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Artigos para Quadribol

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Re: Artigos para Quadribol

MensagemHolanda [#136077] por Lizzie von Wangüuk » 14 Jul 2014, 22:36

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Não sabia ao certo se minha cabeça estava me pregando uma peça ou se a garota a minha frente era realmente louca. Sim, me lembrava que Thomas havia dito que a prima era um pouco doidinha, mas não tanto assim. Sem contar que a menina parecia não gostar do primo, sendo que no tribruxo ela até arrumou confusão por ele. Não sabia o que havia acontecido, mas estava completamente confusa. Devia estar com uma cara de confusa e surpresa, pois a menina começou a rir do nada e deixou tudo ainda pior. Olhei para Mik e percebi que ele estava entendendo bem menos do que eu, mas pelo menos não era a única doida dentro da loja. Por Merlin, o que aconteceu de tão engraçado para a menina ter crise de riso em meio a uma conversa? Não me lembrava de ter dito algo relativamente engraçado.

Quando ela voltou a falar se apresentou como Isabelly e pelo jeito Melanie não era a única prima doida que Thomas tinha. Acabei ficando mais alguns minutos calada e tentando absorver as informações, pelo menos Mikhail estava comigo e sua voz meio que me ajudou a voltar a realidade.
- Sou Wendy e conheci sua irmã no tribruxo, assim como seu primo! Mas ele nunca me disse sobre você! - Falei para a garota agora prestando mais atenção nela. Não sabia o que poderia falar agora e olhei para Mik como se pedisse ajuda, o que pelo jeito não viria. Ele provavelmente estava mais confuso do que eu sobre aquela situação. - Ahn.. Bom, você também joga quadribol? Digo, por estar numa loja de esportes provavelmente você deve jogar... Ahn.. Eu e Mik também jogamos, ele é meu capitão na verdade! - Disse tentando criar um dialogo com a garota.

Isabelly parecia ser bem legal, totalmente diferente do que eu lembrava sobre sua irmã gêmea. Talvez até pudesse criar uma nova amiga a distância, provavelmente seria bem legal.
- Bom, se quiser quando sairmos daqui, podemos ir dar uma volta, para nos conhecermos melhor! - Minhas palavras eram verdadeiras e mesmo com a brincadeira inicial dela, gostei da garota. Ela era simpática e não tinha o olhar assassino que sua irmã possuía. Dei de ombros e andei até as vassoura, antes de qualquer coisa, queria comprar meu presente de aniversário, afinal de contas era o motivo principal de eu ter ido lá.
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemRussia [#136121] por Mikhail Molotov » 14 Jul 2014, 23:57

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Assim que a garota apertou minha mão em resposta, abri-lhe um sorriso, tanto para se educado quanto para agradecer pelo gesto. Em seguida, foi a fez de Wendy se apresentar explicando que conheceu tanto Melanie quanto o primo desta, Thomas, durante o tribruxo, embora nenhum dos dois nunca tivesse mencionada sobre Isabelly. Se querem saber, achei aquele comentário um pouco indelicado, afinal, ninguém gostaria de saber que nunca foi lembrado sequer pelos próprios parentes, principalmente quando se trata de uma irmã gêmea, mas, assim como tinha feito tantas vezes, resolvi manter-me quieto e não mencionar nada sobre meus pensamentos. Durante aqueles segundos de silêncio, Wendy se voltou para mim, como se estivesse pedido minha ajuda quanto a assuntos, porém, levando em conta que eu era aquele que estava completamente aleatório a aquela situação toda, certamente não era a melhor pessoa para isso, ainda mais levando em conta a minha falta de habilidade em determinadas conversas.

Lembrando-se do ambiente em que estávamos, Wendy encontrou a saída para a falta de assunto, perguntando se Isabelly gostava de quadribol, afinal, aquela era uma loja especifica daquele esporte. Quando a ruiva mencionou que nós dois jogávamos e que eu era o capitão do time dela, a única coisa que consegui fazer foi dar um sorriso um pouco sem graça, já que com toda a minha timidez, não era do meu agrado ser o centro das atenções, ou seja, tinha ficado um pouco desconfortável. Por sorte, Isabelly não fez daquele comentário grande coisa, apenas respondendo sobre sua relação com quadribol. A garota também parecia ser um tanto simpática, o que ajudava a diminuir toda a estranheza daquele encontro.

Com o convite de Wendy sobre darmos uma volta para “nos conhecermos melhor” fiquei um pouco tenso. Definitivamente não era bom conhecendo pessoas novas, ou seja, teria que confiar apenas nas habilidades da ruiva e tentar vencer um pouco da minha timidez. – Por mim tudo bem. – Falei apenas como uma forma de incentivo, para motivar a loira a aceitar o convite de Darling. – E Wendy, não se esqueça de me trazer aqui de volta depois, acho que já vou aproveitar para comprar o seu presente hoje, enquanto você pode me ajudar a escolher.
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemFranca [#136152] por Dahlia Pettersson » 15 Jul 2014, 14:43

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‒ Acho que começamos mal. Desculpem-me pelo modo com os tratei. Você não deve ter ouvido falar de mim porque eu “apareci”, como se pode dizer, há pouco tempo. Tanto é que estou meio atrasada nos estudos. ‒ Comentei, quando eles acabaram de se apresentar, um sorriso simples visível em meu rosto. Em seguida ergui minha mão, parando-a na metade do caminho, percebendo que iria, como sempre, repetir o gesto que era comum. ‒ Meu primo também foi saber um pouco tarde de mim. Acabamos nos conhecendo apenas no meio do ano letivo. Enfim, eu não sou importante agora. Já que você esbarrou em mim. ‒ Apontei para Wendy, e girei em direção ao Mikhail. ‒ E você não parece tímido, mas vive calado. ‒ Recuperei um pouco o fôlego, antes de completar. ‒ Acho que seria uma ótima ideia! Eu gosto de Quadribol, mas essa loja não vai sair do lugar e vocês, sim. Para onde querem ir?

‒ Digo, não sou tão boa, pois os outros tiveram muito tempo para treinar pilotar numa vassoura, e eu nem tanto, mas consigo voar muito bem em uma e tudo o mais.
‒ Talvez eles estivessem pensando que eu falava demais. Era só a euforia por reencontrar-me com Zoey, e também o fato de que logo seria meu aniversário. ‒ Presentes? É aniversário de alguém? ‒ Questionei, arregalando os olhos, enquanto me virava para fitar Mikhail. ‒ Daqui algum tempo será meu aniversario também. Meu e da Melanie. Enfim, parabéns, seja lá qual de vocês dois fôr. E eu tive uma ideia! Que tal, para comemorar, não vamos comer um sorvete, ou algo assim? ‒ Ia sugerir um programa trouxa, contudo eles ficaram perdidos em minhas falas, talvez, e isso não seria legal.

‒ Desculpem, estou falando muito, né? É euforia... ‒ Murmurei, mais para mim mesma, ainda que audível, enquanto erguia minhas mãos, chamando-os, e caminhando até a saída da loja, direto para o Beco Diagonal e para o meio de pessoas fedidas que eu talvez nunca fosse conhecer pro resto da vida. Deixei que eles falassem a vontade, respondendo as perguntas e continuando a conversa. Dava para perceber que Wendy falava um tanto quando estava animada, e o menino que a acompanhava parecia meio introspectivo. Os dois juntos me lembravam um pouco a Jenny, enquanto minha mente desviava meus pensamentos para pensar em como ela estava. Gostaria de revê-la. O único “problema” foi que acabei voltando-os para Zoey e meus olhos se direcionaram a Wendy. Será que o que eu estava pensando era verdadeiro?
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemRussia [#156318] por Sasha Yuriev » 31 Jan 2016, 18:39

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De novo, eu tinha que me lembrar que eu não tinha todo aquele condicionamento físico que eu pensava que tinha. Obvio que eu tinha sim melhorado um tanto desde que tinha ido morar com Aimée, digo, desde que comecei a fazer parte da vida da ruiva eu comida muito bem todos os dias, café da manhã, almoço com sobremesa, lanche e jantar. O que, pra falar a verdade, provavelmente era bem mais do que eu comia em uma semana inteira na minha antiga casa.

Diminui o passo da corrida uma vez que me senti suficientemente seguro em meio a sempre presente multidão de pessoas que sempre havia naquela rua. Abaixei o capuz do casaco, abrindo o zíper quando o calor me atacou por conta de toda aquela correria. "Okay, fiquei cansado, mas pelo menos ninguém me pegou para cortar meu cabelo, nem pra me vender ou coisa assim." Refleti, sempre lançando um olhar intrigado para trás, como se procurasse qualquer figura estranha que parecia ter vindo das profundezas do universo, tambem conhecidas como Travessa do Tranco.

Correndo de novo os olhos pelas vitrines, minha atenção fora então capturada por uma loja em especial. Eu ainda não era um atleta, claro que não. No máximo eu tinha aprendido a subir na vassoura e a não cair estando montada na mesma, mas, mesmo assim, o esporte bruxo era algo que me fascinava muito. O que poderia fazer? Eu era nascido trouxa e vinha, desde a infância, vendo vassouras como instrumentos bruxos, objetos utilizados por eles e elas a fim de voar de um lado para o outro.

Imagine então a minha surpresa ao descobrir que era exatamente isso que era realmente feito com as mesmas? Entrei na loja, com cuidado para não me esbarrar em nada e fui a caça de materiais que eu poderia comprar e que seriam úteis para a minha pessoa. Luvas de meio dedo, óculos de proteção com uma proteção extra contra o sol... Tinha tantas coisas que era difícil (e caro) escolher aquilo que levaria comigo aquele exato instante. Foi ai, em meio a um pensar sem fim, que eu vi o pomo de ouro.

- Muito bem. É isso. E abandonei todo o restante de objetos que antes queria levar. Fazer o que? Eu era uma criança e coisas brilhantes chamavam minha atenção como jóias chamavam as de gralhas.


Narrador,, -Outros- , -Falas - e doces "Pensamentos" .
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemInglaterra [#156365] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:27

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– Ok, então nada de animais de estimação para o presente do Fritz. –
constatou Len, pensando em alternativas possíveis – E quadribol? – questionou, lembrando-se dos jogos nos quais fora junto do primo, Kamille, a irmãzinha desta, Karen, e Friedrich – Ele é viciado, não é? – observou, tentando recordar direito de alguma das falas empolgadas do grifinório sobre o esporte.

– Boa! –
disse Drew, animado – Vamos lá na loja. A gente vê se tem alguma coisa bem legal e depois vou ver se caço o Ger para que ele dê aquela autografada marota. – alegou, divertido, fazendo com que só então Leonard lembrasse da amizade que o primo e Mille tinham com o apanhador do Puddlemere – Aliás, deixa que eu vejo, porque se eu te conheço, capaz que você acabe levando alguma coisa. – comentou, deixando o primo indignado, mas sem graça, afinal, não deixava de ser uma verdade o gosto dele por aquele esporte.

– Eu só acho extremamente interessante as táticas... –
defendeu-se com uma careta, entrando na loja onde logo foram contemplados com inúmeros tipos de acessórios e recepcionados por um vendedor simpático, que saiu puxando Drew para explicar as ‘mais quentes novidades’. Len optou por se manter distante, observando a parte mais próxima da vitrine, distraidamente avaliando os pomos ali existentes. Não ouviu quando a porta da loja se abriu, junto de vozes de crianças e de uma bruxa adulta que, ao girar os olhos, arqueou as sobrancelhas, surpresa.

– Lenny? –
os olhos claros do Spencer giraram, voltando-se para a mulher de aproximadamente quarenta anos, cabelos castanhos e curtos, a qual o fitava com um espanto genuíno na face tão familiar. As crianças próximas à bruxa pararam, encarando ao mais velho que, apesar de ter sido pego de surpresa, se recompôs, carregando um ar ligeiramente sem graça na face, sem saber como agir naquela situação.

– Ah... –
murmurou, abrindo um sorriso educado – Há quanto tempo, mãe. – sentenciou, incerto do que fazer, vendo a mulher abrir um sorriso e se adiantar para o abraçar, esticando-se para beijar-lhe a face.

– Há quanto tempo mesmo, querido. –
disse, apoiando as mãos nos ombros do moreno, fitando-o – Você realmente cresceu nesse último ano em que não nos encontramos. Está tão bonito. – comentou, admirada, fazendo com que o corvino se sentisse realmente incomodado – Ah, – e a mulher girou, voltando-se para as duas crianças que ainda encaravam ao mais velho, parecendo chocados – Chelsie, Quinn, vocês lembram do...

– Len! –
exclamaram os dois, abraçando ao mais velho que piscou, surpreso por aquele ‘ataque’ – Você nunca mais foi em casa! – disse a mais velha, Chelsie, emburrada.

– É! –
concordou o garoto, Quinn – Você tinha prometido que ia me ensinar a voar. – sentenciou com um bico, deixando o quintanista sem reação, ainda que não soubesse se pelo fato dos meios-irmãos lembrarem da última vez que haviam se visto, o que já fazia cerca de quatro anos, ou se pela demonstração de afeto inusitada. Sorriu, pousando a mão na cabeça dos dois, sentindo-se um pouco mal por aquilo. Afinal, como explicar para os dois que ele não os visitava por um pedido do pai deles?

– Vocês estão deixando seu irmão sem graça. –
ralhou a mãe, talvez tentando desviar o assunto e atenção das crianças, puxando-as delicadamente pelo ombro – Como você está querido? Veio comprar os materiais? – questionou, sinceramente curiosa, tanto quanto parecia interessada no que o filho tinha a dizer, vendo-o assentir – E Ralph, seus avós, como estão? – acrescentou, sorrindo com gentileza, ainda que Len tivesse a impressão, como sempre tinha, que havia um quê de culpa no olhar da mãe, em especial quando falava do ex-marido.

– Ah, eles estão bem. –
comentou, ainda um pouco atordoado – Meu pai está correndo com a mudan... – e se estapeou mentalmente, em especial ao notar o olhar arguto da mais velha – Ele foi transferido de novo, então a gente vai voltar para cá. – explicou com um suspiro, odiando-se por ter falado demais.

– Ora, mas isso é muito bom! –
constatou, animada – Agora você estará mais perto, então...

– Oi, ‘tia’ Jeane. –
disse uma voz seca, firme e sarcástica, que fez com que mãe e filho girassem, encontrando a figura de Drew ali, parado, encarando a Sawyer com um olhar sério. Len não pode deixar de se surpreender, afinal, era bem difícil ver o primo daquele jeito, tanto quanto ver a mãe com um sorriso ligeiramente amarelo – Ei, Chelsie, Quinn, vocês cresceram... – comentou, desviando o olhar para as duas crianças, abrindo um sorriso divertido que foi genuinamente retribuído – Espero que esteja tudo tranquilo com vocês e que a mamãe esteja sendo beeeem legal com vocês. – observou, lançando um rápido olhar frio para a tia, antes de se afastar dos dois mais novos.

– Drew, olha... –
murmurou a mulher, carregando uma expressão sinceramente culpada.

– Vamos nessa, Len. –
disse o mais velho, divertido – Achei um bastão que não quebra. O Fritz comentou que o pai era batedor e que ele era louco para ser um, então... Eis o primeiro passo. – comentou com um sorriso largo, já puxando o primo consigo.

– Drew... Esp... –
disse, lançando um olhar para a mãe como quem pedisse desculpas, vendo-a assentir, compreensiva.

– Tchau, Len! –
exclamaram os dois pequenos, divertidos pela cena e acenando com inocência.

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Re: Artigos para Quadribol

MensagemInglaterra [#212207] por Billy Aitken » 05 Mar 2021, 07:05

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    Billy Aitken nunca foi juiz de nada. A coisa mais próxima daquilo, se é que dava para comparar, foi ser narrador de quadribol, mas isso já tinha algum tempo e, é claro, foi uma experiência incrível. Quando estava nos campos, sempre possuía uma cabine para lhe proteger, ora fossem dos balaços que zuniam para lá e cá, como dos próprios jogadores, que às vezes perdiam o controle de suas vassouras e se chocavam em algum lugar. Ali era diferente. Ele não tinha uma cabine e sim uma vassoura para protegê-lo, o que não era grande coisa se parasse para pensar.

    Seu trabalho iniciou na corrida das crianças, que iniciou às 9h30 da manhã. Após todas as apresentações, quando os estudantes já estavam na largada, ele sobrevoava a todos e sabia que, dentre aqueles inscritos, havia muitos nomes bons. Quando a largada foi dada, tentou se posicionar em um local mais estratégico, onde pudesse ter a visão de ambos os lados posicionados, fossem primeiros e últimos. Acompanhar os corredores era uma tarefa complexa, e se tornava cada vez pior quando algo ocorria. Nas curvas, tentava ficar mais afastado, porque sabia que todos precisavam de espaço, inclusive quando Stasha se “estabacou” na janela, voou até lá, mas quando menos esperou, a menina já tinha zarpado.

    Acompanhou Tom, e autorizou sua desistência, já que o garoto não conseguia evoluir com sua vassoura. No túnel e na passarela, sobrevoou por cima, porque teria como acompanhar os dois lados. Percebeu a janela aberta e sentiu o coração acelerar a cada estudante que a desviava, bem como se assustou quando dois corredores ou mais foram expulsos do túnel. Por fim, na reta, ele permaneceu mais no alto, vislumbrando, de camarote, toda a movimentação dos corredores do pódio, bem como dos últimos colocados. Com rapidez, voou até a linha de chegada e parou ali, vendo cada um atravessar a linha até o último, por fim, chegasse - o que não demorou nem um minuto, convenhamos. Seu apito soou.

    Temos um vencedor, senhoras e senhores! – Já com sua voz aumentada, gritou para a plateia, que, em um local específico, gritava enlouquecidamente. – T’Challa Marvil DiCristi é o nome dele! Parabéns ao garoto que venceu com sobra a corrida! – Enquanto falava, Billy sabia que os organizadores já montavam o pódio improvisado ali mesmo. – E temos, portanto, os participantes de nosso pódio: T’Challa Marvil DiCristi em primeiro lugar, o lufano da escola Hogwarts que foi imbatível! Em segunda posição, Stasha Preobrazhenskaya, a veterana de Durmstrang que conseguiu vencer todos os desafios para chegar a essa posição! Logo após ela, vem Valérie Neveu, veterana da Brigit e única representante de Beauxbatons no pódio… Ora, ora, ora, alguém ficará bastante feliz em ouvir esse nome. Enfim! Seguindo a moça temos dois estudantes da Sonserina, em quarto lugar, Nathan Park, que conseguiu o pódio nos últimos metros e, logo após ele, Gales Miyamoto, que sempre esteve ali perto, mas que conseguiu uma posiçãozinha no fim! Parabéns! E, saibam vocês, que terão uma entrevista comigo ainda hoje. Sim, serão famosos, parabéns novamente!

    “Seguindo a ordem de término temos Alexander Frowber em sexto, Marin Basescu em sétimo lugar, Éric Leblanc em oitavo e… O que é aquilo? Pobre rapaz, não dá nem para ver a cara direito de tanta pena. Bem, seu colega Himitsu Miyamoto não parece muito melhor, que acabou em nono lugar. Por fim, temos os lanterninhas da corrida, e, por mais incrível que possa parecer, são alunos de Durmstrang, Alex Jensen e Ryan Volkov. Bem, dias ruins acontecem, não? Em alguns minutos, receberemos nossos corredores no pódio, para que recebam sua premiação em golden, em um oferecimento da 2ª Feira Centenária de Lojistas do Beco Diagonal! E, é claro, como todos aqui são menores, esperamos, nada de champanhe, para vocês temos cerveja amanteigada e suco de abóbora! Uma salva de palmas para nossos corredores, pessoal!"

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    Digamos que Billy não sofreu tanto horas depois, quando teve que julgar a corrida de adultos. Naquele caso, eram todos experientes e, se batessem, se matassem, ele pensava que era uma pena, afinal, todos tinham total noção de onde se metiam. Particularmente, tinha uma preferência de vitória, sua ex-chefe, Alexia Neveu, mas guardou aquilo para si, afinal, era juiz e segundo tinha lido na primeira página de regras da corrida, precisava ser imparcial. A corrida dos adultos não foi tão diferente das crianças, exceto que houve menos acidentes que incluíam estruturas e mais acertos dentro da pista. Teve, infelizmente, a desistência de Lia, por motivos técnicos, pelo menos. O único problema que viu, de fato, foi quando Charlotte se chocou com uma janela, mas a jovem se recuperou tão lindamente que ele nem precisou intervir.

    Aquela corrida já tinha uma campeã decidida desde a segunda reta, quando Lizzie von Wangüuk ultrapassou sua ex-chefinha e dali não saiu mais. Na verdade, poucas foram as ameaças na colocação da ruiva e Billy tinha que tirar o chapéu para sua habilidade. Na reta, novas surpresas, algumas agradáveis, outras não. Se posicionou novamente no mesmo local, sem nem sequer perceber quando Lizzie passou, seguida, milésimos de segundo depois, por Dayana. Elas estavam tão rápidas que ele só percebeu que acabou quando a platéia gritou enlouquecida. Sentiu-se aliviado quando o último colocado se arrastou até a linha de chegada.

    E olha só quem venceu, para a alegria de inúmeros fãs! Temos na primeira colocação a incrível jogadora do Montrose Magpies, Lizzie von Wangüuk! E esses jogadores realmente são habilidosos porque, na segunda colocação, mais uma beldade e incrível atleta, Dayana Fountcher, jogadora do Tutshill Tornados que, segundo eu soube, teve seu terceiro filho e continua maravilhosa, gente! Sean von Vöwell, batedor do Ballycastle Bats passou em terceiro, mas pela sua cara, eu acho que ele não ficou muito feliz… Sorria, Sean! Na quarta colocação há mais uma Neveu, considerando que a brigitiana Valérie também estava nele, e ela é a capitã do Falmouth Falcons, Ashley S. Neveu! – Ali ele ficou triste por ver a Neveu errada no pódio, mas engoliu o choro. – E, por fim, mas não menos importante, temos Yukito Kimura e sua Clementina! E olha só, outro jogador de quadribol, também do Montrose! É, jogadores deste esporte sensacional engoliram o pódio, meus caros!

    “Seguindo com as posições, temos Alexia H. Neveu na sexta colocação. Certeza que haverá embate entre irmãs… E olha que surpresa, dois funcionários de Beauxbatons, Charlotte Lovelace e Kylie Jones na sétima e oitava posições! E, por fim, mas não menos importante, temos os lanterninhas que, diferentemente do que eu citei sobre jogadores de quadribo, não fizeram jus à sua profissão. Em nono lugar, Han Hyo Kyo e, em último, Raz van Grey! Mas quero palmas, pessoal! Todos terminaram a corrida sãos e salvos! Logo mais, pessoal do pódio, encontro vocês lá para a premiação e aqui, é claro, teremos sim champagne! Até breve e me aguardem no programa mais tarde, por favor!"



INFORMAÇÕES:

Bem, pessoal, eu imagino que quando as férias fecharem, perderemos o tópico, então resolvi postar em uma loja aleatória mesmo. Parabéns, novamente, aos campeões e podem postar aqui, se sentirem necessidade. Ninguém é obrigado a nada, mas trata-se de uma extensão da atividade de férias de 2021 e, portanto, pode ser registrada como “Trama Oficial”, apenas para os participantes.

Até a próxima!
Billy Aitken
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemRussia [#212437] por Stasha Preobrazhenskaya » 14 Mar 2021, 18:34

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Eu podia ter certeza de que depois da curva eu tinha virado o The Flash. Meus dedos mantinham a força da velocidade depois de pegar a caixa, conseguindo escapar da Mulher Invisível e, mesmo que o outro estivesse muito à frente, eu já era uma vencedora. Abri um sorriso, podendo ouvir o som da torcida gritando o nome dele, mas não me importava muito. Eu estava entre um dos primeiros e eu tinha certeza de que Alec também, fazendo com que nós pudéssemos comemorar a minha vitória, mas também o fato de ter uma mulher no pódio. Os cortes que antes ardiam agora já deviam ter “secado”, deixando somente os rastros dos machucados facilmente resolvidos depois, como também aquele cheiro horroroso da água que tinha caído em mim iria embora logo depois de um bom banho. - Vamos, estamos quase lá... - Grunhi, tentando acelerar mais e a faixinha da vitória estava muito perto e eu queria ter certeza de que atravessaria ela e sairia gritando pela vitória. Ou era o que eu esperava fazer já que ver Alec de tutu era algo inegociável nesta altura do campeonato.

E então, zarpando, passei. EU CHEGUEI!

Pelo grito do narrador, havia sido segundo lugar? Arregalei os olhos, virando para trás e parando para poder ver quem viria depois e gritei para ver a loira que por tanto eu vi às costas, agora vendo seu rosto. - AS DUAS MULHERES VENCENDO AQUI! UHULLL! - Alguém se incomodaria com o fato de que eu estava desconsiderando o primeiro lugar? Esperava que não já que eu estava querendo comemorar o quanto aquela garota havia feito durante a competição toda. Ela era fenomenal! Por isso o apelido era demais. - Conseguimos!! - Avancei para ela, ainda esperando os outros chegarem e queria abraçar ela e comemorar, mas com certeza não queria sujar a pessoa já que eu estava imunda. - Parabéns! Nós vencemos! Ah quem liga se é terceiro, segundo lugar. A gente conseguiu vencer todos os outros caras e vencemos! Somos as melhores. E as únicas que participaram da competição. Tem ideia de como isso é demais? - O agradecimento da outra com toda a certeza valeu a pena e eu tive de rir da persistência mesmo eu sabendo que a janela coitada eu precisaria resolver aquilo depois com alguém. - Obrigada! Mas ambas estamos de parabéns! Você foi fantástica. Aliás, desculpe. Eu sou Stasha e o seu nome? - O sorriso dela era bem gentil e eu pensava se todos de Beauxbatons eram assim agora. Pelo menos me causou uma ótima impressão. - Valerie é um nome muito legal! Mas não quero tomar muito seu tempo, tudo bem se a gente poder falar mais depois?

Depois de comemorar um pouco com ela, pude ver então que Alec havia chego um pouco mais tarde do que eu esperava. - Hey, sexto lugar! - Me aproximei dele com a minha vassoura e pensei - Está com a sua varinha aí? Aceito um banho. E o que são esses cortes? - Sorri, esperando o aguamenti que logo veio na minha cara e nas minhas roupas, e virei de costas para que fosse tudo de uma única vez. Talvez não melhorasse muito o cheiro porque eu precisava de um sabão, mas foi suficiente para que eu corresse até Alec e saltasse em seu colo. - Obrigada por tornar a competição justa. Se te conheço bem, você teria feito algo a mais para vencer. - Lhe roubei um selo feliz de ter conseguido o segundo lugar, mas também minha aposta com o meu namorado. Toquei em seu rosto, deixando com que os gritos de vitória dos outros competidores ficassem ecoando lá atrás, como se não fosse muito importante - Acho que devemos ir ao parque aquático. Conhece algum lugar aqui para comprar biquinis? Talvez um bronzeado ajude a vencer ainda mais os campeonatos.

Lhe dei mais um beijo, não me importando que eu estava molhada e que talvez precisassem que eu seguisse para mais uma próxima fase. Eu queria comemorar com Alec e os meus amigos que aonde quer que estavam eu iria sair depois para comemorarmos. - Acho que eu preciso ir e obrigada pela vassoura, gato. Eu vou te mostrar o seu tutu mais tarde. - Ri da situação mais uma vez, saltando dali e indo então para a tal entrevista que teria que fazer, mesmo achando aquilo extremamente hilário. EU TINHA GANHO!!!!!



Como deu para postar no fim do evento, estou postando aqui.
with: Valerie Neveu & Alec Frowber
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Re: Artigos para Quadribol

MensagemJapao [#215027] por Maya Matsuda » 16 Jun 2021, 19:47

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T'Challa Marvill D.C. 13 anos Estados Unidos Lufa Lufa 3° ano

Yung T' on the track!


Daquela vez, ao atravessar a caixa, não recebeu nenhum item, mas também, nem precisou. Sua vassoura já era rápida e por ter ativado o brinde da caixa anterior, a Firebolt disparou pela linha reta, lhe dando uma certa vantagem de todos que vinham atrás. — Foi mal aí, loirinha. — Murmurou, olhando de soslaio para a menina que havia ficado para trás. Alguém tinha que vencer aquela corrida e estava sendo ele. Ele!!! Seu coração tão acelerado quanto a velocidade a qual havia alcançado. Ao chegar na linha de chegada, firmou a mão no cabo da vassoura para frear. Havia se distanciado um pouco de onde estava o juíz da corrida, mas rapidamente se aproximou do mais velho.

DRIVE TWO FAST! DRIVE TWO FURIOUS! I’M TOO FAST FOR Y’ALL MAN! — A música do Ludacris, um rapper que acompanhava e que era ator na franquia de filmes de corridas ilegais que tanto adorava, surgiu em sua cabeça, sendo inevitável não cantar. O pódio estava sendo montado e com pressa o lufano se encaminhou até aquela área. O sorriso rasgava seu rosto, era tanta felicidade que não estava conseguindo ficar parado. Ao ver Bruce por perto, o abraçou com tanta força que o ergueu do chão. Sabia que seu irmão gêmeo não se incomodaria em realizar algum tipo de contato, mesmo que estivesse um pouco sujo. Sua blusa ainda estava úmida e o cheiro estava esquisito por conta do banho que havia recebido. Uma moradora havia jogado a água do balde fora na hora errada.

— Cara, eu ganhei! Tem noção? Eu ganhei! — Disse ao irmão, ainda desacreditado. John surgiu em meio a multidão, apontando a varinha em sua direção e utilizou um feitiço que retirasse aquela sujeira dele, além de secá-lo. O cheiro não havia saído por completo, só um banho faria aquilo, mas o DiCristi já se sentia bem melhor. — Agora eu quero meu abraço. — Falou o primo e o mais novo não hesitou em fazer, pulando em cima dele dando um risada alta. — PARABÉNS, PORR*! — Os braços de T’ apertavam o mais velho, mas a força do Stewart era maior e quase o deixava sufocado. Quando foi colocado no chão, deu um suspiro aliviado, sem deixar o sorriso bobo do rosto. — Isso é tão surreal. — Disse, olhando para o John e Bruce.

Podia parecer uma conquista simples, mas não o era. Aquilo significava muito.
— Obrigado, cara… obrigado por me arranjar a vassoura. — Ergueu a mão direita para cumprimentar o primo e tão logo as mãos se encontraram num grande estalo. — Agradece a ele aqui, oh. — Falou, apontando para Allan, um amigo de seu primo enquanto estudou na instituição russa. Ambos estavam formados agora. Um tanto sem jeito, T’Challa estendeu a mão para cumprimentá-lo. — Obrigado você também. — O americano apertou a mão do mais novo e sorriu. — Meus parabéns! É meu presente. Pra você. — Disse o Hemingway, pausadamente, um tanto sem jeito ao lidar com pessoas que conhecia pouco.

As sobrancelhas se franziram ao ouvir aquilo.
— O quê? — Mas antes que pudesse comemorar um pouco mais, era hora de subir ao pódio. Com animação, ele subiu no degrau que representava o vencedor e ergueu ambos os braços para mostrar sua força. Fisicamente era pouca, mas isso iria melhorar com o decorrer dos anos. Duas meninas foram vencedoras junto com ele e ficou surpreso em ver que seu Brian O’Conner havia ficado em terceiro. “Uma pena” pensou, pois aquilo desfazia um pouco a sua versão imaginária do mundo bruxo de Velozes e Furiosos. Ao receber a premiação, desceu do pódio, mas não antes de falar com a garota que ficou em terceiro lugar.

Ao vê-la sem os óculos de proteção, sentiu o rosto arder um pouquinho. T’Challa tinha um fraco por garotas bonitas e principalmente se elas fossem loiras. A Neveu era linda e tinha uns olhos azuis tão intensos que deixariam qualquer um hipnotizados.
— Parabéns, gatinha. — Disse, estendendo a mão para cumprimentá-la e ao ser retribuído, beijou as costas de sua pele alva com polidez. — Foi por muito pouco. — Havia um sorriso sincero em sua face ao dizer aquilo. — Até uma próxima. — Ao soltá-la, afastou-se dali e tornou a se aproximar de seus familiares. Nat estava ali, com sua habitual cara de quem comeu algo amargo e não gostou, mas no fundo ele sabia que ela estava feliz por sua vitória e principalmente, por não ter tido nenhum dano. Ninguém tinha interesse em passar a noite no hospital.



With: Família DiCristi, Allan Hemingway e Valérie NeveuNotes: Porque esse menino tava me pentelhando demais pra escrever isso.Music: Kendrick Lamar - DNAPost: #19
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Maya Matsuda
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