Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Eslovaquia Akilah Vidakovic [ 17460 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Akilah Vidakovic
  • Special Mundo Mágico

  • Special Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Akilah Kanu Vidakovic

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,70m

  • PESO

    68kg

  • OLHOS

    Castanho Escuro

  • CABELOS

    Castanho Intenso

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    24 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    17/03/1993

  • SIGNO

    Peixes

  • NOME DO PAI

    Aleksei Vidakovic

  • NOME DA MÃE

    Malika Kanu

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Liubliana/Eslovaquia

  • NÍVEL

Tudo isso é uma grande baboseira. Contar minha história, mesmo que ninguém esteja interessado - o que me faz ficar irritada e com pouco menos vontade de falar. Todavia, me foram estabelecidos padrões dos quais eu não posso fugir, embora eu queira com muito vigor. Eu me chamo Akilah Kanu Vidakovic. Atualmente, com vinte e quatro anos e uma belíssima conta bancária. Minha mãe era uma bruxa que morava no sul do Kênia, e todos diziam que ela não era bem vinda por causa da magia. Na aldeia onde ela vivia, todos os anciãos diziam que a magia dela não era boa o suficiente ou que não era a magia correta. Ela nunca entendeu o que era, até que um homem mais velho que estava viajando por ali a encontrou sozinha na estrada. Na época, minha mãe tinha apenas quatorze anos, e mesmo depois de ser expulsa da aldeia ela não queria ir com ele. Então foi sequestrada. O homem em questão, era o meu pai. Aleksei Vidakovic. Ele morava na Eslovênia, onde eu nasci. Ele aparatou com minha mãe para longe da aldeia e ela nunca mais conseguiu ver sua família novamente e acredito que devido a pura hipocrisia, eles não se importaram.

O problema em meio a toda essa confusão, foi minha mãe não querer nada com ele até aprender seu idioma. Ele a ensinou sobre magia, ensinou vários idiomas e pelos seis anos seguintes, ela foi instruída e educada. Ele era rígido e muito exigente, mas nunca encostou um dedo nela até que completasse vinte anos. Minha mãe acordou, numa manhã, com a desagradável notícia que iria ser forçada a se casar. Ele a obrigou a assinar os documentos e mais tarde, a violou de todas as formas possíveis. Por semanas, minha mãe pensou em fugir da situação e de todo aquele cárcere, mas ele não a deixava longe da casa onde vivia. Era cercado por muitos feitiços e tinha inúmeros empregos a disposição dele. Desde elfos domésticos, até mesmo a outras criaturas. Minha mãe costumava me dizer que ele passava horas e mais horas preso no porão com a cara enfiada em diversos livros de poções e as torturas noturnas delas eram a cada três dias. Ele aparecia e a usava. Nunca houve gesto de carinho ou mesmo uma palavra doce - em contrapartida, minha mãe possuía todo o conforto de um lar perfeito.

Dois anos depois disso, de um relacionamento que a deixou psicologicamente instável, eu nasci. Uma nova onda de luz seguindo na vida dela, como forma de nascimento. O que não aconteceu, no entanto, até meus dez anos, onde minha mãe presenciou meu pai tentanto me aliciar. Ela foi tomada pela fúria de uma mulher louca e o envenenou com o que ele guardava no porão. A morte dele não foi dada por falta de ninguém além dos empregados, que logo foram dispensados e com a morte dele a minha mãe ficou como única dona de todos os pertences dele. Eu cresci sem lembrar direito do meu pai, mas lembro que ele nunca sorriu. Ele nunca olhou pra mim ou pra minha mãe por mais de cinco minutos. Ele nunca me deu qualquer motivo para sentir algo além de medo ou receio próxima dele. Eu o odiava pelo que ele fez a minha mãe e com toda certeza se ele ainda fosse vivo, eu o teria matado só pela dor que ele havia causado na minha mãe. Maldito fosse ele.



Este perfil já foi visualizado 136 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 03/04/2019 às 18:33:28