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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Japao Kyori Miyamoto [ 17419 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Kyori Miyamoto
  • Mundo Mágico

  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Kyori Miyamoto

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,75m

  • PESO

    82kg

  • OLHOS

    Preto Intenso

  • CABELOS

    Preto Intenso

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    33 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    24/06/1984

  • SIGNO

    Câncer

  • NOME DO PAI

    Kiyatsu Miyamoto

  • NOME DA MÃE

    Yukako Miyamoto

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Osaka/Japao

  • NÍVEL

Dever. Era essa a palavra que mais ouvia desde o seu nascimento. Precisava ser o mais ágil. O mais inteligente. O mais forte. O de pulso mais firme. Precisava ser o melhor. Ele, o primogênito de Kiyatsu Miyamoto, o grande líder de uma família que servia ao Deus Lua desde que o mundo é mundo. Cresci sendo moldado como um boneco de barro pelas mãos de meus pais e toda a sua gama de servos e agregados na família. Sempre escutei o que eu tinha de ser, mas nunca me perguntaram o que eu queria ser. Eu queria ser feliz. Apenas isso.

Quando meu irmão mais novo nasceu, Eiji, me apeguei rapidamente a ele como se fosse o pedacinho de felicidade que tanto faltava em minha vida de infante, mas, conforme meu irmão foi crescendo, nossa mãe acabou por dissipar qualquer sentimento bom que ele pudesse vir a nutrir por mim, sempre me enaltecendo em detrimento a ele em seus discursos e incitando uma rivalidade doentia da qual eu não queria fazer parte.

Um líder nato. Era assim que se referiam a mim na escola. Fui monitor de Tsuki no kyu durante muitos anos em Mahoutokoro, me tornando monitor chefe quando meu irmão teve idade suficiente para assumir o cargo de monitor da casa a qual pertencíamos. Ele via como se estivesse “pegando meus restos”. Eu via como alguém absurdamente competente assumindo um lugar que, por direito, era dele. Por mim lhe daria meu direito de primogenitura como Jacó fez com Esaú na mitologia cristã e lhe entregaria de bom grado o cargo de líder dos Miyamoto quando papai, por ventura, viesse a falecer. Mas eu não podia. Não tinha esse direito. Logo, continuei sendo moldado como bem quisessem. Um barro maleável em mãos habilidosas.

Até que ela apareceu em minha vida. Radiante como o primeiro raio de sol que brota pela janela em uma manhã de verão. Jane Morris era uma estrangeira em terras nipônica. Aventureira. Selvagem. A mulher da minha vida. Nos encontramos por acaso enquanto eu participava de um happy hour com colegas da faculdade de Direito Bruxo e nos apaixonamos quase que de imediato. Eu sabia que minha mãe não seria a favor. Eu já tinha noiva, uma japonesa de linhagem bruxa puríssima que ela escolhera a dedo durante minha infância. Minha mãe odiava estrangeiros assim como quase todos os Miyamoto. Mas eu enfrentei sua fúria pela primeira vez na minha vida e fugi com a mulher que eu amava. Buscava a felicidade que tanto me fora negada durante toda a vida.

E ela veio. A felicidade tinha os olhos escuros e puxados, como os meus, mas o sorriso encantador, como o de Jane. Era um bebê lindo e risonho que eu queria segurar para sempre em meus braços. Gales, foi o nome que Jane escolhera. Gales Miyamoto.

Claro, minha mãe não deixaria minha traição passar batida. Ela tinha contatos. Os MIyamoto era muito influentes no meio bruxo japonês, logo todas as portas para mim estavam fechadas e raramente eu conseguia algum emprego que durasse mais do que alguns poucos meses. Jane idem. Gales tinha uma saúde absurdamente frágil e as coisas só iam piorando para o nosso lado durante os quatro anos que se seguiram. Pelo bem de Gales, tivemos de nos separar. Eu precisava da condição financeira de minha mãe para cuidar de meu filho e Jane entendia isso perfeitamente. Uma das exigências de minha mãe para aceitar Gales em seu lar seria meu divórcio e meu regresso a casa. Eu não teria mais direito a liderança do clã, que agora pertencia à Eiji desde o falecimento de nosso pai. Mas eu teria de me afastar de Jane.

Não tivemos saída. Jane voltou para os Estados Unidos e eu consegui um emprego de auror no ministério japonês, graças a minha boa formação. Minha competência me fez subir rápido de cargo e, em pouco tempo, já ocupava o cargo de chefe do departamento dos aurores. Chefe do meu irmão, que também era auror ali. Ele devia sentir raiva de mim, mas, sinceramente? Eu estava tão letárgico com a ausência de Jane e a falta de tempo que tinha para meu filho que não me importava nem um pouco.

O tempo passou e chegou a hora de Gales ingressar em uma escola de Magia e Bruxaria. Hogwarts, era o desejo de Jane. E, surpreendentemente, o de Gales. Pedi para cuidar de um caso que envolvia cooperação do ministério japonês e o londrino e me mudei para lá com meu filho, ainda que sob muitos protestos de minha mãe que achava que Gales deveria freqüentar Mahoutokoro, como todos os Miyamoto.

Reencontrei Jane pelos corredores daquele ministério e foi como se nunca antes houvéssemos nos separado. Ainda nos amávamos e, apesar dos inúmeros problemas que enfrentamos desde nossa separação, nos reconciliamos e estamos juntos novamente desde então, buscando resolver os casos mais complexos, tanto no trabalho quanto em nossa vida pessoal. Mas, venhamos e convenhamos, pegar seriais killers e bruxos das travas não era nem metade do desafio que seria reconquistar o amor de Gales por Jane. Minha mãe já o havia envenenado demais contra ela e isso era de partir o coração. Bem, não desistiremos assim tão fácil. Seremos novamente uma família, afinal.



Este perfil já foi visualizado 125 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 25/10/2019 às 03:45:13