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Florean Fortescue's Sorveteria

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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemJapao [#212596] por Gales Miyamoto » 20 Mar 2021, 10:59

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" Kirisaku you ni shite
Mashin wa sakebu utau you ni…
Blow up louder!
Mukuchi na yousei wa soko ni iru..."

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Parte VII


Ele não sabia ao certo o que era aquilo que estava sentindo. Não sabia se estava feliz por ter aparentemente se resolvido com Himitsu, decepcionado consigo mesmo por ter dado um voto de confiança tão grande a alguém que obviamente não merecia, com raiva por ter ligado os pontos e finalmente ter descoberto que tipo de pessoa Kaworu provavelmente era ou uma mistura de todas aquelas coisas. Era recente seu contato com emoções não aplacadas pelo torpor no qual se obrigava a viver por medo de se ferir e aquilo o deixava extremamente confuso às vezes. Não entender as próprias emoções dava vazão a falta de controle sobre elas, mas ele não estava na frente de alguém que as podia usar contra si. Era Himitsu ali. Seu primo. Sua família. E ele já havia lhe garantido que jamais deixaria de o ser de alguma forma, não?

— Ai! Por que fez isso? — Franziu o cenho esfregando a nuca após receber um tapa naquela área proferido por Himitsu que se inclinara em sua direção. Para ver se ele “pegava no tranco” disse o primo. Gales umedeceu os lábios e suspirou. Parecia mesmo um motor velho com problemas para ligar. Agora que colocara em palavras todas as “habilidades” de Kaworu, tudo lhe parecia ridiculamente óbvio e ele nem sequer havia duvidado do mais velho quando tivera a chance! — Estou me sentindo tão imbecil que, se pudesse, também me bateria. — Normalmente seu orgulho não o permitiria proferir algo como aquilo em voz alta, principalmente na frente de alguém. Mas não estava na frente de um “alguém” qualquer. Estava na frente de seu primo.

Seguiram para o exterior da loja sem consumir absolutamente nada, o que acabou por deixar Gales um pouco culpado. Haviam desfrutado das dependências apenas para discutir e o garoto simplesmente não conseguia ver isso como certo de forma alguma. Depois iria gastar dinheiro lá dentro. Com coisas que provavelmente não tomaria, uma vez que não gostava de doces, mas definitivamente iria. Parou para que Himitsu se livrasse da barata e meneou a cabeça quando ele começou a discutir com ela, repreendendo-a por ter trazido a barata. Agradecendo-a por ter trazido a barata. Eram raras as vezes em que Yuuki lhe trazia algo. O gato era preguiçoso demais para sair caçando e só quando Gales estava verdadeiramente mal, ele aparecia com um inseto, uma ave ou até mesmo um rato — todos mortos — e os jogava sobre um Gales adormecido em sua cama. Era assustador. Era fofo. Era como as coisas funcionavam na natureza.

Gales hesitou um tanto ao observar o local onde Himitsu agora resolvera se sentar: o meio fio sujo da calçada. Não tinha a menor ideia do tipo de coisas que um local como aquele poderia ter para oferecer — todas ruins obviamente — mas, depois de ponderar por apenas alguns segundos, decidiu-se por acompanhar o lufano no gesto uma vez que não era feito de papel e não derreteria sua pele se sentar alguns poucos minutos — ou horas — no chão sujo. Tinha total ciência de que era um “riquinho mimado” e não possuía remorso algum por o ser. Mas, de certo modo, as palavras seguintes de Himitsu o fizeram esquecer onde estava sentado e o fixaram no motivo de estar ali. Ele não precisava fazer isso sozinho. Nada daquilo sozinho. Ele não estava sozinho. Aquilo lhe soava tão doce em seus ouvidos que ele quase sentiu algumas parcas lágrimas voltarem a inundar suas orbes. — Tem razão. — Ele falava que Kaworu era potencialmente mais perigoso do que parecia e Gales concordava em gênero, número e caso. Legilimência não era um dom inato. Era passível de aprendizado. Ele se especializara nisso e sabe-se lá raios em quantas coisas mais. Poderia ser um assunto realmente delicado. Acima da alçada de um garoto de quatorze anos de idade. Mas ele estava atolado naquela merda até o pescoço, não estava? Tinha de amadurecer e aprender o que pudesse para enfrentar alguém mais poderoso. Afinal de contas, ele havia jurado a si mesmo que se tornaria o mais poderoso de sua geração, não havia? Como cumpriria a própria promessa se escondendo de Kaworu como um ratinho assustado?

— Temo por você também. — Admitiu quando o primo sugeriu que mantivessem a reconciliação em segredo e que ele tentasse se aproximar para extrair algo do veterano. — Não sei se é uma boa ideia você se aproximar dele. Eu não quero nenhum de vocês se aproximando dele. Mas também entendo que precisamos investigar e que não podemos deixá-lo perceber que foi descoberto. — Era uma faca de dois gumes e Gales sentia que acabariam todos se ferindo de modo profundo puxando a lâmina com as mãos da forma que estavam fazendo. — Mas ok. Podemos fazer uma pequena “base” como a que montamos para investigar as coisas por brincadeira no primeiro ano. Vamos nos reunir em segredo na sala precisa quando as aulas voltarem. Uma semana depois que as aulas voltarem, na verdade. Assim podemos confrontar informações e tentar cruzar paralelos. Depois que tivermos todas as informações possíveis, traçamos um plano baseado no que tivermos. Por hora, só... Tome cuidado. E treine oclumência. — Respondia também sem desviar os olhos dele.

E estava conseguindo controlar a chuva de sentimentos que o inundavam até que Himitsu resolveu dizer outras coisas. Palavras mais pessoais. Palavras que atingiram seu coração como uma flecha. Mas um flecha boa que o inundou com vida, fazendo-o bater mais depressa.— Então é melhor que comece a me bater agora... — A voz de Gales estava embargada. O sorriso em seus lábios contrastava com as lágrimas que começavam a rolar por seu rosto, gêmeas das que rolavam pelo rosto de Himitsu. — Porque eu sempre vou ter medo que alguém tão importante pra mim quanto você desapareça. — E, em um ato repentino, se lançou na direção do outro rapaz, envolvendo-o em um raro abraço terno. Forte como havia muito ele não abraçava ninguém. — Eu amo você. — Murmurou em meio a alguns soluços se deixando levar pela torrente de emoções que lhe invadia pela primeira vez em dez longos anos. Ele precisava mesmo ter tanto medo dos próprios sentimentos assim? Controlá-los não significava não senti-los. E, as vezes, as alegrias eram tantas que vazavam pelos olhos. Assim como as tristezas. Ele só precisava saber quem merecia ver seu rosto de verdade e quem merecia ver a máscara de sempre. Himitsu, com toda a certeza do mundo, pertencia ao primeiro grupo.

— Com licença, jovenzinhos... — Uma voz trêmula cortou todo o clima da situação e fez Gales se afastar de Himi, limpando os olhos com as mangas do casaco que trajava de um jeito até infantil demais para seu tamanho. Através da superfície turva causada pelas lágrimas, ele viu o rosto gentil e cheio de rugas de uma senhorinha que parecia bastante preocupada, olhando-os em pé, mas tão baixinha que era quase do tamanho dos dois enquanto sentados. — Vocês estão bem? Querem que eu chame os pais de vocês? — Gales olhou para Himitsu e ficou tentado a gargalhar perante o tamanho da ironia daquela simples frase. Até mesmo naquele aspecto os primos eram unidos: estavam os dois ferrados demais na vida. Mas podiam contar um com o outro, certo? Aquilo já bastava.


Interação: Himitsu Miyamoto e velhinha NPC || Menção: Kaworu Shin
|| Ouvindo: Uragiri no yuuyake – Theatre brook || Notas: .cute
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Postado Por: Nick/Pinscher.


Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#212755] por Himitsu Miyamoto » 25 Mar 2021, 05:44

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Não acreditava que haviam demorado tanto tempo para, enfim, conversarem. Era tudo o que precisavam. Era primos, afinal. Aparentemente, esse era um termo comum entre os Miyamotos desde que são uma família enorme e cheia de ramificações, onde todo mundo é primo de todo mundo. Porém, para Himitsu, isso significava algo. Significava mais ainda quando o termo era usado sobre Kyoshi.

Chegava a ser engraçado como o sonserino era tão inteligente, mas ao mesmo tempo tão ingênuo. Um charme, às vezes. Exceto quando queria dar uns tapas nele, mas sempre com carinho. Boo estava sempre lhe causando confusões e algumas vergonhas como aquelas. Desde que havia deixado de ser um filhote, era como se precisasse provar ao mais velho que já era uma gata adulta e não mais o bebê que o lufano ainda enxergava. Era até mesmo um bom sinal que, por enquanto, a felina apenas havia surgido com um rato morto entre os dois e não pulou em cima de Kyoshi ou coisa parecida. Lembrava bem de como a gata havia atacado Jumin em seu pedido de namoro e causado a queda do menino no lago de Melusine. Achava graça agora sempre que lembrava. Além de tudo, Boo era uma gata ciumenta, mas, por sorte, esse ciúmes não parecia atingir com o primo. Ainda bem.

Quando o Miyamoto mais novo disse temer por ele, porém, Himitsu ficou emocionado. Achou fofo também. Por um instinto, sem perceber, o lufano sentia como se tivesse alguma posição de proteção ao primo apenas um mês mais novo. - Relaxa. Eu sou malandrinho, esqueceu? – Disse brincando. Ainda assim, os pedidos de cuidado de Kyoshi eram coerentes e Himitsu os levava a sério. Como sempre, o sonserino já estava pensando estrategicamente, o deixando ainda mais adorável. Mas ele estava certo. Himitsu não era o único telepata do mundo. Tinha Jieun e agora tinha Kaworu que, embora não fosse telepata, também tinha dons semelhantes. Himitsu se preocupava tanto em aprender a controlar seu dom e até mesmo a aceita-lo que ainda não tinha pensando que seus pensamentos também poderiam estar expostos. Não doeria aprender oclumência. Pelo contrário. Certamente Layla poderia lhe ajudar com isso, não seria tão difícil não contar qual era o real motivo para tal. Sabia que envolver adultos naquilo tudo complicaria a coisa toda.

Himitsu não era um menino que chorava com tanta facilidade. Também não era alguém que se distanciasse de seus sentimentos ou os repreendesse. O menino conseguia disfarçar seu apego ao primo com brincadeiras e inofensivas ameaças, porém, quando Kyoshi se abria daquela forma com ele, não era algo fácil de se ignorar. Especialmente, depois de tudo, escutar um “eu amo você”. Himitsu não estava acostumado a ter muito desses. Dali em diante, não conseguiu mais se segurar e as lágrimas que antes vacilaram vieram a tona de vez.

Nem mesmo sabia mais porque choravam, apenas chorava. Himitsu correspondeu ao abraço do primo, envolvendo seus braços em torno do menino de forma apertada e apoiando sua cabeça no ombro do outro. - Eu também te amo, primo - Apenas quando a preocupada senhorinha interrompeu a dupla que Himitsu deu-se pela imagem ridícula que deviam estar protagonizando. Porém, a pobre vovozinha perguntando sobre seus pais foi a gota d’agua para ambos rirem enquanto lagrimas saiam de seus olhos. - Estamos bem. Não precisa – O menino tentava dizer isso da forma mais educada possível - Obrigado – Disse, enquanto dava sinal para que o primo lhe acompanhasse e segurava a risada. Eram tão parecidos e tão diferentes ao mesmo tempo. Ao menos, tinha alguém no mundo que lhe entendia.. mais ou menos. Mas tinha alguém no mundo, incondicionalmente. Mesmo que precisasse lhe dar uns tapas ou quem sabe receber alguns também. Era o suficiente. Estaria bem enquanto tivesse Kyoshi

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✗ With: Gales Miyamoto e Boo✗ Outfit: Esse aqui, sem os óculos
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemChina [#214861] por Xiao-Ming Lee » 08 Jun 2021, 17:28

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Tem dias que simplesmente não dá. Ele estava cansado já de não saber o que fazer com a própria vida. Havia terminado os estudos já tinha quase um ano e ainda seguia tão sem perspectiva quanto no dia após a formatura. Lavou o rosto na pia do banheiro da sorveteria e o reflexo que lhe encarou de volta lhe irritou profundamente. Sabia que algumas pessoas já deveriam estar falando. Sabia que não deveria pesar tanto assim Jian como vinha o fazendo. Mas o que ele poderia fazer além de apenas existir? Já procurara por tudo. Nada lhe enchera os olhos. Aquele era um dos dias mais insuportáveis que já havia tido e se sentia sufocado. Qual era o sentido daquilo tudo, afinal de contas? Não apenas do trabalho, mas da vida como um todo. Em algumas décadas e todos estariam mortos, inclusive ele. Ele precisava ocupar a cabeça para parar de pensar naquelas coisas. Mas como faria isso? Era um problema atrás do outro e quando um problema puxava o ouro a mente dava voltas e voltas parando sempre no mesmo ponto.

Lembrou-se de Anne por um momento. Se ela estivesse ali teria lhe dado um tapa e tudo teria se resolvido. Mas ele não tinha mais ela. Ela simplesmente havia morrido e agora ele não tinha ninguém. Jian estava casado, com um filho pequeno. Trabalhava demais e nunca tinham tempo. Ji, seu precioso Ji, estava em Durmstrang e ainda ficaria por lá uns dois anos. Ele estava sozinho. Completamente sozinho com os próprios pensamentos corrosivos. Não se lembrava com exatidão das coisas que havia visto na estrutura do castelo de Durmstrang, havia uma espécie de coisa que embaralhava sua cabeça quando pensava demais no lugar, mas isso não o impedia de sentir uma saudade doentia de seus tempos de escola. Ele queria chorar, mas respirou fundo e se recompôs.

Voltou para o salão da sorveteria e se sentou em uma das mesas, sorrindo sem graça para a jovem moça que vinha lhe atender. Queria anotar seu pedido. Ela tinha um emprego, ele não. — Uma bolinha de pistache, por favor. — Era o que suas economias lhe permitiam. E também o que realmente queria. Não estava com ânimo para comer demais. Não estava com ânimo para pedidos extravagantes. Ele apenas observou enquanto a garota dava meia volta e seguia para o balcão, provavelmente para repassar seu pedido para os que ficavam responsáveis pela montagem do sorvete em si. Ele queria desabar. Por que simplesmente não ficara em casa afundado na cama fingindo que não existia? Ele sentia como se não existisse no fim das contas. Se... Se houvesse sido ele e não Anne a deixar aquele mundo...

Pegou um dos palitos que havia em cima da mesa e ficou brincando com a ponta, passando o polegar pela farpa afiada. Aquilo seria suficiente para lhe rasgar uma veia se ele tentasse a furar? Pensamento ruim. Ideia ruim. Ele tinha de desviar o foco para outra coisa. As festas de fim de ano estavam chegando e Ji logo estaria em casa. E ele não teria um centavo sequer para lhe comprar um presente. — Desculpe o incômodo. Mas... Vocês estão contratando? — Engoliu o orgulho e perguntou para a mocinha quando ela retornou com seu pedido. Uma negativa. Ele queria cavar um buraco no chão e se esconder dentro. Por que aquilo lhe dava tanta vergonha? Comeu o sorvete o mais rápido que pôde e se ergueu para sair, deixando o dinheiro sobre a mesa. Ainda tinha uma grande quantidade de lojas que ele poderia visitar para fazer aquela mesmíssima pergunta. Ainda tinha uma grande quantidade de “nãos” para receber naquele diazinho horrível que estava tendo. Tinha dias que realmente não dava. E aquele era, definitivamente, um daqueles dias insuportáveis onde ele era obrigado a encarar a vida quando a última coisa que ele queria fazer era viver. Pois é. Crescer era uma verdadeira dor na bunda mesmo.


Interação com ninguém
Menção à Jian-Yin Lee e Wang-Ji Lee
De feliz (?)
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