raciocínio tornava-se demasiadamente lenta pelo efeito tardio do álcool ou se estava embriagada pela luxúria proporcionada por Charles. Sentia suas mãos percorrem a extensão de minhas costas com aquele misto de suavidade e desejo, uma confusão de sentimentos. Trocávamos olhares cúmplices entre um beijo e outro, enquanto tentávamos recuperar o fôlego e retomar aquela maravilhosa dança. Brincava em seu pescoço como uma criança diante de um presente recém-dado. Lambia-o, morsdicava e por fim findava em mil beijos, deixando pequenas marcas em sua pele branca e perfeita. Foi quando abruptamente, Charles me puxou para trás, livrando-se de meus toques. Olhei-o maliciosa, mas tal desejo perdeu-se em um suspiro sufocado dentro do peito. Algo em seu olhar me perturbava a sanidade.

Senti sua "vingança" em meu tronco, deixando-a sofrer do mesmo mal que tinha afligido a ele. Fechei os olhos, sentindo-me arrepiar diante de tais carícias afoitas. Em outro beijo ele me tirava o ar, me tirava o chão, me dava em troca uma imensidão de oportunidades. Suas mãos guiaram as minhas em direção a sua camisa e terminei o trabalho começado no andar debaixo, revelando o tronco nu e perfeitamente trabalhado, contemplei aquela visão mordendo o lábio inferior com visível afobamento em me entregar a ele por completo. Então, as roupas tornavam-se completamente incômodas, desnecessárias. Charles livrou-me do top preto e apenas o auxiliei erguendo os braços. Voltei a agarra-lo pelo pescoço com os lábios aflitos pelos dele. Era minha vez de deixa-lo sem fôlego. Pressionei minha boca na sua, desordenada e sedutora, deixando que nossas línguas brincassem juntas.

Num súbito pensamento cruel, afastei-me, saindo de seu colo e sentando ao seu lado. Encostei minhas costas no estofado, ajeitando meus cabelos já completamente desgrenhados. - Sede? - perguntei com a voz rouca, deixando minha mão passear por entre as coxas de Charles, olhando-o de esguelha. Um pequeno jogo de oferecer e negar, com a intenção de prender sua atenção à mim. Se pudesse te-lo para o resto da noite, exclusivamente e, quem sabe, até mais, com certeza eu o faria. - Adoro seu gosto...- murmurei, empurrando o copo de whisky na direção dele, ainda deixando nossos corpos próximos, ladeados.
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemAlemanha [#161253] por Charles Böhm III » 16 Abr 2016, 10:43

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Soltei um gemido baixo, não de prazer, mas de perda. Caterina havia saído de sobre mim e sentado-se ao seu lado, decida a me torturar mais uma vez. Havia prendido o cabelo nele mesmo, aparentemente, seu rosto estava corado de calor e os olhos maliciosos e cruéis. - Sede? - a entonação de quem sabia que tinha o controle de sua audiência. De fato estava muito quente no canto do mundo que ocupávamos e, agora que não estávamos absortos um no outro eu podia ouvir a música reverberando no ambiente externo. Minha vontade era de fazê-la sofrer com a minha ausência, com o desejo incontrolável por mim, levantar da mesa e ir embora, ver quanto tempo ela ia aguardar antes de me procurar, mas temi que se o fizesse a perdesse indeterminadamente. Seus dedos, entretanto, haviam decidido que ficar perto de mim era a melhor opção; senti-os sobre o tecido de minha calça, em movimentos contínuos, ora com as pontas, ora com as unhas - era um carinho, não uma provocação. - E eu adoro o seu. - Caterina havia passado o copo de whiskey para mim, e tomei até a última gota. Sua mão permanecia em minha perna enquanto ela tomava de seu próprio copo sem hesitação, desejei saber o que ela estava pensando. Com delicadeza coloquei sua mão entre as minhas, fazendo uma massagem nela, precisava de um momento para relaxar. Reparei no comprimento das unhas e seu formato, a cor do esmalte, que parecia escuro à meia luz, a sutileza de seus dedos. - Não parecem mais de uma jogadora profissional... -, brinquei.

A resposta dela não me pegou com a guarda abaixada, mas não era o que eu esperava ouvir. Lado a lado as pequenas diferenças de raciocínio podiam ser responsabilizadas no excesso de teor alcoólico em nós, mas não completamente. Éramos dois adultos, com bagagem e anos de péssimas escolhas atrás de nós, nenhuma novidade ali. Ambos tínhamos segredos e angústias que não compartilharíamos com um estranho, ainda que esse estranho fosse absolutamente sedutor. Por algum motivo desconhecido a mim, Caterina estava na defensiva, acanhada e distanciando-se. Novamente desejei poder ler mentes.
- Mi dispiace... Que tal recomeçarmos? - abotoei a camisa e o colete, passei os dedos no cabelo e ajeitei a postura. Não era mais um jogo, era uma peça teatral. - Senhorita, me cederia uma dança?
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Charles Böhm III
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemItalia [#161254] por Caterina Fiorella Sartini » 16 Abr 2016, 11:36

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Uma risada. Tudo que ecoava pelo silêncio constrangedor que tinha se formado entre nós no instante em que aflitos bebíamos de nossos copos foi uma risada. Ria de sua piada como se fosse a melhor já ouvida, como se Charles fosse o melhor dos comediantes. Agitei a cabeça para os lados, encarando minha outra mão, observando as nuances de meus dedos, a perfeição de minhas unhas, a total ausência de calos já curados aquela altura do campeonato. - Ainda sei manejar uma vassoura com maestria, capitão. Não se preocupe. - pisquei para ele, charmosamente, deixando meu corpo pender para frente o suficiente para apoiar o cotovelo na mesa e escorar a cabeça nos nós dos meus dedos. Contemplativa, permaneci encarando aqueles traços tão tentadores e enebriantes, arrependendo-me amargamente de ter fugido de seu colo como uma garotinha assustada.

Não sabia se aquele conflito interno era sustentado pelo magnetismo, pela bebida ou pela perigosa mistura dos dois. A terceira opção soava mais apropriada. E de repente, Charles não mais sorria, olhava-me compenetrado e sério, como se buscasse os pensamentos que afligiam minha mente embriagada e confusa. Sorri, passando os dedos entre os cabelos, como um pente, julgando que minha aparência desgrenhada o incomodava. Teria ele perdido o encanto inicial? Que besteira. - Non dispiace...- pedi, sentindo um peso nas palavras de Böhm incômodo e indigesto. Qualquer um naquela situação teria corrido afobadamente atrás de mim, lutando contra minha fingida resistência. Charles, por outro lado, agia como se eu tivesse me ofendido com alguma atitude sua. - Não quero recomeçar... Não teria a mesma magia se acontecesse de outro modo... - murmurei com a voz doce e recuperada.

Puxei-o para perto de mim, tomando seu corpo no meu e quase fazendo-o deitar sobre mim no pequeno espaço oferecido por aquele sofá. Nossas testas voltaram a se encostar uma na outra e eu não mais o encarava com a mesma voracidade de antes, embora cada parte do meu corpo ainda clamasse desesperadamente pelo dele. Levei minha mão ao seu rosto, afagando-o gentilmente e por fim selamos nossos lábios com a velocidade tão lenta que poderíamos explorar toda a extensão de nossas bocas sem nenhuma dificuldade. Estranhamente, ele emanava uma segurança que jamais tinha experimentado. Sem afastar os lábios, ou sequer abrir os olhos, disse em um sopro de voz fraca: - Uma dança...duas...quantas você quiser. - embora aceitasse o convite, mantinha-o próximo a mim num abraço apertado. Não o deixaria fugir, não mesmo.
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemAlemanha [#161263] por Charles Böhm III » 16 Abr 2016, 18:56

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O momento de tensão havia dissipado completamente, era como se ele sequer tivesse existido, na realidade. Aparentemente estava alucinando e não tinha porque me desculpar; ou o motivo não existia ou era uma interpretação por parte da italiana, de qualquer forma prosseguimos o procedimento anterior. Entre o céu e a terra há mais coisas que sonha nossa vã imaginação, e entre o externo e o interno de Caterina o dobro dessas coisas todas. Gosto de acreditar que Shakespeare teria dificuldades em descrevê-la, que lhe faltaria métrica e rimas, ao mesmo tempo, imagino que seus sonetos mais doces eram inspirados por ela. Nada na face da terra produziria sons mais doces, ou mais honestos.

Entre nós, porém, não havia quase nada. Meu colete, minha camisa, o sutiã dela: três camadas. Roupas íntimas e calças: quatro camadas. Nossos lábios: nenhuma camada de separação. Um beijo delicado, uma forma de selar aquela união momentânea. Meu rosto, os dedos nenhuma camada; o vai e vem tão gentil que me causava arrepios na espinha. Meu convite de levá-la para a pista de dança não passara despercebido, mas o que os lábios permitiam, o corpo negava. Ela me segurava com força, num abraço apertado que não tinha a intenção de ser desfeito.
- Essa é uma promessa que vou cobrar depois, bella.

Sentia que estava tudo indo rápido demais, temia a rejeição, mas não podia deixar a opotunidade perfeita passar. Tomei-a de assalto em meus braços, estava cansado de suportar meu peso nos ombros, de modo que não caísse sobre Caterina. - Caterina… Seu nome parece música que poucos ousam cantar. Ah, Caterina! -definitivamente estava sentindo os efeitos do álcool agora, os efeitos acumulados, na verdade. Nas noites anteriores havia tomado as precaucações todas para que isso não acontecesse: poções, pastilhas preparadas por mim, porções das deliciosas comidas trouxas, mas estivera tão distraído, obviamente, que tais passos não cruzaram minha mente. A melodia que a bella donna produziu preencheu todo o ambiente, de repente mais alto que a música lá fora. Sem filtro e sem controle, concluí que o melhor curso a ser tomado era irmos para Noruega naquele mesmo instante.- Noruega! Já esteve lá? Tenho uma casa linda lá. Você devia vir comigo. Agora. Vamos. Um aventura, que tal? - todas as palavras escorreram por entre meus lábios. Náo havia dado nem tempo para que ela absorvesse tudo o que eu tinha dito. Beijei seus lábios delicadamente. - Por favor...
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemItalia [#161264] por Caterina Fiorella Sartini » 16 Abr 2016, 19:17

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Obviamente o silêncio dos apaixonados era uma suave melodia cujas notas principais resumiam-se em suspiros e estalos de lábios que se beijavam com.sofreguidão. É claro, entre duas almas que se encaixam perfeitamente supõe-se existir uma forte explosão astral, capaz de fazer soar sinos e pequenos fogos de artifício. Desatino, insensatez, ilógico. Assim é o amor, ou pelo menos, era assim que lembrava-me de saber sobre ele. Nunca tinha amado em toda minha vida, não o reconheceria nem se batasse em minha face. Tudo que especulava em minha mente, naquele momento bêbada e desbaratinada, era o que tinha ouvido falar nas conversas com meus irmãos e com minha doce mama. Todavia, Charles me olhava daquela maneira avassaladora e eu perdia o rumo, perdia o chão. Que sentimento é esse capaz de me arrancar a lógica? Charles...

- Caterina... - repeti meu próprio nome tentando encontrar a sonoridade tão cativante que Charles dizia. - Seus ouvidos são bondosos. - concluí, por fim, sem encontrar a magia ouvida pelo alemão. Seus braços mantinham-me tão perto, colada, e mesmo assim a distância entre nós era dolorosa, uma afecção terrível. Ah, Charles, por que demora tanto? Minha mente desconexa divagava por caminhos desconhecidos guiados pelo brilhantismo emanado de Charles. E, novamente, caímos no silêncio. Ah, fala anjo brilhante, como queria ouvir sua voz mais uma vez.

Atendendo meus apelos mudos os lábios do homem - aquela altura considerava-o meu - se entreabriram e meus ouvidos foram invadidos por aquele timbre rouco de sotaque carregado. Um.convite, inusitado, ousado e irresistível. - Noruega? - questionei, ponderando aquela opção. Antes de responder, os lábios de Charles sufocaram os meus e senti aquela súbita onda de prazer me tomar completamente. Quando nos afastamos, ele implorou, como se realmente fosse preciso. - Com você, bello, iria até o inferno - falei, sem qualquer sinal de racionalidade. Sóbria jamais deixaria escapar tais palavras tão indefesas. Afastei-o de mim relutante, procurando meu top e logo o vestindo. - Quais os riscos de aparatarmos assim? - irresponsavelmente, bebi o resto do whisky em meu copo, já incapaz de sentir o gosto amargo da bebida tamanha era minha embriaguez. Sorria empolgada com a ousadia que estávamos prestes a fazer.
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemNoruega [#163028] por Lasse Løkken Matberg » 02 Jun 2016, 17:34

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    Continuação de Kraus&famile


    O bombom realmente estava gostoso e não tinha minha mãe como assessora esportiva para limitar minha alimentação naquele momento, como também a pestinha sabia o quanto odiava aquele papo de controle de comida. Comi um bombom levemente apimentado, era daqueles pacotes de surpresa, logo dos que mais gostava. Abri um largo sorriso saboreando o chocolate em meu paladar enquanto voltava atenção com a resposta de Anastasia.– Durms é?– Pegava mais um chocolate. – Já joguei lá como batedor e artilheiro, era da rurik, mas artilheiro nunca combinou comigo... Mas nunca te vi por lá...– Virei-me para o balconista. - Senhor, voltaremos quando estiver pronto então. Obrigado. – Peguei a caixa de bombom. – Bem vindo ao meu mundo! Também sou escravo de alguém – Soltei em um tom levemente lamentável e ao mesmo tempo prazeroso, não iria abandonar minhas mulheres, mesmo que elas abusassem de mim algumas vezes. –Então vamos! Existe um pub fora daqui que é mais tranquilo.– Disse dirigindo-me para a porta e abrindo-a para Anastásia.

    A preocupação da loira pela minha irmã repentinamente chegara aos meus ouvidos.– Ah... Ela não ousaria desobedecer minhas ordens e sair da redondeza. Serão apenas algumas horas, ela não irá aprontar até lá, vai?– Franzi o cenho sem conseguir comer mais um bombom. A pestinha não iria entrar em problemas neste meio tempo, iria? Não poderia ser possível, ela é quieta e sabe das minhas instruções. – Não é tão longe assim... Fica logo adiante, fora de Ek-Tagh. – Avisei enquanto seguíamos pelas ruas.– Desculpe chama-la de garotinha. É um costume que tenho de casa para com as mulheres em geral... Algumas não reagem bem a isto, mas não posso trata-las como trato um capitão da marinha, não é mesmo?– Comentava pensando no que minhas irmãs diziam sobre os apelidos que usava para me referir as mulheres. Algumas amantes também já tinham me alertado quanto a isto e outras, bom, elas pareciam gostar daquilo, exceto quando eu dizia que não queria nenhum envolvimento mais sério. Não é qualquer uma que aceitaria um relacionamento sério com um militar, tendo mês com ele e o resto do ano sozinha... Agora como Tenente-Coronel, a situação iria melhorar um pouco, mas ainda sim, era difícil encontrar alguma esposa com tamanha disposição ou lealdade.

    - Bombom?– Abri a caixa de chocolate e tirei dois deles entregando para a loira. – Pode pegar! – Voltava a guardar a caixa de chocolate segurando-a com o outro braço. – Massa muscular? – Ergui a sobrancelha a encarando e finalmente dando um largo sorriso.– Então devo te tratar como? Não vá dizer que aguentará um tapinha nas costas!– Brinquei. Finalmente chegamos ao restaurante dirigi Anastásia até uma mesa e já peguei um cardápio.– Os bolos daqui e as sobremesas são gostosas, assim como as bebidas do pub.– Comentei já pedindo a torta alemã feita com sapos de chocolate e um café bem forte! Finalmente estava em um lugar arejado e tranquilo.– Não foi por culpa marinha. Digamos que foi pouco antes... Em Durms, boa parte da minha infância e metade da minha adolescência, meu nome era “ogro encurvado” por ser alto demais e magro demais. Como quis ingressar nas forças militares, pedi um treinamento intensivo e com alimentação e a própria vida que levei, consegui um corpo. O serviço militar apenas estabiliza o que tenho, mas também tem seu lado ruim... Afinal, nada tem um lado só, né?!– Piscadelei para Anastásia me divertindo com aquilo.

    - Então. Acredito que seu pai foi genial em convencer minha mãe para poder jogar. Não esperava sair da Noruega tão cedo. – Dizia em um tom divertido e de certa forma elogiando-os.
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemRussia [#163051] por Ania Klara Holmes » 02 Jun 2016, 22:52

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A loja de equipamentos esportivos já havia oferecido tudo que ela podia, mas a culpa não era da loja ou de seus donos. Mas existe somente um número limitado de coisas que se pode fazer quando cercado por vassouras e bolas, ainda menores eram as possibilidades mantendo todas as roupas no corpo. O dia de outono havia acabado de passar de sua metade, o sol a pino no céu, porém não estava calor. Lasse também havia estudado em Durmstrang, o que explicava o seu russo tão natural e desprovido da aspereza nórdica. - Eu me formei há... Ahm... Dois anos. Então, na melhor das hipóteses, você estava saindo quando eu cheguei à Rússia. - ele compartilhava comigo a 'escravidão', acreditei que ele estava se referindo à jovem que aparecera mais cedo na loja. Pensando bem, com exceção do tamanho, eles eram parecidos. Irmãos, talvez? - Onde gostaria de ir? Algum lugar específico? - ele tinha minha atenção completa novamente, me olhava com olhos azuis profundos como o mar e muita ternura. - Hm, não... A mocinha da sacola não vai ficar preocupada se você só sumir?

Eu não tinha irmãos mais novos e nem esperava ter, claro que eu não sabia nada dos planos de meu pai e sua italianinha, e ela certamente era jovem suficiente para ter um ou dois pequenos Böhm. Se Lasse não estava preocupado com a loirinha, porque eu estaria? - Se você diz... Que tal irmos comer algo? Você escolhe onde. - queria ser surpreendida, é verdade. Mas também estava com muita preguiça de pensar em lugar que não fosse romântico demais, ou direto demais. Queria sentar e comer apenas, de repente estava muito ciente de minha própria fome. Começamos a caminhar por vielas estreitas, saindo do povo de Ek-Tagh, enquanto o norueguês guiava o caminho. Nem me lembrava mais do momento que tinha ficado ofendida com a escolha de vocabulário dele, mas lembrei do chocolate delicioso e mudei de ideia. - Só você me dar mais um bombom que fica tudo acertado entre nós. - caminhávamos lado a lado pelas ruas russas, o sol escondido atrás das nuvens. - Marinha, eh? Isso explica toda essa massa muscular.

- E, a não ser que você bata no capitão, não precisa me tratar com tanta delicadeza. - Parece uma fixação, não? Mas a realidade é que era muito homem para absorver de uma vez só, precisava olhar e olhar de novo para compreender tudo o que acontecia ali. Era como se a própria terra mudasse suas leis para permitir que tal ser existisse, tamanha beleza e força. - Bombom? - ele esticou a caixa em minha direção e me deu dois, aleatoriamente, e pelo breve segundo em que nossos dedos se tocaram, quase morri desidratada. ;) - Que tal me chamar apenas de Ann? Muito mais simples, ainda mais sabendo que iremos nos ver com constância. - havíamos chegado ao restaurante, onde Lasse nos guiou até uma mesa e, como bom cavalheiro, puxou uma cadeira para mim. "Homens assim ainda existem em 2016?" Pedi qualquer coisa, sem prestar muita atenção, nunca tive problemas com comida, basicamente qualquer coisa que colocassem em minha frente e dissessem que era comestível entrava em minha boca, sem pestanejar. Ouvia-o falar com atenção, enquanto esperávamos nossos pedidos chegarem. - Lado ruim? Por exemplo passar muito tempo longe da sua família?

Não era preciso ser nenhum guru ou legilimente para perceber que o loiro era um homem caseiro, se eu fosse uma dessas meninas trouxas com quem estudei altamente supersticiosas, me pegaria pensando em signos e ascendentes. "Talvez a casa 4 em Câncer." - E, bitte, nada de falar sobre meu pai. - os pratos foram colocados em nossa frente, as xícaras fumegando. Seria bom para aquecer os corpos por dentro. - Norwich... Jeg ønsker å lære det. Poderia me ensinar?


Interagindo com Lasse Løkken Matberg.
Anastasia veste.


Norwich, jeg ønsker å lære det. - Norueguês... Eu quero aprender (a língua).
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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemNoruega [#163064] por Lasse Løkken Matberg » 03 Jun 2016, 04:13

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    O bolo estava gostoso realmente! Mas não tive como competir com a língua e o idioma da minha terra natal ser proferida pela garotinha... Digo, Ann. Congelei por alguns segundos encarando-a, analisando o cabelo loiro e curto, os olhos claros, a pele alva e o enorme interesse na língua norueguesa. Por alguns segundos minhas mãos seguravam os talheres sobre a mesa seguindo as normas da etiqueta e minha boca travara com i alimento dentro.

    Subitamente voltei para a vida quando algumas pessoas passaram por nós. Engoli a seco, soltei a faca e beberiquei o café. - O que gostaria de saber? É parecido com russo um pouco... acho q e mais fácil q a língua do capeta... aquele inglês sabe?- Dizia limpando a garganta.

    Entreabri meus lábios acompanhando tal risada porque somente naquela hora tinha percebido a forma como falara, contudo a própria Ann me pedira para não trata la com delicadeza. - É! Eles enrolam a língua e depois zombam de nós dizendo q temos os fonemas estranhos... Pior é a deles! Tem de prender a língua nos céus!- Estava realmente a vontade. - Bom... É fácil porque lembra o russo, mas tem uma pegada dinamarquês. Podemos combinar! Irá aprender muito através da conversação. - explicava um método mais fácil e que provavelmente ela já deveria saber.

    - Quanto a questão de família, o serviço militar te rouba de casa... Enquanto soldados até conseguir atingir certo posto, dependendo do seu empenho e de suas missões, perde um pouco de sua vida... Somente quando atingimos um cargo mais alto ou alguma punição, ou ate mesmo a própria demanda sendo mais fraca, você permanece mais sossegado. - Explicava enquanto voltava a comer a fatia da torta. - Ann... Desculpe-me a pergunta, mas quantos anos você tem? - Bom... não custava nada saciar minha curiosidade!

    - Niet! -(não/nenhum) -soltei falando a única coisa em finlandês que sabia. [faka]- Vell... (bom) -
    puxei o norueguês sem perceber.- Quando recebemos uma promoção temos alguns dias para pensar sobre e depois alguns meses para readaptação. Estou aproveitando minhas ferias de direito e depois a readaptação. Não sei se serei capaz de manter-me quieto... - comentava sobre o titulo recém recebido de tenente coronel. - 19... Realmente não estudamos juntos. No máximo teria pego a pestinha, mas do jeito que ela é, creio q seja mais isolada.- As vezes me orgulhava saber quando alguém ja fora meu colega de escola. Mesmo ann nao sendo da mesma época, deixava-me a vontade em termos assuntos ou algo em comum.

    - Pode... Sim. - Meus amigos zuavam do meu apelido comparando de um cachorro de filmes americanos. Tal de lassy. Não apelava com eles, mas de qlq forma, nao combinava comigo. - Antes um apelido do que a voz... Já imaginou um brutamontes com uma voz aguda e fina? Ou uma mulher com voz tão grossa quanto a Angela Gussow do Arch Enemy? - dizia entre algumas risadas

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Re: Chimes Gaststatte & Pub Blau

MensagemAlemanha [#163588] por Johann Revolverheld » 19 Jun 2016, 20:01

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    O Blue Pub não era o favorito de Johann, mas parecia ser ali que o agente queria que ele estivesse. O jovem alemão tinha aquela sensação na nuca de que estava sendo passado para trás, afinal, onde já se viu uma agência de modelos não ter nem um lugar específico para que ele pudesse visitá-la? O homem com que falara em relação á vaga de modelo tinha uma lábia incrível e apenas depois de ele virar as costas que Revolverheld notou a besteira que tinha feito. Besteira feita, tinha de prosseguir, obviamente com mais cautela e a varinha em fácil acesso. Johann já havia escutado em algum lugar sobre o tráfico humano que ia direto para a Turquia. Deu os primeiros passos para dentro do lugar mal iluminado quando o seu celular começou a vibrar em um dos bolsos da calça jeans colada ao corpo. Retirou-o de lá e leu o visor do celular antes de elevá-lo até o ouvido direito. – Falaí. – Era o agente, dizendo que não poderia comparecer, pois tinha surgido um assunto muito urgente e... – ‘Tá de sacanagem comigo, Hurensohn! – Revolverheld não esperou o homem concluir as desculpas e desligou o celular, colocando-o de volta ao bolso.

    Respirou profundamente e finalmente olhou o ambiente do Blue Pub em si. O lugar não estava muito cheio, mas também não estava ás moscas. Parecia aconchegante quando se prestava bastante atenção – num sábado á noite tudo o que as pessoas queriam era diversão e o Blue Pub proporcionava isso e mais um pouco, Johann sorriu ao escutar a sua música favorita sendo cantada por uma voz boa, mas talvez precisando de um pouco mais de treino. Caminhou lentamente por dentre as mesas e chegou até o balcão, já que o propósito da vindo até aquele lugar havia sido erradicada por completo, por quê não se deixar levar um pouco? Sabia que Lidell e Belle o aterrorizariam quando descobrissem onde ele estava, mas pô, ele tinha dezoito anos!


    - Whisky de fogo. – Apenas apontou o dedo para o barman e esperou ele responder seu pedido. Sentou-se no banquinho e como uma criança feliz girou para a esquerda, dando de cara com um jovem de cabelos brancos sentado alguns metros além. Johann sorria travessamente, aquele sorriso característico e automaticamente passou os dedos sobre os cabelos, outro ritual. O jovem provavelmente tinha menos idade do que aparentava e algo nele provocou o gêmeo. Escutou o barman falando sobre sua bebida e sem tirar os olhos do menino de cabelos platinados entregou-lhe o dinheiro e como se estivesse sendo guiado por algo sobrenatural, com o copo de whisky na mão, suas pernas começaram a se movimentar, indo para onde o garoto estava. Sentou-se ao seu lado e como não quisesse nada tomou um gole da bebida forte, não antes fazendo uma careta pela ardência. Por que sentia vergonha e não conseguia puxar assunto com aquele desconhecido? Johann era o rei das pegadinhas e extrovertido ao extremo. O que acontecia? Suspirou profundamente e virou o rosto para o jovem. – Eu te conheço de algum lugar? Você me parece familiar. – Johann falou com uma desenvoltura de quem não estava nenhum pouco nervoso. E era óbvio que nunca havia visto aquele garoto na vida. Temia que o platinado não conseguisse entender alemão, então, falou em inglês, já que russo não era muito sua praia.


Interagindo com Tiberius Blackstairs
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